quarta-feira, 31 de agosto de 2011

PL 122, ser contra não é Homofobia. Porque os Ativistas Gays são tão DESONESTOS e a Mídia Rosa-Choque os acompanha?



PL 122: TÁ QUERENDO ME ENGANAR 


BIBAS LOUCAS?


No jornal O Estado em 06.06, por Bruno Pontes e por Rodolfo Oliveira

A verdadeira homofobia pode ser enfrentada, mas, se aprovado, o PLC 122, que torna crime qualquer crítica aos homossexuais, “cria uma casta intocável”. Repetindo o que têm dito diversos juristas no país, assim opina Ricardo Marques, psicanalista clínico, biólogo e membro da Igreja Batista Central de Fortaleza.
De autoria da ex-deputada petista Iara Bernardi, o PLC 122 condena à prisão quem praticar “qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica” contra homossexuais. Aprovado em 2006 na Câmara, enfrenta resistência no Senado, onde foi arquivado ao fim da legislatura passada. A senadora petista Marta Suplicy, porém, conseguiu desarquivá-lo e trabalha para aprová-lo.
“É importante mostrar para a sociedade e para as próprias pessoas homossexuais que o posicionamento contrário a projetos como o PLC 122 não representa combate contra os homossexuais, que merecem respeito e consideração. O real problema gira em torno de políticas ideológicas impostas, injustas e persecutórias, que visam um estado de direito para um grupo em detrimento dos direitos fundamentais de todos os demais cidadãos”, diz Ricardo Marques.
O Estado: Para defender a aprovação do PCL 122 a militância gay tem usado estatísticas de homossexuais assassinados no Brasil como evidência de que o país está mergulhado em crimes de homofobia. Isso tem fundamento?
Ricardo Marques: Não sou especialista no assunto, mas tenho lido documentos de especialistas revelando que o governo não tem estatísticas oficiais sobre isso; os números usados para promover a idéia de uma “epidemia homofóbica” no país, a fim de justificar leis especiais de proteção aos homossexuais, têm sido produzidos por um grupo homossexual da Bahia. O movimento ativista LGBT, que nem sempre conta com a simpatia de todos os homossexuais, diz que foram assassinados cerca de 3.448 homossexuais nos últimos 20 anos, isso num país onde são registrados cerca de 50.000 homicídios por ano. Primeiro, não sabemos se o número produzido por eles é real, pois a fonte é suspeita; segundo, se estão corretos, não são representativos de um “holocausto homofóbico”, diante da multidão de assassinatos de todos os tipos de pessoas que ocorre aqui diariamente; terceiro, ainda que os números fossem representativos, a militância omite que grande parte desses 3.448 assassinatos de LGBT nos últimos 20 anos é cometida por outros homossexuais, em crimes passionais, ou pelas mesmas causas pelas quais são mortos heterossexuais, como latrocínio, brigas, drogas, etc.; grande parte dos homicídios de travestis dizem respeito a disputas por pontos de prostituição, problemas com drogas e tráfico, entre outros.
A própria estatística da militância revela que “gay morre dentro de casa e travesti morre na rua”, demonstrando que a maioria dos assassinatos de gays e lésbicas é crime passional, e dos travestis, relacionados aos fatores de risco da prostituição. Os militantes também informam que muitos dos assassinos são “profissionais do sexo”, indicando que as mortes não são por homofobia, mas pelas condições inerentes aos próprios relacionamentos conflituosos de parcela dos LGBT e ao envolvimento desta com práticas e ambientes de alto risco. São comparativamente poucos os casos de assassinatos por real homofobia, isto é, violência e ódio a homossexuais. Curiosamente, é tudo desconsiderado pela militância, com estranho apoio da Secretaria de Direitos Humanos, ao classificarem qualquer assassinato como crime de homofobia. A quem interessa manipular essas informações?

O Artigo 16º do PLC 122 prevê prisão e multa para quem praticar “qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica” contra homossexuais. Que conseqüências negativas essa lei pode trazer?

domingo, 28 de agosto de 2011

George Bush, comprovado Terrorista de Estado, será preso se sair dos EUA por crimes de guerra. Nem em Londres ele está seguro.




Por Stephanie Nebehay

GENEBRA (Reuters) - Ativistas prometeram na segunda-feira que o ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush poderá ser processado por torturas sempre que viajar para fora do seu país.

Entidades de direitos humanos pretendiam apresentar na segunda-feira uma queixa criminal contra Bush na Suíça, antecipando-se a um pronunciamento que ele fará no dia 12 a uma entidade judaica de Genebra. No fim de semana, organizadores do evento cancelaram o discurso de Bush, alegando razões de segurança.

Mas o Centro para os Direitos Constitucionais, de Nova York, e o Centro Europeu para os Direitos Humanos e Constitucionais divulgaram o que chamaram de "indiciamento" preliminar contra Bush por causa de supostos crimes de tortura contra suspeitos de terrorismo sob custódia do governo norte-americano.

"Este documento não se destina a servir como uma apresentação abrangente para todas as evidências contra Bush por tortura; em vez disso, representa os aspectos fundamentais do processo contra ele, uma análise jurídica preliminar da sua responsabilidade pelas torturas, e uma resposta a certas defesas antecipadas", diz o documento, de 42 páginas.
O texto diz que a CIA torturou detentos sob um programa, autorizado por Bush, que incluía práticas como simulação de afogamento, privação do sono, posições desconfortáveis e confinamento em uma caixa escura.

"Nossa análise pode ser modificada para uma vítima ou país específico muito rapidamente. Então, se ele decidir sair dos Estados Unidos no futuro, assim que soubermos disso vamos apresentar a queixa", disse à Reuters Katherine Gallagher, diretora jurídica do Centro para os Direitos Constitucionais.

"Esse é o nosso jeito de deixá-lo avisado", afirmou ela, acrescentando haver rumores de que Bush irá em outubro ao Canadá.

A viagem à Suíça seria a primeira de Bush ao exterior desde o lançamento da sua autobiografia "Decision Points", em novembro, em que ele admitiu ter ordenado as simulações de afogamento, sob a alegação de que isso seria importante para obter informações que evitassem novos atentados como os de 11 de setembro de 2001.

"Infelizmente, ainda estamos por ver qualquer investigação sobre sua admissão nos Estados Unidos, quanto mais um processo. Quando há uma admissão tão flagrante e inequívoca de autorização da tortura, não se pode simplesmente dar as costas para isso", disse Gallagher.
A maioria dos especialistas em direitos humanos considera a simulação de afogamento como uma prática proibida pela Convenção sobre a Tortura, que tem 147 países como signatários - inclusive Suíça e EUA.

As entidades de direitos humanos dizem que Bush não teria direito a imunidade por ser ex-chefe de Estado. Autoridades suíças afirmaram na semana passada, no entanto, que ele teria "uma certa imunidade diplomática" no país.

sábado, 27 de agosto de 2011

Folha traz bomba: Documentos Secretos diplomáticos provam coturno arrogante dos EUA no pescoço da Soberania Brasileira. Até quando?





Folha TransparênciaTelegramas inéditos, mantidos sob sigilo por mais de uma década, revelam que foram tensas e conflituosas as relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos logo depois da redemocratização brasileira.
As reportagens disponíveis na Folha deste domingo, assinadas porRubens Valente e Fernanda Odilla, ocorrem a partir de despachos guardados há mais de uma década e liberados pelo Itamaraty após pedido da Folha.
O jornal de domingo, com a reportagem completa, já está nas bancas. Assinantes podemler a íntegra aqui a partir da madrugada.
Entre as informações que a Folha publica neste domingo está que a embaixada brasileira em Washington foi grampeada --o embaixador brasileiro à época, Rubens Antonio Barbosa, relatou interceptação em telefones em despacho de 2001. Segundo Barbosa, a situação foi passada ao Departamento de Estado americano, mas não houve reação.
Produzidas entre 1990 e 2001, as 261 mensagens confidenciais trazem acusações de espionagem, violação de correspondência e de bagagens de diplomatas, além de críticas à política norte-americana, assuntos abordados na edição de amanhã.
FOLHA TRANSPARÊNCIA
Esses despachos integram um arquivo de 1 milhão de páginas trocadas entre o Itamaraty e as embaixadas do Brasil no exterior. Depois de um pedido da Folha, o governo liberou acesso aos papéis. Por seis semanas, o jornal pesquisou o acervo, guardado em 650 caixas no subsolo do prédio do Itamaraty, em Brasília.
A divulgação desse conteúdo, que está disponível em transparencia.folha.com.br, faz parte da nova etapa do projeto Folha Transparência para dar publicidade a documentos que, apesar de públicos, não podem ser acessados livremente.
Reprodução
Clique na imagem para acessar a página do Folha Transparência
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Fonte: fOLHA DE SÃO PAULO

Dr. Rubens Teixeira, Jurista renomado, defende a Liberdade de Expressão ameaçada pela Agenda Gay, que mandou tirar Outdoor com versos bíblicos em Ribeirão Preto.


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Rabino diz que casamento gay provocou terremoto nos EUA.


sexta-feira, 26 de agosto de 2011


O rabino Yehuda Levin (foto) postou um vídeo no Youtube atribuindo o terremoto de 5,8 graus que sacudiu na terça-feira (23) a costa leste dos Estados Unidos à ira de Deus com a legalização do casamento gay em Washington DC e Nova Iorque.

O rabino, que é de Nova Iorque, não é o primeiro a responsabilizar a homossexualidade por desastres naturais. Ele fez coro com o muçulmano Hajatoleslam Kazem Sedighi, de Teerã (Irã), e com o televangelista americano Pat Robertson.

Ele disse que não odeia os gays – como tem reiterado no Brasil o também polêmico pastor Silas Malafaia – e criticou os homossexuais adeptos da pedofilia.

Ao final do vídeo, o rabino surpreendeu ao dizer que os gays não terão de pagar seus pecados no inferno.

No judaísmo, não existe inferno.


Fonte: Paulopes Weblogs 

Terremoto na Virgínia, EUA. Detonação Nuclear Subterrânea fora de controle? Russos tem outra opinião.


Evidências sísmicas revelam detonação nuclear subterrânea no sul de Washington DC

Gráficos sismológicos revelam que o tremor de magnitude 5.8 que sacudiu toda a costa leste, incluindo Washington DC não era um terremoto natural, mas um terremoto provocado por detonações nucleares subterrâneas. A foto abaixo é de um sismograma (gráfico feito por um sismógrafo) de Washington e Lee University, cerca de 85 milhas a sudoeste do epicentro ocorrido em Mineral, Virginia. As ondas verdes indicam a intensidade do tremor que foi sentido em Washington DC que causou danos ao Monumento de Washington e Catedral Nacional de Washington.
As ondas negras foram retirados de um arquivo PDF da Virginia Division Mineral Resources on Earthquakes. Esse arquivo descreve ocorrência de um típico terremoto natural como:
” Quando ocorre ruptura na falha geológica, a energia é liberada na forma de ondas sísmicas. As primeiras ondas sísmicas a alcançar a superfície da terra são chamados ondas primárias ou ondas ”P”.
As ondas P ou primárias são as primeiras ondas a alcançar a superfície, pois têm uma velocidade de propagação maior. As ondas ”P” são ondas longitudinais que viajam a uma velocidade de cerca de 4 milhas por segundo – torna-se mais rápido à medida que aumenta a profundidade.
As ondas S ou secundárias são ondas tranversais ou de cisalhamento. São mais lentas que as P, com velocidades de propagação de cerca de 1.5 milhas por segundo, sendo as segundas a chegar a superfície.
As ondas P e S são chamados ondas de corpo ou volume e propagam-se através do interior da Terra. As ondas de corpo ou volume são as responsáveis pelos primeiros tremores sentidos durante um sismo.
O que está faltando no terremoto de Virginia e Washington DC são as ondas ”P”. Todos os terremotos naturais são resultado da ruptura de falha geológica, portanto, tem que haver ondas ”P” ou ondas primárias. As explosões nucleares não. As explosões subterrâneas são muito repentinas e violentas, não emitem qualquer pré-choques. Uma detonação nuclear subterrânea explicaria a falta de ondas ”P” no terremoto de Washington.
Observe a difença entre um terremoto natural e um terremoto provocado por explosão nuclear abaixo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Vocabulário Gay - veja o último verbete que faltava.

26/07/2005 - 20h24

Vocabulário Gay

da Revista da Folha

"A Bete Faria" - Modo de se referir a um homem que cobiça
"Aleijo" - Problema
"Alôca" - Finaliza frases que pretendem ser bem-humoradas
"Aqué" - Dinheiro
"Aqüendar" - Palavra multiuso. Seu significado depende da utilização. Pode ser "comer", "transar", "escutar", "participar"
"Atender" - Fazer sexo
"Bagaceira" - De baixo nível
"Barbie" - Homossexual com corpo trabalhado
"Bas-fond" (leia-se bafôn) - Bagunça, confusão, bochicho
"BF" - Homossexuais com mais de 30 anos, ricos e chiques
"Bee" ou "Bil" - Nome meigo para amigo gay
"Bofescândalo" - Homem gostoso
"Bolacha" - Nome meigo para lésbica
"Caminhoneira" (sin. de "furiosa") - Lésbica bem masculina
"Cascabói" - Usada por homossexuais mais velhos, designa alguém carrancudo, chato
"Caso" - Namorado
"Coió" - Agressão homofóbica
"Cona" (ou conam) - Derivado de maricona, é o homossexual mais velho
"Desaqüendar" - Desembaçar
"Edi" - Ânus
"Elza" - Roubo
"Entendido/a" - Gay/lésbica
"Fazer" - Transar com
"Ferver" - Animar
"Fufa" - Lésbica
"Gay-friendly" - Simpatizante
"GDC" - Gay de cabeça, pessoa com comportamento gay, mas com preferência sexual hétero
"GLBT" - Gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros
"GLS" - Gays, lésbicas e simpatizantes
"Hype" (leia-se raipe) - O que está sendo badalado
"Lady" - Lésbica bem feminina
"Laleska" - Pessoa cafona
"Luxuosa" - Expressão de aprovação para alguém bem produzido, bonito ou hype
"Mala" - Volume na calça, pênis; também significa pessoa chata
"Mancha" - É o homossexual superfeminino
"Me deixa!" - Grito de guerra
"Me erra!" - Me larga
"Melhorada" - Alguém que era péssimo e melhorou ou alguém feio que deu um truque na feiúra
"Mona" - Mulher ou alguém muito efeminado
"Monaocó" - Junção de mona com ocó (homem hétero), é o gay bem masculino, que não dá pinta
"Montada" - Travestida, produzida
"Naja" - Fofoqueira, intrigueira
"Não estou podendo" - Não quero, não estou a fim
"Não ser obrigado/a" - Ter algo melhor para fazer
"Neca" - Pênis
"Ocó" - Homem
"Odara" - Grande, bonito, cheio de vida
"Panqueca" - Passivo
"PAM" - Sigla para "passivo até a morte"
"Quebrar louça" - Quando dois homossexuais transam
"Rodrigues" - Alguém comprometido cujo/a parceiro/a está viajando
"Sandália" - A mulher da lésbica masculinizada
"Sair do armário" - Assumir a homossexualidade
"Sapa, Sapata" - Lésbica
"Se Jogar" - Entrar em uma situação sem pensar muito
"Simpatizante" - Pessoa heterossexual ou não-definida sexualmente que freqüenta ambientes gays
"Straight" - Heterossexual
"Tia" - Homossexual mais velho
"Tô passada" (sin. de "Tô bege") - Expressão de espanto
"Trava" - Travesti
"Uó" - Tudo que é ruim
"Urso" (ou Bear) - Homem peludo, também associado a homem de aspecto másculo ou gordinho
"Vitaminada" - Robusta, bonita
"Versátil" - Homossexual que gosta de ter tanto o papel de ativo como o de passivo
"Virar" - Passar da condição de heterossexual para a de homossexual ou vice-versa


O VERBETE menos falado, mais abafado e mais temido:


INFERNO Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. I Co 6:10


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Teoria da Conspiração com Mel Gibson, Júlia Roberts, Patrick Stewart (X-Man) e grande elenco. Você não pode perder.


TEORIA DA CONSPIRAÇÃO


 Em Nova York, Jerry Fletcher é um motorista de taxi que critica o governo e fala sempre da existência de uma conspiração envolvendo altos escalões. Ele ama Alice Sutton, uma mulher que ele observa à distância e que ironicamente trabalha para o governo. Porém, nela Jerry acredita, tanto que faz um alvoroço no Departamento de Justiça para falar com Alice, mas ninguém lhe dá atenção sobre suas teorias absurdas e paranóicas. No entanto, ele escreveu algo em seu jornal (com apenas 5 assinantes) e todos foram misteriosamente assassinados e Jerry seria o próximo da lista de Agentes da Cia que querem eliminarem-no. E Alice precisa salvá-lo pois só assim, entenderá a morte do seu pai, um juíz assassinado que julgava uma causa de extremo valor para o governo. 
Neste filme, Gibson contracena com duas jóias raras do cinema. A primeira é Julia Roberts. Uma das maiores atrizes de toda história do cinema. Na outra ponta, o veterano e experiente Patrick Stewart ( X-Man ) completa a trama e a partir daqui fica difícil entrar em detalhes. Vamos dizer apenas que ele é o principal "suspeito". Um filme com muitas surpresas e reviravoltas em toda a trama.

Teoria da Conspiração é um dos suspenses mais bem amarrados já vistos, com uma boa dose de tensão e, de vez em quando, deliciosas pitadas de humor (típicas em filmes de Richard Donner). Um verdadeiro filmaço!

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO
(Conspiracy Theory)


Lançamento: 1997 (EUA)
Direção: Richard Donner
Elenco: Mel Gibson, Julia Roberts, Patrick Stewart, Cylk Cozart, Terry Alexander, George Aguilar, Steve Kahan, Brian J. Williams e Sean Patrick Thomas
Gênero: Suspense



Trailer de Teoria da Conspiração (1997)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Vídeo revela tudo sobre Homossexulismo desde as origens, planos, às ameaças a Democracia. Confira e divulgue.


Jornalista e Filósofo Olavo de Carvalho defende Julio Severo contra articulista do Genizah, que para ele não passam de Agentes Comunistas de desestabilização Infiltrados na Blogosfera.



Olavo de Carvalho
Ao sustentar com pelo menos duas mentiras grossas a sua opinião de que Julio Severo é “um lobo em pele de cordeiro”, o colunista Thiago Lima Barros, do site Genizah, cometeu, com toda a evidência, os crimes de difamação e calúnia.
Difamação, porque atribuiu a Severo condutas vexaminosas que teriam sido testemunhadas coletivamente pelos fiéis de uma igreja... onde Severo nunca esteve nem por uma fração de segundo.
Calúnia, porque lhe imputou ato criminoso que ele nunca praticou nem poderia ter praticado. Segundo Barros, que alega ter ouvido a história de “pessoas da convivência” de Julio Severo cujos nomes ele omite, um dos filhos menores do escritor teria sido visto com marcas de sevícias pelo corpo, testemunhadas por professores e funcionários da escola que freqüentava em Niterói. O detalhe significativo é que o menino jamais foi matriculado naquela escola, nem aliás em qualquer outra: não freqüentou escola nenhuma nem mesmo em pensamento, tendo sido sempre educado em casa pelo pai, adepto ferrenho e intransigente do homeschooling.
Thiago Lima Barros queixa-se de ter sido maltratado por Julio Severo
Pego em flagrante delito, o colunista publicou um arremedo de resposta, no qual joga rapidamente as culpas sobre as “fontes” que o teriam informado mal e, sem demora, passa a falar de outra coisa, como se o crime fosse um nada, e menos que um nada a honra ferida do Sr. Julio Severo.

Pregador de moralidade sem consciência moral bastante para discernir sequer entre condutas lícitas e criminosas, alma endurecida de orgulho que se recusa obstinadamente a pedir desculpas quando acusa um inocente, desconversador cínico que julga poder ocultar seus crimes sob uma imitação grotesca de pureza evangélica, o Sr. Barros é, sob esse aspecto, um irmão espiritual do Sr. Sidney Silveira, a disparidade dos seus respectivos cultos provando apenas que, no Brasil, a canalhice se distribui igualitariamente, democraticamente, entre os representantes autodesignados da Igreja católica e os da reformada.
Mas o que torna o segundo escrito do Sr. Barros tão criminoso quanto o anterior é o fato de que, tendo de início citado apenas fontes anônimas e evanescentes, ele procura agora esconder-se por trás dessas figuras sem rosto, artifício inaceitável em qualquer legislação processual do mundo, dando-nos com isso mais uma prova da intenção dolosa com que tentou enlamear a reputação de Julio Severo.
Mais: as fontes invisíveis que teriam informado mal o Sr. Barros são duas, distintas e separadas entre si: de um lado, a platéia da tal igreja; de outro, pessoas próximas da família Severo. Pretende o Sr. Barros fazer-nos acreditar que, por mera coincidência, foi enganado ao mesmo tempo, e no mesmo sentido, por dois grupos de testemunhas falsas sem qualquer conexão um com o outro? Ou, ao contrário, teriam eles tramado em conjunto o plano malévolo de induzir o Sr. Barros propositadamente em erro, para desmoralizá-lo? As duas hipóteses são obviamente artificiosas, mas, fora delas, a única que resta é a seguinte: o Sr. Barros não citou os nomes das testemunhas pelo simples fato de que elas não existem. Foi ele mesmo quem inventou tudo: fatos, testemunhas e desconversas.
Aliás, que desconversas admiráveis! Tendo passado rapidamente por cima do episódio, com a pressa característica do mentiroso que quer logo mudar de assunto para não correr o risco de dar com a língua nos dentes, com que tipo de estofo o Sr. Barros preenche o espaço restante do seu artigo? Com lições de moral! Lições de moral proferidas no tom de admoestação pastoral de quem fala do alto do púlpito, com autoridade apostólica. Se faltam a esse pregador as elegâncias latinas do Sr. Silveira, sobra-lhe, em compensação, o dom cênico da fala empostada, com direito ao característico vibrato eclesial na língua para os trechos mais pungentes. Tudo para desviar as atenções de um crime pelo qual o apóstolo não quer pedir desculpas. Se todo mundo tem direito a quinze minutos de fama, o Sr. Barros conquistou galhardamente os seus com esse momento memorável nos anais do tartufismo universal.
Não vou nem discutir os julgamentos morais com que o articulista exibe a um estupefato mundo as virtudes da sua alma cristianíssima em contraste com a impiedade de Julio Severo. São opiniões sem nenhuma importância, que só estão ali para desviar as atenções.
Mas não resisto a fazer uma observação sobre a linguagem em que foram escritas.
No tempo em que existia literatura no Brasil, quando as pessoas adestravam seu senso do idioma lendo Manuel Bandeira, Marques Rebelo, José Geraldo Vieira e Graciliano Ramos, os escritos dos srs. Silveira e Barros não resistiriam à audição de seus primeiros parágrafos, revelando de imediato, pela mistura característica de afetação e tosquice, a baixa qualidade das almas que os produziram.
Hoje em dia, quando até mesmo os portadores de diplomas universitários têm a sensibilidade literária de um macaco-prego, o tom beato, santarrão e desesperadoramente kitsch desses produtos da mais pura estupidez pomposa vale como prova de autoridade moral, precisamente porque corresponde ao estereótipo vulgar da fala “religiosa” e porque a distinção entre realidade e caricatura se tornou imperceptível.
Em épocas de confusão e loucura, o lixo sobe do fundo da sociedade para os altos postos. Isso ocorre não só na política como também na educação, na vida intelectual e na religião.
P. S. – Talvez por não confiar muito na eficácia do seu ensaio de desconversa, o Sr. Barros logo produziu mais um. Ele tenta agora encobrir os seus crimes sob a alegação de que Julio Severo só combate o movimento gay por ser ele próprio homossexual enrustido. Bem, se o Sr. Barros pode saber tanta coisa da vida familiar de Júlio Severo por fontes inexistentes, por que não pode conhecer também os seus desejos sexuais secretos por meio de adivinhação à distância? Como o sabe qualquer menino de escola surpreendido em flagrante traquinagem, o desespero de fugir do assunto é um poderoso estímulo à criatividade. 
Nota de Julio Severo: A foto neste artigo foi usada originalmente pelo sr. Thiago Lima Barros para atacar-me, mas Olavo, com uma legenda inteligente, reverteu o ataque sobre o atacante.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Senador Marcelo Crivela revoltado com a HomoJustiça de Ribeirão Preto que ordenou a retirada do Outdoor com versículo Bíblico contra o Homossexualismo. Eles podem tudo, os Cristãos não podem nada!


Da Agência Senado
Em Brasília
O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) lamentou, em pronunciamento nesta segunda-feira (22), decisão da Justiça de Ribeirão Preto, em São Paulo, pela retirada das ruas de outdoor instalado pela igreja evangélica Casa da Oração com versículos bíblicos que condenando a homossexualidade. Para o senador, a decisão foi tomada "de maneira arrogante e antidemocrática" e feriu o direito à liberdade de expressão do grupo evangélico.

Na semana em que se realizaria a 7ª Parada do Orgulho Gay de Ribeirão Preto, marcada para o domingo (21), a Casa da Oração divulgou em outdoor três trechos retirados da Bíblia (Levítico 20:13; Romanos 1:26-29 e Atos 3:19), reprovando a união entre pessoas do mesmo sexo. Provocado por uma ação da Defensoria Pública, o juiz substituto da 6ª Vara Cível de Ribeirão Preto, Aleksander Coronado Braido da Silva, determinou a retirada do material e aplicou multa de R$ 10 mil ao pastor responsável em caso de descumprimento.

Na avaliação do senador Marcelo Crivella, o Senado não pode se calar diante do que classificou como um "atentado à liberdade de expressão e de religião".

"Isso aqui é a Bíblia, isso aqui é a palavra de Deus. Isso aqui é o primeiro livro impresso nas prensas de Gutemberg e o mais lido nas civilizações ocidentais de origem cristã. Isso não pode ser censurado. Esse país iniciou-se com uma missa. Esse país começou com princípios cristãos, de família, com a Bíblia aberta nos lares. E nós não podemos abrir mão de que essa palavra seja pregada. Eu não estou fazendo nada mais do que citar a Bíblia", defendeu o senador.

Marcelo Crivella argumentou que, se os homossexuais querem respeito, precisam respeitar também a opinião de quem discorda deles. E enfatizou que a decisão do Supremo Tribunal Federal de reconhecer a união entre pessoas do mesmo sexo não autorizou a censura à Bíblia nem o cerceamento da liberdade de pensamento no país. Para o senador, "a Bíblia é, como ela é" e qualquer um tem o direito de pregá-la.

"Não podemos retroceder, não podemos aceitar retrocesso", afirmou.

Em aparte, o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) concordou com a crítica de Crivella à decisão da Justiça de Ribeirão Preto. Ataídes disse estar indignado com a medida e a considerou um "preconceito" contra a igreja.
Fonte; Bol.


GAYS MOSTRANDO ORGÃOS SEXUAIS
NA FRENTE DO STF. 
















GAYS FAZENDO CONCURSO 
 CRISTO GOSTOSÃOJESUS
EM SÃO FRANCISCO, CALIFORNIA, USA.












ELES PODEM TUDO, OS CRISTÃOS 
NÃO PODEM NADA.
É O FIM DA CIVILIZAÇÃO...

O Conto da Homofobia


Alejandro Ezcurra Naón
Certa – insistente e irracional – propaganda pretende dar status de “matrimônio” às uniões homossexuais. Para tal apela a um arsenal de sofismas, entre os quais o mito romântico de que “casais” do mesmo sexo seriam “monogâmicos”, estáveis, perfeitos e amorosos, e quem os rejeitarem incorreria em homofobia”.
Clique aqui e saiba como protestar contra a “Lei da Homofobia”
Mas por pouco que se investigue o assunto, emerge-se em uma trágica realidade de violência, fraude e traumas psicofísicos que deita por terra esses mitos. Vamos aos exemplos:
Na Holanda, uma união homossexual dura em média 12 a 18 meses. Mas paralelamente esses homossexuais “casados” têm em média mais oito cúmplices sexuais por ano. Por todas partes a promiscuidade extrema marca o chamado “estilo de vida” homossexual: pesquisa realizada nos Estados Unidos revelou que cada homossexual doente de AIDS manteve “uma média de 1.100 parceiros durante sua vida, e alguns tiveram muitos mais” [1].
Essa promiscuidade gera doenças de transmissão sexual (DTS), em proporção muito maior do que no resto da sociedade: é cem vezes mais para o caso da sífilis, moléstia que vem diminuindo na população em geral[2], mas não cessa de aumentar entre os homossexuais[3].
Também 60% dos contágios de AIDS se dá por contato de homem com homem, e um 7% adicional ocorre entre homossexuais que se injetam drogas. Um relatório do“International Journal of STD & AIDS” de fevereiro de 2007, revela que a probabilidade de contrair câncer anal é 90 vezes maior em um homossexual do que em um heterossexual. Isto se deve, sublinha o Dr. James W. Holsinger Jr. no estudo A patofisiologia da homossexualidade masculina, a que os atos homossexuais vulneram a“estrutura naturalmente complementária dos órgãos reprodutores masculino e feminino” , ocasionando um elenco “diversificado e expandido de doenças sexualmente transmissíveis e traumas associados” [4].
Além das DTS, outras doenças espreitam aos homossexuais. Por exemplo a média de lésbicas que sofrem de obesidade —com sua sequela de doenças derivadas— é mais de duas vezes superior (2.47) à das demais mulheres.
Igualmente a droga devasta aos sodomitas. Nos Estados Unidos, 80% deles consomem maconha, 60% cocaína, 30% anfetaminas, e 20% LSD. No Canadá, estudos mostram que 76,3 de homens homossexuais ingerem regularmente álcool, e 45,6% consumem drogas. Para as mulheres o quadro é ainda pior: 83% de lésbicas tomam álcool regularmente, e 47% se drogam.
Com isso, a expectativa de vida de um homossexual naturalmente se encurta, ficando uns 25 anos menos que o resto da população. Enquanto os homens heterossexuais casados falecem em média aos 74 anos em Dinamarca e aos 77 na Noruega, nos homossexuais “casados” essa cifra desce a 51 e 52 anos respectivamente. E nas lésbicas cai de 78 a 56 anos. As estatísticas para o Canadá são idênticas.
Em matéria de suicídio, 62,5% dos intentos registrados nos Estados Unidos corresponde a homens homossexuais ou bissexuais. O risco de suicídio nesse setor é 14 vezes maior do que no resto da sociedade. E se estende às crianças adotadas por“casais” do mesmo sexo: segundo assinala pesquisa da Universidade de Carolina do Sul, “ao procurar ocultar a seus amigos e conhecidos a homossexualidade de seus pais”, os meninos sofrem de “maiores níveis de stress” e “traumas e desordens de conduta…”, geradores potenciais de “tendências e tentativas suicidas” [5].
O espaço não permite mencionar dados de violência doméstica, também consideráveis em “casais” de homossexuais ou lésbicas. Não raro acabam em crimes horrendos.
Como se pode ver, é inerente ao mundo do homossexualismo um aspeto degradante e aterrador, que a publicidade esconde. Sendo assim, quem ousará qualificar de“homofobia” o legitimo desejo de evitar a propagação desses males na sociedade? A fobia é uma doença mental bem rara, uma obsessão patológica perante um mal puramente imaginário (claustrofobia, por exemplo). Será que a imensa maioria da população, que a justo título reprova o pecado homossexual, é de doentes mentais, e que os que praticam esse pecado são os únicos mentalmente sãos?
Na verdade, lendas infantis como a do bicho-papão ou saci-pererê estão menos distantes da realidade do que o conto da “homofobia”.
________________________
Notas
[1] Robert T. Michael et al., Sex in America: A Definitive Survey, Boston: Little, Brown and Co., 1994, p. 209.
[2] A Community Manifesto: A New Response to HIV and STDs, www.metrokc.gov/health/apu/taskforce/manifesto.htm. Destaque do original
[3] Ver http://www.lifesite.net/ldn/2007/apr/07042604.html.
[4] Bush’s Choice for Surgeon Gen. Said Homosexual Practices “Unnatural and Unhealthy”, Life Site News, 8-6-2007.
[5] http://www.catholicnewsagency.com/news/children_with_same-sex_parents_prone_to_suicide_study_reveals/.

Fonte: Instituto Plínio de Oliveira

domingo, 21 de agosto de 2011

Silas Malafaia na Revista Época defende com maestria a Família Brasileira dos ataques Gayzistas. GeniAzar Esquerdo-Comunista deve estar Louco ao ler.

O pastor evangélico afirma que os temas religiosos – como aborto ou homossexualidade – entraram e não sairão mais da política brasileira

ELISEU BARREIRA JUNIOR

No ano passado, quando a campanha política pela Presidência da República enveredou para uma discussão sobre fé e aborto, o pastor evangélico Silas Malafaia virou uma espécie de pivô da disputa eleitoral. Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, Malafaia apoiou a candidatura da também evangélica Marina Silva até a véspera do primeiro turno. Quando Marina estava em seu melhor momento, Malafaia abandonou-a e passou a pedir votos para o tucano José Serra, segundo ele mais firme que Marina na oposição ao aborto. Serra perdeu a eleição, mas Malafaia não perdeu os holofotes. Poucos meses após a posse da presidente Dilma Rousseff, ele passou a liderar uma cruzada contra o projeto de lei que pretende criminalizar a homofobia. Loquaz e provocador, usa seus programas de rádio e TV para combater a proposta quase que diariamente. Nesta entrevista, ele critica a Igreja Universal, diz que os políticos não poderão mais esconder suas crenças e tenta explicar sua posição sobre a homossexualidade.
ENTREVISTA - SILAS MALAFAIA

Marcelo Min/Fotogarrafa/ÉPOCAQUEM É
Carioca de 52 anos, é o pastor líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Formado em psicologia pela Universidade Gama Filho, é casado e tem três filhos


O QUE FAZ
Há 29 anos apresenta programas na TV, exibidos em rede nacional e no exterior


O QUE FEZ
Publicou mais de 100 livros e diz ser o pastor que mais vende DVDs de mensagem no Brasil, cerca de 1 milhão de cópias por ano

ÉPOCA – O senhor é pastor da Assembleia de Deus, mas, diferentemente de outros líderes evangélicos, é muito ouvido por fiéis de outras denominações. Qual é a diferença? 
Silas Malafaia – 
Estou na TV há 29 anos ininterruptos e nunca fiz programas para a Assembleia de Deus. Então, o pessoal me codifica como um pregador. Faço um programa interdenominacional. Sempre trabalhei como uma voz apologética em defesa da fé. Por causa disso, acabei conquistando espaço entre outros segmentos. Hoje, existem quatro pastores em rede nacional: Edir Macedo, da Universal, R.R. Soares, da Internacional da Graça, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, e eu. Sou o único que sempre fiz programa para todo mundo. Não porque sou bom. É porque não tem espaço, amigo.

ÉPOCA – As igrejas evangélicas ainda têm uma imagem muito estigmatizada entre os não evangélicos. Por que, em sua opinião? 
Malafaia – 
Isso mudou muito, irmão. Hoje, essa história de imagem estigmatizada é cafezinho. Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na televisão, nos jornais. Era só cacete em cima de pastor. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista...

"Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na 
televisão, nos jornais. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista..."

ÉPOCA – O senhor acha que alguns líderes evangélicos ajudaram a criar essa imagem estigmatizada? 
Malafaia – 
É aquela história de perdas e ganhos que todo segmento social sofre. Algumas atitudes fizeram a gente perder, outras fizeram ganhar. Tome o exemplo da Universal e do Edir Macedo. Ele ajudou em algumas coisas e prejudicou em outras. Ele é um cara que fez a igreja evangélica despertar para um evangelismo ousado, igreja aberta o tempo todo. Antes, as igrejas evangélicas abriam duas vezes por semana à noite. O Macedo é que arrebentou com isso, entende? O lado ruim da coisa é o sincretismo.

ÉPOCA – Qual é sua relação com o bispo Edir Macedo? 
Malafaia – 
Bíblia tem um texto que diz assim: “Poderão andar dois juntos se não estiverem de acordo?”. Eu já ajudei o Macedo quando ele foi preso, mas eles são separatistas, só veem o lado deles. Então, não me presto a andar com uma pessoa que só quer andar com mão única para ela. Sou a favor de mão dupla: para lá e para cá, entende? O Macedo está isolado, todo mundo sabe. Eles só são evangélicos para os outros quando estão com dor de barriga, quando o pau está quebrando em cima deles ou então por interesse político. A comunidade evangélica está madura e não se presta mais a isso.

ÉPOCA – Nos bastidores, circulou a notícia de que o senhor estaria apoiando o PSD, o partido que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quer construir. Procede? 
Malafaia – 
Amigo, não apoio partido nenhum. Apoio pessoas. Meu irmão (o deputado estadual Samuel Malafaia, do PR-RJ) está querendo ir para lá (o PSD), mas isso é problema dele.

ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre Kassab? 
Malafaia – 
Nada a falar contra ele.

ÉPOCA – Mas, no passado, o senhor já se desentendeu com ele... 
Malafaia – 
Eu o critiquei quando ele fechou uma igreja evangélica do apóstolo Valdemiro Santiago. Ser amigo ou respeitar alguém não significa ser capacho ou concordar com tudo o que essa pessoa faça.

ÉPOCA – Na eleição presidencial do ano passado, o senhor apoiou Marina Silva no início. Ainda no primeiro turno, passou a pedir voto para o José Serra. Por que mudou de lado? 
Malafaia – 
Pior do que um ímpio é um cristão que dissimula. A Marina, membro da Assembleia de Deus, sabe que, como uma pessoa de fé, não pode negociar sobre questões de aborto nem de homossexualismo. Ela era contra o aborto, mas por que dizia que faria um plebiscito? Ela quis dar de bacana, jogar para a galera, e eu falei não. Qualquer um podia fazer aquilo, menos ela, por suas convicções de fé.

ÉPOCA – Por que o José Serra? 
Malafaia – 
Acredito que tinha de me posicionar. Naquele momento, o Serra era o mais adequado para isso. Ele mantinha uma posição firme sobre aborto, que foi o grande debate da campanha desde lá atrás. A Dilma dissimulou a história. Ela se posicionou a favor do aborto para a revista Marie Claire, depois mudou o discurso. O único que se coadunava com meus valores e crenças era o Serra.

ÉPOCA – Em sua opinião, o debate de questões religiosas deverá se repetir nas próximas disputas eleitorais? 
Malafaia – 
É lógico. Amigo, hoje em dia governante vai ter de dizer em que princípios acredita. Vai ter de botar a cara, porque a comunidade evangélica está bem esperta, madura. Não vai dar para ficar em cima do muro. Não queremos que nenhum político tenha a ideia de que lutamos por uma República evangélica e que, por isso, ele tem de abraçar nossos princípios e mandar todo o mundo às favas. Não estou dizendo também que o cara, para ter apoio dos evangélicos, tem de odiar os homossexuais. Não é radicalismo imbecil e idiota. Se um governante apoiar leis que privilegiam homossexuais em detrimento da sociedade, vamos cair em cima. Hoje, sou a maior barreira que existe para aprovarem a lei que criminaliza a homofobia. E, se abrir a boca para dizer que apoia o aborto, vai ficar feio também.

ÉPOCA – O que é, em sua opinião, a homossexualidade? 
Malafaia – 
O homossexualismo é comportamental. Uma pessoa é homem ou mulher por determinação genética, e homossexual por preferência apreendida ou imposta. É um comportamento. Ninguém nasce homossexual. Não existe ordem cromossômica homossexual, não existem genes homossexuais. O cromossomo de um homem hétero e de um homem homossexual é a mesma coisa. O resto é falácia, é blá-blá-blá. Só existe macho e fêmea, meu amigo.

ÉPOCA – Por que o comportamento homossexual se desenvolve? 
Malafaia – 
Bíblia diz que, aos homens que não se importaram em ter conhecimento de Deus, Ele os entregou um sentimento perverso para fazerem coisas que não convêm. Do ponto de vista comportamental, é promiscuidade mesmo, meu amigo. O ser humano quer quebrar todos os limites. Quanto mais ele quebra limites, mais insaciável se torna. Ninguém nasce homossexual. É a promiscuidade do ser humano.

ÉPOCA – É possível alguém deixar de ser homossexual? 
Malafaia – 
Nossa igreja está cheia de gente que era homossexual. O cara não nasceu (homossexual). Se não nasceu, amigo... Ninguém nasce homossexual. É uma opção, por uma série de elementos: ou porque foi violentado, ou porque escolheu por modelo de imitação. O ser humano vive por modelo de imitação.

ÉPOCA – E como se dá essa reversão? 
Malafaia – 
Meu filho, essa reversão é o cara voltar a ser macho e a mulher voltar a ser fêmea. Dar forças para o cara vencer isso. Acredito no poder do Evangelho para transformar qualquer pessoa, inclusive homossexuais.

ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre os casos de violência contra homossexuais? 
Malafaia – 
Vou te dar alguns numerozinhos para a gente poder desfazer essa conversinha fiada para boi dormir. Os números é que vão dizer: no ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, e 260 eram homossexuais. Que índice é esse para dizer que o Brasil é um país homofóbico? Outro número: mais de 300 mulheres foram assassinadas por violência doméstica em 2010, mas ninguém fala nada. Mais de 100 crianças são assassinadas ou violentamente espancadas por dia, e ninguém fala nada. Sabe por quê? É porque por trás das editorias dos jornais, da televisão existe uma bicharada desgramada que dá toda essa ênfase para eles. Não quero que ninguém morra, amigo, mas o índice (de mortes de homossexuais) é insignificante para a violência que acontece no Brasil. Então, esse é um apelo de propaganda para eles (gays) poderem ter benefícios em detrimento do conjunto da coletividade social. Essa daí é velha, e eu não sou otário. Sei pesquisar os números, e a imprensa não dá os números. Tem mais heterossexual que homossexual sendo assassinado. Você sabe o que é homofobia para os homossexuais? Olhar com cara feia para um gay é homofobia. Não concordar com a prática deles é homofobia. Uma coisa é criticar a conduta, outra é discriminar pessoas. Tudo para eles é homofobia. Essa é a malandragem deles, e eu não caio nessa.

"No ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no 
Brasil – e 260 eram homossexuais. É um índice insignificante 
para dizer que o Brasil é um país homofóbico"

ÉPOCA – Os ativistas homossexuais são heterofóbicos? 
Malafaia – 
Acho que eles são uns malandros que ganham verba dos governos federal, estadual e municipal para fazer esse papel. São uns malandros oportunistas faturando em cima da grana que as ONGs deles recebem. Essa é a verdade nua e crua. Não é pouca grana, não. E ninguém fala disso. Os ativistas homossexuais são pagos para esse serviço podre que fazem de chamar todo mundo de homofóbico.

ÉPOCA – O que fazer com o comportamento homossexual? 
Malafaia – 
O comportamento homossexual é um direito que a pessoa tem. O direito de ser é guardado pela Constituição, pelo livre-arbítrio. Não quero que ninguém seja eliminado. Critica-se presidente da República, critica-se pastor, padre, deputado, mas não pode criticar uma prática? Em hipótese alguma. Querer eliminar homossexual é homofobia. Não quero isso. Quero discutir com um homossexual e poder dizer que sou contra a prática dele, assim como os gays podem me dizer que são contra a prática dos evangélicos. Isso é democracia.

ÉPOCA – O que o senhor acha das críticas feitas ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) (político contrário às leis que criminalizam a homofobia)? 
Malafaia – 
Você vai ver o Jair Bolsonaro nas póximas eleições. Ele vai ter três ou quatro vezes mais votos que recebeu na eleição passada. A sociedade brasileira é conservadora, 90% da população é cristã. Desses 90%, os evangélicos e católicos praticantes são 70%. Nós somos maioria absoluta neste país, amigo. Pergunto: qual é o deputado gay que teve uma votação expressiva? Esse Jean Wyllys (deputado federal do PSOL-RJ) entrou na sobra de legenda, com 13 mil votos, pendurado num cara (o deputado Chico Alencar, do PSOL, segundo mais votado do Estado). É o mais famoso dos gays e não tem voto, não tem porcaria nenhuma.

ÉPOCA – Como o senhor reagiria se um de seus filhos ou netos dissesse que é gay? 
Malafaia – 
Vou melhorar tua pergunta, aprofundá-la. Se algum filho meu fosse assassino, se algum neto meu fosse traficante, se algum filho meu fosse um serial killer e tivesse esquartejado 50, continuaria o amando da mesma forma, mas reprovando sua conduta. Meu amor por uma pessoa não significa que apoio o que ela faz. Daria o Evangelho para ele, diria que Jesus transforma, que ele não nasceu assim, que é uma opção dele.

Fonte: Revista Época

Charges revelam o que acontecerá ao Brasil se não houver REAÇÃO VERDADEIRA E IMEDIATA.

NERO VOLTOU...E MAIS FURIOSO QUE NUNCA.O FIM DE QUEM ACREDITOU E DEFENDEU LUIZ MOTTI.
GAY NO EXERCITO. CHARGE.
O JULGAMENTO DO HÉTERO PELO STF
O QUE DIZEM AS CRIANÇAS DE PAIS HOMOSSEXUAIS.

ATÉ AS CRIANÇAS SERÃO PRESAS POR HOMOFOBIA PELO BOPE COR DE ROSA.

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