segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

PASTOR CIRO SANCHES É USADO POR DEUS PARA DEFENDER O ESCRITOR EVANGÉLICO JULIO SEVERO, PERSEGUIDO PELO GLSBTS

A severidade e a inflexibilidade de Julio Severo



TERÇA-FEIRA, 26 DE JANEIRO DE 2010


Não é de hoje que o editor do blog que leva o seu nome, Julio Severo, é atacado fora dos arraiais evangélicos. A novidade agora é que os próprios evangélicos estão se voltando contra ele!

Confesso que acompanho, à distância, o trabalho desse inflexível defensor da heterossexualidade e severo opositor do aborto, da imoralidade e do liberalismo consuetudinário. Mas, há alguns dias, por causa do aumento das críticas a esse editor de blog, em razão de uma declaração sua a respeito do terremoto no Haiti, resolvi fazer uma leitura dos seus textos.

Não sou amigo de Julio Severo — ainda — nem tenho razões de ordem pessoal para defendê-lo. Mas, sinceramente, depois de uma leitura rápida de alguns dos seus textos, percebi que se trata de um cristão conservador e defensor de ideais pró-vida e pró-família. E, por isso, gostaria de pedir a todos os internautas que orassem por esse servo de Deus, em vez de participarem de discussões inúteis, que visam apenas a prejudicar a sua imagem. Que edificação isso nos traz?

Basta ler alguns dos seus artigos, para perceber que Severo, fazendo jus ao seu nome, tem usado de não pouca severidade contra movimentos que se levantam contra os valores da família esposados na Bíblia, a Palavra de Deus. Por que deveríamos se nos opor a ele? É claro que todos nós temos o direito de questionar argumentos de quaisquer pessoas de que discordamos, porém vejo como exagerada a exposição dessas pessoas, inclusive de modo escarnecedor, como vem acontecendo na chamada blogosfera cristã.

Quem navegar pelo blog de Julio Severo —http://juliosevero.blogspot.com/ — constatará que ele, de modo geral, respeita a Palavra de Deus e defende os valores da família. Isso não quer dizer que ele não erre; tampouco significa que eu concorde com tudo o que ele escreve. Aliás, eu já disse isso para ele, em um comentário que lhe enviei. E, no dia em que eu achar que devo criticar as suas ideias, isso é um direito que me assiste, porém jamais farei isso de modo ridicularizador, ofensivo e calunioso.

Não tenho a pretensão de ser a polícia da blogosfera evangélica e reconheço que há muitos editores de blog criativos, que sabem usar de modo positivo o humorismo. Não obstante, vale a pena expor pessoas ao ridículo, usando imagens e vídeos grotescos contra elas, principalmente no caso de pessoas que erram, mas possuem motivações nobres, como Julio Severo? Já vi até uma montagem em que se põe em dúvida a masculinidade desse editor de blog! Que tipo de apologética é essa?

Ninguém é obrigado a apoiar blogs ou inseri-los em sua lista de indicações. Eu mesmo acrescento e retiro blogs de minha lista quando bem entendo. Não tenho parceria com ninguém. Penso que a indicação deve ocorrer com espontaneidade, e não por reciprocidade. No momento, por exemplo, Julio Severo (que não indica o Blog do Ciro) faz parte da minha lista. Mas observo que alguns editores de blog se tornam adversários de quem não os indica.

Precisa haver mais respeito entre os editores de blogs evangélicos. Se alguém não é enganador nem defensor de heresias; antes, se trata de uma pessoa que precisou até mudar de país por estar sendo perseguida em razão de dizer a verdade acerca de alguns assuntos que nós mesmos temos tido receio de abordar, por que deveríamos atacá-lo e tentar tirar dele a credibilidade?

Fazendo mais um trocadilho, penso que Severo merece ser tratado com mais flexibilidade (antônimo de severidade), haja vista a importância de seu trabalho pró-vida e pró-família.

Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi

Fonte: Blog do Ciro

Nota do Editor do SOMENTE A VERDADE:

Parabenizo ao estimado Pr. Ciro Sanches pela posição ética, cristã e equilibrada na defesa de um sofrido apologista cristão, obrigado a sair do seu país por defender a Liberdade de Expressão, de Crença e Consciência.

Sabemos que muitos blogueiros de maneira
suspeita passaram a defender ultimamente as causas dos ativistas homossexuais, influenciados pelo Caio Fábio (Pastor que traiu sua mulher com a secretária, foi preso pela polícia federal para esclarecer acusações feitas ao Presidente FHC e fundou recentemente uma Igreja Pró-Gays chamada "Caminho da [des] Graça", cujo objetivo evidente, entre outros, é denegrir o Júlio) no afã de destruir a família héterossexual cristã mundial e muitos ainda não se deram conta.

O Júlio é para nós um símbolo da resistência da Família à essas aberrações. Enquanto ele foi forçado a sair do País, o Pedófilo declarado e honrado pelo Presidente Lula, Luiz Motti, continua no Brasil com o apoio do Estado e defendendo a causa gay e a abertura à pedofilía em nosso país.

Deus continue levantando mais pastores de peso como o Pr. Ciro, para apoiar esta causa nobre e necessária. Hoje é o Júlio a ser perseguido, amanhã pode ser eu e você.

Capelão Ricardo Ribeiro

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Homossexual fazendo pacto com o Diabo para matar mulher e ficar com o marido. É assim que eles avançam sua agenda gay e querem que nos curvemos. NUNCA





Ainda dizem que o estado
é laico (separado de religião),
isto quando é para nos atingir.
Olha ai a prova de que estão
mentindo como sempre.

Usando a religião afro
para destruir duas vidas
inocentes. Quando surge
a violência dizem logo que
é homofobia. E o que esse
homossexual está fazendo
é o que, respondam? Crime!
Usando de bruxaria para
matar uma senhora que não
sabe de nada, inocente e
amarrar espiritualmente um
cidadão, que por outros meios
jamais se uniria a tal ser.

E ainda tem blogueiro discarado
e covarde apoiando esses
sem-vergonhas! cadê o
ministério público para investigar
isso aqui? só servem para perseguir
o Júlio Severo que defende a família
é? Daí-nos graça Senhor, muita graça,
e força prá chutar essa macumba em
teu nome:
- SAAAAAAAAIIIIII!!!!!!!!



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

HOMOSSEXUAL MATA E COME SEU AMANTE PARA SATISFAZER-SE SEXUALMENTE. CANIBALISMO CRESCE ENTRE HOMOSSEXUAIS.

Canibalismo entre homossexuais choca Alemanha

Polícia descobre em controle rotineiro na internet assassinato seguido de canibalismo, que ocorreu há mais de um ano. Autor do crime e vítima, que se deixou matar voluntariamente, conheceram-se por meio de anúncio na web.

O caso veio a público somente nesta quinta-feira (12), depois que a polícia divulgou ter preso na quarta o suspeito de um caso de canibalismo que, nesse meio tempo, confessou e se encontra em prisão preventiva.
O presumível autor do crime, o especialista em computador Armin M., 41 anos, de Rotenburg, no estado de Hessen, foi descoberto ao anunciar na internet que procurava um homem entre 18 e 30 anos, com corpo bonito, para ser "abatido". Entre as respostas que ele recebeu, uma era da polícia, que estava rastreando a rede num controle rotineiro e entrou assim em sua pista. Ao revistar sua casa, na terça-feira (10), os investigadores descobriram fragmentos de um esqueleto, pedaços de corpo humano congelado e inúmeros vídeos.
Foto da vítima, divulgada pela políciaFoto da vítima, divulgada pela políciaAssassinato anunciado — O pavoroso crime de que o homem é acusado foi todo registrado em vídeo. Ao colocar um anúncio anterior de conteúdo semelhante na internet, o acusado ficou conhecendo Bernd Jürgen B., engenheiro de 42 anos, de Berlim, do qual se supõe que tinha também tendências canibalistas. Os dois eram homossexuais. O assassinato do engenheiro foi combinado entre ambos que, ao que consta, comeram antes juntos o pênis da vítima, amputado pelo iniciador da ação.
Depois de morto, o engenheiro berlinense foi esquartejado por Armin M., que comeu algumas porções da carne e congelou o restante para ir comendo aos poucos. A vítima estava desaparecida desde novembro de 2001, e só agora seu destino pôde ser esclarecido. O acusado confessou à polícia e repetiu a confissão ao juiz perante o qual foi conduzido. A Promotoria de Kassel, à qual cabe a competência no caso, não tem dúvida nenhuma sobre o estado mental do acusado, caso contrário "ele teria sido encaminhado à psiquiatria" e não à prisão preventiva.
O caso, que ultrapassa os limites da imaginação, chocou a opinião pública na Alemanha e deu origem a inúmeras tentativas de psicólogos e antropólogos de explicar o inexplicável.

fONTE:

DW-World.de: Deutsche Welle


THURSDAY, MAY 25, 2006


O Homem que comeu o seu amante

Considerem a seguinte história como o último vídeo 'mete-nojo'. Um homem solteiro conhece outro, masoquista radical através da Internet. No seu primeiro encontro, o masoquista oferece o seu pénis como o prato principal, num jantar romântico a dois. Após alguns problemas de degustação sobre a melhor maneira de preparar a comida, os dois homens gozam de uma refeição de genitais guarnecidos. Saciados e, sentindo-se tonto, o masoquista é levado para a casa-de-banho, onde é deixado a sangrar até à morte. Horas mais tarde, o nosso anfitrião aparece súbitamente para ver como ia o seu convidado. E acaba com ele, com uma faca pela garganta. Depois, talha o corpo e assa a carne.


Mesmo como ficção, este conto extremo de bizarrice humana seria difícil para o estômago de suportar. Então como reagimos quando dois Engenheiros de computadores torna este guião num facto de cair o queixo? Duas palavras: choque e espanto. Mesmo quando você pensa que já ouviu de tudo, aparece um canibal Alemão, Armin Meiwes, e a sua vítima voluntária, Bernd-Juergen Brandes, para re-escrever no livro de comportamento humano bizarro. Raras as vezes uma investigação criminal suscitou tanta curiosidade mórbida e levantou questões tão difíceis sobre os locais obscuros onde a mente humana pode ir.
Entre o corropio em torno do recente drama judicial, houve um apelo para a compreensão e explicação deste comportamento que, incidentalmente, nem sequer é ilegal sob as leis alemã ou inglesa. Em desespero, voltamo-nos para a ciência em busca de respostas. O que é que a objectividade racional nos pode dizer sobre actos irracionais de violência e mutilação? Talvez não muito. Mas com tão pouco para prosseguir, temos de nos contentar com os pedaços de conhecimento que podemos encontrar.

Nada de novo

O Canibalismo em si mesmo, dificilmente é algo de original. Foi documentado em ambas as sociedades, antiga e moderna, em vários aspectos. Por vezes, esta motivação parece ritualista ou agressiva. Noutros casos é simplesmente uma questão de sobrevivência, como aconteceu com a infame tragédia em 1972, quando um avião que transportava uma equipa de jogadores de râguebi se despenhou numa remota região dos Andes. Presos durante 70 dias numa região selvagem congelada, os únicos sobreviventes foram aqueles que recorreram dos amigos mortos para se alimentar.
Em Tribunal, Meiwes explicou que comendo Brandes, sentiu que estava a adquirir o espírito e qualidades da vítima. É uma crença que parece ter-se espalhado em sociedades onde o canibalismo era prática corrente. Das tribos canibais de Nova Guiné aos índios Wari da Amazónia, o consumo de carne humana não era apenas por comer, era também para absorver as qualidades dos falecidos.

Canibais animais

Meiwes certamente não está sozinho na sua degustação por carne familiar. O reino animal está repleto de espécies canibais. Cobras, insectos, aranhas, peixes, répteis e mamíferos, todos contêm membros sem escrúpulos que são tidos por corajosos por comer a sua própria espécie. Quando a comida é escassa há uma clara lógica Darwiniana para o canibalismo. Até pode fazer sentido evolucionário uma mãe alimentar-se das suas próprias crias durante tempos especialmente difíceis. A reprodução é um negócio dispendioso e se existem poucas possibilidades de os seus filhos sobreviverem até à idade adulta então porque não comê-los e recuperar a energia que investiu, poupando-a assim para tempos melhores?
Para alguns animais, faltas de alimentos não são as únicas ocasiões em que o canibalismo é uma boa estratégia evolucionária. Vejam os leões, por exemplo. Quando um novo macho se junta à alcateia, ele pode matar e comer as crias filhas de outros machos. Fazendo-o, ele elimina indivíduos com os quais não está genéticamente relacionado. As fêmeas irão então regressar ao cio, permitindo ao macho reproduzir novas crias, suas. Desta forma, ele consegue re-popular a alcateia com as suas próprias crias e ter uma bela refeição de despedida.
Claramente, a selecção natural favoreceu o comportamento canibalístico nalgumas espécies. Mas em humanos? Certamente que a atitude algo mal-educada de Meiwes em relação à nutrição teve pouco a ver com conseguir os seus genes para a próxima geração. Neste caso, parece, a biologia evolucionária pode dar muito poucas pistas na nossa busca de explicações. Talvez a Psicologia, então, possa oferecer alguns indicadores mais relevantes.

Na mente

A mente canibal tem providenciado um verdadeiro banquete para psicólogos esfomeados. Mas os resultados têm sido difíceis de digerir. Para começar, podemos assumir que os canibais não existem no tipo de quantidades requeridas para rigorosos estudos científicos. Então a especulação tornou-se na ordem do dia. E, julgando pelo número de teorias agora a circular sobre este assunto, os canibais podem ser um pequeno bando diverso. Se não podemos dizer nada com certeza, pode ser que não exista tal coisa como o típico canibal.
Não surprendentemente, as mães figuram proeminantemente em explicações psicológicas de canibalismo. Alguns psicólogos acreditam que o desejo de comer outra pessoa tem origem no período em que uma criança é amamentada através do seio da sua mãe. A ansiedade de separação pode conduzir a frustração, agressão e fantasias canibalísticas. É como se a criança adquirisse uma intensa urgência de absorver a sua mãe no seu próprio corpo. Mesmo que este desejo se desvaneça, pode voltar à superfície mais tarde na vida, particularmente como resposta à pressão ou ao trauma. Uma mãe dominadora está apenas propensa a ampliar estes efeitos em crianças que são já susceptíveis. Se fôr verdade, este padrão certamente é candidato para explicar o caminho que Meiwes seguiu. Quando ele fantasiou sobre comer pessoas pela primeira vez, era um jovem estudante. Mas foi a morte da sua dominadora mãe, quando tinha 37 anos, que parece tê-lo feito descarrilar.

Clímaxes Sexuais

Mas isto não pode resumir toda a história. Se mães dominadoras fossem culpadas então, com toda a certeza, estaríamos a assistir a um frenesim canibal alimentar. É o momento de nos virarmos para essa segunda mina de ouro psicológica, anomalias sexuais. A prova rascunhada que existe realmente sugere que o sexo pode ser uma característica predominante em muitos casos de canibalismo. Nos anos 20, por exemplo, o notável canibal Americano Albert Fish violou e matou uma série de crianças. Mas a verdadeira diversão, insistia ele, estava no comer. Fish experienciou extremo prazer sexual ao devorar as suas vítimas.
Durante os anos 50, o agricultor Edward Gein combinou as suas duas paixões por canibalismo e necrofilia. Mais recentemente, nos anos 80, um canibal Japonês Issei Sagawa apaixonou-se por uma mulher Francesa e depois comeu-a, declarando os seus seios e nádegas deliciosos. Outros que declaram ter provado carne humana dizem que experienciaram um sentimento de euforia e e bastante elevado prazer sexual. Alguns até o compararam com o efeito ao tomar mescalina.
Em 2002, os resultados de uma sondagem psicológica sugeriram que há mais probabilidades de uma pessoa comer outra que considerem sexualmente atraentes. Meiwes efectivamente rejeitou várias potenciais vítimas antes de finalmente se decidir pelo Brandes. Mas a sua escolha parece estar mais relacionada com considerações culinárias do que sexuais. No início do seu julgamento, declarou que o sexo não era a intenção primária atrás do seu consumo de Brandes. Mas o tribunal veio a saber mais tarde que Meiwes tinha prazer sexual em rever os seus vídeos horríveis.

Doença mental

Talvez o factor mais forte de ligação à história de canibais criminosos é a doença mental. Alguns dos mais infâmes comedores de carne humana como o Fish, Gein, Sagawa e canibal Russo Andrei Chikatilo, foram diagnosticados com esquizofrenia. Alucinações, brancas, e um estado de consciência elevado parecem ser experiências comuns que acompanham a actividade canibal. No entanto, Meiwes não foi diagnosticado com esquizofrenia e os psiquiatras deram-no como competente mentalmente para ser julgado.
Podemos nunca vir a saber o que foi que levou Armin Meiwes a petiscar na sua própria espécie. Talvez não fosse nada mais sórdido do que a busca de dinheiro e publicidade. Afinal de contas está já um livro para sair. Mas enquanto Meiwes é sem dúvida um enigma ele é, de muitas formas, o menos interessante dos nossos dois protagonistas, porque se as acções de Meiwes são difíceis de explicar, os da vítima são mais desconcertantes, por comparação.

Porquê ser comido?

De acordo com Meiwes, Brandes tinha fantasiado ser morto e comido desde que era criança. No entanto, o parceiro sexual de Brandes, uma testemunha-chave no julgamento, testemunhou que Brandes não mostrou sinais de depressão, nem nunca ofereceu sugestões da sua peculiar fantasia suicida. Efectivamente, os dois estavam a planear umas férias juntos, pouco tempo antes de Brandes comprar o seu bilhete de ida-sem-volta de comboio até à casa de Meiwes, em Rotemburgo.
Poucas pessoas ainda exploraram a antítese da razão tanto como Bernd-Juergen Brandes. O seu comportamento foi de tal forma bizarro que ele faz com que essa apócrifa viagem migratória de toupeira Norueguesa parecer e soar senso comum. Aqui está um homem que era um voluntário de boa vontade para a sua própria morte; alguém que não só, comeu o seu próprio pénis, mas que o gozou no total conhecimento de vir a ser o seu último jantar. Nessas restantes horas finais, que pensamentos poderiam possivelmente girado em torno da sua mente semi-consciente, deitado a esvair-se em sangue, sozinho no banho? O seu comportamento parece ultrapassar o príncipio do prazer e a da dôr do sado-masoquismo, para um território perplexo bem mais longínquo. Infelizmente, a sua versão nunca será contada.
Dr. Martin Brookes
Março de 2004
Fonte: Mosca de Laboratório

Prá que a PL 122 se tem a Lei Maria da Penha? Juíz do Rio Grande do Sul prova sua utilidade, já que as atuais leis criminais não servem para o GLSBTS.


ANDRÉ MONTEIRO

DE SÃO PAULO

Com base na Lei Maria da Penha, a Justiça do Rio Grande do Sul concedeu medida protetiva a um homem que afirma estar sendo ameaçado por seu ex-companheiro.

A decisão, que impede que ele se aproxime a menos de cem metros da vítima, foi decretada na quarta-feira (23) e divulgada hoje.

O juiz Osmar de Aguiar Pacheco, de Rio Pardo (144 km de Porto Alegre), afirmou na decisão que, embora a Lei Maria da Penha tenha como objetivo original a proteção das mulheres contra a violência doméstica, pode ser aplicada em casos envolvendo homens.

"Todo aquele em situação vulnerável, ou seja, enfraquecido, pode ser vitimado. Ao lado do Estado Democrático de Direito, há, e sempre existirá, parcela de indivíduos que busca impor, porque lhe interessa, a lei da barbárie, a lei do mais forte. E isso o Direito não pode permitir!".

O juiz também afirma que, em situações iguais, as garantias legais devem valer para todos, além da Constituição vedar qualquer discriminação, condições que "obrigam que se reconheça a união homoafetiva como fenômeno social, merecedor não só de respeito como de proteção efetiva com os instrumentos contidos na legislação."

Além de proibir a aproximação do companheiro que ameaçou a vítima, o juiz reconheceu a competência do Juizado de Violência Doméstica para cuidar do processo.

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2011/02/25/juiz-aplica-lei-maria-da-penha-para-casal-homossexual-no-rs.jhtm

++++

NOTA DO BLOGGER:

Acredito que deve ser registrado nas estatísticas a quantidade de homossexuais que são mortos por outros homossexuais e/ou programas sexuais ou "festas" de drogas para não INFLACIONAR o mau uso do termo "homofobia".
Fonte: Lí no Blog do Luiz Cavalcante

Ativista gay americano abandona o homossexualismo


[glatze.jpg]Estrela em ascensão do movimento diz que Deus o libertou do estilo de vida
 Art Moore
© 2007 WorldNetDaily.com
 Michael Glatze era uma estrela em ascensão no movimento homossexual, mas ele agora declara não só que abandonou o ativismo — ele não mais é homossexual.
 Glatze — que era freqüentemente usado como referência nos meios de
comunicação como fundador da revista Young Gay America — conta a história de sua transformação numa coluna exclusiva publicada por WND.
 Embora Glatze tenha se isolado da comunidade homossexual um ano e meio atrás, ele diz que sua coluna provavelmente deixará algumas pessoas surpresas.
 “Isso será realmente notícia para todo o mundo com quem eu me relacionava”, afirmou ele a WND.
 A mudança radical em sua vida, relembra Glatze, começou com “inspirações” em sua mente que ele agora atribui a Deus.
“Espero poder compartilhar minha história”, disse ele. “Sinto fortemente que Deus me colocou aqui por um motivo. Até mesmo nos dias mais escuros das festas tarde da noite, uso de drogas e todos os tipos de coisas — quando em meus sentimentos eu me perguntava ‘Por que é que estou aqui, o que é que estou fazendo?’ — havia sempre uma voz ali”.
“Eu não sabia como chamar essa voz, nem se eu podia confiar nela, mas ela dizia ‘fique firme’”.
Glatze disse que ele teve consciência de sentimentos homossexuais com a idade de 14 e declarou publicamente que era “gay” com a idade de 20. Depois de uma década em que seu papel de liderança no movimento homossexual cresceu — mas, ao mesmo tempo, um misterioso conflito em seu interior — ele afirma que finalmente foi “liberto”.
Aliás, ele escreve em sua coluna da WND, “sair do armário da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira”.
Antes de “sair do armário” em sua coluna, Glatze fez contato com o gerente editorial de WND David Kupelian depois de ler seu livro “The Marketing of Evil”, o qual, conforme Glatze disse, “me deu muita ajuda em meu processo de cura das profundas influências do mal em nossa sociedade atual”.
“Não há nada no mundo que me daria mais prazer”, ele escreveu para Kupelian, “do que dizer a Verdade acerca da ‘homossexualidade’ e expiar meus pecados nesse assunto”.
A transformação de Glatze nos traz à mente a transformação de Charlene Cothran, famosa ativista lésbica americana que publicava a revista “gay” Venus. Ela também renunciou ao seu estilo de vida do passado. Ela se tornou cristã e deu uma nova missão para sua revista: “incentivar, educar e ajudar aqueles que desejam abandonar uma vida de homossexualidade”. Ela acrescenta: “Nossa missão máxima é ganhar almas para Cristo…”
Em sua coluna, Glatze fala sem rodeios, chamando o sexo homossexual como baseado puramente na cobiça sexual, significando que jamais consegue satisfazer plenamente.
“É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal”, escreve ele. “Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.”
Depois de se tornar editor da revisa Young Gay America com a idade de 22, Glatze recebeu numerosos prêmios e reconhecimento, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da importante organização homossexualEquality Forum (Fórum da Igualdade). Os meios de comunicação o procuravam a todo momento, com participações em programas de TV e menções numa matéria de capa da revista Time, intitulada “A Batalha envolvendo os Gays Adolescentes”.
Ele produziu, com a ajuda da TV pública americana e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário importante a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes homossexuais, “Jim In Bold”, que viajou pelo mundo e foi premiado em muitos festivais. A exposição de fotos de Young Gay America, que contava a história de jovens da América do Norte, viajou pela Europa, Canadá e partes dos EUA.
Em 2004, Glatze mudou-se de San Francisco para Halifax no Canadá, onde seu parceiro da revista Young Gay America tinha família. A revista, disse ele, buscava ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays.
Mas Glatze argumenta, “a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais ‘respeitada’, porque não era explicitamente pornográfica”.
Em 2005, Glatze teve papel principal num grupo de debatedores que incluía Judy Shepard, mãe do homossexual assassinado Matthew Shepard, no prestigioso JFK Fórum na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard.
“Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa ‘atuação’”, escreve ele, “que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência”.
Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus”, diz ele. “Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido”.
Ao se aproximar o fim de seu trabalho na Young Gay America, Glatze disse, os colegas começaram a perceber que ele estava passando por algum tipo de experiência religiosa.
Antes de deixar o emprego, não percebendo plenamente o que estava fazendo, ele escreveu seus pensamentos em seu computador do escritório, finalizando com a declaração: “A homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.
“Eu estava tão tenso, que era como se eu mesmo não estivesse escrevendo”, disse ele.
Inexplicavelmente, ele contou a WND, ele deixou palavras na tela do computador para todos verem.
“As pessoas que olhavam para a tela ficavam pasmas; achavam que eu estava doido”, declarou ele.
Mas ele deixou seus colegas de trabalho imaginando o que havia acontecido com ele, pois ele nunca tinha explicado detalhadamente sua decisão de renunciar.
Relembrando seu velho estilo de vida, Glatze contou a WND que toda vez que ele sentia estar fazendo algo errado, “eu simplesmente usaria uma desculpa popular, tal como ‘é assim que é a vida’”.
“Se eu tivesse de questionar algo, meus colegas diriam: ‘Você é um cara de muitos ideais’”.
Glatze disse que achava que os oponentes do homossexualismo eram “grosseiros e loucos, e queriam me machucar”.
“Eu achava que estavam prontos para me pegar”, disse ele. “Eles me deixavam realmente revoltado — e assustado, eu penso. Eu queria que eles sumissem”.
Glatze disse que não podia se permitir pensar que eles eram sinceros em suas convicções.
Mas ele agora tem profundo respeito por uma tia cristã que desaprovava seu estilo de vida.
Ela “nunca julgava, mas era sempre firme”, disse ele.
Leia também a história mais completa de Michael Glatze aqui.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.brwww.juliosevero.com

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Milionário britânico muda de sexo, se arrepende e muda de sexo de novo

quarta-feira, 10 de novembro de 2010



"Pessoas que pensam que são uma mulher presa num corpo masculino é completamente iludido. Eu também fiquei. Eu precisava de orientação, não uma operação de mudança de sexo". Charles Kane



Charles Kane e Victoria Emms em foto divulgada pela imprensa britânica. (Foto: Reprodução)

Sam Hashimi se transformou em Samantha Kane após operação em 1997. Em 2005, ele se arrependeu, virou Charles Kane e agora vai se casar.

O milionário britânico Charles Kane, de 50 anos, fez cirurgia para mudar de sexo duas vezes.
Nascido Sam Hashimi, o homem de negócios, divorciado e pai de dois filhos, mudou de sexo em 1997 e passou a se chamar Samantha Kane, segundo o "Daily Mail".
À época, ele gastou cerca de £100 mil (cerca de R$ 274 mil) em operações e ficou tão parecido com uma mulher que chegou até a ter um relacionamento sério com outro ricaço, como ele contou à imprensa local.

Como Samantha, ele passou a trabalhar como designer de interiores e a levar uma vida glamurosa, frequentando o "jet set" do principado de Mônaco.
Mas, em 2004, depois de sete anos vivendo como mulher, ele descobriu que tinha cometido um "terrível engano", abalado pelo fim de um casamento de 12 anos e pelo afastamento dos filhos.
Ele concluiu que havia enjoado da vida que levava como mulher e que, no fundo, queria continuar sendo homem.

Afirmou que odiava o fato de que os hormônios femininos o haviam tornado instável emocionamente. Ele estava enjoado de ir às compras, e sexo com homens havia sido uma decepção.
Então, cinco anos atrás, Charles gastou mais £25 mil (cerca de R$ 68 mil) em três operações na clínica de gênero do hospital Charing Cross, em Londres, para voltar a ser homem.
Seus implantes de seios foram retirados, e os órgãos genitais foram reconstituídos com enxertos de pele de sua barriga.

Mas o problema é que ele não era mais o homem que costumava ser, e "vestígios" de sua aparência feminina persistiam.
Até hoje, ele precisa tomar doses diárias de testosterona, que o seu corpo não produz mais naturalmente.

Sam com sua primeira mulher ...

...e como Samantha

Novamente como homem, suas primeiras tentativas de sair com mulheres acabavam em rejeição e humilhação, relatou. Muitas delas desistiam dele quando descobriam sua história.
Mas ele finalmente encontrou Victoria, de 28 anos, e está levando uma vida feliz e está de casamento marcado para o final de 2011. Victoria até se separou do pai de seu filho para ficar com Charles.

HOMOSSEXUALISMO, REBELIÃO DELIBERADA E CONSCIENTE CONTRA DEUS E SEUS FIÉIS.

"O cristão é a grande oposição frente a uma nova tentativa de criar um governo sem Deus. Condicionada a crer que cristãos são uma ameaça a evolução e ao progresso, toda a sociedade estará apta a persegui-los em prol de uma causa santânica. A rebeldia humana da era moderna tem seu alicerce no movimento social que visa preparar o mundo para a implantação do governo único."
A Verdade - A real condição humana Parte 15 from AgnusBade on Vimeo.


Atenção: Para ouvir o vídeo, baixe o volume do player na barra lateral, logo abaixo.

SATANAZ: "E porque eu iria te dizer a verdade?".

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ricardete agora é Ricardo: 'Já fui gay, hoje sou pai de familia'.



Reportagem: Líliam Cunha / M de Mulher

Aos 8 anos, tive certeza de que era homossexual. Enquanto meus amigos brincavam de carrinho, eu me divertia mesmo com as bonecas. Foi nessa época também que comecei a dançar imitando a cantora Gretchen. Apesar de sempre me mandar parar de dançar — sem eu nunca ter obedecido —, minha mãe não desconfiava da minha homossexualidade.

Aos 19 anos, fui com meus pais morar em Nazaré. A partir daí, passei a andar com gays e a freqüentar as casas deles. Ainda assim, minha mãe não acreditava que eu fosse homossexual.

Um dia, meu irmão disse a ela que achava que eu era gay. Um jovem que freqüentava a mesma igreja que minha mãe contou que havia me visto na casa de um rapaz gay. Nesse dia, meus pais tiveram a certeza de que eu era homossexual.

Já era madrugada quando cheguei em casa, mas minha família estava acordada, me esperando. A hora da verdade tinha chegado. Meu pai veio para cima de mim e perguntou se eu era gay. Eu disse que não. Ele começou a me bater, dizendo: “Você é gay, você é gay”. Depois dessa surra, resolvi assumir de vez minha homossexualidade. Com o tempo, eles foram se acostumando e tiveram de me aceitar, mesmo sem concordar.

Comecei a ser chamado de Ricardete
A cada dia, eu ficava mais à vontade com meus amigos gays. Eles me apelidaram de Ricardete, nome que passei a usar no dia-a-dia. Decidi, então, transformar meu corpo. Fiz aplique no cabelo e comecei a usar onociclo injetável. Esse hormônio feminino estimula o desenvolvimento em homens de características femininas, como seios e bumbum maiores.

Assim que os meus peitos começaram a se desenvolver, passei a ir à praia de biquíni. Minha mãe insistia para que eu freqüentasse a igreja evangélica. Mas, apesar de eu sempre ter alimentado o temor a Deus, não O aceitava.

Fiz uma cirurgia para retirar os seios
Com 31 anos, resolvi cortar meu cabelo. A partir daí, comecei a me sentir estranho. Eu me olhava no espelho e ficava incomodado com o contraste entre o meu rosto masculino e meu corpo afeminado. Foi então que começou a minha transformação. Cinco dias depois de cortar o cabelo, decidi que faria uma cirurgia para retirar os seios. Como não podia arcar com os custos da operação, resolvi pedir ajuda ao então prefeito, Clóvis Figueiredo

Ele me deu um bilhete para que eu entregasse ao médico de um hospital filantrópico em Salvador. Marquei a cirurgia para 20 de agosto de 2007.

Passado o período de resguardo, retornei a Nazaré. Um amigo me visitou e quis me apresentar a cunhada dele, Débora. Eu e ela nos tornamos amigos.

Um dia, ela foi até minha casa e ficamos conversando no meu quarto. Ela me disse: “Pense em Deus, pois você é homem, Ricardo”. Mas o “inimigo” botava em minha boca que não, que eu não iria conseguir. E Débora me falou mais uma vez: “Pense em Deus e feche seus olhos”.

Então, fechei os olhos, e nós transamos. Foi a minha primeira relação sexual com uma mulher. Desde então, só me relaciono com ela.

Quando eu era gay, não conquistei nada
No dia seguinte, minha mãe nos convidou — eu e Débora — para irmos à igreja com ela. Eu não queria, mas acabei aceitando o convite. Ao chegarmos lá, o Espírito Santo de Deus se manifestou por intermédio da pastora Edna. Ele me disse o seguinte: “Aqui, existe um jovem que Deus está transformando hoje. Venha e O aceite como o único salvador da sua vida”.

Ao escutar essas palavras, resolvi aceitar Deus e me converti. Ele entrou com a providência em minha vida. Quatro meses depois, eu estava casado, certo de que não me sentia mais atraído por homens.

Tanto que, hoje, meu desejo é somente pela Débora. Quando olho para o passado, eu me arrependo de tudo que vivi. Agora, estou feliz reconstruindo a minha história.

Minha mulher está à espera do nosso primeiro filho, que se chamará Sara ou Samuel. Deus me permitiu ganhar um sorteio de um cartão de crédito. Com o prêmio, comprei uma casa, uma moto e arrumei a nossa vida.

Hoje, sou uma pessoa feliz. Eu e minha esposa somos servos do Senhor. Antes, eu vivia de ilusão. É só comparar: em onze anos, eu não havia conquistado nada, e até aqueles que se diziam meus amigos se afastaram.

Agradeço a Deus pela mudança. Agora tenho tudo e valorizo cada uma das minhas conquistas. Deixei a profissão de cabeleireiro. Vivo de pequenos bicos e também da renda do prêmio que recebi do cartão.

“Na época em que conheci o Ricardo, eu achava que ele tinha um caso com o meu cunhado. Falei da minha desconfiança, mas o Ricardo negou. Tornei-me amiga dele. Nós saíamos juntos para festas e bares.

Eu namorava um colega dele, que, na verdade, não gostava de mim. Ricardo me dizia que ele só queria brincar comigo. Acho que ele começou a gostar de mim aí. Um dia, ele me convidou para a festa de aniversário dele, e me dei conta de que estava apaixonado por mim.

Estranhei um pouco, pois ele era gay. Fiz um teste: mandei recados no celular dizendo que o amava. Um dia, fui à casa dele e o chamei para conversar no quarto. Pedi para ele fechar os olhos e deixar rolar. No dia seguinte, resolvemos ficar juntos.

Nos convertemos à igreja que a mãe dele freqüentava e, quatro meses depois, casamos. Fizeram e ainda fazem comentários sobre nossa relação na rua em que moramos, mas não ligamos. A melhor resposta é nosso filho, fruto do nosso amor, que veio para selar a nossa união.

Confio no meu potencial e tenho certeza de que, hoje, o interesse dele é por mim. Sei que ele não sentirá vontade de se envolver com homens. Eu estou satisfeita com tudo que ele me oferece como homem e marido. O passado dele ficou para trás. Nós estamos vivendo o presente e o futuro.”

Fonte: Amor e Sexo

Desembargador encomenda rito de magia negra contra colegas (Tá explicado o motivo de muitos desses Juízes apoiarem o Homossexualismo, a maioria dos Gays são pais-de-"santos")


15/02/2011 - 20h02


Desembargador encomenda rito de magia negra contra colegas

DE SÃO PAULO

O desembargador Liberato Póvoa, do Tribunal de Justiça do Tocantins, encomendou um ritual de magia negra contra colegas e ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça).
A informação consta em um relatório do ministro do STJ João Otávio de Noronha, relator de um 
caso sobre venda de sentenças no Estado.

Em um e-mail interceptado pela Polícia Federal, Póvoa pede a uma pessoa, identificada como Reinaldo, que "cerque" quatro desembargadores do Tocantins e cinco ministros do STJ que atuavam no caso.

No e-mail, Póvoa diz que os desembargadores podem "estar armando contra".
Na mensagem, o desembargador cita o nome completo e data de nascimento de todos os envolvidos. "Se houver alguma despesa, pode fazer, pois é muito importante eu 'fechar o corpo'", diz o texto.

Quem cita a expressão "magia negra" é o próprio relatório do ministro do STJ. O documento não diz quando a mensagem foi enviada.
O delegado da PF Ronaldo Guilherme Campos diz que o e-mail mostra que o magistrado sabia da investigação.

Póvoa está temporariamente afastado desde dezembro. Ele é suspeito de participar de um esquema de venda de sentenças e manipulação na autorização de pagamentos de precatórios, em valores que chegavam a R$ 100 milhões.

Ele proibiu a veiculação de notícias em veículos de comunicação durante as eleições.
Póvoa disse que não comentaria o caso porque a ação corre em segredo de Justiça.


Fonte Folha.com

Conspiração Gay contra a Igreja, liderada por Marta Suplicy continua...

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011


Frente Parlamentar Mista pela Cidadania GLBT será reinstalada

A comunidade GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros)comemora novas conquistas em busca do reconhecimento da cidadania. Depois do desarquivamento do PL 122/06 que criminaliza a homofobia, a Frente Parlamentar Mista pela Cidadania GLBT deverá ser reinstalada no próximo dia 19. A eleição da coordenação da Frente está marcada para o dia 15 de março.

A iniciativa partiu da senadora Marta Suplicy (PT-SP) que também foi a responsável pelo desarquivamento do projeto. Agora, de acordo com informações do gabinete, a assessoria dos parlamentares acertam os detalhes, enquanto buscam parlamentares interessados em participar. Já confirmaram a participação da Frente Parlamentar a senadora Marta, além do deputado federal Jean Willys (Psol – RJ).

Dentre os projetos que serão discutidos e que pretendem garantir a cidadania da comunidade GLBT estão a PLC 122/06 que torna crime a discrimanação de homossexuais, idosos e pessoas com deficiência. O projeto estava parado no Senado. Ainda depende de aprovação o PLC 4914/09 de autoria do ex-deputado José Genoíno (PT-SP), que regulamenta a união entre pessoas do mesmo sexo.
A Frente foi formada em 2003, sob o nome "Frente Parlamentar Mista pela Livre Expressão Sexual". Ao final da 52ª Legislatura, em 2006, era integrada por 96 parlamentares. Na legislatura passada (53ª), 216 parlamentares compunham a Frente.

Fonte: Contexto Livre

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O QUE ANDA TRAMANDO A INIMIGA DA IGREJA MARTA SUPLICY E O SEU REBANHO GAY?


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011


Avanço contra o preconceito

Marta Suplicy consegue desarquivar o projeto de lei que criminaliza a homofobia
O senado aprovou, na terça-feira 8, o requerimento apresentado por Marta Suplicy (PT-SP) para desarquivar o Projeto de Lei Complementar 122, que torna crime a discriminação de homossexuais, idosos e deficientes. Em tramitação no Congresso há dez anos, o texto foi aprovado pela Câmara em 2006. Ao chegar ao Senado, sofreu ataques da ala mais conservadora, sobretudo da bancada religiosa. Acabou engavetado.
“O Brasil sofreu um retrocesso em relação aos direitos dos homossexuais na última década. Enquanto a Argentina, um país tradicionalmente mais conservador, aprovou a união civil de pessoas do mesmo sexo, aqui nós temos gays sendo espancados na Avenida Paulista”, afirma a senadora. “Precisamos avançar muito.”
O PLC 122 foi arquivado por causa da excessiva demora na tramitação pelas comissões do Senado. A pressão era grande. Em junho de 2008, cerca de mil evangélicos protestaram diante do Congresso contra o projeto. Parte do grupo, incluindo parlamentares, forçou a entrada no Parlamento para reivindicar o direito de criticar o homossexualismo. Um dos líderes religiosos, Jabes de Alencar, da Assembleia de Deus, improvisou um culto religioso na ocasião: “Senhor, sabemos que há uma maquinação para que este País seja transformado numa Sodoma e Gomorra (as pecaminosas cidades que, segundo a Bíblia, foram arrasadas pela ira divina). Um projeto desses vai abrir as portas do inferno”.
À época, a proposta estava sendo avaliada pela Comissão de Assuntos Sociais da Casa. Com algumas modificações na redação final, o texto foi aprovado, mas emperrou na Comissão de Direitos Humanos, que, agora, deve voltar a avaliá-lo. Apesar da forte resistência que se anuncia, Marta mostra-se confiante na aprovação da lei. “Esse é o menos polêmico dos projetos relacionados à comunidade gay. Ninguém está defendendo a discriminação. Os religiosos só querem resguardar o direito de dizer que, segundo as suas crenças, o homossexualismo é considerado pecado.”
Na avaliação de Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros (ABGLBT),- o impasse com as igrejas pode ser facilmente superado. “Os religiosos podem dizer que somos pecadores diante desta ou daquela crença. Só não pode usar um programa de tevê para dizer que o homossexualismo é uma doença, é sem-vergonhice, incitar o ódio entre os fiéis”, afirma.
O argumento, contudo, não sensibiliza o presidente da Frente Parlamentar Evangélica na Câmara, deputado João Campos (PSDB-GO). “Esse projeto fere o princípio da isonomia entre os cidadãos, a liberdade de expressão e a garantia da inviolabilidade da crença. É inconstitucional”, avalia. “Na prática, querem nos impor uma mordaça gay, nos impedir de nos manifestar contra o homossexualismo, que é condenado pela Bíblia.”
Para desarquivar a PLC 122, Marta precisou coletar outras 27 assinaturas no Senado. Os nomes dos parlamentares que apoiaram o requerimento foram mantidos em sigilo. “Ninguém me pediu isso, mas achei prudente deixar que cada um se manifeste quando achar mais conveniente.”
A cautela é justificável. Além de poupar os senadores do polêmico debate no início da legislatura, eles poderiam enfrentar problemas no Congresso. Nas últimas eleições, a bancada religiosa cresceu. Foram eleitos 63 deputados e três senadores evangélicos. Antes, havia 43 deputados e dois senadores.
“Se é necessário proteger os parlamentares da homofobia dos seus eleitores ou colegas, não vejo problema nesse sigilo. O importante é aprovar o projeto”, afirma Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB). “O número de assassinatos de homossexuais tem crescido no Brasil. Em 2010, foram 255 homicídios. No ano anterior, 198. E o número pode estar subestimado. Como não há estatísticas oficiais, temos de contar os casos a partir do que é noticiado nos jornais. Precisamos dar um basta nesse massacre.”
Rodrigo Martins
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