quarta-feira, 30 de novembro de 2011

PLC 122, Pronta para pauta no Senado. Toquem as trombetas Atalaias da Liberdade de Consciência, Expressão e Religião. Não deixem tirar a coleira da Besta-Fera.


SENADO FEDERAL
Secretaria-Geral da Mesa
Acompanhamento de Matérias

As seguintes matérias de seu interesse sofreram ações em: 29/11/2011


Ementa: Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, dá nova redação ao § 3º do art. 140...
29/11/2011 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: PRONTA PARA A PAUTA NA COMISSÃO

Realizada a 94ª Reunião (Extraordinária) da Comissão Permanente de Direitos Humanos e Legislação Participativa, na forma de Audiência Pública, por força da aprovação do Requerimento nº 69, de 2011-CDH, de autoria dos Senadores Magno Malta, Vicentinho Alves e Ataídes Oliveira, aprovado em 12/05/11, para instruir a matéria, nos termos do inciso I, do art. 93 do RISF.
29/11/2011 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: MATÉRIA COM A RELATORIA

Encaminhado ao Gabinete da Senadora Marta Suplicy, a pedido da relatora da matéria, para reexame.
TOTAL: 1

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  • Fonte: Senado Federal
  • Vitória Pró-Família: PayPal devolve recursos para Julio Severo depois de protestos na internet.


    PayPal devolve recursos para Julio Severo depois de protestos na internet

    29 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — A empresa PayPal devolveu recursos que havia bloqueado em meados de setembro na conta do ativista pró-vida e pró-família Julio Severo depois de uma campanha lançada por homossexuais militantes para eliminar Severo do serviço da empresa.
    Depois de várias semanas de artigos desfavoráveis acerca das ações do PayPal em LifeSiteNews e outros veículos de comunicação, bem como uma campanha de abaixo-assinado que coletou mais de 10.000 assinaturas eletrônicas e oferecimentos de assistência legal de várias organizações que defendem os direitos dos cristãos, o PayPal informou Severo de que faria uma “exceção” e liberaria os recursos financeiros dele.
    A empresa havia anteriormente afirmado que reteria o dinheiro na conta, que constituía a maior parte dos recursos necessários de Severo, por até nove meses antes de lhe devolver.
    O PayPal encerrou a conta de Severo e bloqueou seus recursos depois que a organização gayzista AllOut fez uma petição para que o PayPal eliminasse dez organizações ou indivíduos de seu serviço, por se oporem à agenda política homossexual.
    Julio Severo e outros foram acusados de espalhar “ódio”, embora Severo deixe claro que não tem nenhuma animosidade contra homossexuais e quer que eles sejam resgatados de seu destrutivo estilo de vida homossexual. Além de traduzir e escrever para LifeSiteNews, Severo publica um blog em português que é muito lido do Brasil, e é seguido por políticos e outras pessoas influentes do país. Severo tem também blogs em inglês e espanhol.
    Em resposta às queixas dos ativistas gays, o PayPal lançou uma investigação dos grupos que estavam na mira deles. A investigação procurou eliminar qualquer um deles que não pudesse provar que era uma entidade de caridade legalmente constituída em condições de receber doações, apesar do fato de que o PayPal permite que indivíduos recebam dinheiro sem considerar se eles são membros de algum grupo.
    Quem também estava na mira da campanha eram os grupos Tradição, Família e Propriedade (TFP), uma organização católica que defende os direitos e a dignidade dos cristãos e se opõe à sodomia, e Americans for Truth About Homosexuality (Americanos em favor da Verdade da Homossexualidade), que busca informar o público acerca dos fatos sobre o estilo de vida “gay”. Até o momento, nenhum deles foi cortado pelo PayPal.
    Embora LifeSiteNews tivesse enviado a lista da petição para vários endereços do PayPal e tivesse informado à empresa das assinaturas, LifeSiteNews jamais recebeu alguma resposta.
    Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
    Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
    Artigos relacionados no Blog Julio Severo:
    Fonte: Blog do Júlio Severo

    terça-feira, 29 de novembro de 2011

    Pastor Silas Malafaia chama Homossexuais de Parasitas do Estado em audiência pública sobre o PLC 122, ocorrida hoje no Senado. Muito bem colocado.


    Pastor Silas Malafaia chama Homossexuais de 
    Parasitas do Estado. Muito bem colocado.


    Justiça condena Ex-Pastor e hoje Guro Caio Fábio por falsificar documentos contra os inimigos do PT.



    29 de novembro de 2011

    Justiça condena Caio Fábio por falsificar documentos para incriminar inimigos do PT

    Justiça condena Caio Fábio por falsificar documentos para incriminar inimigos do PT

    Julio Severo
    A Justiça Eleitoral condenou por calúnia o ex-pastor Caio Fábio D’Araújo Filho (foto), 56, a quatro anos de prisão por ter ajudado a elaborar e distribuir documentos falsos para incriminar a cúpula do PSDB na disputa eleitoral de 1998 contra o PT. Caio, que estava muito próximo de Lula na época, esperava ajudar o PT.
    Caio Fábio: mesmo caído e condenado, considera como sua principal missão criticar pastores que ele outrora conduziu aos braços do PT
    O ex-pastor, que é considerado um guru por blogs sensacionalistas como o Genizah, vai recorrer em liberdade da condenação. Ele nega que tenha sido um dos responsáveis pelo “dossiê Cayman”, como o caso ficou famoso na imprensa. “Não estou nem um pouco preocupado com isso [a condenação]”, disse. “Tenho a consciência absolutamente tranquila.”
    A decisão da Justiça teve como base o depoimento de testemunhas e investigações da Polícia Federal do Brasil, da qual participou também o FBI, a polícia federal norte-americana.
    Pelas investigações, os documentos que Caio Fábio ajudou a falsificar acusavam que Fernando Henrique Cardoso, na época disputando a presidência do Brasil contra Lula, e Mário Covas, que estava em igual disputa contra o PT para o governo do Estado de São Paulo, tinham no paraíso fiscal das ilhas Cayman (Caribe) US$ 368 milhões (R$ 628 milhões).
    Esse dinheiro, pelas informações falsificadas do ex-pastor, teria sido pago como propina por empresários supostamente beneficiados com a privatização do setor de telecomunicações.
    De acordo com as investigações, os outros acusados pela fraude são empresários cujo objetivo, na época, era “fabricar” a documentação para vendê-la ao PT. Esses empresários e Caio Fábio teriam produzido a documentação em Miami. Até agora, o ex-pastor presbiteriano é o único condenado.
    No inquérito, consta depoimento de políticos que na época tiveram acesso à cópia do dossiê, entre eles Luis Inácio Lula da Silva, José Dirceu, Paulo Maluf, Ciro Gomes, Marta Suplicy e Leonel Brizola.
    Lula confirmou que teve um encontro com Caio Fábio para conversar sobre o dossiê. Ele disse que, posteriormente, Thomaz Bastos, então advogado da campanha eleitoral do PT, examinou o dossiê, constatando que se tratava de uma fraude. Por isso, segundo Lula, o PT recusou a proposta de compra dos documentos.
    Caio Fábio teria oferecido o dossiê ao PT pelo preço de US$ 1,5 milhão (R$ 2,5 milhões). Na época, ele era um pastor de prestígio entre os políticos de esquerda, tendo grande acesso a eles nos bastidores.
    Com o caso Cayman, que expôs publicamente suas atividades políticas oportunistas nos bastidores, Caio Fábio caiu em desgraça. Essa foi sua queda política. Quase na mesma época, descobriu-se que ele estava em adultério com a secretária durante anos. Esses escândalos somados o levaram a ficar deprimido, a emagrecer 25 quilos (pesava 119) e a acumular uma infinidade de dividas. Nesse tempo, ele era da Igreja Presbiteriana, da qual foi afastado por causa de seu caso extraconjugal. Para se recuperar financeiramente, fundou a Igreja Caminho da Graça e passa o tempo hoje criticando toda e qualquer liderança evangélica, mas perdeu o estrelato que tinha na década de 1990.
    Lula no programa “Pare & Pense” de Caio Fábio
    Em 1994, durante seu apogeu, seu programa de TV, “Pare & Pense”, foi o primeiro programa evangélico de TV a se envolver diretamente no processo eleitoral presidencial, tendo, juntamente com Valnice Milhomens, apresentado o candidato Lula.
    Embora o dossiê Cayman tenha fracassado em seus intentos, a estratégia de Caio Fábio, ao trazer Lula para o “Pare & Pense”, teve resultado oposto entre os evangélicos com relação a Lula e ao PT. Só anos mais tarde Caio confessou:
    “Aproximei Lula dos evangélicos, os quais, durante anos, o chamavam de ‘diabo’. Muitas foram as oportunidades que criei para que ele tivesse a chance de se deixar perceber pela igreja”.
    Hoje, Caio contenta-se em ser a estrela de blogs chamados apologéticos como o Genizah.
    A condenação de Caio, por crime de calúnia, foi agravada por ter envolvido o então presidente Fernando Henrique Cardoso em seu esquema para fortalecer eleitoralmente o PT e ganhar algum dinheiro.
    Resta saber se o PT, que soube socorrer Lula dos monumentais escândalos do mensalão, terá interesse em socorrer um ex-pastor que tanto fez para levar os evangélicos ao PT.
    Com informações da Folha de S. Paulo e Paulo Lopes.
    Fonte: Blog Júlio Severo

    Na Índia, professor cristão tem mão decepada por “blasfêmia” contra Maomé


    Na Índia, professor cristão tem mão decepada por “blasfêmia” contra Maomé


    O Prof. T.J. Joseph teve a mão decepada ao regressar da missa dominical.
    Segundo despacho da agência AsiaNews (www.asianews.it), assinado por Nirmala Carvalho (5 de julho de 2010), a vítima é um professor universitário da Faculdade Newman, em Thodupuzha, no  estado indiano de Kerala.
    Qual foi seu “crime”?
    As autoridades da faculdade disseram à AsiaNews que numa prova o Prof. T. J. Joseph contava a história de um vendedor de peixes, o qual estava ficando cada vez mais pobre apesar de seu árduo trabalho. Seu nome era Maomé. Em desespero ele falou com Deus; e também perguntou ao seu irmão por que suas posses estavam minguando. Este lhe respondeu: “Por que você está chamando Deus, Deus, Deus….” Aos estudantes era pedido completar o sentido da  narrativa.
    Esta prova – “insultante a Maomé” – ocorreu no mês de março último e fez com que o professor começasse a receber ameaças. E também gerou tantos virulentos protestos de grupos islâmicos que a faculdade viu-se obrigada a suspender o professor. Este posteriormente pediu perdão publicamente pelo seu “erro não intencional”. Mesmo assim, segundo sua mãe, continuou a sofrer ameaças.
    De acordo com a polícia, no dia 4 de julho o Prof. T.J. Joseph estava regressando com sua família da missa dominical, quando, já próximo de sua casa, uma vã emparelhou-se ao seu veículo, obrigando-o a parar. Dela desceram alguns indivíduos – depois identificados como do grupo islâmico Frente Popular da Índia – que, após arrancá-lo do carro, atacaram-no com facas e espadas. Cortaram-lhe então a mão direita e parte do antebraço, jogando-os a uma distância aproximada de 200 metros.
    Mary Stella, irmã da vitima, disse que “os agressores destruíram o vidro do nosso carro e tiraram meu irmão para executá-lo. Minha pobre mãe, que estava conosco no carro, assistiu o crime”.
    O professor foi transportado imediatamente para um hospital de Muvattupuzha, e depois para outro especializado em cirurgia, onde médicos tentavam recolocar sua mão decepada. O professor também sofreu feridas profundas no corpo e necessitará de cirurgia plástica.
    O extremismo islâmico está crescendo em Kerala (sul da Índia): muitas escolas sofrem pressões sobre o uso do véu. Alguns dos detidos são ativistas da Frente Popular da Índia. O rápido crescimento da população muçulmana e sua influência nas eleições estão fazendo aumentar as preocupações quanto à segurança dos cristãos em todo o país.
    Nosso comentário: a ameaça bate também às nossas portas. Grupos terroristas islâmicos não têm sido acusados de atuar livremente na Venezuela chavista? E a nossa política de aproximação com o Irã, que importações indesejáveis de fundamentalismo islâmico ela não poderá acarretar?

    Farah, uma católica sem “direitos humanos”


    Ivan Rafael de Oliveira

    Farah Hatin, seqüestrada e obrigada e se tornar muçulmana
    Segundo notícia da agência ACI (8/6/11), no Paquistão, polícia recusa resgatar uma jovem católica que está seqüestrada e forçada a converter-se ao Islã.
    Na cidade de Rahim Yar Khan – região sul de Punjab – uma enfermeira de 24 anos, Farah Hatim, foi seqüestrada pelo muçulmano Zeehan Iliyas Zeehan, cuja intenção é “convertê-la” ao Islã e induzi-la a um casamento forçado.
    Quando sua mãe e seus irmãos recorreram à ação da polícia, esta recusou qualquer intervenção no caso, mostrando total cumplicidade.
    Tendo a família recorrido às autoridades superiores, o ministro para as minorias cristãs na província de Punjab, o cristão Kamran Michael, reagiu e denunciou o seqüestro dando ordem à polícia que encontre a menina e a devolva à sua família.
    No entanto, o superintendente do Distrito de Polícia local reiterou sua recusa em obedecer a essa ordem e declarou que nada faria para salvar a garota. Concomitantemente, a polícia tentou prender dois irmãos de Farah, para intimidar a família e convencê-la a abandonar o caso.
    No cativeiro, a jovem, sob tortura, foi obrigada a assinar uma declaração em que afirma ter-se convertido ao Islã voluntariamente.
    A mãe de Farah, Balqees Hatim, viúva e com outros cinco filhos, está agora fazendo um apelo à comunidade internacional para libertar sua filha.
    Terá essa família a ajuda que tanto pedem? Ou as forças políticas capazes de socorrê-los mais uma vez provarão que “direitos humanos” nunca se aplicam aos cristãos perseguidos? Se pelo contrário, a mãe alegasse que sua filha está sendo perseguida porque cometeu um aborto, quantos países não estariam gritando agora por “liberdade”?

    segunda-feira, 28 de novembro de 2011

    Esperança para EUA: Candidata Pró-Família se compromete a lutar contra a Agenda Gay.


    Bachmann se compromete a lutar contra a pornografia, aborto, divórcio e “casamento” de mesmo sexo

    DES MOINES, Iowa, EUA, 8 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Michele Bachmann, candidata presidencial pelo Partido Republicano, assinou um documento de compromisso pró-família de que se ela se tornar presidente, ela defenderá o direito à vida, a dignidade do casamento e se oporá “a todas as formas de pornografia e prostituição”.
    Michele Bachmann, candidata republicana à presidência dos EUA
    Em sua reportagem, o jornal Des Moines Register diz que Bachmann, uma deputada federal republicana de Minnesota na Câmara dos Deputados dos EUA, é a primeira a assinar o documento “The Marriage Vow – A Declaration of Dependence upon Marriage and Family” (O Voto do Casamento — Uma Declaração de Dependência no Casamento e Família), lançado por Family Leader, uma organização conservadora social com sede em Iowa.
    Bachmann é a presidente do Comitê do Tea Party na Câmara dos Deputados, e tem um histórico forte de defesa de políticas públicas conservadoras sociais e fiscais, principalmente contra o aborto.
    Bob Vander Plaats, ex-candidato republicano a governador, disse aos jornalistas no palácio do governo de Iowa que sua organização queria que aqueles que estarão disputando para serem os futuros líderes dos Estados Unidos “fizessem o juramento de assumir fidelidade pessoal ao próprio cônjuge e um respeito pelos laços conjugais dos outros”.
    Bachmann assinou o documento de compromisso na quinta-feira. Outros candidatos republicanos ainda não fizeram uma decisão de assinar o documento. Alice Stewart, porta-voz de Bachmann, disse ao jornal Register que a deputada de Minnesota não hesitou porque, “Ela está casada há mais de 30 anos e tem um forte casamento e fé”.
    O documento de compromisso admite que a instituição do casamento nos Estados Unidos “está em grande crise”.
    “Permanente fidelidade conjugal entre um homem e uma mulher protege crianças inocentes, mulheres vulneráveis, os direitos dos pais, a estabilidade das famílias e as liberdades de todos os cidadãos americanos sob nossa forma republicana de governo”, declara o preâmbulo.
    “Nossa sociedade excepcional e livre não pode simplesmente permanecer sem a transmissão de virtude pessoal, de uma geração à próxima, por meio de famílias nucleares que geram crianças, composta de maridos e esposas sexualmente fiéis e pais e mães”.
    O documento comenta que cerca de “um milhão de crianças americanas sofre com divórcios a cada ano” e o custo para os contribuintes do imposto de renda devido à desintegração da família excede 112 bilhões de dólares por ano, principalmente quando todos os custos para o sistema judicial são reconhecidos”.
    O documento de compromisso assinado por Bachmann declara que “em qualquer cargo eleito ou nomeado pelo qual eu possa ter a honra de servir meus compatriotas nos Estados Unidos, eu, o signatário, por meio deste documento solenemente me comprometo a honrar e valorizar, defender e sustentar a Instituição do Casamento como somente entre um homem e uma mulher”.
    O candidato então diz que faz o compromisso de “[ter] fidelidade pessoal ao meu cônjuge”, “fidelidade oficial à Constituição dos EUA”, nomear juízes constitucionalistas estritos, defender o casamento como a união entre um homem e uma mulher, apoiar políticas públicas que se oponham ao “divórcio rápido”, fornecer “genuína defesa legal à Lei de Defesa do Casamento (LDC)”, e a “proteção humana” de mulheres e crianças “do tráfico humano, escravidão sexual, sedução para a promiscuidade, e todas as formas de pornografia e prostituição, infanticídio, aborto e outros tipos de coerção ou inocência roubada”.
    O documento de compromisso também faz com que o candidato se comprometa a proteger as mulheres nas forças armadas, impedindo-as de ter papéis nas frentes de combate, e eliminando as políticas que criam situações que possam promover infidelidade conjugal.
    O documento também especifica que o candidato deve agir em favor das famílias e futuras gerações e reduzir “a dívida pública de 14,3 trilhões de dólares do governo federal, seus 77 trilhões de dólares em endividamentos não financiados, seu 1,5 trilhão em déficit federal e seus 3,5 trilhões de dólares em orçamento federal”. O candidato deve também trabalhar por “imediata reforma” das leis que desestimulam o casamento, principalmente em “políticas públicas assistencialistas, políticas de impostos e as leis de casamento e divórcio”.
    O documento de compromisso do Family Leader pode ser lido na integra em inglês aqui.
    Artigos relacionados:
    Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

    domingo, 27 de novembro de 2011

    Casal de Lésbicas torturam bebê de 9 meses. Mas, já sabes, "cala" a boca.


    Casal homossexual é preso por torturar bebê de 9 meses, que morreu

    Policiais da 21ª DP (Bonsucesso) prenderam, nesta quinta-feira, o casal de mulheres homossexuais acusadas de torturar um bebê de 9 meses, filho de Elaine. A criança foi encaminhada nesta manhã ao Hospital de Geral de Bonsucesso, mas chegou morta ao local.

    Segundo o delegado titular da 21ª DP, Aguinaldo Ribeiro, a criança estava com o braço quebrado há cerca de um mês, mas não havia sido encaminhado para um hospital.

    Lampião agora é Lamparina para os Gays em Livro proibido pela Justiça - Nem Virgulino Ferreira, Rei do Cangaço, escapa das Calúnias Psicoestratégicas Homossexuais.


    O juiz Aldo Albuquerque, da 7ª Vara Cível de Aracaju (SE), proibiu a publicação e comercialização do livro “Lampião – o Mata Sete” de autoria do juiz aposentado Pedro de Morais. A ação judicial foi movida pela família do “rei do cangaço”, que se sentiu ofendida porque, em um dos capítulos, ele é apontado como homossexual e sua companheira Maria Bonita, como adúltera.
    • Folha Imagem
      Virgulino Ferreira, o cangaceiro Lampião
    No livro, o autor afirma que o Virgulino Ferreira, o Lampião, mantinha uma relação homoafetiva com um cangaceiro chamado Luiz Pedro, que também seria namorado de Maria Déia, a Maria Bonita, o que formaria triângulo amoroso.

    Ainda no livro, o autor questiona a paternidade de Lampião em relação à única filha do casal, Expedita Ferreira Nunes, 79 anos. Segundo a obra, Lampião teria sido atingido por um tiro na genitália em 1922, o que lhe teria incapacitado de procriação.

    A decisão judicial foi expedida ontem (24), momentos antes do lançamento do livro, que ocorreria em uma livraria de Aracaju. Assim, o autor está proibido de divulgar e comercializar o livro em qualquer parte do país. Pedro Morais poderá apenas se defender quanto ao conteúdo da obra.

    Segundo o advogado da família, Wilson Winne, a ação judicial foi fundamentada na violação da privacidade. “Direito de liberdade de expressão tem um limite. Essa obra viola a invasão de privacidade. Ele é uma pessoa histórica. Quando se fala de Lampião, é da parte histórica. Que ele era violento, pistoleiro, herói ou bandido, mas neste caso atinge a honra da família. Está interferindo na vida da pessoa, de sua família”, argumentou.
    O livro
    • Reprodução
      Capa do livro de Pedro de Morais

    Pedro de Morais informou que recorrerá da decisão e afirma que lançará o livro na próxima semana na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Aracaju. “Eu estudo sobre Lampião há muitos anos. Juntando artigos, revistas... Não tenho nada contra a homossexualidade, eu citei como um fato histórico”, justificou o autor.

    “Essa teoria [homossexualidade] já existe há mais de 40 anos. Ex-cangaceiros e remanescentes do cangaço sempre confirmaram isso. Não sou eu o criador desse detalhe”, reforçou o autor, lembrando que o antrópologo e historiador Luiz Mott já teria levantando essa tese. "Quero lembrar que a possível homoafetividade de Lampião não é o tema central do livro".

    O autor frisou que a visão “romântica” em relação a Maria Bonita foi criada pela literatura de cordel. “Não existia no cangaço, não. Ela era uma mulher pirracenta, inclusive com o próprio Lampião”, diz.

    De acordo com Morais, a cangaceira era casada com um sapateiro e o deixou para seguir junto com Luiz Pedro, que como companheiro de Lampião teria convencido o rei do cangaço a aceitar uma mulher no bando, inaceitável antes da chegada de Maria Bonita.

    Na opinião de Pedro de Morais, não existem motivos para endeusar ou mitificar Lampião. “Nenhuma virtude eu encontrei no bandido em qualquer ato seu”, afirmou.

    Biografias e censura

    O escritor Ruy Castro teve o livro "Estrela Solitária: um Brasileiro Chamado Garrincha" impedido de circular por 11 anos. No livro, ele dava a dimensão do falo do ex-jogador, o que fez com que as herdeiras de Mané Garrincha entrassem com uma ação na Justiça.

    Um livro escrito por Paulo Cesar Araújo com a biografia não autorizada do cantor Roberto Carlos, lançado em 2006, também causou polêmica. Em janeiro de 2007, o artista entrou na Justiça contra o autor da obra, alegando invasão de privacidade. No mesmo ano, o cantor conseguiu impedir a comercialização da biografia e que fossem apreendidos 11 mil exemplares.

    Dois projetos de lei apresentados na Câmara dos Deputados propõem permitir que o leitor brasileiro tenha acesso irrestrito a informações biográficas de figuras públicas. Os projetos dos deputados Newton Lima (PT-SP) e Manuela D'Ávila (PC do B-RS) acabam com a proibição às biografias não autorizadas.


    Uol Notícias
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