segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mc Sheldon é preso com Maconha em Recife e investigado por Apologia à Pedofilia.

Mc Sheldon é preso com Maconha em Recife
Atualizada às 14h13
O músico MC Sheldon, 20 anos, foi detido e liberado ontem mesmo por porte de maconha. Sheldon da Silva Ferreira estava num posto de gasolina na Estrada Velha de Água Fria com um amigo, Geyson Bezerra da Silva, 18, e mais nove pessoas quando foi abordado por policiais da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais. Os agentes haviam recebido uma denúncia anônima sobre o uso de entorpecentes e encontraram três papelotes de maconha (cerca de 10 gramas), dois com Geyson e o restante no carro de Sheldon.

Por volta das 21h, os dois foram levados à Delegacia de Casa Amarela, onde foram ouvidos pelo delegado Carlos Gilberto, que entendeu que a droga era para consumo próprio e não para tráfico. Sheldon e o amigo vão responder a um termo circunstanciado de ocorrência. Fãs e colegas de trabalho aguardavam a liberação do músico.       Fonte: Pernambuco.Com

DISCARADA APOLOGIA A PEDOFILÍA
Título Original: Novos sucessos do jovem brega pernambucano fazem apelo ao erotismo. 


A noite está apenas começando. O ritmo frenético toma os corpos como uma onda. As meninas dançam sobre saltos, expõem jeans de marca, mostram decotes e pernas, piercings. Requebram até o chão. Os homens atendem ao chamado, aproximam-se, esfregam os corpos nos das garotas. Os MCs Metal e Cego põem fogo na noite, instigam uma multidão. É início de abril, gravação do DVD no Clube Internacional do Recife, na Madalena. Show de tecnobrega escrachado, apelativo, que cola nos ouvidos. O repertório que virou fenômeno está na boca das adolescentes de todas as classes sociais, convida à prática de sexo com “as novinhas”, como são chamadas as meninas menores de 17 anos. Chama de pente e tchecquinha os órgãos sexuais masculinos e femininos. Fala de um assunto que fervilha na cabeça dos adolescentes. “Passou dos 17 para mim já é coroa”, diz um trecho de uma das canções mais famosas.
Experimente perguntar ao seu filho adolescente se ele já ouviu ou assistiu a um show de Metal e Cego, ou quem sabe de Sheldon e Boco Prostituto. Os espetáculos promovidos pelos novos artistas da cena do tecnobrega local acontecem nas casas de show da periferia e aportam pelas boates da Zona Sul, como a Nox. São repletos de adolescentes, sem a companhia dos pais ou responsáveis, como determina uma portaria estadual, que cantam um sexo sem censura, mas que também consomem bebida alcoólica, cigarros, drogas e presenciam brigas.

Não se surpreenda se você não sabia de tamanha repercussão. Talvez os adolescentes se sintam pouco à vontade para falar sobre sexo tão abertamente com os pais. “Se eu mato, eu vou preso, se eu roubo, eu vou preso, se é para pegar novinha, eu vou preso satisfeito”, diz um outro refrão conhecido dos jovens, que faz menção à lei que prevê como crime de estupro presumido o sexo, mesmo que permitido, com menores de 14 anos.
“As meninas estão transando mais cedo. Ninguém quer saber se tá certo ou errado. A gente faz isso porque é bom”, explica uma fã dos MCs, 15 anos. Com a sexualidade à flor da pele, os adolescentes que vão aos shows das duplas contam que querem aproveitar o momento para namorar, curtir, sentir prazer. Na frente do clube, uma jovem pede, em público, que o namorado lhe faça sexo oral. Chega a abrir o short. A menina logo desiste do cenário. O casal segue para um lugar mais reservado.

No salão, uma loura dança. O vestido branco e transparente colado aos seios e nádegas balança junto com a jovem de 17 anos enquanto ela simula a “posição da rã”, quando a mulher acocora-se e se movimenta ao mesmo tempo sobre o parceiro, que está deitado. “Adoro as músicas, pois falam dos adolescentes.”

Na entrada do clube, meninos e meninas se espremem para entrar. Um deles, com 16 anos, termina com a camisa rasgada. “A gente só não pega menina de 7 a 10 anos. O resto pode”, comenta um garoto com 16 anos. Para uma jovem de 15 anos, a autorização dos pais para ir às festas não é problema. “Eles sabem que bebo”, conta. Os MCs uniram as Zonas Norte e Sul. Na matinê da Nox, em Boa Viagem, as meninas de classe média e alta gritavam por Sheldon e Boco junto com as da periferia. “Sei que as letras falam coisas erradas, mas não vou fazer o que cantam”, diz uma garota de 13 anos.

As letras das músicas dos MCs fazem culto ao corpo e citam o sexo sem censura com as chamadas “novinhas”. Apesar disso, os compositores demonstram conhecimento da lei no que se refere à prática de relações sexuais com menores de 18 anos. “As músicas retratam a realidade dos jovens da periferia porque a classe mais baixa trata o tema de forma mais aberta. Na classe média, o assunto também é falado, mas através de códigos menos evidentes”, explica a doutoranda em sociologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e pesquisadora do consumo e produção musical, Cynthia Campos.
Se eles cantam a realidade das comunidades, nem por isso deixam de agradar às patricinhas ou intelectualizadas. “Na faculdade, meus amigos me criticam porque adoro esses MCs. Gosto do ritmo”, comenta uma estudante de filosofia da UFPE, com 18 anos.

O problema, na opinião de Cynthia, é que as canções reforçam o discurso de que a mulher perde o atrativo sexual com o avanço da idade e as meninas jovens não passam de objeto de prazer.
Para o professor da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e mestre em comunicação pela UFPE, Fernando Fontanella, a valorização da juventude não é encontrada apenas no brega. “Isso acontece  em propagandas e em desfiles”, ressalta. “As adolescentes estão fazendo sexo, com música ou não. Essas letras só refletem a situação que elas vivenciam”, acrescenta (...)

Por Marcionila Teixeira e Mirella Marques, do Diario de Pernambuco

Posição da rã (Metal e Cego)
Tamos de volta na pegada
Esse moleque é bam bam bam Quero ver as novinhas
na posição da rã
E toda hora. Todo instante
Vive ligando pra mim
Amor eu quero, eu hoje to afim
E vai fazer a posição.
Depois não diga que eu sou ruim Fazer a noite toda
Se depender de mim...
E o comentário das novinhas se espalhou para geral.
Quem faz amor gostoso
É Cego e Metal

Se eu mato, eu vou preso (Sheldon e Boco)
Mas se eu mato, eu vou preso
Se eu roubo, eu vou preso
Se é pra pegar novinha,
Eu vou preso satisfeito
Porque eu sei que é complicado
Pela lei eu tô errado
Mas não posso fazer nada se o amor fala mais alto...

Tá lelé, tá maluco
(Sheldon e Boco)
Tá lelé, tá maluco,
Tá lelé, tá maluco
É o MC Sheldon e o
Boco Prostituto
Eu tô embrasado
De carro importado
Whisky red bull
No quarto espelhado
Pego uma novinha
Que tem uma marquinha
Entre quatro paredes onde começa a orgia
Papai começa a ligar mas elas não quer saber. Só quer Sheldon e Boco fazer o quê? 

Diário de Pernambuco


AS DECLARAÇÕES CONSCIÊNTES DO CRIME


Confira entrevista com os MCs Metal, Cego, Sheldon e Boco:

“As novinhas ficam loucas”
Uma média de 20 shows por mês para cada dupla e cachês que chegam a R$ 5 mil. Os quatro jovens de origem pobre iniciaram suas carreiras compondo e cantando letras de funk, mas o que eles queriam mesmo era sucesso. E ele veio rápido. O Diario conversou com os MCs Metal e Cego, autores de hits polêmicos como Gostou, novinha?, e com Sheldon e Boco, compositores de Se eu mato, eu vou preso. Eles falaram sobre sexo com meninas menores de 18 anos, sucesso e pressão do mercado. Em comum, os quatro defendem que estão apenas reproduzindo um tema real.

Em que vocês se baseiam para compor músicas que falam do relacionamento de adultos com meninas menores de 18 anos?Boco – Esse negócio de novinha começou quando a gente foi fazer um show em Caruaru. Lá, todas as meninas usavam blush e franjinha. Soube que depois do sucesso das nossas músicas, a venda de blush até aumentou.
Sheldon – Todas as nossas músicas de sucesso foram feitas por mim e por Boco. O nosso público são as novinhas mesmo. É por isso que a gente fala tanto delas nas músicas. Homem que gosta de novinha é o que mais tem no mundo. (Grifos nosso)
Metal – A música Posição da rã foi composta por mim e por Cego neste ano. A gente escreveu a letra observando o dia a dia, vendo as meninas dançando nos nossos shows. No palco, as novinhas ficam loucas. Para mim, novinha é aquela menina que tem 15, 16 e 17 anos. Muita gente gosta de novinha.
Cego – A inspiração para compor Posição da rã veio na hora. Sabemos que tratar sobre esse assunto, de forma tão aberta, é uma novidade. E vocês podem se preparar porque já estamos fazendo uma letra de outra música que também vai falar das meninas de menor. A gente só faz letra que o público pede no palco. Mas não esperava esse sucesso todo. Até a banda Aviões do Forró já gravou nossa música.

Vocês já receberam reclamação sobre as letras? 
Boco - Nunca recebi críticas. Mas se receber, vou encarar de forma natural. Somos pessoas públicas. Vai ter gente que gosta e que não gosta do nosso trabalho. Mas, graças a Deus, estamos sendo chamados para fazer muitos shows.
Sheldon – Já recebi críticas dos pais das novinhas. Muitos pais falam que a gente só faz música para elas. Algumas pessoas até já me pararam na rua para perguntar se eu tenho medo de ir preso. Digo a elas que, se eu for preso, pelo menos vou satisfeito. Que nada! Para mim, essas letras polêmicas não passam de música. Não é porque uma pessoa ouve “Se eu mato, eu vou preso” que vai fazer igual.
Metal – Nunca recebi críticas das nossas músicas por parte da polícia ou dos pais. Só algumas bandas chegaram para criticar. Mas acho que foi mais por inveja do nosso sucesso. Até porque, acho que a lei é certa, deve dar cadeia para quem se relaciona com meninas com menos de 14 anos. Mas se as próprias meninas quiserem sair com os caras, acho que não tem nada demais.
Cego – Acho que a gente nunca recebeu críticas porque as músicas falam de algo que é natural e que existe na sociedade. Nunca fomos criticados oficialmente.
Investigação - A presença de crianças e adolescentes desacompanhados de pais ou responsáveis no show de tecnobrega promovido pelos MCs Metal e Cego, no último dia 2 de abril, no Clube Internacional, vai ser investigada pela promotora do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) Rosa Carvalheira, da Vara da Infância e da Juventude. A festa ocorrida no dia 19 de março na boate Nox, em Boa Viagem, também deverá ser investigada pelo MPPE. A dupla de MCs é autora de hits como Na posição da rã e Gostou, novinha?, cujas letras falam da prática de sexo com meninas menores de 17 anos.
A investigação do MPPE acontece depois da reportagem publicada no Diario, no domingo. A veiculação da matéria também motivou o reforço na fiscalização de eventos com a presença de jovens dentro dos próximos quinze dias. A tarefa deverá ser feita por fiscais da infância e da juventude do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).


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