sexta-feira, 7 de maio de 2010

HOMENAGEM ÀS MÃES - RICARDO RIBEIRO CANTANDO



A origem do Dia das Mães


A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
TE AMO MÃE!


Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio.

PORTAL DA FAMILIA

quinta-feira, 6 de maio de 2010

ATÉ QUE ENFIM, CHEGOU A ASSOCIAÇÃO DE DEFESA CONTRA A DISCRIMINAÇÃO DOS HETEROSSEXUAIS. SAIBA, VOCÊ HETERO, TEM DIREITOS INALIENÁVEIS!



Associação de Defesa Contra a discriminação dos Heterossexuais (ADHT).
Pr. Dr. Alberto Thieme
Presidente – email : Defesa_hetero@yahoo.com

Irmãos em Cristo,
Penso que é necessário e urgente um esclarecimento que aponte a diferença entre homossexual e homossexualismo, e a partir daí se construir linhas de manifestações evangélicas em relação a esse assunto, para esclarecer às pessoas do grupo GLBT e simpatizantes, que os evangélicos não têm ódio a eles, tampouco os discriminam como humanos. É preciso esclarecer que é a Bíblia que afirma que os homossexuais não herdarão o Reino de Deus e que nós, os crentes, desejamos que TODOS sejam salvos da "ira vindoura de Deus", mas não forçamos ninguém a isso, assim como o próprio Jesus não obrigava ninguém a segui-lo. Que somos contrários ao homossexualismo (prática do comportamento homossexual), mas não somos contra as pessoas que "estão" homossexual (a pessoa não é; ela está homossexual). Como sabemos que essa prática é consequência espiritual em razão da idolatria e depravação dos homens (conforme Romanos 1.28-2.2), nós pronunciamos O Evangelho em favor da alma das pessoas homossexuais, para que, caso queiram,


aceitem a obra redentora de Jesus Cristo e passem pelo novo nascimento, conforme os padrões naturais estabelecidos pelo Criador. Insisto: é necessário esclarecer a diferença entre homossexual e homossexualismo, para evitar o ódio deles em relação a nós. Assim como Jesus não atirou a pedra na mulher pega em adultério, também nós não apedrejamos (julgamos) os homossexuais. E como Jesus disse àquele: "vá, e não peques mais", assim também dizemos aos homossexuais.


Dentro de mais alguns meses esses dez maiores terão um batalhão de cristãos, católicos e judeus que formarão uma frente contra o PLC 122/06 e contra todas as associações e ativistas gays. A ADTH - Associação de Defesa contra a Discriminação dos Heterossexuais já está agindo em vários Estados Brasileiros. Com matriz no exterior, sua filial Brasileira conta com o apoio da Matriz que agirá em todos os paises onde o homossexualismo tem crescido, mas nosso primeiro o alvo é o Brasil onde já tivemos varios casos resolvidos. Favor divulgar para que possamos aumentar nossos representantes em todos os Estados. Temos material de treinamento e estaremos preparando e equipando a todos quantos quiserem se engajar nesta luta contra a homossexualização do Brasil e de outros paises tambem. Nossa luta também é contra o aborto e os abortivas e particularmente contra os governos que querem implantar um regime ditatorial, como no Brasil, usando a mesma metodologia do Nazismo que apelidamos de "gaystapo". Hitler fez exatamente o que Lula, PT e seus associados estão fazendo. Desta vez os padres, pastores, rabinos e lideres destas três maiores religiões tem o mesmo fundamento, a Biblia, estou certo que se engajarão em nossa luta. ASSOCIAÇÃO DE DEFESA CONTRA A DISCRIMINÇAO DOS HETEROSSEXUAIS (ADHT)
defesa_hetero@yahoo.com



DEFINIÇAOl: Heterofobia é um termo utilizado para definir a aversão a pessoas ou atos heterossexuais. O termo hetero aqui é usado como forma abreviada de "heterossexual", e fobia significa medo ou aversão. Se voce é homossexual ou lésbica e deseja deixar a prática, conte conosco. Podemos lhe conseguir uma ONG que vai lhe tratar muito bem e garantimos que ao final do tratamento você estará livre deste mal que está assolando milhares de brasileiros. Escreva-nos e indique a cidade onde mora e lhe indicaremos uma ONG que poderá lhe assistir e lhe ajudar a deixar esta pratica anti-natural. Os heteros agora você já pode começar a contar com o apoio da ADHT. Conheça nossa associação e o que ela pode fazer por você. Precisamos de sua ajuda, tornando-se membro e um lutador incansável em prol da familia tradicional, do casamento apenas entre um homeme e uma mulher, do combate a qualquer tipo de aborto, da defesa da heterossexualidade, do combate a pratica homossexual e lésbica e da luta para mantermos o Brasil um pais democrático, usando estratégias para combater o marxismo e o socialismo de esquerda. Queremos com isso, salvar nossos filhos, netos e bisnetos que poderão serem influenciados por esta lama que está sendo lançada com o apoio deste governo e do PT e seus associados que tem usado todos os meios ilegais, falcatruas politicas, escândalos financeiros para se conservarem no governo, vindo a ser um governo ditatorial, como já demonstrou estar começando a ser.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL. ART. 5º DIREITOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS


TÍTULO II
Dos Direitos e Garantias Fundamentais
CAPÍTULO I
DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;

II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;


III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

XI - a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial;

terça-feira, 4 de maio de 2010

EX-HOMOSSEXUAL “TRANSFORMISTA” SE CONVERTE AO EVANGELHO E AGORA PREGA A PALAVRA DE DEUS


Postado por padom em novembro 9, 2009 / 287 views

Ex-transformista que se apresentava imitando a cantora Joelma da Banda Kalypso diz que foi influenciado pelo espírito da “Pomba-Gira” a se relacionar com outros homens Leandro Santana, 20 anos, de Itagimirim, garante ter mudado a sua opção sexual, o que considera uma grande “virada na sua vida”. Ele era popularmente conhecido como o transformista “Léo Kalypso” e animava festas na cidade interpretando músicas da Banda Kalipso. O artista afirma que bebia baldes de bebidas alcoólicas e que praticava magia negra.
Leandro, que chegou a gravar um DVD, não quer mais ser lembrado como transformista, ele agora mudou totalmente o repertório e adotou um novo nome artístico: Leandro Santanah.
O artista diz que se converteu em uma das viagens que fez, quando visitou uma igreja evangélica, no Espírito Santo. Em seu testemunho, ele narra que quando frequentava o candomblé, o “espírito da pomba-gira” o influenciou a se tornar homossexual.

O Comentário também foi muito interessante, daí o postamos também:
claudemiro17 de março de 2010
Aleluia!
Cada vez mais, a mentira do Diabo perde força no Brasil.
Precisamos divulgar ao mundo que ninguém nasce gay e que a homossexualidade pode ser facilmente vencida pela fé em Cristo JESUS, o Senhor.
Eu também tive o privilégio de ser liberto do homossexualismo. É maravilhoso poder sentir a sexualidade conforme Deus a estabeleceu para o homem.
Se possível, gostaria de conhecer o irmão Leandro. Quem puder ajudar-me a contactá-lo, meu e-mail é luzesal@gmail.com



Titulo Original: CAMISETA PARA “EX-GAYS” É COMERCIALIZADA NOS ESTADOS UNIDOS
Postada no OVERBO: quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009 12:09h


Uma série de camisetas vendidas pela religião ‘Movimento da Paixão por Cristo’ causou polêmica nos Estados Unidos. Entre as peças de roupa, está uma com os dizeres ‘Ex-homossexual’.
A camiseta faz parte de uma campanha que incita jovens a assumir seus arrependimentos para se tornarem exemplos. Entre eles, além de ex-homossexual está ex-ateu, ex-escravo, ex-hipócrita, ex-fornicador, ex-masturbador e ex-prostituta.
De acordo com o movimento, quem veste a camiseta ‘ex-homossexual’ “foi guiado por Deus para falar aos que ainda têm esse estilo de vida”.
Fonte: A capa





EX-LÉSBICA, HOJE UMA GRANDE PREGADORA DO EVANGELHO
LANA HOLDER E SEU FILHO

ELEFANTES VINGAM CRISTÃOS ASSASSINADOS NA ÍNDIA, UM ANO APÓS INÍCIO DE PERSEGUIÇÕES




As ciências naturais estão chamadas a apresentar seus resultados às ciências mais altas como a filosofia e a teologia.
Há circunstâncias, porém, em que estas últimas podem fornecer explicações às primeiras, especialmente quando intervêm um fator naturalmente inexplicável.
Parece ser este o caso do inusual caso dos elefantes de Orissa, Índia, para o qual não apareceram, ao menos até agora, causas naturais.
Nessa região há quase dois anos ocorrem atrozes perseguições anticristãs praticadas por hinduístas. Porém, há alguns meses, como que guiados por mão não humana manadas de elefantes estão punindo os perseguidores.

Em julho de 2008, estourou uma grave perseguição contra os cristãos no estado indiano de Orissa (Bahia de Bengala, parte oriental da Índia). Uma cristã de 22 anos de idade foi queimada viva quando multidões enfurecidas incendiaram um orfanato na aldeia de Khuntpali, no distrito de Barhgarh.
Outra foi estuprada por uma gangue em Kandhamal. Bandos atacaram as igrejas, incendiaram os carros e destruíram as casas de cristãos.



Thomas Chellen, diretor do centro de Cristão que foi destruído por uma bomba, escapou por pouco de ser queimado vivo por um grupo de hindus.
O resultado final foi de mais de 500 cristãos mortos, milhares de outros feridos e desabrigados após suas casas serem reduzidas a cinzas.
Porém, recentemente, um evento dramático e estranho ocorreu em Orissa, que fez muitas pessoas falarem e pensarem sobre ele.
Nos últimos meses, manadas de elefantes selvagens desceram sobre as aldeias onde residem alguns dos piores perseguidores dos cristãos durante os distúrbios.


Numa aldeia de onde, em agosto do ano passado, os cristãos tiveram que fugir para salvar as vidas enquanto suas casas eram destruídas pelos baderneiros, uma manada de elefantes surgiu da floresta circundante, exatamente um ano depois do ocorrido, em julho de 2009, na mesma hora e dia do ataque.
Estes elefantes primeiro atacaram uma máquina trituradora de propriedade de um dos principais líderes da perseguição. Em seguida, avançaram e destruíram sua casa e suas fazendas.
No Estado de Orissa, centenas de habitantes das aldeias foram obrigados a se refugiarem em acampamentos após repetidos ataques das manadas.
Nas últimas semanas no distrito de Kandhamal, sete pessoas foram mortas e várias outras ficaram feridas em ataques praticados por uma manada de 12-13 elefantes.
Mais de 2.500 pessoas que vivem em 45 vilarejos foram afetadas pelos ataques, disse o chefe do distrito Krishen Kumar.
Não é claro, contudo, por que essa manada de elefantes migrou da reserva de Lakheri num distrito vizinho. Krishen disse que o rebanho viajou cerca de 300 km até Kandhamal, e até entrou numa cidade do distrito.



Especialistas em animais selvagens estão acampados no local dos ataques tentando descobrir por que os elefantes saíram de sua reserva.
Crescendo em ousadia, os elefantes invadiram outras casas de não-cristãos, demolindo os jardins, recordando as casas dos perseguidores, e deixando intocados os lares cristãos.
Estes estranhos ataques se espalharam, e de acordo com um outro relatório, os elefantes já destruíram mais de 700 casas em 30 aldeias, e mataram cinco pessoas.

Ninguém na região vira ou sequer imaginou o singular aparecimento de uma manada de elefantes selvagens como essa. Os elefantes não são normais, eles parecem estar cumprindo uma missão.
Pelo geral, os elefantes menores entram primeiro nas aldeias, como se estivessem fazendo um recenseamento da comunidade. Depois voltam para a manada, e logo aparecem os elefantes maiores que fazem o serviço.
Um missionário da Índia, afirmou: “Nós achamos que isto pode ter algo a ver com a vingança do sangue dos mártires. De fato, o temor de Deus desceu sobre o povo local, que chama esses elefantes de “elefantes cristãos”.
Eles vêm de Bihar, Chhattisgarh e Jharkhand, onde seus habitats encolheram. Mas não está claro como e por que esses elefantes atingiram Orissa.

POSTADO POR LUIS DUFAUR ÀS 09:04
7, January, 2010 Science Confirms Church

CRISTÃOS PERSEGUIDOS PELO MUNDO...
CONTRA FOTOS, NÃO HÁ ARGUMENTOS!
ELES TEM CORAGEM DE DAR A VIDA DEFENDENDO NOSSA FÉ,
VOCÊ TEM CORAGEM DE FAZER, PELO MENOS, UM COMENTÁRIO SOBRE ISSO?











sábado, 1 de maio de 2010

ATIVISTAS GAYS AMEAÇAM PSICÓLOGA EVANGÉLICA, QUE PRECISA USAR MÁSCARA POR SEGURANÇA.



Edição 2125 / 12 de agosto de 2009

Entrevista: Rozângela Alves Justino
"Homossexuais podem mudar"
A psicóloga repreendida pelo conselho federal por anunciar que muda
a orientação sexual de gays diz que ela é quem está sendo discriminada (Título Original da Matéria)

Juliana Linhares


Aceitar as diferenças e entender as variações da sexualidade são traços comuns das sociedades contemporâneas civilizadas. A psicóloga Rozângela Alves Justino, 50, faz exatamente o contrário. Formada em 1981 pelo Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro, com especialização em psicologia clínica e escolar, ela considera a homossexualidade um transtorno para o qual oferece terapia de cura. Na semana passada, foi censurada publicamente pelo Conselho Federal de Psicologia (formado, segundo ela, por muitos homossexuais "deliberando em causa própria") e impedida de aceitar pacientes em busca do "tratamento". Solteira, dedicada à profissão e fiel da Igreja Batista, Rozângela diz que ouviu um chamado divino num disco de Chico Buarque e compara a militância homossexual ao nazismo. Só se deixa fotografar disfarçada, por se sentir ameaçada, e faz uma defesa veemente de suas opiniões.

VEJA - A senhora acha que os homossexuais sofrem de algum distúrbio psicológico?
ROSÂNGELA - O Conselho Federal de Psicologia não quer que eu fale sobre isso. Estou amordaçada, não posso me pronunciar. O que posso dizer é que eu acho o mesmo que a Organização Mundial de Saúde. Ela fala que existe a orientação sexual egodistônica, que é aquela em que a preferência sexual da pessoa não está em sintonia com o eu dela. Essa pessoa queria que fosse diferente, e a OMS diz que ela pode procurar tratamento para alterar sua preferência. A OMS diz que a homossexualidade pode ser um transtorno, e eu acredito nisso.

VEJA - O que é não estar em sintonia com o seu eu, no caso dos homossexuais?
ROSÂNGELA - não estar satisfeito, sentir-se sofrido com o estado homossexual. Normalmente, as pessoas que me procuram para alterar a orientação sexual homossexual são aquelas que estão insatisfeitas. Muitas, depois de uma relação homossexual, sentem-se mal consigo mesmas. Elas podem até sentir alguma forma de prazer no ato sexual, mas depois ficam incomodadas. Aí vão procurar tratamento. Além disso, transtornos sexuais nunca vêm de forma isolada. Muitas pessoas que têm sofrimento sexual também têm um transtorno obsessivo-compulsivo ou um transtorno de preferência sexual, como o sadomasoquismo, em que sentem prazer com uma dor que o outro provoca nelas e que elas provocam no outro. A própria pedofilia, o exibicionismo, o voyeurismo podem vir atrelados ao homossexualismo. E têm tratamento. Quando utilizamos as técnicas para minimizar esses problemas, a questão homossexual fica mínima, acaba regredindo.



VEJA - Há estudos que mostram que ser gay não é escolha, é uma questão constitutiva da sexualidade. A senhora acha mesmo possível mudar essa condição?
ROSÂNGELA - Cada um faz a mudança que deseja na sua vida. Não sou eu a responsável pela mudança. Conheço pessoas que deixaram as práticas homossexuais. E isso lhes trouxe conforto. Conheço gente que também perdeu a atração homossexual. Essa atração foi se minimizando ao longo dos anos. Essas pessoas deixaram de sentir o desejo por intermédio da psicoterapia e por outros meios também. A motivação é o principal fator para mudar o que quiser na vida.

VEJA - A senhora é heterossexual?
ROSÂNGELA - Sou.

VEJA - Pela sua lógica, seria razoável dizer que, se a senhora quisesse virar homossexual, poderia fazê-lo?
ROSÂNGELA - Eu não tenho essa vivência. O que eu observei ao longo destes vinte anos de trabalho foram pessoas que estavam motivadas a deixar a homossexualidade e deixaram. Eu conheço gente que mudou a orientação sem nem precisar de psicólogo. Elas procuraram grupos de ajuda e amigos e conseguiram deixar o comportamento indesejado. Mas, sem dúvida, quem conta com um profissional da área de psicologia tem um conforto maior. Eu sempre digo que é um mimo você ter um psicólogo para ajudá-lo a fazer essa revisão de vida. As pessoas se sentem muito aliviadas.

VEJA - Esse alívio não seria maior se a senhora as ajudasse a aceitar sua condição sexual?
ROSÂNGELA - Esse discurso está por aí, mas não faz parte do grupo de pessoas que eu atendo. Normalmente, elas vêm com um pedido de mudança de vida.
Se um homem entrar no seu consultório e disser que sabe que é gay, sente desejo por outros homens, só precisa de ajuda para assumir perante a família e os amigos, a senhora vai ajudá-lo? Ele não vai me procurar. Eu escolho os pacientes que vou atender de acordo com minhas possibilidades. Então, um caso como esse, eu encaminharia a outros colegas.

VEJA - Não é cruel achar que os gays têm alguma coisa errada?
ROSÂNGELA - O que eu acho cruel é ser uma profissional que quer ajudar e ser amordaçada, não poder acolher as pessoas que vêm com uma queixa e com um desejo de mudança. Isso é crueldade. Eu estou me sentindo discriminada. Há diversos abaixo-assinados de muitas pessoas que acham que eu preciso continuar a atender quem voluntariamente deseja deixar a atração pelo mesmo sexo.



VEJA - Por que a senhora acha que o Conselho Federal de Psicologia está errado e a senhora está certa?
ROSÂNGELA - Há no conselho muitos homossexuais, e eles estão deliberando em causa própria. O conselho não é do agrado de todos os profissionais. Amanhã ele muda. Eu mesma posso me candidatar e ser presidente do Conselho de Psicologia. Além disso, esse conselho fez aliança com um movimento politicamente organizado que busca a heterodestruição e a desconstrução social através do movimento feminista e do movimento pró-homossexualista, formados por pessoas que trabalham contra as normas e os valores sociais.

VEJA - Gays existem desde que o mundo é mundo. Aparecem em todas as civilizações. Isso não indica que é um comportamento inerente a uma parcela da humanidade e não deve ser objeto de preconceito?
ROSÂNGELA - Olha, eu também estou sendo discriminada. Estou sofrendo preconceito. Será que não precisaria haver mais aceitação da minha pessoa? Há discriminação contra todos. Em 2002, fiz uma pesquisa para verificar as violências que as pessoas costumam sofrer, e o segundo maior número de respostas foi para discriminação e preconceito. As pessoas são discriminadas porque têm cabelo pixaim, porque são negras, porque são gordas. Você nunca foi discriminada?

VEJA - Não como os gays são.
ROSÂNGELA - Não? Nunca ninguém a chamou de nariguda? De dentuça? De magrela? O que quero dizer é que as pessoas que estão homossexuais sofrem discriminação como todas as outras. Eu tenho trabalhado pelos que estão homossexuais. Estar homossexual é um estado. As pessoas são mulheres, são homens, e algumas estão homossexuais.

VEJA - Isso não é discriminação contra os que são homossexuais e gostam de ser assim? ROSÂNGELA - Isso é o que você está dizendo, não é o que a ciência diz. Não há tratados científicos que digam que eles existem. Eu não rotulo as pessoas, não chamo ninguém de neurótico, de esquizofrênico. Digo que estão esquizofrênicos, que estão depressivos. A homossexualidade é algo que pode passar. Há um livro do autor Claudemiro Soares que mostra que muitas pessoas famosas acreditam que é possível mudar a sexualidade. Entre eles Marta Suplicy, Luiz Mott e até Michel Foucault, todos historicamente ligados à militância gay.

VEJA - Quantas pessoas a senhora já ajudou a mudar de orientação sexual?
ROSÂNGELA - Nunca me preocupei com isso. Psicólogo não está preocupado com números. Eu vou fazer isso a partir de agora. Vou procurar a academia novamente. Vou fazer mestrado e doutorado. Até hoje, eu só me preocupei em acolher pessoas.

VEJA - O que a senhora faria se tivesse um filho gay?
ROSÂNGELA - Eu não teria um filho homossexual. Eu teria um filho. Eu iria escutá-lo e tentaria entender o que aconteceu com ele. Os pais devem orientar os filhos segundo seus conceitos. É um direito dos pais. Olha, eu quero dizer que geralmente as pessoas que vivenciam a homossexualidade gostam muito de mim. E também quero dizer que não sou só eu que defendo essa tese. Apenas estou sendo protagonista neste momento da história.

VEJA - A senhora se considera uma visionária?
ROSÂNGELA - Não. Eu sou uma pessoa comum, talvez a mais simplesinha. Não tenho nenhum desejo de ficar famosa. Nunca almejei ir para a mídia, ser artista, ser fotografada.

VEJA - A senhora já declarou que a maior parte dos homossexuais é assim porque foi abusada na infância. Em que a senhora se baseou?
ROSÂNGELA - É fato que a maioria dos meus pacientes que vivenciam a homossexualidade foi abusada, sim. Enquanto nós conversamos aqui, milhares de crianças são abusadas sexualmente. Os estudos mostram que os abusos, especialmente entre os meninos, são muito comuns. Aquelas brincadeiras entre meninos também podem ser consideradas abusos. O que vemos é que o sadomasoquismo começa aí, porque o menino acaba se acostumando àquelas dores. O homossexualismo também.



VEJA - A senhora é evangélica. Sua religião não entra em atrito com sua profissão? ROSÂNGELA - Não. Sou evangélica desde 1983. Nos anos 70, aconteceu algo muito estranho na minha vida. Eu comprei um disco do Chico Buarque. De um lado estavam as músicas normais dele. Do outro, em vez de tocar Carolina, vinha um chamamento. Eram todas canções evangélicas. Falavam da criação de Deus e do chamamento da ovelha perdida. Fui tentar trocar o LP e, na loja, vi que todos os discos estavam certinhos, menos o meu. Fiquei pensando se Deus estava falando comigo.

VEJA - O espírito cristão não requer que os discriminados sejam tratados com maior compreensão ainda?
ROSÂNGELA - Se eu não amasse as pessoas que estão homossexuais, jamais trabalharia com elas. Até mesmo os ativistas do movimento pró-homossexualismo reconhecem o meu amor por eles. Sempre os tratei muito bem. Sempre os cumprimentei. Na verdade, eles me admiram.

VEJA - Por que a senhora se disfarça para ser fotografada?
ROSÂNGELA - Um dos motivos é que eu não quero entrar no meu prédio e ter o porteiro e os vizinhos achando que eu tenho algum problema ligado à sexualidade. Além disso, quero ser discreta para proteger a privacidade dos meus pacientes. Por fim, há ativistas que têm muita raiva de mim. Eu recebo vários xingamentos; eles me chamam de velha, feia, demente, idiota. Trabalho num clima de medo, clandestinamente, porque sou muito ameaçada. Aliás, estou fazendo esta entrevista e nem sei se você não está a serviço dos ativistas pró-homossexualimo. Eu estou correndo risco.

VEJA - Que poder exatamente a senhora atribui a esses ativistas pró-homossexualismo? ROSÂNGELA - O ativismo pró-homossexualismo está diretamente ligado ao nazismo. Escrevi um artigo em que mostro que os dois movimentos têm coisas em comum. Todos os movimentos de desconstrução social estudaram o nazismo profundamente, porque compartilham um ideal de domínio político e econômico mundial. As políticas públicas pró-homossexualismo querem, por exemplo, criar uma nova raça e eliminar pessoas. Por que hoje um ovo de tartaruga vale mais do que um embrião humano? Por que se fala tanto em leis para assassinar crianças dentro do ventre da mãe? Porque existe uma política de controle de população que tem por objetivo eliminar uma parte significativa da nação brasileira. Quanto mais práticas de liberação sexual, mais doenças sexualmente transmissíveis e mais gente morrendo. Essas políticas públicas todas acabam contribuindo para o extermínio da população. Essas pessoas que estão homossexuais estão ligadas a todo um poder nazista de controle mundial.

VEJA - Não há certo exagero em comparar a militância homossexual ao nazismo?
ROSÂNGELA - Bom, se você acha que isso pode me prejudicar, então tire da entrevista. Mas é a realidade.
FIM.

DEPUTADO FEDERAL GAY CLODOVIL DETONA: "NÃO TENHO ORGULHO DE TRANSAR COM HOMEM...""


Veja, 21 de março de 2009

O estilista e apresentador de televisão Clodovil Hernandes, quarto deputado mais votado do país nas últimas eleições, morreu na terça-feira da semana passada, vítima de umAVC (acidente vascular cerebral), aos 71 anos. Ele foi internado no Hospital Santa Lúcia, em Brasília, depois que assessores o encontraram inconsciente no chão do apartamento funcional em que morava. Seus últimos quatro anos foram difíceis: Clodovil sofria de câncer na próstata, teve uma embolia pulmonar e um primeiro AVC, do qual escapou por pouco. Mesmo alquebrado pelos problemas de saúde, desde que chegou à Câmara em 2006, embalado por quase meio milhão de votos, o deputado fez o que se esperava dele: envolveu-se em muita polêmica. Chamou uma colega de "feia" e disse que "as mulheres hoje são ordinárias, trabalham deitadas e descansam em pé". Em julho do ano passado, Clodovil conversou com o repórter Diego Escosteguy, de VEJA, em seu extravagante gabinete na Câmara. A entrevista que se segue, extraída dessa conversa, é um bom retrato de quem era Clodovil - e do que ele pensava. Foi como se o deputado estivesse no quadro "A lente da verdade", de um de seus programas de televisão.


VEJA - O senhor venceu um câncer de próstata e sobreviveu sem sequelas a um derrame...
CLODOVIL - Sofri muito com o câncer, mas foi algo que eu mesmo causei. Acho que aquilo aconteceu como uma forma de eu tentar me redimir da minha homossexualidade. Quando o médico me ligou para me informar de que eu estava com câncer, fiquei aliviado. Dei graças a Deus.Por quê? Imagine se fosse Aids? Eu poderia ter infectado muita gente. Mas paguei um preço alto pelo câncer. Fiquei impotente. O que eu posso fazer? Nada. Nem tudo pode ser uma maravilha. Às vezes consigo ter um orgasmo seco. Mas tem que haver uma ligação espiritual com o parceiro.

VEJA - Por que o senhor não apresentou nenhum projeto defendendo o direito dos homossexuais?
CLODOVIL - Deus me livre. Quais direitos? Direito de promover passeata gay? Não tenho orgulho de transar com homem. O primeiro homem que eu vi transando com outro foi meu pai - era o meu tio, irmão da minha mãe. Eu tinha 13 anos. Foi num domingo, depois da missa. Sentei no chão e pensei: meu Deus, minha mãe não é amada por ninguém. Meu pai nunca soube que eu vi. Quando ele me perguntou dois anos depois se eu era gay, não respondi. Nunca mais se falou sobre isso lá em casa. Mas eu podia ter dito o diabo para ele.


(DESTACAMOS AQUI, A ESSÊNCIA DA ENTREVISTA. NOTEM SUA AFIRMAÇÃO BOMBÁSTICA PRÁ O MUNDO GAY, DE QUE NÃO TINHA ORGULHO...)

Clodovil desagrada lobby gay e é vaiado

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