sábado, 25 de agosto de 2012

Ações heterofóbicas dos Gays irrompem Brasil afora com violência e sangue.

sábado, 25 de agosto de 2012

Título original: 

"Ações heterofóbicas irrompem Brasil afora"

A ideologia gay tem funcionado como catalisador de ações destinadas a coagir os heterossexuais, castrando-os em sua liberdade de auto-determinação e despojando-os de seus espaços e direitos.

Estas ações se exteriorizam em grau diversificado, desde um modo mais civilizado até o mais bárbaro; de um modo sorrateiro até o mais ostensivo.

Encorajados pela ideologia gay, que quer passar como um trator sobre a população normal, desrespeitando todos os seus direitos civis, estes fenômenos assim-chamados "heteróbicos" têm irrompido Brasil afora.

Vamos destacar os mais recentes acontecimentos desta natureza.

Em Itabira, Minas Gerais, somos contados que "um soldador de 42 anos foi vítima de espancamento na madrugada de Domingo passado, 19 de Agosto, depois de rejeitar uma proposta para um programa homossexual. Ele contou à Polícia Militar que estava alcoolizado quando encontrou o homem que lhe ofereceu R$150 para que mantivesse relações sexuais com ele. O soldador até chegou a aceitar, mas depois desistiu. Indignado, o homossexual que fez a proposta deu socos e chutes na vítima."

É de se notar que a simples rejeição de um convite homossexual, ensejou da parte do gay socos e pontapés direcionados contra um titubeante heterossexual.  Assim, ou o heterossexual aceita as investidas homossexuais, ou simplesmente apanha, como se deu neste caso.

É o intolerante discurso da "igualdade" dos homossexuais, que deve ser aceito na marra, e que na prática funciona como uma faísca para despertar os atos mais hostis contra heterossexuais.  À guisa de exemplo, foi buscando uma utópica "igualdade" que os comunistas impuseram um morticínio sem precedentes.  Os homossexuais estão sendo munidos de uma mesma mentalidade mórbida.

É o caso de uma outra manifestação de intolerância ainda mais grave, que se deu nos EUA.  Esta reportagem de um site protestante nos conta que, em Washington,  um homem ligado ao movimento homossexual abriu fogo, com uma pistola 9 mm, contra a Family Resarch Council, entidade conhecida pela sua defesa à família e por apresentar publicações socialmente desfavoráveis aos homossexuais.

A reportagem nos conta mais sobre o cidadão em questão:

"Detido por um segurança que estava no local e que foi atingido pelos disparos, o homem foi identificado pela policia como Floyd Lee Corkins II, de 28 anos, voluntário de um centro comunitário para gays em Herndon, no Estado da Virginia.

O FBI revelou ainda que Corkins está detido sob acusação de agressão com arma mortal, e que o acusado não possui problemas mentais
."

Podemos observar que os gays cada vez mais mostram seu veneno, intolerantes a toda liberdade de expressão, e não se contentam em querer amordaçar a população com medidas legais ou ações na justiça.  Os militantes homossexuais querem, se preciso, silenciar à bala os seus opositores.

De volta ao Brasil, tomamos conhecimento que o jornalista Carlos Nascimento foi atacado por uma gangue de travestis em São Paulo.  Segundo nos conta o Estado de São Paulo, o jornalista do SBT foi assaltado por um grupo de travestis que invadiu o seu carro, ao parar o carro no trânsito.  Os travestis, então, aproveitaram-se do descuido do jornalista, que deixou as portas destravadas, permitindo sua entrada.

A notícia narra que,

"Ele [Carlos Nascimento] contou à rádio que um travesti ofereceu um programa e ficou furioso ao receber um 'não' como resposta, se jogando em cima do volante.

'Ele tinha uma espécie de punhal, uma faca ou um estilete, ele tirou um objeto e veio para cima de mim. Dei um soco nele e ele recuou. De repente, abriram outras portas do carro e subiram outros dois, também armados e levaram minha bolsa', disse.'

Mesmo após a invasão e a tentativa de assalto, Nascimento disse ter resgatado sua bolsa. 'Fiquei surpreso e indignado. Aquele é um lugar público pelo qual percebi que não posso mais passar'
."

Novamente, a simples rejeição ao assédio homossexual traduz-se em reação hostil e violenta da parte dos cada vez mais ferozes homossexuais.

Sabemos que travestis são homossexuais com distúrbios ainda mais graves, pois nutrem ódio não somente contra os heterossexuais, mas igualmente contra si, já que rebelam-se contra a inexorabilidade de seu sexo.  Querem ser o que nunca serão.  As ações dos travestis não se limitam a práticas mútuas de violência com seus clientes.  Eles têm o costume de organizar-se em bandos para roubar quaisquer pessoas que passam nas imediações de seu trottoir, mesmo não-clientes, o que era o caso de Carlos Nascimento, que, por boa precaução, já evitará transitar naquelas imediações.

Os ativistas gays, sempre adotando um discurso mentiroso, poderiam chamar Carlos Nascimento do que se convencionou chamar de homofóbico ou transfóbico, por assumir de antemão que guardará preconceitos à região dominada por travestis, e que evitará ali circular novamente.  Isso, porém, não é transfobia ou qualquer neologismo do gênero, mas prudência.  Preconceitos (pré-julgamentos) nem sempre assumem feições concretas de intolerância, mas, inversamente, de prudência.  Carlos Nascimento está pré-julgando a região como perigosa para situações futuras.  O passado nos ensina sobre o futuro.  Trata-se de um pré-julgamento porque, da mesma forma que há chances de situações de tal natureza se repetirem, há chances também de não se repetirem.  A ausência de preconceito implica em conspirar contra a própria vida, algo que o homossexual, sobretudo o de rua, faz abundantemente.

E por falar em abundância, uma reportagem do esquerdista Folha de São Paulo nos informa que:

"Um grupo de mulheres organizou um protesto contra o concurso Miss Bumbum nesta quinta-feira em Salvador, na Bahia.

Munidas apenas de biquínis pequenos e sandálias de salto, as mulheres carregavam uma faixa com os dizeres: "Organizadores do Miss Bumbum: Na Bahia tem mulher bonita, não precisa de transexual".

No concurso, o Estado da Bahia será representado pela transexual Amanda Sampaio.
"


Na parte de comentários, há quem afirme que o concurso foi todo preparado para a vitória do transexual, já que o júri do concurso era composto de vários integrantes do movimento gay.  Ali protesta uma leitora indignada com a matéria deste jornal niilista, por debochar das mulheres, afirmando que os gays da redação do jornal ainda aproveitavam para falar em concorrência desleal com o transexual e que as mulheres teriam celulite porque não se cuidavam.

O fato é que a mera presença da transexual num concurso antes exclusivo de mulheres é um ato de marcada heterofobia.  Aquelas mulheres não somente podem protestar, como devem buscar seus direitos na Justiça, se preciso for, pela presença de um vício oculto na competição.

Insatisfeitos em coagir heterossexuais de suas posições morais, religiosas e filosóficas, os homossexuais querem também tomar os seus espaços.  É munido de tal motivação que eles agoram buscam formar "famílias" e "adotar" crianças, pois em assim agindo pulverizam um espaço que antes que era exclusivamente heterossexual.  Estes atos são rigorosamente heterofóbicos, embora muitos não percebam.  Homossexuais, sabemos, são pessoas profundamente individualistas, problemáticas e sem preocupações altruístas, razão pela qual estão sempre imersos na promiscuidade, alavancando os números de contaminação de doenças sexuais.  Antes ambientados entre a marginalidade, os homossexuais hoje querem um espaço que nunca lhes pertenceu, até porque em nenhum momento visavam isso.  Foi a torpe ideologia gay que os estimulou a coagir, hostilizar e agredir os heterossexuais e usurpar os seus espaços.  Depois de abduzir a família, é previsível que queiram dominar todos os demais espaços heterossexuais, o que é o caso destes concursos de miss.

Homossexuais querem o privilégio de livre trânsito entre os espaços homossexuais e heterossexuais e o salvo-conduto para coagir, hostilizar e agredir, o que naturalmente preocupa os heterossexuais, que vão sendo despojados de sua privacidade e de seus direitos mais elementares. Aparentemente, a preocupação das candidatas é digna de risos, mas não.  A preocupação é séria, pois é mais um sintoma de que os heterossexuais estão sendo rebaixados e os homossexuais privilegiados na sociedade ocidental.

Fonte: Roberto Cavalcanti
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