sábado, 4 de fevereiro de 2012

Escola árabe-judaica dá exemplo de convivência pacífica em Israel.


Duas professoras em sala de aula. Uma fala hebraico. A outra, árabe. Elas explicam as formas geométricas para alunos da quarta série, israelenses e palestinos. Assista matéria no final do post… Não muito longe dali, as brincadeiras das crianças do jardim de infância, comandadas pelas professoras Mimi e Aya, também nos dois idiomas, confirmam que esta não é uma escola comum.
Das cinco escolas bilíngues Max Rayne que funcionam no país, a de Jerusalém, inaugurada em 2008, foi a pioneira. Lili, argentina de nascimento, diz que um idioma complementa o outro, e isso ajuda os alunos e que tanto ela quanto Angie, a colega de classe, se sentem realizados trabalhando na escola.
Atualmente, 500 alunos árabes e judeus sentam-se lado a lado nas salas de aula. Juntos, discutem as lições ensinadas pelos mestres. Aprendem a respeitar as diferenças culturais e, acima de tudo, aprendem que suas escolhas não dependem das questões políticas dos governos.
Em qualquer outra parte do mundo, isso não chamaria a atenção. Mas em uma região onde ódio e violência são matéria-prima do dia a dia, a iniciativa bem pode ser chamada de revolucionária.
Mais do que provar que a coexistência em harmonia entre árabes e judeus é possível, escolas como esta são uma espécie de ponte entre um presente e um passado de guerras e discórdias e um futuro de paz e compreensão.
Yael e Areen, de 14 anos, estudam juntas há nove. São amigas de dormir uma na casa da outra. Eyal, que é a caçula da sua família, diz que considera Areen como sua irmã mais nova. “Não pensamos uma na outra como árabe ou judia. Ela é minha amiga, ela é a pessoa de quem eu gosto e isso basta”, diz Areen.
Na parte administrativa, Ala Khatib e Dália Perez, os codiretores, discutem os assuntos relativos à escola e tomam juntos as decisões. Ala me diz que depois de 61 anos de existência seria um absurdo se Israel não tivesse uma escola árabe-judaica como esta. Ele afirma que ainda é cedo para dizer que o modelo da escola é vitorioso, mas reconhece que a lista de espera que existe hoje mostra que eles estão no caminho certo.
Ronen Weinberg, pai de dois alunos, diz que recebe muitas críticas de amigos e parentes. Mas não se importa, porque cada vez mais acredita que esse é o caminho certo.
Munir, também pai de aluno, estava me dizendo que não se trata apenas de mostrar que viver em paz é possível, mas também de que todas as pessoas são iguais, quando Suzana, mãe de Yael, apareceu. Foi recebida com beijos. Munir pergunta: “Vocês gravaram os beijos? É sobre este tipo de relacionamento que eu falava. É tudo sobre as pessoas, sempre sobre as pessoas”.
Fonte: Inforgospel  
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