terça-feira, 1 de maio de 2012

Homossexuais amargam derrota contra Pr. Silas Malafaia em processo. E a próxima é contra a famigerada PL 122. KKKKKKKK


01/05/2012
 às 7:21

Vitória da liberdade de expressão — Juiz extingue ação contra pastor Malafaia e deixa claro: ele não foi homofóbico, e a Constituição brasileira não comporta a censura sob nenhum pretexto

O juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo, extinguiu ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal contra o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, contra a TV Bandeirantes e também contra a União. Vocês se lembram do caso: no programa “Vitória em Cristo”, Malafaia criticou duramente a parada gay por ter levado à avenida modelos caracterizados como santos católicos em situações homoeróticas. Já escrevi alguns posts a respeito. Aquele em que em exponho detalhes do caso está aqui . Ao defender que a Igreja Católica recorresse à Justiça contra o deboche, Malafaia afirmou o seguinte:
“É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, sabe? Baixar o porrete em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha!”
Acionado por uma ONG que defende os direitos dos gays, o Ministério Público Federal recorreu à Justiça, acusando o pastor de estar incitando a violência física contra os homossexuais. Demonstrei por que se tratava de um despropósito. E o que queria o MPF? Na prática, como escrevi e também entendeu o juiz Victorio Giuzio Neto, a volta da censura. Pedia que o pastor e a emissora fizessem uma retratação e que a União passasse a fiscalizar o programa.
A decisão é primorosa. Trata-se de uma aula em defesa da liberdade de expressão. Fico especialmente satisfeito porque vi no texto muitos dos argumentos por mim desfiados neste blog — embora tenha sido esculhambado por muita gente: “Você não entende nada de direito”. Digamos que fosse verdade. De uma coisa eu entendo: de liberdade. O juiz lembra que o Inciso IX do Artigo 5º da Constituição e o Parágrafo 2º do Artigo 220 impedem qualquer forma de censura, sem exceção. De maneira exemplar, escreve:
Permite a Constituição à lei federal, única e exclusivamente: “… estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no artigo 221, bem como da propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente”.
Estabelecer meios legais não implica utilização de remédios judiciais para obstar a veiculação de programas que, no entendimento pessoal, individual de alguém, ou mesmo de um grupo de pessoas, desrespeitem os “valores éticos e sociais da pessoa e da família” até porque seria dar a este critério pessoal caráter potestativo de obstar o exercício de idêntica liberdade constitucional assegurada a outrem.
Mais adiante, faz uma síntese brilhante:
Proscrever a censura e ao mesmo tempo permitir que qualquer pessoa pudesse recorrer ao judiciário para, em última análise, obtê-la, seria insensato e paradoxal.
Excelente!
Afirma ainda o magistrado:
Através da pretensão dos autos, na medida em que requer a proibição de comentários contra homossexuais em veiculação de programa, sem dúvida que se busca dar um primeiro passo a um retorno à censura, de triste memória, existente até a promulgação da Constituição de 1988, sob sofismático entendimento de ter sido relegado ao Judiciário o papel antes atribuído à Polícia Federal, de riscar palavras ou de impedir comentários e programas televisivos sobre determinado assunto.”
O juiz faz, então, uma séria de considerações sobre a qualidade dos programas de televisão, descartando, inclusive, que tenham influência definidora no comportamento dos cidadãos. Lembra, a meu ver com propriedade, que as pessoas não perdem (se o tiverem, é óbvio) o senso de moral porque veem isso ou aquilo na TV; continuam sabendo distinguir o bem do mal. Na ação, o MPF afirmava que os telespectadores de Malafaia poderiam se sentir encorajados a sair por aí agredindo gays. Lembrou também o magistrado que sua majestade o telespectador tem nas mãos o poder de mudar de canal: não é obrigado a ver na TV aquilo que repudia.
Giuzio Neto  analisou as palavras a que recorreu o pastor e que levaram o MPF a acionar a Justiça:
As expressões proferidas não são reveladoras de preconceito se a considerarmos como manifestação de condenação ou rejeição a um grupo de indivíduos sem levar em consideração a individualidade de seus componentes, pois não se dirigiu a uma condenação generalizada através de um rótulo, ao homossexualismo, mas, ao contrário, a determinado comportamento ocorrido na Parada Gay (….) no emprego da imagem de santos da Igreja Católica em posições homoafetivas.
Diante disto, não pode ser considerado como homofóbico na extensão que se lhe pretende atribuir esta ação, no campo dos discursos de ódio e de incentivo à violência, pois possível extrair do contexto uma condenação dirigida mais à organização do evento - pelo maltrato do emprego de imagens de santos da igreja católica - do que aos homossexuais.
De fato não se pode valorar as expressões dissociadas de seu contexto.
E, no contexto apresentado, pode ser observado que as expressões “entrar de pau” e “baixar o porrete” se referem claramente à necessidade de providências acerca da Parada Gay, por entender o pastor apresentador do programa, constituir uma ofensa à Igreja Católica reclamando providências daquela.
(…)
É cediço que, se a população em geral utiliza tais expressões, principalmente na esfera trabalhista, para se referir ao próprio ajuizamento de reclamação trabalhista (…) “vão meter a empresa no pau”. Outros empregam a expressão “cair de pau” como mera condenação social; “entrar de pau” ou “meter o pau”, por outro lado, estaria relacionado a falar mal de alguém ou mesmo a contrariar argumentos ou posicionamentos filosóficos.
Enfim, as expressões empregadas pelo pastor réu não se destinaram a incentivar comportamentos como pode indicar a literalidade das palavras no sentido de violência ou de ódio implicando na infração penal, como pretende a interpretação do autor desta ação.
Bem, meus caros, acho que vocês já haviam lido algo semelhante aqui, não?, escrito por este “não-especialista em direito”, como sempre fazem questão de lembrar os petralhas. Caminhando para a conclusão de sua decisão,  observa:
Por tudo isto e diante da clareza das normas acima transcritas, impossível não ver na pretensão de proibição do pastor corréu de proferir comentários acerca de determinado assunto em programa de televisão, e da emissora de televisão deixar de transmitir, uma clara intenção de ressuscitar a censura através deste Juízo.”
Mas e quem não se conforma com fim da censura na TV? O juiz dá um conselho sábio, com certo humor e uma pitada de ironia:
Para os que não aceitam seu sepultamento - e de todas as normas infraconstitucionais que a previram - restam alternativas democráticas relativamente simples para a programação da televisão: a um toque de botão, mudar de canal, ou desliga-la. A queda do IBOPE tem poderosos efeitos devastadores e mais eficientes para a extinção de programas que nenhuma decisão judicial terá.
Caminhando para o encerramentoSábias palavras a do juiz federal Victorio Giuzio Neto! Tenho me batido aqui, como vocês sabem, contra certa tendência em curso de jogar no lixo alguns valores fundamentais da Constituição em nome de alguns postulados politicamente corretos que nada mais são do que os “preconceitos do bem” de grupos de pressão influentes. Os gays têm todo o direito de lutar por suas causas. Mas precisam aprender que não podem impor uma agenda à sociedade que limite a liberdade de expressão, por exemplo, ou a liberdade religiosa.
No caso em questão, a ação era, em essência, absurda. É claro que o contexto deixava evidente que o pastor recorria a uma linguagem metafórica — de uso corrente, diga-se. Se alguém foi vítima de preconceito nessa história, esse alguém foi Malafaia. Não fosse um líder evangélico — e, pois, na cabeça de alguns, necessariamente homofóbico —, não teria sido importunado por uma ação judicial. Há um verdadeiro bullying organizado contra os cristãos, pouco importa a denominação religiosa a que pertençam. Infelizmente, a “religião” que mais cresce no mundo hoje é a cristofobia.
Eu, que tenho criticado com certa frequência a Justiça, a aplaudo desta vez.
Por Reinaldo Azevedo
Blog Widget by LinkWithin

18 comentários:

  1. Ricardo, obrigada por visitar meu blog e deixar seu comentário. Acabei de navegar pelo seu....Muito bacana e vou ser uma seguidora.... Abraços..

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oh amiga Marialda, paz. Seja bem-vinda ao nosso humilde blog, cujo único fim é defender a família das ameaças dos Ativistas LGBTS. Nada tendo em contra a vida ou sexualidade de ninguém. E por tratar-se de uma guerra cultural e política, precisamos recorrer a expedientes que podem não agradar a alguns. Espero que não seja seu caso. Deus te abençoe e a sua família.

      Excluir
  2. Desculpe-me em me intrometer,mas não pude deixar de postar um comentário a seu respeito.Se você não fosse contra a sexualidade dos gays,não inventaria tal blog totalmente intolerante.O que você disse vai de encontro ao que você fez e faz.Quanto ao Silas,ele colheu o que plantou.Isso que aconteceu com ele foi um alerta ,lição de moral e um nó em sua língua para não falar demais e passar dos limites.Creio que desta vez ele morderá duas vezes a língua antes de falar mal dos outros.É obvio,quem gosta de ser difamado em plena rede de televisão?Se você não enxerga isso RIBEIRO é porque inda não tirou as vedas dos olhos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ameaças de mais um "corajoso" Ativista Gay anônimo...entra na fila boneca...

      Excluir
  3. kkkkkkkkkkkkkkkk essa foi boa viu...

    ResponderExcluir
  4. Se preocupe com isso nããão!!!vá fazer uma lista das coisas proibida pelo Sagrado que até comer camarão e carne de porco é um tabus.rsrsrsr.Tem base isso?kkkk.O próprio Silas disse que "a Bíblia é o melhor manual de comportamento" desse jeito e nesse estilo?A partir de hoje,deixarei de comer frutos do mar e em especial a carne de porco.

    ResponderExcluir
  5. Quer dizer então que quem é contra ,quem se mantém neutro,quem faz algo a favor dos gays ou mesmo quem revele algo contra a conduta de vocês é chamado de "CRISTOFÓBICO"?(Legal a palavra,é a 1ª vez que a vejo).Qualquer manifestação incompatível com as ideias de vocês é rotulado como ANTICRISTÃO?Quem são vocês que até a justiça entra na fila de condenação evangélica, caso ela não favoreça ao que vocês pregam ou afirmam ser exato?E em especial,se for algo em prol dos LGBTTs?A globo é vista como "CRISTOFÓBICA" e "HOMOSATÂNICA",Marta Suplicy é vista como "JEZEBEL",Jean Wyllys é visto como "CHEGAYVARA" até a presidente Dilma entra no meio por ter algo a favor dos LGBTTs,o que é isso?Agora só o que me faltava é o site de busca Google entrar na lista também(Só porque é a favor dos gays).Para esta,também não tem apelido?Dessa vez você só aplaudiu a justiça porque Malafaia é um homem evangélico e contra os LGBTTs,porque se não fosse você nem "mexeria os pauzinhos",não é mesmo?Caso contrário,se acontecesse algo similar ao que aconteceu com Malafaia,você irá reverter rapidamente tua opinião a favor da justiça.Que hipocrisia em dizer que a justiça fez "algo que preste" só porque Malafaia é cristão evangélico e contra os LGBTTs.Rapaz,faça algo que preste,faça deste blog,pelo menos,algo que chame a atenção e promova cura dos usuários de drogas que é mais importante.Se não fosse homofobia,você não se preocuparia tanto com a conduta de vida dos homossexuais.Referente a isso,esse blog é testemunha,devido ao grande acúmulo de informações que tem como foco principal a homossexualidade.Tanta coisa preocupante e importante a ser resolvida e você perdendo tempo com algo que existe a milhares de anos.Ô!por favor,né?!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A existência desse blog e a sua participação livre no mesmo se deve ao fato dos Cristãos serem maioria que influência positivamente esta nação. Caso vocês cheguem as vias de fato, acabará tudo que um dia significou Liberdade e Esperança para os Homens. É fato comprovado ao longo da história, que toda civilização cuja predominância Homossexual se fêz notar, elas desapareceram. Mas, goste ou não, estaremos aqui para impedir enquanto pudermos as loucuras dos homoativistas que põe em risco a vida dos próprios homossexuais, muitos dos quais a semelhança de Clodovil Hernandes, Ex-Deputado Federal, um homem que merecia respeito, não tinha nenhum orgulho de transar com homens, nem de parcipar das tais paradas gays e por ser firme em sua convicção e expressá-la, era excecrado pelos líderes LGBTs. Se vocês não respeitam nem a opinição de um de vocês, que dirá a nossa. Mas, ela continuará tão firme quanto as cordilheiras do himaláia e tão brilhante quanto o Sol.

      Excluir
  6. Pode até influenciar positivamente pela mensagem de fé e esperança,mas tem seu lado negro e controverso quando se trata de Diversidade Sexual e é uma verdadeira pedra em nosso sapato.Se não entende o que é ser homossexual,por favor,deixe suas convicções de crença condenativa de lado e veja este vídeo educativo em forma de desenho animado para pessoas que não entendem,que também contraria o que o reverendo Malafaia,sem nenhum critério científico,afirma ser opção:
    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=zdM5TdRzUlM

    ResponderExcluir
  7. Até hoje não vi nenhum cientista que prove e afirme que a homossexualidade seja uma opção(muito pelo contrário).Se tiver,por favor,mostre-me.O que vi na entrevista do Silas Malafaia na revista Época me comoveu muito.Como um homem especialista em psicologia e "teologia"(o que penso ser)afirma sem nenhuma base científica que ser homossexual é opção?O que ele afirmou é opinião dele e opinião sem fundamento claro.O pior de tudo é que ele consegue adeptos de sua intolerância e falta de respeito para com om próximo,isso é um absurdo!
    Tudo que afirmamos pode ser falso se não ter provas.Se um cientista afirma e descobre que ser homossexual é genético,vocês logo discordam baseados na crença de que ser homossexual é pecado,mas se algum cientista descobre um potente veneno contra uma doença baseada em vários experimentos,logo abraçam sua descoberta.
    Por favor,vamos dar mais crédito aos experimentos científicos que é muuuito melhor que se basear em opiniões sem fundamentos de evangélicos como o Malafaia(desafiador de experimentos científicos).

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Quer Ciência? Vamos lá. CIENTISTA RENOMADO LANÇA O LIVRO: 'NASCIDO GAY?'

      TAY, John S. H. Nascido Gay? Existem evidências científicas para a homossexualidade? Rio de Janeiro, Central Gospel, 2011, 180 p.

      Em PDF

      Dr. John S. H. Tay estudou medicina na Universidade de Sidney, na Austrália, com a bolsa de estudos do Colombo Plan (1961-1966). Formou-se como o melhor da classe, o que lhe rendeu um título de honra e uma medalha da universidade. Tem mestrado em pediatria e dois doutorados – um em genética humana, outro em filosofia – pela Universidade Nacional de Cingapura. Ele fez parte da equipe acadêmica do departamento de pediatria da Universidade Nacional de Cingapura por 22 anos (1973-1995), e, de 1988 a 1995, foi professor e chefe do departamento de pediatria e da divisão de genética humana. Publicou algumas centenas de pesquisas, inclusive na área da genética.

      O livro do Dr. Tay examina a afirmação insistentemente feita por grupos homossexuais e seus defensores de que os gays já nascem como tais e que isso não pode ser mudado. Seria tal afirmação veraz ou ela não passa de uma falácia ideológica? O autor, à luz da genética humana tenta oferecer uma resposta a este questionamento analisando vinte anos de pesquisas de alta qualidade e que foram publicadas em revistas internacionais bem conceituadas.

      Introdutoriamente, o livro faz uma revisão de importantes trabalhos científicos publicados. Aqui o Dr. Tay apresenta com breves comentários artigos sobre a homossexualidade que datam do ano de 1991 até o ano de 2009. Somos informados sobre dificuldades de compreensão desses trabalhos devido a uma linguagem técnica e cálculos matemáticos complexos. No entanto, a revisão oferecida no corpo do livro prima por uma linguagem acessível.

      Ao todo, são apresentados cinqüenta estudos com suas breves observações. Eis alguns títulos: Orientação sexual humana. As teorias biológicas são reavaliadas. Orientação sexual em gêmeos: um relatório sobre 61 pares e três grupos de trigêmeos. A homossexualidade é genética? Uma análise crítica e algumas sugestões. A descoberta do “gene gay” é questionada. Influências genéticas e ambientais na orientação sexual e seus correlativos em uma amostra de gêmeos australianos. Dados comparativos de assédio sexual na infância e na adolescência em pessoas heterossexuais e homossexuais. Mudando a orientação sexual: um relatório de pacientes. Alguns gays e lésbicas podem mudar sua orientação sexual? Duzentos participantes relatam uma mudança da orientação homossexual para a heterossexual. A importância de estudos de gêmeos.

      No capítulo inicial denominado uma avaliação de pesquisas publicadas ao longo das últimas duas décadas o autor propõe uma discussão sobre a tão propalada base biológica para a homossexualidade. Ele inicia a conversa citando o psiquiatra estadunidense Jeffrey Satinover que polemiza a questão ao afirmar que a procura por uma base biológica para a homossexualidade pertence àqueles que querem destruir todas as experiências clínicas que provam ser a homossexualidade sujeita à mudança. Posteriormente, o Dr. Tay expõe condensadamente reveladoras conclusões que fundamentam a fala supra. Já no fechamento desse capítulo o autor assume uma posição sobre ser a homossexualidade mais ambiental ou genética e se os gays podem mudar.

      O segundo capítulo traz a baila uma introdução à metodologia de pesquisa. A verdade relacionada a um aspecto do mundo visível deve ser o alvo final de todo pesquisador. O bom funcionamento de um sociedade perpassa pelo respeito a verdade. Caso a verdade não seja levada a sério em qualquer área da sociedade, resultados de degradação e decadência são inevitáveis. O autor demonstra isso argumentando sobre o impacto da negação da verdade em setores da sociedade como artes e entretenimento, business e finanças, cultura e religiões, distribuição e mídia, educação e escolas, famílias e lares e governo e lei.

      Continua...

      Excluir
    2. Dr. Tay explica que são evidências que estabelecem a verdade. Ele argumenta que em um tribunal as testemunhas são incitadas a falarem a verdade, outras são levadas a jurarem que suas informações são verdadeiras e outras podem até passar pelo detector de mentiras. No entanto, apenas por um conjunto de evidências suficientes é que um réu é declarado culpado. Em seguida, ele destaca e comenta três perguntas que devem ser feitas no processo de avaliação das evidências. São elas: A pergunta certa foi feita? A evidência é confiável? O que significam os resultados?

      O terceiro capítulo define genética humana e apresenta os seus conceitos básicos. Dr. Tay explica o que são cromossomos, DNA e quais são as maneiras pelas quais se dá a herança dos genes. Em relação a este último ele apresenta quatro maneiras de transmissão dos genes de geração a geração. São elas: gene único (herança de Mendel), anomalias cromossômicas, muitos genes (herança poligênica) e contribuições genéticas para outras doenças.

      O quarto capítulo discute como avaliar a contribuição dos fatores genéticos e ambientais para a homossexualidade. É apresentada uma medida para cálculo chamada de herdabilidade da tendência (h²). Os cálculos são complexos, porém a interpretação da herdabilidade é simples, afirma o autor. Neste capítulo, o objetivo é demonstrar como pode ser estimada a importância relativa dos genes e a importância do ambiente e, para isso, o Dr. Tay parte de duas abordagens chamadas de estudo de gêmeos e cálculo da herdabilidade da tendência. Alguns subtópicos da primeira abordagem são a importância dos estudos de gêmeos, interpretações das proporções de concordância e limitações dos estudos de gêmeos. Em relação a segunda abordagem, destacam-se os subtópicos modelos matemáticos e interpretação da herdabilidade da tendência.

      O quinto capítulo examina as evidências de fatores genéticos na homossexualidade. Os estudos de gêmeos apontaram resultados surpreendentes assim como os estudos das estruturas cerebrais. Um estudo polêmico sobre diferenças estruturais entre o hipotálamo de homens homossexuais e o de homens heterossexuais escrito pelo neurocientista de Harvard Dr. Simon Lavey é discutido neste capítulo e, a seu respeito, são apresentados alguns resultados de uma cuidadosa análise à qual ele foi submetido. Neste capítulo há uma significativa discussão sobre estudos de gêmeos, metodologia que na opinião do Dr. Tay oferece a melhor evidência para a aceitação de que orientação sexual possa ter uma base biológica. Nesse contexto discute-se também, a partir dos estudos Amostra Nacional dos EUA e Registro Australiano de Gêmeos, a estimativa dos componentes genéticos e ambientais. Para resultados de estimativas de herdabilidade, é dito que a segunda pesquisa é mais relevante devido ao fato do tamanho da amostra ser maior e da estimativa da herdabilidade ser mais precisa. Outras discussões são levantadas até o fim do capítulo.

      Continua...

      Excluir
    3. O sexto capítulo analisa fatores ambientais que poderiam levar à homossexualidade. São abordados fatores pré-natais como a razão entre as medidas do segundo e do quarto dedo e a homossexualidade masculina, mão predominante, dermatoglifia (estudo das impressões dos dedos e das palmas) e a ordem de nascimento fraternal e fatores pós-natais como relacionamento entre pai e filho e abuso sexual e físico. Além da discussão em torno desses fatores, discute-se também a denominada plasticidade da orientação sexual e os chamados fatores de manutenção. Toda argumentação que envolve esses fatores revela dados interessantes sobre o papel que o ambiente desempenha na orientação sexual. Esse capítulo é finalizado com a indicação de que homens homossexuais tem o tempo de vida vinte e quatro anos menor que os heterossexuais. Números relacionados a pesquisas feitas na Dinamarca e Noruega fundamentam esse dado.

      O sétimo capítulo discute a polêmica questão da terapia de reorientação. O Dr. Tay faz referência à Academia Americana de Pediatria e a Associação Psiquiátrica Norte-Americana como sendo organizações contrárias à terapia de reorientação. Esta posição fundamenta-se, segundo elas, na falta de evidências científicas publicadas. No entanto, de acordo com o autor, o propósito deste capítulo é analisar a possibilidade de reorientação sexual. Existem pelo menos três fontes em que se pode buscar respostas para a possibilidade de reorientação sexual. A primeira são histórias de pessoas que alegam ter experimentado a mudança. Outra são declarações consensuais de organizações de profissionais da psiquiatria e da psicologia. A terceira são pesquisas científicas, fonte que o autor escolheu examinar e analisar neste capítulo. Dentre alguns estudos citados, destaca-se o do respeitado psiquiatra estadunidense Dr. R. L. Spitzer. Seu trabalho chama-se Alguns gays e lésbicas podem mudar sua orientação sexual? Duzentos participantes que relataram uma mudança de sua orientação homossexual para a heterossexual. Para fechar o capítulo, o autor tece comentários sobre questões relacionadas a ética médica.

      Conclusivamente, o Dr. Tay apresenta e comenta, resumidamente, algumas “certezas” sobre a terapia de reorientação.

      Esta obra desmistifica muitas afirmações sobre este assunto bastante sensível. Ela, em conjunto com todos os estudos indicados, pode auxiliar como texto orientador na elaboração de políticas públicas relacionadas a homossexualidade afim de que as mesmas fundamentem-se na verdade.

      O livro apresenta alguns termos técnicos, cálculos matemáticos e estatísticos revestidos de alguma complexidade. No entanto, percebe-se uma preocupação do autor em oferecer explicações suficientes para situar o leitor frente a toda linguagem acadêmica que inevitavelmente acaba por aparecer no corpo do texto.

      Este livro é recomendado para o público em geral. Em particular, recomendo-o para pedagogos, psicólogos, advogados, teólogos, pastores, demais líderes religiosos e todos aqueles que se interessam pelo assunto.

      Por Zwinglio Alves Rodrigues
      Fonte: http://www.blogdokimos.com/resenha-nascido-gay/

      Excluir
    4. Postei por postar. Mas, sabemos que ainda que o próprio Jesus aparecesse e falasse prá vocês que não é como pensam, vocês não acreditariam. Que dirá a Ciência!!!

      Excluir
  8. O que posso concluir de tudo que você postou é que esses experimentos concorda o que tinha dito:não é opção.Não vi nenhum relato científico acima de que a homossexualidade é uma escolha pessoal(como o Sr Dr "cientista" Malafaia afirma ser).Se é influenciado por fatores ambientais ou genético ou mesmo uma combinação das duas ou abuso sexual ou violência física(situação que nunca tive)etc o que mais importa,é que, graças a ciência,a evidência das pesquisas mostra que não é opção(lembra da "terapia de reorientação"dito acima?Ao meu ver,se fosse opção,não necessitaria de tal "terapia").
    Agora uma afirmação foi feita: “Duzentos participantes que relataram uma mudança de sua orientação homossexual para a heterossexual".
    Se você viu o vídeo,deve ter observado que apenas a conduta sexual muda ,mas o desejo continua ali,mesmo que a pessoa negue!
    Mas,vamos ao que você postou:
    1. A teoria científica procede de um site cristão(Igreja Batista Vida).O que é pouco provável ser autêntico.
    2.Se essa experiência for feita por cientistas que tudo pode se basear na crença divina...infelizmente não posso concordar.O texto não diz nada sobre isso,mas não sabemos de que igreja esse homem pertencia.Se não concorda ,só fiz uma possível situação,eu também pouco concordo e você?concorda? Se não ,tudo bem, vamos a mais adiante.
    3.Esse estudo é um pouco antigo, novas experiências científicas apontam outros dados.Ciência não se faz somente baseado em uma série de experimentos ao longo dos anos reunidos num livro e depois ser considerado teoria indiscutível e impossibilitado de ser substituído por novas teorias descobertas .A ciência sempre se renova,substituindo , afirmando ou aprimorando a teoria anterior.É como o vídeo alega...” a ciência mais nova tem a dizer..” e “...desde o século 19( esse é um dos possíveis casos) são muitas teorias sobre homossexualidade são apresentadas de forma não comprovada e contraditórias...”
    4.Um bom exemplo disso é a história de experimentos de cientistas sobre a origem da vida(Biogênese versos abiogênese) em que várias teorias foram substituídas por outras novas mais aprimoradas sendo que a teoria da biogênese foi aceita por todos os cientistas.Primeiro , em 1668, feito pelo cientista Redi,depois, por falta de fundamentos,foram substituídas pelos experimentos de Needham e Spallanzni e finalmente pelos experimentos de Pasteur,sendo que a hipótese mais aprofundada e aprimorada sobre a origem da vida foi feita por Operin e Haldane e por último,mais recente(1953),os experimento de Miller.Pelo que você viu,desde 1668 velhas teorias foram sendo substituídas por novas até a mais recente (1953).(segundo o livro de Sônia Lopes e Sérgio Rosso 1ª edição 2005)
    5.Se uma hipótese for confirmada por grande número de experimentações,então ele pode se tornar teoria,embora nunca seja considerada verdade absoluta.Um aspecto importante da ciência é que os conhecimentos científicos mudam sempre,e com base no método científico novas teorias são formuladas,muitas vezes substituindo outras anteriormente aceitas.Uma teoria pode ser mudada frente a novas descobertas.Até hoje nenhuma teoria nova veio para substituir a Teoria da Gravitação Universal.Lembre-se ,não somos como museu pra viver só de passado.

    ResponderExcluir
  9. Enfim,como diz uma campanha a favor da Diversidade Sexual onde moro :“o amor fala línguas”, Cristo nunca condenou o amor em vários de seus aspectos,não se deve existir regras para o amor;somos uma única raça: a humana.Fica evidente que há possibilidades de ele concordar com nossos sentimentos,pois Cristo em seu passeio aqui na terra não deixou nenhum registro de condenação homossexual como Paulo fez.Se cristo tivesse que escrever algo contra nós,ele mesmo tinha escrito,não necessitaria de um escrivão ou secretário.Lembre-se de que Paulo foi perseguidor da igreja primitiva e de sua boca sai as palavras de que tudo que ele escreveu foi obra inspirada pelo Divino,em especial,Cristo. Em Mateus 19. 11 e 12 diz:... há eunucos de nascença...
    pode ser que essa referência seja atribuída aos gays.(não estou afirmando,por favor!).
    O que há de errado em amar uma pessoa de mesmo sexo?Se Cristo realmente condena a afetividade homossexual ele não está sendo sincero em pregar o amor e a tolerância na terra.

    ResponderExcluir
  10. "Jesus nunca condenou o Homossexualismo..." você afirma. Ele também não nunca condenou a Pedofilía, Necrofilía ou Zoofilía. Isso quer dizer que ele aprove? Sim, Jesus deixou claro sua intenção para relação sexual saudável em Mateus 19:3 ao 6: Jesus disse que Deus criou macho e fêmea, e que seriam um só, casados, sob o mesmo jugo. Jesus não falou de 2 homens ou mulheres, mas falou de acordo com o princípio estabelecido pelo Criador, macho e fêmea, ou homem e mulher, para se formar a família. Os primeiros cristãos seguiam os ensinos de Jesus, e veja o que diz em 1 Coríntios 6:9 ao 11.

    Alguns homossexuais intelectualmente desonestos - E porque não surpreende -, usam o exemplo dos Eunucos para dizer que Jesus defendia a Homossexualidade. Os tais que serviam a Deus, não eram homossexuias.

    Eunuco
    A palavra hebraica sa‧rís e a grega eu‧noú‧khos, quando usadas em sentido literal, aplicam-se a um varão castrado. Esses eram designados nas cortes reais como ajudantes, ou guardiães, da rainha, do harém e das mulheres. (Est 2:3, 12-15; 4:4-6, 9) Por causa da sua associação com os da casa do rei, os eunucos dotados de certas habilidades freqüentemente atingiam altos postos. Em sentido lato, o termo também denotava qualquer oficial designado a deveres na corte do rei, sem indicar que esses homens eram eunucos em sentido literal.

    Sob o pacto da Lei, não se permitia ao eunuco tornar-se parte da congregação do povo de Deus. (De 23:1) Por conseguinte, não há nenhuma indicação de que algum israelita ou residente forasteiro entre o povo tenham sido feitos eunucos para o serviço no palácio dos reis israelitas. Sob a Lei, os escravos deviam ser circuncidados, não castrados. Todavia, era costume de nações pagãs orientais fazer eunucos de alguns dos meninos capturados na guerra.

    O oficial da corte encarregado do tesouro da rainha da Etiópia, e a quem Filipe pregou, é chamado de eunuco. Ele era prosélito da religião judaica, que viera a Jerusalém para adorar a Deus. Mas, visto que, sob a Lei, nenhum castrado era aceito na congregação de Israel, o termo eu‧noú‧khos não se aplicaria aqui literalmente, mas no sentido de “oficial da corte”. (At 8:26-39; De 23:1) Ebede-Meleque, o etíope que resgatou o profeta Jeremias do encarceramento numa cisterna, era eunuco na corte do Rei Zedequias. Pareceria que também aqui o termo tinha o freqüente sentido de oficial. Ebede-Meleque parece ter sido homem de autoridade. Ele apelou diretamente ao Rei Zedequias a favor de Jeremias e recebeu o comando de 30 homens para a operação de resgate. — Je 38:7-13.

    Jeová predisse consoladoramente o tempo em que os eunucos seriam aceitos por ele como seus servos, e, se obedientes, teriam um nome melhor do que filhos e filhas. Com a abolição da Lei por Jesus Cristo, todos os que exercessem fé, sem consideração da sua posição ou condição anterior, poderiam tornar-se filhos espirituais de Deus. Eliminaram-se as distinções carnais. — Is 56:4, 5; Jo 1:12; 1Co 7:24; 2Co 5:16.
    Jesus Cristo falou sobre três classes de eunucos, em Mateus 19:12, dizendo: “Pois há eunucos que nasceram tais da madre de sua mãe, e há eunucos que foram feitos eunucos pelos homens, e há eunucos que se fizeram eunucos por causa do reino dos céus. Dê lugar a isso aquele que pode dar lugar a isso.” Aqueles de quem se diz que “se fizeram eunucos” por causa do reino são os que exercem autodomínio, a fim de concentrar-se no serviço de Deus. O apóstolo recomenda isso como o proceder “melhor” para os cristãos que não ficam ‘inflamados de paixão’. Ele disse que estes podiam servir o Senhor com mais constância, “sem distração”. (1Co 7:9, 29-38) Esses “eunucos” não são pessoas que se castraram fisicamente ou que foram emasculados; antes, permanecem voluntariamente no estado de solteiro. A Bíblia não recomenda o voto de celibato, e ‘proibir o casar-se’ é condenado como um dos sinais de apostasia. De fato, alguns dos apóstolos eram homens casados. — 1Ti 4:1-3; 1Co 9:5; Mt 8:14; Mr 1:30; Lu 4:38; veja OFICIAL DA CORTE.

    ResponderExcluir
  11. Arianny de medeiros9 de janeiro de 2013 16:05

    Nunca vi consenso entre evangélicos, por exemplo ,se você segue Júlio Severo veja a as declarações deste indivíduo neste site:
    http://www.pulpitocristao.com/2010/01/julio-severo-e-suas-ridiculas-declaracoes-sobre-o-terremoto-no-haiti/
    Se você é seguidor de silas Malafaia ,veja a carta feita por um evangélico ao a ele.
    http://www.genizahvirtual.com/2013/01/carta-aberta-ao-silas-malafaia.html

    ResponderExcluir

Este Blog é voltado para defesa da Família Mundial Cristã. Denunciamos os ataques dos Ativistas Homossexuais a nível Internacional, deixando claro que amamos a pessoa que está Homossexualizada e pode receber libertação, desde que o queira. Somos contra a PL 122 e o Kit-Gay, que quer retirar nossas crianças do nosso poder para o Estado Socialista-Marxista-Comunista doutrinando-as e fazendo nelas uma lavagem cerebral homossexual.

Assista estes vídeos que entenderá nossa proposta:

http://www.youtube.com/watch?v=suxtZAXtqng

http://www.youtube.com/watch?v=dIKS2jC-Tvo

Serão deletados todos comentários Racistas, Difamatórios, Anti-Cristãos enfim, que não se coadunem com a linha editorial saudável seguida por este Blog. Deus abençoe aos que contribuirem para um debate construtivo e democrático. Use sua criatividade e inteligência e deixe um comentário marcante, honesto e justo, que revele SOMENTE A VERDADE.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...