quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Facebook Pró-Homossexualismo Bloqueia o Capelão Ricardo Ribeiro, depois da visita do Pedófilo Luis Mott ao seu perfil.


O contador de visitas revelou a presença maciça de europeus e norte-americanos. Printamos apenas um destes momentos como se vê abaixo. A agitação no mundo foi total pela matéria postada aqui. Veja a matéria e ao lado o comentário de Luis Mott nos denegrindo e afrontando:

 "vocês, evanjas homofobicos, vão todos para a geena! inspirem-se nos protestantes da europa e eua, que têm teologia inclusive, sem acepção de pessoa. as prostituas e arsenokoitai e malacoi vos precederão no reino de deus." 


Creio que vocês notaram que o deus dele é de "d" minúsculo, o que é bastante compreensível.


Esta foi a matéria que causou a IRA GAY. Ao lado ver-se-á o comentário do Infame.


Aqui temos o aviso de BLOQUEIO do Gaycebook e ameça.


Mas por que raios fizeram-lhe isso Capelão???
Olhem a postagem abaixo. Você encontra algo de errado em dizer que Hitler era Gay?
Segue uma matéria de análise criteriosa e imparcial do historiador Lothar Machtan "O Segredo de Hitler". 


Convoco a todos os meus verdadeiros amigos e irmãos a espalharem este comportamento ditatorial e velado Homofascísta PTralhiano nas redes sociais que à semelhança do Irã, Coreia do Norte ou China, ousa erguer-se furiosamente contra os Conservadores. Não pense que calado vais ganhar alguma coisa. Pois, você será o próximo. Não seja refém da sua própria covardia.



O Segredo de Hitler, de Lothar Machtan 

Editora Objetiva

Leia a seguir um trecho do capítulo A Luta contraRöhm, no qual o autor fala sobre o homossexualismo entre funcionários e amigos de Hitler. Aqui, Machtan trata especialmente da amizade entre o ditador e Ernst Röhm, um militar com um alto posto no Exército alemão na I Guerra Mundial que, encantado com a oratória de Hitler, resolveu incentivá-lo a ingressar na vida pública. Em 1930, Röhm foi diretor da tropa nazista SA e três anos depois, chegou ao cargo de ministro no governo do Reich alemão.

Por que Hitler chamou Röhm de volta e lhe ofereceu a direção da SA, apesar das desavenças do passado? Esta pergunta só pode ser respondida considerando-se a conjuntura política dos anos 1930/31. depois da saída de Röhm da direção do partido nazista em 1925, Hitler conseguiu impor se novo conceito da SA como tropa de campanha eleitoral especializada em propaganda e em provocar atos de terror nas ruas. Graças a esta estratégia, colheu muitas vitórias eleitorais nos anos seguintes. Nas eleições para o parlamento, em 14 de setembro daquele ano, registrou um quantidade espetacular de votos e passou a ser uma força política importante.

Era preciso, a partir de então, que o führer do movimento nazista passasse a pensar e agir "grande". Isto significava, antes de mais nada, incluir as elites e ganhar mais apoio. Hitler enfrentou este problema com uma segurança instintiva e obteve bastante êxito, como demonstraram suas hábeis negociações com as lides nacionalistas. Desde o início, ele sabia que para conquistar o poder, teria de fazer concessões e ir até certo ponto ao encontro do código moral da velha elite. Já a SA tinha outra opinião. Suas manifestações ruidosas extrapolavam todos os limites. Em agosto de 1930, Walther Stennes, chefe da SA de Berlim, rebelou-se abertamente contra a direção do partido em Munique no meio da campanha eleitoral. Os pretextos eram a reivindicação de um soldo maior e o aumento do número de candidatos egressos da SA na lista eleitoral do NSDAP. Na realidade, Stennes, assim como tantos outros membros da tropa de luta do NSDAP, era contra a estratégia da conquista legal do poder. Tudo culminou com a situação grotesca de tropas da SA rebeladas tomando a sede do governo de Berlim. Hitler conseguiu controlar a situação e no dia 2 de setembro de 1930, ao assumir o cargo de führer da SA, seu primeiro ato foi conseguir um salário melhor para a sua tropa. O prejuízo político, entretanto, foi considerável, pois em todo o país ardiam conflitos semelhantes entre as SA e a direção do partido. A chamada "crise Stennes" se aguçou de tal maneira que Hitler finalmente pediu ajuda a Ernst Röhm.

Hitler não poderia ter tomada decisão mais inteligente. Röhm crescera naquele ambiente de associações masculinas em que a SA recrutava boa parte de seus membros. Conhecia, como ninguém, a linguagem destes homens e a sua concepção de vida. Por conta de seu "glorioso" passado de corporação livre, tinha fama de ser um lutador destemido. COmo um dos primeiros ativistas do, movimento nazista, era respeitado internamente no partido. Este duplo lastro era a melhor garantia para que a SA e o partido não se distanciassem ainda mais e para disciplinar politicamente os "batalhões marrons". Em resumo: Röhm era o homem ideal para "elevar o nível" da SA sem ferir a suscetibilidade das mentes simples daquela tropa de luta. Graças ao seu livro Histórias de um alto traidor, Röhm contava também com a simpatia da juventude rebelde. Não é a toa que, na literatura nazista da época, seu livro figurava ao lado de Minha Luta, de Hitler, e o Mito do século XX, de Alfred Rosenberg.

Hitler tinha consciência do risco político que corria com a volta de Röhm à SA. Para os padrões da época, Röhm era um homossexual assumido, portanto, oferecia motivos para ataques de adversários. Hitler foi advertido sobre este perigo, e chegou a ser instalado a tomar posição publicamente sobre a questão da homossexualidade - obviamente, não o fez. Ao contrário, tentou proteger a si próprio e ao chefe da SA, sem se comprometer muito. No dia 3 de fevereiro de 1931, publicou um edital referente a "ataques asobre a vida particular" de oficiais por motivos "alheios à função desempenhada dentro da SA". Repeliu "veemente qualquer julgamento a tais comportamento", assinalando que isto significava a perda de um tempo precioso, necessário à luta pela liberdade. Hitler concluía: "devo destacar que a SA é uma agremiação masculina para um determinado fim político. Não é uma instituição moral para educação de mãos de boas famílias, mas associação de rudes combatentes. [...] A vida privada só pode ser objeto de discussão se contrariar os princípios básicos da filosofia nazista". Hitler revelava, assim, que mantinha uma posição neutra, e ao mesmo tempo garantia o apoio necessário a Ernst Röhm. O homófobo Goebbels não gostou desta reação do führer. "Isto não pode acontecer", anotou em seu diário em 27 de fevereiro de 1931, "o partido não pode ser o Eldorado dos adversários do parágrafo 175. Lutarei contra isto com todas as minhas forças."

Politicamente, Röhm correspondeu às expectativas de Hitler. Conseguiu abortar focos de rebeldia e desarmar a tensão entre SA e direção do partido, apesar de o conflito permanecer latente até 1934. Com a intervenção de Röhm, as SA ganharam cada vez mais adeptos e até Goebbels teve de reconhecer este mérito: "O chefe do Estado-Maior Röhm conseguiu o milagre de formar uma organização firma e coesa a partir de grupos desconexos e confusos." Pelo menos para efeitos externos, a SA seguia o caminho da legalidade proposto por Hitler, abdicando de qualquer idéia golpista.

Os êxitos de Röhm, no entanto, não se deviam apenas à sua fama como oficial competente, mas também à sua política de administração pessoal. As posições-chaves dentro da SA eram ocupadas preferencialmente por homossexuais, que convidavam amigos para ocupar outros cargos. Assim, Edmund Heines, amante de Röhm nos anos 20, que Hitler também conheceu bastante, tornou-se seu vice em 1931, e chefe da SA na Silésia. O posto estratégico de chefe da SA de Berlim-Brandenburgo coube a outro antigo homem de confiança da época das corporações livres, Wolf Heinrich Graf von Helldorf, conhecido pelas suas ligações com grupos homossexuais de Berlim e por ser intimamente ligado ao seu superior. Até 1933, ele era o "homem de confiança" de Röhm em Berlim. Outra carreira meteórica na SA foi percorrida por Karl Ernst. Nos anos 20, Ernst conheceu o capitão Paul Röhrbein, chefe da primeira SA em Berlim, no Eldorado, bar gay berlinense. Em 1931, Röhrbein apresentou Ernst - logo apelidado de Frau Röhrbein - ao seu velho amigo Röhm, que o promoveu com todas as suas forças. Em abril de 1931, Ernst - agora o favorito de Röhm - já era chefe do subgrupo Leste da SA. Uma ano depois, ocupava um lugar no parlamento alemão.

Em pouco tempo, a SA ganhou fama de ser uma associação homossexual. Goebbels previa um "futuro negro": "A sombra do parágrafo 175 paira [...] sobre ela." "Em entrevista, há alguns anos, o crítico de arte Christian Adolf Isermeeyer, que é homossexual, recordou-se: "Conheci também gente da SA. Em 1933, ainda promoviam festas ruidosas em Berlim [...] Estive numa delas. Um conhecido me levou [...] A festa era bem-comportada, mas totalmente gay, sá havia homens. [...] Bem, a SA era hipergay naquela época. O testemunho de Eugen Dollmann, então estudante em Munique, é semelhante. Ele conta que "os passarinhos

E inclinação homoerótica de SA acabou por se tornar um flanco aberto para a direção do partido, alvo fácil para adversários políticos. Nem mesmo os êxitos de Röhm foram capazes de mudar esta situação.

Clique aqui para ver matéria original. Fonte: VEJA
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2 comentários:

  1. É caro amigo Anderson Andujar, foi embora a liberdade de expressão tão querida...que saudades deste tempo de ouro...

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Assista estes vídeos que entenderá nossa proposta:

http://www.youtube.com/watch?v=suxtZAXtqng

http://www.youtube.com/watch?v=dIKS2jC-Tvo

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