quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Homoativismo ideológico ignora as consequências médicas do comportamento gay.

Quinta-feira, 27 de Setembro de 2012

Dr. Rick Fitzgibbons: as consequências médicas do homossexualismo estão a ser ignoradas por motivos ideológicos

Em 2003 a Zenit News publicou uma entrevista alongada com o Dr. Rick Fitzgibbons onde foram discutidas as  consequências médicas sérias do comportamento homossexual que estão a ser ignoradas - senão suprimidas - durante o actual debate em torno do homossexualismo. O Dr. Fitzgibbons não só é o principal contribuinte da declaração "Homosexuality and Hope" levada a cabo pela "Catholic Medical Association", como é também alguém que já falou inúmeras vezes deste assunto.

Fitzgibbons indicou que as recentes alterações históricas em torno da visão institucional do homossexualismo não ajudaram aqueles que se encontram a agir de acordo com esta disposição. Ele afirma que "O homossexualismo foi diagnosticado e tratado como doença do foro psiquiátrico - comportamento anormal - até 1973, quando foi retirado da "Diagnostic and Statistical Manual" meramente como resultado de pressão política."

Ele continua afirmando que "As prácticas sexuais nas quais os homossexuais se envolvem acarretam consigo riscos de saúde sérios e doenças. Especificamente, a sodomia como um comportamento sexual está associada a significativos problemas que podem colocar a vida em risco." Durante a entrevista, e de modo mais detalhado, Fitzgibbons  fornece as evidências que confirmam as suas alegações e os resultados das pesquisas que ele e outros levaram a cabo em torno deste assunto.

Em torno das consequências mentais, Fitzgibbons declara que existe "uma forte ligação entre o sexo homossexual e o suicídio, bem como uma conexão entre o homossexualismo e problemas emocionais e mentais."
Os jovens que exibem este tipo de desordens eram quatro vezes mais susceptíveis que os seus pares de sofrer depressão séria, três vezes mais susceptível de sofrer desordem de ansiedade generalizada, quase quatro vezes mais susceptíveis de exibir desordens comportamentais, cinco vezes mais susceptíveis de ter uma dependência com a nicotina, seis vezes mais susceptíveis de sofrer de desordens múltiplas, e de serem mais de seis vezes mais susceptíveis de ter tentado o suicídio.
Os activistas homossexualistas afirmam que a causa primária por trás dos problemas mentais experimentados pelas pessoas que tomam parte em actos homossexuais é a falta de aceitação social, mas Fitzgibbons disponibiliza evidências que refutam esta alegação. Ele reporta que um extensivo estudo levado a cabo na Holanda, onde o homossexualismo foi aceite há já algum tempo - sendo até protegido pela lei - indica que  a "doença psiquiátrica não pode ser atribuída à rejeição social ou à homofobia".
A elevada taxa de desordens psiquiátricas associadas ao comportamento homossexual na Holanda contradiz a alegação dos activistas homossexuais em torno da causa destes transtornos presentes junto dos homossexualistas.

Fitzgibbons expressa preocupação de que as pessoas envolvidas no homossexualismo tenham sido abandonadas num estilo de vida de elevado risco pela maior parte dos grupos médicos  que "adoptaram a agenda homosexual e estão a promover este estilo de vida, apesar de todos os estudos científicos e evidências médicas demonstrarem a existência de riscos médicos e psicológicos."

Fitzgibbons diz ainda que "a agenda homossexual politicamente correcta está a sobrepor-se à ciência."
 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

O atual Governo Pró-Sodomita de Israel só precisa dos Cristãos em tempo de Guerra. Homojudiciário 'judeu' dá vitória a Lésbicas sobre Judeus Messiânicos.

25 de setembro de 2012

Juíza de Israel determina vitória de dupla lésbica contra judeus messiânicos


Juíza de Israel determina vitória de dupla lésbica contra judeus messiânicos

 
Julio Severo
Quem disse que no Oriente Médio gays e lésbicas só são perseguidos, torturados e mortos? Não em Israel, o único país da região que não tem maioria islâmica e o único que segue os padrões ocidentais de política e leis esquerdistas.
No que depender do Estado de direito socialista de Israel, os seguidores de Jesus Cristo estão abaixo dos seguidores do sexo homossexual.
De acordo com o site The Times of Israel, Yael Biran e Tal Yakobovitch, uma dupla lésbica que vive em Londres ganhou na “Terra Prometida” uma indenização de 60.000 shekels (pouco mais de R$ 31 mil) por ter tido sua festa de casamento cancelada por um salão devido à “orientação sexual” — um termo tão ideológico e vago que tem abrangido até pedófilos.
Dupla lésbica se beneficia do sistema legal socialista de Israel para oprimir judeus messiânicos
A decisão foi dada pela juíza Dorit Feinstein, da Corte de Magistrados de Jerusalém, que determinou que o salão de casamento em Yad Hashmona, localidade próxima à “Cidade Sagrada”, não podia se recusar a realizar a festa para as lésbicas. Os proprietários, que são judeus messiânicos, também foram condenados a pagar todas as despesas do processo. Judeus messiânicos são judeus que se convertem ao Cristianismo, mas mantêm práticas judaicas. Eles reconhecem Jesus como Filho de Deus e o prometido Messias esperado pelos judeus.
“A lei é realmente progressista”, disse uma das lésbicas, Yael Biran. “Ela diz que nenhum negócio ou provedor de serviços em um local que é aberto ao público pode discriminar com base em sexo, religião, cor, raça ou orientação sexual — mas é a primeira vez que a lei foi posta em prática para gays e lésbicas”.
Yael, 38 anos, e Tal, 34, que nasceram em Israel, se conheceram em 2005, quando Tal, hoje diretora de teatro, viajou a Londres a negócios. Yael vivia no Reino Unido desde 1994, primeiro como estudante e depois como animadora.
A dupla se casou na Inglaterra em 2008 numa cerimônia civil e desejaram que a festa, para seus parentes e amigos, fosse em Israel. A dupla procurou o salão para reservar data. Quando os proprietários perceberam que a festa de casamento era para uma dupla lésbica, informaram que o salão não realizava eventos para homossexuais e cancelaram a reserva.
Em sua defesa, os proprietários, argumentaram que o fechamento do salão a duplas gays e lésbicas era uma questão religiosa.
“As relações homossexuais e lésbicas são contra a vontade de Deus [...]. Tanto o Antigo Testamento quanto o Novo Testamento tratam esse fenômeno como abominação [...]. Esta é a nossa crença estrita e com a qual estamos comprometidos”, escreveram os proprietários em sua defesa, argumentando que se tratava de questão de fé, e não financeira.
A juíza Feinstein aceitou o argumento de que havia um choque entre liberdade de culto e direito à igualdade. No entanto, determinou que o salão de casamento não era um local religioso, mas um negócio público, de maneira que não podia discriminar, de acordo com a lei de orientação sexual aprovada no ano 2000 em Israel. A juíza também considerou que certas expressões bíblicas dirigidas à dupla lésbica se constituíram em assédio sexual.
Grupos gays do mundo inteiro estão aplaudindo o “avanço” progressista de Israel. Mas mesmo com toda a sua adulação ao esquerdismo ocidental, Israel pouco consegue agradar às exigentes lideranças ocidentais, que parecem enxergar eternamente Israel como lembrete de Deus e Sua Palavra.
É verdade, como está dizendo a mídia internacional, que o caso das lésbicas que derrotou os judeus messiânicos diferencia enormemente Israel dos países islâmicos vizinhos.
 
Contudo, ao colocar o “direito” à perversão homossexual acima do direito religioso Israel se junta aos países islâmicos na perseguição aos seguidores de Cristo.
É fácil perseguir, multar e prender os seguidores de Cristo. Quando eles ou seu Mestre são insultados, eles não saem às ruas matando ocidentais, destruindo suas embaixadas e ameaçando de morte os insultantes.
Se a dupla lésbica tivesse escolhido como alvo de seu ataque ideológico proprietários muçulmanos, nenhuma juíza daria ganho de causa para elas.
Adaptado do site homossexual A Capa com informação do site Rua Judaica.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Advogado LGBT é assassinado por Transsexual que o empurrou para debaixo de trem.


Domingo, 25 de Dezembro de 2011

Transsexual é condenado por empurrar para frente de trem advogado que se vestia como mulher
Transsexual que empurrou um advogado que costumava se vestir de mulher em uma estação do metro na região central de Londres em 2010 foi condenado a cumprir pelo menos sete anos de prisão por homicídio culposo.

(Não se percebe bem como é que ele é condenado à "prisão perpétua" mas tem que "cumprir pelo menos sete anos de prisão". Isto demonstra que mais cedo ou mais tarde, este perturbado mental vai voltar às estradas.)

David Burgess, também chamado por amigos e família de Sonia Burgess, de 63 anos, foi empurrado para a frente de um trem que se aproximava na estação de King's Cross em Outubro de 2010.

Senthooran Kanagasingham, também conhecido como Nina, foi condenado à prisão perpétua pela Justiça na última quinta-feira e deve cumprir pelo menos sete anos da pena.

Kanagasingham era amigo de Burgess, um famoso advogado defensor dos direitos humanos e dos direitos dos imigrantes.

Antes de sua morte, Burgess já havia sinalizado que temia pelo estado mental do amigo, e inclusive havia indicado um médico para que ele se consultasse.

Burgess disse a amigos próximos que Kanagasingham estava ficando psicótico e "implodindo" e acrescentou que temia pelos efeitos dos hormónios receitados para Kanagasingham.

O transsexual, de 35 anos, encontrava-se a meio de um tratamento para mudança de sexo na época em que assassinou Burgess, empurrando-o para debaixo do metro.

A defesa alegou que Kanagasingham sofria de esquizofrenia paranóica.

'Calmo'

Testemunhas do momento em que Kanagasingham empurrou Burgess afirmaram que ele parecia "calmo" e, quando outros passageiros o cercaram, ele disse: "Sou culpado, sou culpado, me rendo".

Um bilhete foi encontrado na mochila usada por Kanagasingham onde o transexual afirmava estar "deprimido e sofrendo de transtorno de identidade de género".

O promotor do caso, Brian Altman, afirmou que Burgess, que tinha três filhos, tinha uma "reputação brilhante e invejável".

Os filhos da vítima compareceram ao julgamento, vindos do Canadá e da Coreia do Sul, onde vivem actualmente.

Dechem, uma das filhas, declarou que Burgess queria "romper as fronteiras e permitir que indivíduos fossem o que quisessem desde que não ferissem ninguém".
"Em relação a Senthooran Kanagasingham, esperamos que ele receba a ajuda que precisa, isto é o que Sonia gostaria que acontecesse e, na verdade, ela estava tentando ajudá-lo", afirmou uma declaração divulgada pela família de Burgess.

Fonte: O Homossexualismo


David/Sonia Burgess: assassinado por um transsexual perturbado

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dep. Federal Marcos Feliciano denuncia as ameaças do Ativismo Gay contra os Cristãos no Congresso dos Gideões. Muitos que falaram dele e hoje não fazem absolutamente nada, tem que baixar a cabeça. Parabéns Marcos.

Marco FelicianoO deputado e pastor Marco Feliciano (PSC/SP) denunciou o ativismo gay dentro da política e na sociedade brasileira, em um vídeo que foi postado no Youtube nesta segunda-feira (17).

O vídeo foi de uma pregação feita no Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora e divulgado pelo próprio deputado em sua conta de Twitter.

“Satanás tem levantado homens e mulheres e a igreja não tem se atinado a isso, enquanto a igreja se preocupa com seus redutos, enquanto o rei se preocupa com seus pequenos reinos, enquanto crentes não saem para evangelizar.... satanás levantou o seu ativismo neste país. Ação de satanás contra a família brasileira”, disse ele.

Marco Feliciano afirma que existe um ativismo gay promovido por satanás que está “infiltrado” no governo brasileiro.

“Me apavora chegar em Brasília toda a terça-feira, me apavora entrar dentro da câmara dos deputados deste país e saber como o diabo está infiltrado no governo brasileiro. E não só no governo brasileiro mas no governo do mundo.”

Enquanto isso, ele afirma que a igreja não está desperta e avisa que “se não houver hoje uma mudança hoje na consciência da igreja, se não houver uma consciência hoje na consciência dos crentes e cristãos, nós vamos afundar neste barco”.

Marco Feliciano explica que ele precisou recentemente do apoio de 1/3 da casa para a sua proposta de um plebiscito para que o povo brasileiro vote se ele quer ou não o casamento homossexual.

Entretanto, ele diz que tentou contar com a assinatura dos deputados cristãos presentes para o levantamento do plebiscito mas teve ajuda negada, com alguns justificando que isso seria “nadar contra a correnteza”.

Marco fala contra o ativismo homossexual mas deixa claro que não é contra os homossexuais, mas sim contra os ativistas. “Os homossexuais precisam do nosso apoio, de nossas orações”.

“O problema é o ativismo gay, o problema são pessoas que têm na sua cabeça o engendramento de satanás.”

O deputado ainda compara a sua tática com as de Stanley e Hitler. “São homens e mulheres que usam dos mesmos mecanismos que Stanley usou no seu comunismo nazista, usam a mesma linguagem de Hitler”. Ele explica que Hitler foi aquele que criou a frase “uma mentira contada várias vezes com muita ênfase se torna verdade”.

Marco denuncia que tais ativistas clamam pelo direito de liberdade de expressão, mas querem ser exclusivos do direito. “Fale qualquer coisa deles para você ver. Dê um arranhão no braço deles, no dia seguinte está estampada a sua cara na televisão. Nos chamam de homofóbicos, nos chamam de ditadores, de fundamentalistas, e de que nós encitamos ao ódio.”

Segundo o deputado, durante 20 anos o ativismo gay conseguiu “travar a boca” da igreja não só evangélica como a católica. A igreja católica, diz ele, também tem que ser chamada para a responsabilidade, bem como os professores, denunciando que tiraram o ensino religioso das escolas.

Para encerrar sua abordagem sobre o ativismo gay, ele lembra que a Aids, é uma doença da qual muitos evitam falar e que muito não tem se falado nem pelo governo, mesmo com 30% de pessoas a mais que no ano passado tendo sido acometidas pela doença.

“Por quê ninguém fala, por quê o governo tampouco toca no assunto?” pergunta ele.

E responde: “É porque a Aids é uma doença gay. A Aids é uma doença que veio desse povo. Mas se você falar vai colocar eles numa situação constrangedora que eles não vão conseguir verba”.

Marco proclama que a igreja “precisa se levantar, a igreja precisa acompanhar a política.” E deixa o recado. “Você que passa o dia todo na internet, você que passa o dia todo ‘desgraçando’ os seus irmãos na internet: Faça algo pelo reino, infeliz! Faça algo pelo Reino!”

“Até quando os nossos cantores gospel (...), até quando nós pregadores que temos aí graça do povo no Twitter, vamos passar o dia todo pintando ‘futilidades’?

“Os crentes se calam. Buscam santidade nas suas igrejas mas não têm coragem de fazer um simpósio para ensinar seus filhos sobre esta artimanha.”

Marco urge que todos os crentes se despertem e não se calem. “Se a igreja se calar, não vai ter igreja amanhã. (...) É preciso despertar”.



Fonte: The Cristian Post

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Filme Anti-Islã retrata Maomé como Homossexual, aumentando ainda mais a fúria Muçulmana.


Hezbollah alerta EUA para consequências de filme sobre Maomé

 

17 de setembro de 2012 | 17h 47

LAILA BASSAM E ERIKA SOLOMON - Reuters

O líder do Hezbollah, xeique Hassan Nasrallah, fez na segunda-feira uma rara aparição pública para dizer que os Estados Unidos vão enfrentar mais ódio e mais ataques no mundo islâmico se não proibirem a circulação de um filme ofensivo ao profeta Maomé.

"Eles (produtores do filme) caluniaram a pureza do seu nascimento, caluniaram sua fé e sua moral, caluniaram o Alcorão", disse Nasrallah a dezenas de milhares de simpatizantes durante um protesto contra o filme na zona sul de Beirute, área predominantemente xiita.

"A distribuição de todo esse filme deve ser proibida pelos norte-americanos", afirmou ele, sob ovação.

O filme, com aspecto semiamador, foi gravado na Califórnia e está tendo trechos difundidos nas últimas semanas pela internet sob vários nomes, inclusive "A Inocência dos Muçulmanos". Ele retrata Maomé como mulherengo, homossexual (Grifo nosso) e abusador de crianças. Muitos muçulmanos consideram que qualquer representação do profeta é uma blasfêmia.

Desde terça-feira da semana passada, sedes diplomáticas dos EUA têm sido alvo de protestos em países islâmicos. No mais grave desses incidentes, o embaixador dos EUA na Líbia e três outros funcionários diplomáticos foram mortos na invasão do consulado norte-americano em Benghazi.

No comício do Hezbollah, havia faixas pedindo aos EUA que "não insultem nosso profeta".

"Chega de humilhação", gritava a multidão. A própria presença de Nasrallah deu mais dramaticidade ao protesto, já que, temendo ser assassinado, ele raramente aparece em público desde 2006, quando o Hezbollah travou uma guerra contra Israel.

"O mundo deve saber que a nossa raiva não será uma explosão passageira, e sim o começo de um movimento sério que irá continuar no nível da defesa do profeta de Deus pela nação muçulmana", declarou Nasrallah.

O objetivo maior, acrescentou, seria convencer a comunidade internacional a criminalizar insultos contra qualquer religião e seus profetas.

Ele alertou para o risco de distúrbios ainda piores caso o filme inteiro seja lançado - por enquanto, apenas um suposto trailer foi visto.

"(Os Estados Unidos da) América, que usa o pretexto da liberdade de expressão (...), precisa entender que lançar o filme todo terá gravíssimas consequências mundo afora", afirmou.

Os partidários do Hezbollah não se aproximaram da embaixada dos EUA em Beirute, e a passeata terminou de forma pacífica.

Alguns participantes se sentiam desafiados pela recusa dos EUA em censurar os vídeos. "É realmente possível que a América possa travar guerras no país inteiro e não consiga retirar um filme? A América certamente quer confusão", disse Ahmed Afif, 30 anos, enquanto seu filho pequeno, sobre seus ombros, agitava uma bandeira do Hezbollah. O governo dos EUA qualificou o filme de "repreensível", mas disse que não pode restringir o direito constitucional à liberdade de expressão.

Fonte: Estadão

Casal Homossexual é responsável por incêndio criminoso.


17/09/2012 14h23 - Atualizado em 17/09/2012 18h47
Foto Ilustrativa

'Polícia prende suspeito de iniciar incêndio na favela do Moinho, em SP'


Segundo a SSP, ele colocou fogo em barraco após briga com companheiro.
Corpo encontrado pelos bombeiros é de namorado de detido, diz polícia.

Giovana Sanchez Do G1 SP


Policiais civis prenderam um homem suspeito de ter iniciado o incêndio na favela do Moinho, no Centro de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (17). Cerca de 80 barracos foram atingidos pelas chamas, afetando 300 pessoas e deixando o companheiro do preso morto. No início da tarde, o fogo já havia sido controlado.


Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o incêndio começou após um morador da comunidade, que era usuário de drogas, discutir com seu companheiro e atear fogo no barraco onde moravam. O suspeito de iniciar o incêndio procurou ajuda em uma unidade do Samu e foi levado ao Pronto Socorro da Barra Funda.

No começo da tarde, policiais do 77º Distrito Policial, em Santa Cecília, encontraram o travesti Fidelis Nelo de Jesus, conhecido como Eliete, de 37 anos, no hospital na Barra Funda e o prenderam em flagrante. De acordo com a polícia, ele nega o crime e afirma que quem colocou fogo no barraco foi seu companheiro, Damião de Melo, de 38 anos. O corpo carbonizado de Damião foi encontrado pelos bombeiros ainda pela manhã, durante o combate às chamas.

De acordo com a delegada Aline Martins Gonçalves, assistente do 77º DP, testemunhas contestam a versão do suspeito e dizem que ele ateou fogo em uma peça de roupa. Em seguida, tirou a mangueira de um botijão de gás, o que ajudou a alastrar o fogo. “Percebemos que o que ele fez ele imputou à vítima”, disse a delegada. Por isso, ele será indiciado por homicídio qualificado e incêndio.

Para a polícia, Fidelis disse que estava com Damião havia cinco anos. A vítima tinha duas passagens por roubo e outras duas por furto. Ele saiu da prisão em junho e estava desempregado.

Incêndio e interdições
O foco do incêndio foi o barraco onde os companheiros viviam, sob o Viaduto Engenheiro Orlando Murgel. Isso fez com que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interrompesse o tráfego nos dois sentidos do viaduto. Segundo a SPTrans, 17 linhas de ônibus tiveram que ser desviadas. Por volta das 14h15, a circulação de veículos e de trens da CPTM na região do acidente continuava interrompida.
saiba mais

Segundo a Defesa Civil, as famílias afetadas pelo incêndio estavam sendo cadastradas pela Prefeitura em programas habitação no final da manhã desta segunda. Muitas delas já estavam cadastradas por causa do incêndio que atingiu a favela do Moinho em 22 de dezembro de 2011. Ainda de acordo com a Defesa Civil, a maioria dos moradores preferiu ir para casas de parentes e amigos em vez de abrigos municipais.

No final desta manhã, engenheiros da Defesa Civil aguardavam equipes da Subprefeitura da Sé para iniciar as vistorias no local atingido pelo fogo e no viaduto. A princípio, a Defesa Civil aponta que a parte esquerda do viaduto foi bem afetada pelo incêndio. Apenas as vistorias poderão determinar se a estrutura precisará ser parcialmente interditada ou se poderá continuar acessível. De acordo com a assessoria de imprensa da Defesa Civil, um esquema de bloqueios no local já deverá estar montado até o final desta segunda.

Dezoito equipes do Corpo de Bombeiros fizeram o combate ao fogo em vários pontos da favela. Eles receberam a ajuda de moradores, que tentavam jogar água com mangueiras domésticas e retirar pertences de suas casas.


A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) interrompeu a circulação de composições da região da favela do Moinho, por onde passam as linhas 7-Rubi e 8-Diamante. Na Linha 7, o tráfego foi interrompido entre as estações Luz e Barra Funda, e na Linha 8, entre as estações Júlio Prestes e Barra Funda. Os passageiros de um trem precisaram descer e seguir a pé por volta das 7h30.

O vento e o tempo seco contribuem para a expansão das chamas. A cidade de São Paulo completa nesta segunda-feira, 61 dias sem chuvas significativas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). No Twitter, os bombeiros informaram que desde o início do ano foram registrados 68 casos de incêndios em moradias populares (favelas) na cidade de São Paulo.

A favela do Moinho tem, segundo a Prefeitura de São Paulo, 375 moradias. A comunidade foi atingida por um grave incêndio no final do ano passado. O incêndio de dezembro de 2011 abalou as estruturas do Edifício Moinho, que precisou ser implodido pela Prefeitura - a circulação dos trens da CPTM chegou a ficar interrompida por semanas no local.
 
Fonte: G1

domingo, 16 de setembro de 2012

Ativista Gay Americano declara: "Os líderes do Movimento Gay estão brincando com fogo...e devem ser responsabilizados!"


* Uma análise filosófica e política dos “direitos homossexuais”.

sábado, janeiro 1st, 2011

Um artigo lúcido!

Seu autor é homossexual” assumido”, americano, e faz uma análise sob o ponto de vista político e cultural, tocando com maestria nas entranhas das reivindicações políticas do movimento gay nos Estados Unidos e plenamente aplicável aqui no Brasil

O autor não entra no mérito da ilicitude moral do comportamento de muitos homossexuais e parece até mesmo legitimá-lo no “anonimato de uma vida privada e discreta”, algo que, evidentemente não concordamos já que a licitude ou ilicitude moral de nossos comportamentos independem do local e de sua visibilidade

Leia o artigo sem moralizá-lo e o analise sob o ponto de vista político e das implicações na sociedade de tais reivindicações do movimento gay.
***

Por Justin Raimondo
Os ativistas homossexuais do passado pediam ao governo que os deixasse em paz. Sua plataforma política consistia fundamentalmente na descriminalização de relações homossexuais entre maiores de idade. Hoje, contudo, à medida em que a tolerância social à homossexualidade cresce, os ativistas homossexuais se voltam cada vez mais para o governo a fim de impor seus interesses à sociedade.

Muito embora o poder estatal tenha sido utilizado como clava contra os homossexuais desde pelo menos a Idade Média, os líderes gays de hoje subitamente parecem eles mesmos empunhar o bastão, dizendo: “Agora é a nossa vez”. Isto é uma grande ironia – e uma possível causa de problemas para os homossexuais e convulsão social para a América.
O nascimento do movimento de liberação dos homossexuais na América pode ser datado em 27 de Junho de 1969, quando clientes do Stonewall Inn, um bar para homossexuais em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia de fechar aquele estabelecimento. Durante três dias, uma rebelião da vizinhança efetivamente impediu a polícia de dar seguimento à antiga tradição de extorsão de bares “gays” e de fechamento dos que se recusavam a pagar propina. Na autuação oficial, os donos do Stonewall foram citados por não possuírem alvará para venda de bebidas alcoólicas. Mesmo que eles tivessem requerido a obtenção do alvará, contudo, dificilmente eles teriam sido atendidos: o órgão estatal responsável por este tipo de licença era notoriamente hostil a estabelecimentos voltados para homossexuais. Assim sendo, os primeiros manifestantes homossexuais modernos estavam se rebelando contra a regulação estatal. De fato, a liberdade perante o governo, genericamente considerado, era uma idéia central do movimento de liberação homossexual.

No entanto, algo fez com que o movimento gay se desviasse deste objetivo originário. Hoje, o intitulado movimento pelos direitos homossexuais vê o governo como o provedor, e não o inimigo, da liberdade. Da medicina socializada, passando pela legislação anti-disriminação e chegando às aulas obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há qualquer tipo de iniciativa para incrementar o poder governamental que estes supostos guerreiros da liberdade não apoiem.

Enquanto as relações homossexuais entre maiores de idade sejam consideradas atos ilegais em alguns estados, eu acredito que organizações dedicadas a legalizá-las têm um assento legítimo na constelação das causas em prol dos direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, contudo, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. O fato de que o movimento pelos direitos homossexuais ter assumido uma postura cada vez mais autoritária é a consequência inevitável de se basear compromissos políticos em lealdades tribais, e não em princípios filosóficos. Numa sociedade livre não existem direitos homossexuais, apenas direitos individuais.

Tanto para homossexuais quanto para heterossexuais, estes direitos se fundem num único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, o movimento pelos direitos dos homossexuais deve voltar às suas raízes libertárias. Isto iniciaria o imprescindível processo de despolitização da homossexualidade e evitaria uma perigosa guerra cultural que a minoria homossexual jamais poderá vencer.

Mesmo a “neutralidade” estatal que homossexuais “de centro” como Andrew Sullivan advogam forçaria o governo a tratar a homossexualidade como algo equivalente à heterossexualidade, como se vê nas demandas de Sullivan em prol de um pseudo-“casamento” homossexual e da admissão de gays assumidos nas forças militares.
A verdadeira neutralidade, contudo, exigiria não uma aceitação, mas indiferença, desatenção, inação. Um estado neutro não penalizaria nem recompensaria a conduta homossexual. Ele não proibiria nem legitimaria juridicamente o casamento homossexual. Num ambiente militar, um estado neutro submeteria qualquer manifestação de sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Os homossexuais devem rejeitar a idéia disparatada de que eles são oprimidos pelo “heterossexualismo”, uma ideologia vil que subordina e denigre homossexuais ao insistir no papel central da heterossexualidade na cultura humanaNão se pode fugir da biologia humana, por mais que tal projeto possa seduzir acadêmicos alienados que imaginam que a sexualidade humana é uma “construção social” alterável à vontade.

Homossexuais são e serão sempre uma raridade, uma pequena minoria necessariamente à margem da família tradicional. O “preconceito” heterossexual das instituições sociais não é algo que precise ser imposto a uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma bastante natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é sectária. Se os homossexuais utilizam o poder estatal para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão se engajando num ato de beligerância que será considerado com justiça uma ameaça à primazia da família tradicional.

Mesmo vários homossexuais liberais admitem que o modelo dos “direitos gays” já serviu a todo e qualquer propósito útil que ele algum dia possa ter tido. A idéia de que os homossexuais, especialmente os homens, sejam um grupo de vítimas é tão contrária à realidade que ela já não é mais sustentável. Nos campos econômico, político e cultural, os homossexuais exercem uma influência desproporcional ao seu número em face da totalidade da população, um fato que deu origem a inúmeras teorias conspiratórias. Dos cavaleiros medievais de Malta ao misterioso “Homintern” dos tempos modernos, a idéia de uma poderosa organização secreta de homossexuais é tema persistente na literatura conspiratória, imitando a forma e o estilo da mitologia anti-semítica.

Justaposta à propaganda vitimizante dos últimos vinte anos, esta imagem de poder homossexual com ela se funde para produzir um personagem particularmente antipático:uma criatura privilegiada que não para de choramingar quanto ao seus infortúnios. Se as lideranças políticas homossexuais estão tão preocupadas quanto a um suposto crescimento de sectarismo anti-homossexual, talvez elas devam tomar o cuidado de projetar uma imagem pública menos criticável.

Na condição de contigente especializado de um exército dedicado a empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo do povo americano, o lobby homossexual se alimenta dos piores medos de suas bases eleitorais. Empunhando o espantalho da “Direita Religiosa” a fim de manter as tropas em alerta, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “sem nós, vocês não teriam a menor chance contra este sujeito”.

Entretanto, nenhum grupo religioso de peso jamais clamou por medidas legais contra os homossexuais. A Coalização Cristã, o Eagle Forum e outros grupos ativistas conservadores somente se envolveram em atividades políticas supostamente “anti-homossexuais” defensivamente, trabalhando pela rejeição de leis garantidoras de “direitos gays” que atacavam as crenças mais preciosas daqueles grupos.

Os líderes do movimento gay estão brincando com fogo. A grande tragédia é que não serão eles os únicos que sairão queimados. A volatilidade dos temas que eles vêm levantando – temas que envolvem religião, família e as mais elementares premissas do que é ser humano – cria o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.

A ousadia da tentativa de se introduzir um “currículo homossexual positivo” nas escolas públicas, a postura de vítimas militantes que não toleram qualquer questionamento, a intolerância brutal que se segue à tomada do poder pelos homossexuais em guetos urbanos como São Francisco – tudo isso, somado ao fato de que o próprio paradigma dos direitos dos homossexuais representa uma intolerável invasão da liberdade, tende a produzir uma reação da maioria.

Já é tempo de se questionar o mito de que o movimento pelos direitos homossexuais fala por todos, ou mesmo pela maioria dos homossexuais. Isto não acontece. Leis que estabelecem “direitos homossexuais” violam os princípios do autêntico liberalismo, e os homossexuais deveriam levantar sua voz contra elas – a fim de se distanciarem dos excessos deste movimento destrutivo, a fim de evitar conflitos sociais e para corrigir alguns graves males já criados. Estes males são o ataque político hoje lançado contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução homossexual; o incansável deboche religioso que permeia a imprensa gay; e o ilimitado desprezo, inerente à subcultura homossexual, por toda tradição e pelos “valores burgueses”.

A busca por uma “etnia” homossexual é tão infrutífera quanto o esforço para forjar um movimento político homossexual. Ser homossexual não pode ser comparado, de forma alguma, a, digamos, ser armênio. Não existe uma cultura homossexual à parte da cultura em geral e, apesar de alegações pseudo-científicas em contrário, não existe uma “raça gay” geneticamente codificada. Existe apenas um certo comportamento adotado por um grupo heterogêneo de indivíduos, cada um baseado em seus próprios motivos e predisposições.

Quaisquer esforços de santificação desta conduta, ou de sua explicação de forma a esvaziá-la de qualquer conteúdo moral, são contraproducentes, além de pouco convincentes. Tentar reconciliar de alguma forma a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é renunciar ao verdadeiro direito que as pessoas, homossexuais ou não, efetivamente têm: o direito de não ter que dar satisfações quanto à sua própria existência.

A obsessão em “assumir” sua própria homossexualidade e o auto-centrismo essencialmente feminino deste tipo de ritual é certamente um outro traço do movimento homossexual que deve ser eliminado. Será que nós realmente temos que conhecer as predileções sexuais de nossos vizinhos e colegas de trabalho, ou mesmo de nossos irmãos e irmãs, tios e tias?

Esperar aprovação ou sanção oficial quanto algo tão pessoal quanto a própria sexualidade é um sinal de fraqueza de caráter. Pedir (não, exigir) com a cara limpa tal aprovação na forma de um ato governamental é algo de um mau gosto sem paralelos. É também a confissão de uma falta de auto-estima tão devastadora, de um tal vazio interior, que sua expressão pública se torna inapreensível. A auto-estima não é uma qualidade que se possa extrair dos outros, nem ser criada legislativamente.

A história do movimento gay revela que Eros e ideologia são antípodas. A política, disse Orwell, é o “sexo azedado”, e a palavra “azeda” certamente descreve a visão do mundo dos dogmáticos dos direitos homossexuais. Isto fica evidente só de olhar para eles: melindrados a todo tempo por uma sociedade “heterossexualista” e normalmente muito pouco atraentes para conseguirem namorar, estas almas politizaram tanto sua sexualidade que dificilmente se pode afirmar que ela ainda exista.

Ao invés do moralismo da “visibilidade” gay, uma solução sensata para a Questão Homossexual seria uma convocação de retorno aos deleites da vida privada, uma redescoberta da discrição ou mesmo do anonimato. A politização da vida cotidiana – do sexo e das instituições culturais fundamentais – é uma tendência a que devemos resistir com tenacidade: não apenas os homossexuais, mas os amantes da liberdade em todas as esferas de realização humana.
Artigo originalmente publicado na revista The American Enterprise.

Fonte: Blog do Carmadélio

Governo dos EUA envia embaixador gay para Líbia muçulmana e não sabe por que ele foi sodomizado e assassinado


15 de setembro de 2012

Julio Severo
Os grandes meios de comunicação estão apontando o dedo para os potenciais culpados dos tumultos islâmicos antiamericanos na Líbia, os quais resultaram no assassinato de alguns americanos, inclusive do embaixador. O principal culpado é um filme anti-Maomé feito por um cristão copta na Califórnia, dizem.
É fácil culpar um copta. Milhares de cristãos coptas no Egito sofrerão muito mais do que já estão sofrendo desde que começou a Primavera da Al-Qaida, auxiliada pelas potências ocidentais. Esqueça que os tumultos assassinos começaram na data de 11 de setembro, aniversário do maior ataque terrorista islâmico aos EUA. E esqueça que a homossexualidade de Chris Stevens, o embaixador dos EUA na Líbia, não era segredo, para os EUA e para a Líbia. Um gay americano foi o primeiro a publicar esta notícia ontem, aqui.
O jovem Chris Stevens com seu amante homossexual
Contudo, todos estão em silêncio sobre esse segredo. É só mostrar ao mundo islâmico a “audácia” americana, como diriam os adeptos da Al-Qaida, de enviar homossexuais a suas terras sagradas e haverá mais tumultos violentos e assassinos.
Nessa altura, o governo e os meios de comunicação dos EUA têm uma grande oportunidade, aos olhos do mundo islâmico, de ensinar uma lição para a Líbia “homofóbica”.
Entretanto, as potências ocidentais estão bem cientes de que é suicídio diplomático e militar ensinar tal lição a essas nações “homofóbicas”.
É muito mais fácil culpar os cristãos e deixá-los sofrer as consequências de péssimas decisões diplomáticas e políticas. Por isso, o coro do governo de Obama e dos meios de comunicação diz: “Culpe o filme anti-Maomé!”
Quando um homossexual é assassinado por assassinos não cristãos e muitas vezes homossexuais num país ocidental, culpe os cristãos, principalmente os pastores. Mas quando um homossexual é assassinado por muçulmanos num país muçulmano, evite culpar os muçulmanos. Caso contrário, os muçulmanos farão o que os cristãos nunca fazem: tumultos assassinos.
Para acobertar a sodomização e assassinato de um embaixador gay dos EUA perpetrado por muçulmanos num país muçulmano, o filme anti-Maomé será a desculpa perfeita para desviar a atenção da péssima decisão do governo de Obama de insultar os muçulmanso lhes enviando um embaixador gay.
Chris Stevens sodomizado e morto na Líbia
E os cristãos coptas no Egito e os cristãos em outros países muçulamanos mais uma vez pagarão um elevado preço pelas estúpidas políticas externas dos EUA.

A Manipulação da Mídia Pró-Homossexual Ocidental sobre a Guerra Civil na Síria.




Quais fatos podem ser distorcidos e ocultados de milhões de pessoas quando a Fraternidade Islâmica empreende uma guerra contando com o apoio de toda a imprensa ocidental?



Os políticos ocidentais têm uma ideia errada acerca da “Primavera Árabe” síria. Há pouca ou nenhuma oposição liberal e progressiva; o próprio ELS resulta da união de diferentes grupos milicianos, incluindo marginais, mercenários e jihadistas.

De acordo com a comunicação social ocidental, a Síria encontra-se em plena “guerra civil”. Grupos como o Observatório dos Direitos Humanos da Síria, sedeado em Londres, disseminam afirmações extravagantes acerca de um número desmesurado de vítimas (afirmam já terem morrido cerca de 20 mil pessoas) às mãos das forças de segurança do Estado sírio. Aos jornalistas independentes, dizem, é vedada a entrada na Síria e o regime não permite o exercício de uma imprensa livre.

Com base em tais relatos os visitantes esperam deparar-se com um país em estado de choque, paralisado pela guerra, completamente destruído. Mas quando cheguei a Damasco a 12 de Julho com um visto de jornalista como repórter da ZUERST! não testemunhei nenhuma dessas cenas. Fui de Beirute para Damasco por via terrestre, embora muitas pessoas me tivessem avisado que tal não era seguro, pois os rebeldes do Exército Livre Sírio (ELS) afirmavam controlar cerca de 85% do território. Mas quando cruzei a fronteira do Líbano para a Síria, deparei-me com o habitual tráfego fronteiriço – nenhuma fuga em massa de refugiados, nada de pânico, nenhum combate à vista. A estrada até Damasco tinha várias operações stop do exército sírio, mas encontrava-se calma e segura.

Encontrei Damasco plácida e serena, o dia-a-dia normal. Fiquei no centro da cidade, no quarteirão de al-Bahsa. As lojas estavam abertas e havia pessoas e carros nas ruas. Nas paredes, os rostos do presidente Bashar al-Assad e do seu pai, Hafez, observavam a vida na capital – umas vezes com ar afável, outras com ar sério, por vezes em roupa civil, noutras de uniforme e ainda noutras envergando óculos de sol.

Tinha lido acerca da operação de invasão da capital em curso pelo ELS, mas não havia quaisquer sinais de guerra nas ruas de Damasco. Passeei pela cidade, falando com comerciantes, taxistas, pessoas da rua, polícias, mulheres tanto com lenços quanto com roupa ocidental. A resposta foi sempre a mesma – a imprensa internacional está a distorcer completamente os acontecimentos. A Al-Jazeera, sediada no Qatar, foi particularmente criticada.

A 16 de Julho, desloquei-me à antiga aldeia cristã de Maalula, a cerca de uma hora de Damasco. Os habitantes de Maalula descendem das tribos semitas que habitaram o deserto sírio e parte da Mesopotâmia há catorze séculos. O mosteiro de Mar Sarkis foi construído sobre as ruínas de um templo pagão. Sua arquitetura bizantina contém um dos poucos altares cristãos originais. Contém também uma coleção única de ícones religiosos dos séculos XVII e XVIII. Trata-se de um dos poucos locais onde ainda podemos encontrar quem fale aramaico, a língua falada por Jesus.

Novamente, a estrada era segura. Havia muitos autocarros nas ruas, cujos destinos eram Hama, Homs e Aleppo. Entrevistei os habitantes do mosteiro ortodoxo grego de Mar Tekla, os peregrinos cristãos árabes e outros visitantes. Todos partilhavam a opinião de que o presidente Bashar tirará o país da crise e que os muçulmanos e os cristãos sírios poderão conviver pacificamente. Uma freira disse-me que “esta cidade e a sua igreja foram fundadas nos rochedos da Síria. Simbolizam a estabilidade e o poder da Síria. Vamos sair desta crise.”

A Síria é uma sociedade multiconfessional e os cristãos constituem 10% da população. A cidade de Aleppo é a maior no número de cristãos que alberga. Os cristãos estão presentes em todos os aspectos da vida síria – economia, meio acadêmico, ciência, engenharia, artes, entretenimento e na arena política. Alguns são oficiais das Forças Armadas. Preferiram misturar-se com os muçulmanos em vez de criaram unidades e brigadas cristãs à parte, e como tal combateram lado a lado com os seus compatriotas muçulmanos contra as forças israelitas em vários conflitos.

Regressei a Damasco pela cidade de al Tel, ocupada brevemente pelo ELS até à recuperação desta por parte do exército. Ainda se notam os vestígios das forças rebeldes e dos seus apoiantes – ou seja, os graffiti nas paredes a comemorar não a liberdade ou a democracia, mas os pregadores islâmicos mais extremistas. Também se viam ameaças pintadas nas lojas – “Façam greve ou ardam!” – num esforço para coagir os comerciantes a fazerem greve de modo a pressionar o governo. Os políticos ocidentais têm uma ideia errada acerca da “Primavera Árabe” síria. Há pouca ou nenhuma oposição liberal e progressiva; o próprio ELS resulta da união de diferentes grupos milicianos, incluindo marginais, mercenários e jihadistas.

A 15 de Julho os rebeldes lançaram aquilo a que chamaram “Vulcão de Damasco”, o seu assalto militar à capital, afirmando ser uma operação decisiva. Mas em al-Bahsa só dei conta de se encontrarem alguns helicópteros a sobrevoar alguns dos subúrbios, e a ocasional explosão, a cerca de cinco quilômetros de onde me encontrava. Continuava o dia-a-dia nas ruas, pese embora os relatos da imprensa ocidental acerca do inferno em que se encontrava a capital. Na maior parte da cidade a única coisa que estava a queimar eram os cachimbos dos clientes dos cafés. A guerra estava confinada a poucas zonas, como Al-Midan. As explosões duraram algumas horas, pararam e recomeçaram. O centro da cidade encheu-se com os residentes das zonas afetadas, e à noite os soldados dos pontos de controle pediram-me o passaporte. Fora isso, não havia qualquer sinal de conflito.

Tal alterou-se na quarta-feira de 18 de Julho, quando uma bomba vitimou vários membros do governo e chefes dos serviços de segurança durante uma reunião ministerial. Faleceram o ministro da Defesa, o general Dawoud Rajiha – Assef Shawkat, cunhado do presidente e secretário de Estado da Defesa – o general Hasan Turkmani, assistente do vice-presidente, e Hafez Makhlouf, chefe da seção de investigações dos serviços secretos. Encontrava-se na sede da televisão estatal quando ouvi as notícias. Estavam todos em choque, e algumas funcionárias não conseguiram conter as lágrimas. Entretanto, Bruxelas e Washington regozijaram-se com os assassinatos enquanto os islamistas dançavam nas ruas de Tripoli.

Entretanto, continuava a “batalha de Damasco”.

Passados quatro dias já toda a gente se tinha habituado ao som das bombas e dos helicópteros. Aproveitei e visitei o hospital militar de Damasco, no qual falecem uma média de quinze soldados por dia, vítimas dos seus ferimentos – cerca de 450 soldados por mês, isto só em Damasco. Entrevistei vários soldados feridos, falei com as suas famílias e os seus médicos.

Recordo particularmente a entrevista que fiz a um capitão de 34 anos do exército que teve a sorte de sobreviver a um ataque rebelde. A sua unidade tinha sido encurralada pelos rebeldes, que os alvejaram com granadas de rocket e metralhadoras de alto calibre. Um par dos seus camaradas morreu durante o ataque, foi ferido mas sobreviveu à primeira vaga. Mesmo ferido e prostrado manteve o fogo. Quando o vieram salvar ficaram também sob o fogo dos rebeldes. Acabaram por o levar para a segurança de um edifício, mas só passadas algumas horas é que conseguiram sair. Quando chegou ao hospital tinha perdido tanto sangue que se encontrava quase inconsciente.

“Pedi aos meus camaradas que me matassem antes de ser capturado pelo inimigo.”

Perguntei-lhe porquê, a sua resposta perturbou-me: “torturam-nos até à morte, cortam-nos as mãos e as gargantas caso nos apanhem vivos.”

Partia do pressuposto de que os rebeldes não eram sírios, mas oriundos de muitos países, principalmente da Líbia, dos Estados do Golfo, do Iraque, Afeganistão e Paquistão – jihadistas e mercenários que matam por petrodólares. Andes de sair do hospital mostrou-me uma foto das suas duas filhas e disse-me fervorosamente que estava a lutar pela liberdade delas.

O diretor do hospital mostrou-me onde tinha aterrado uma granada de morteiro disparada no dia anterior, que felizmente não explodira. Também havia buracos de balas nas paredes. Os rebeldes atacaram o hospital várias vezes, mas a ONU, a Anistia Internacional ou a Human Rights Watch pareceram não ter interesse nestas violações das convenções de guerra.

À medida que os combates continuaram, toda a cidade se tornou enervada. Os comerciantes começaram a fechar as lojas ao princípio da tarde; queriam certificar-se de que voltavam para as suas famílias. Alguns levavam o dinheiro e os objetos de valor consigo. Temiam que as lojas fossem pilhadas – pelos rebeldes, não pelo Exército – caso os combates chegassem ao centro da cidade.

Na sexta-feira de 20 de Julho, enquanto estações pró-rebeldes como a Al-Jazeera e a Al-Arabia emitiam histórias acerca da guerra sem quartel na capital, eu ouvia os pássaros a cantar nos lindos parques da cidade e observava enquanto os damascenos desfrutavam o seu fim-de-semana. Até as explosões nos subúrbios tinham parado. A emissora estatal noticiou que o ataque rebelde tinha sido repelido e que as forças de segurança se encontravam a limpar os subúrbios dos rebeldes que sobravam.

Desconfiei se seria verdade ou mera propaganda estatal. Decidi ir a Al-Midan, onde os combates tinham sido mais intensos. Havia muitos soldados e veículos militares no centro da zona. O oficial responsável da esquadra de polícia principal recebeu-me e mostrou-me os arredores. Ainda havia tiroteios a cerca de 500 metros, e ouvi o som de uma metralhadora de alto calibre. Levaram-me num veículo blindado à zona de combate, no limiar de Al-Midan. Havia traços da guerra em todo o lado. Os soldados disparavam protegidos contra um edifício onde se encontravam atiradores furtivos. Tivemos que nos movimentar rapidamente de casa para casa, algumas das quais ainda a fumegar. Os cadáveres dos rebeldes ainda estavam nas ruas. O rosto de pelo menos um deles era notoriamente não-arábico; parecia ter vindo do Afeganistão. Questionei-me sobre quem lhe teria pago a viagem, e porque razão estaria mesmo ele a combater.

Enquanto ainda estávamos a ver os cadáveres, chegou um veículo carregado com o equipamento e as armas dos rebeldes. O condutor mostrou-me o que tinham encontrado no centro de controle do ELS: enormes quantidades de munições, armas automáticas, metralhadoras e uniformes do Exército sírio, utilizados para desacreditar o Estado e confundir os civis. Duvidei se isto não seria uma encenação destinada aos jornalistas ocidentais: teria o Exército preparado um cenário para a minha visita? Contudo, quando cheguei, o combate ainda estava a decorrer, e ninguém teria tido tempo para “preparar” os cadáveres; a área estava “fresca”. Acredito que o que testemunhei era autêntico.

Encontrei-me com o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, o Dr. Jihad Makdissi, no dia em que este teve que lidar com aquilo que a Al-Jazeera apodara de “Massacre de Trimseh”. Esta afirmava que o regime tinha chacinado mais de 200 civis nessa aldeia, mas mais tarde soube-se ter sido um combate entre o Exército e o ELS. O Dr. Makdissi, que estuou no Reino Unido e fala fluentemente o inglês, repetiu pacientemente, uma e outra vez, nas conferências de imprensa os fatos – as forças de segurança tinham abatido 37 rebeldes e dois civis num ataque à vila que os rebeldes estavam a utilizar como base para lançarem ataques a outras áreas. Sustentou que ao contrário do que a Al-Jazeera afirmava, as forças governamentais não tinham utilizado aviões, helicópteros, tanques ou artilharia e que as armas mais pesadas utilizadas tinham sido rockets atiradores de granadas

Abandonei Damasco a 21 de Julho, dirigindo-me para o Líbano. Planejei ir novamente de carro. Vários sírios alertaram-me de que seria uma viagem perigosa e de que a fronteira com o Líbano estaria repleta de refugiados. Mas quando perguntei onde tinham obtido tais “informações” mencionaram sempre a Al-Jazeera e a Al-Arabia. Então, embora me sentisse apreensivo, confesso-o, decidi ir ver por mim mesmo. Mas eis que a estrada para a fronteira estava calma, sem muito trânsito. O meu passaporte foi examinado em vários postos de controle, e foi só. No posto fronteiriço havia realmente muitas pessoas, mas não se tratava de um caos, nem de uma massa de refugiados. A saída do país não demorou mais de 20 minutos.

A última surpresa ocorreu no lado libanês da fronteira. Ali vi pela primeira vez a bandeira rebelde verde, branca e negra. Logo à saída do posto fronteiriço libanês estavam uma dúzia de equipes de televisão ocidentais, à espera de “refugiados”. Algumas delas estavam a pagar aos entrevistados em dólares por entrevistas curtas; e quanto mais selvagem a história, mais pareciam gostar dela. Aparentemente a realidade não é de grande importância quando a comunicação social ocidental menciona a Síria.


ManuelManuel Ochsenreiter, ex-redator do semanário Junge Freiheit, é o atual chefe de redação da revista Zuerst!, ambos da Alemanha.






Tradução e divulgação: Geopol


Fonte: Mídia Sem Máscara

sábado, 15 de setembro de 2012

Conheça o General Homossexual de Hitler, chefe de uma divisão Sodomita - A SS - que ameaçou matá-lo, para chegar ao poder mas foi assassinado antes. A prova de que todo poder é pouco para os Homoativistas.




Em 20 de abril de 1945, a artilharia soviética incendeia Berlim enquanto, dentro de um bunker da Chancelaria, Adolf Hitler comemora seu aniversário com seus mais próximos colaboradores. Só faltava um deles: Ernst Roehm, que foi chefe da SA e amigo pessoal do Führer em sua ascensão ao poder. A força de sua organização, aliada a sua homossexualidade, o condenaram à morte em 1934, tendo as intrigas de Heinrich Himmler posto a sentença nas mãos de um vacilante Hitler. Em uma história de ambições sem limites, os mais leais aliados se tornam inimigos e o assassinato é a única forma de se preservar.














 
 

A Prova maior das Fraudes em Urnas Eletrônicas no Brasil: Homem ofereçe adulteração por R$ 50 mil a partido.

Urna eletrônica (Foto: Divulgação/Nelson Jr./ASICS/TSE) 
Suspeito afirmou que poderia adulterar urnas eletrônicas
(Foto: Divulgação/Nelson Jr./ASICS/TSE)

Um homem de 27 anos foi preso na tarde desta sexta-feira (14), em Almirante Tamandaré , na Região Metropolitana de Curitiba, por tentativa de estelionato. Segundo a Polícia Civil, ele tentou vender a uma coligação que disputa a prefeitura do município uma maneira de adulterar as urnas eletrônicas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por R$ 50 mil.

O delegado José Vitor Pinhão, que investiga o caso, disse ao G1 que o suspeito procurou a coligação no dia 4 de setembro oferecendo o serviço. “Ele alegou que tinha uma conhecida no TRE, uma engenheira que adulteraria as urnas para beneficiar a coligação, mediante pagamento”, contou Pinhão. No dia seguinte, ele retornou ao comitê da coligação para negociar, mas os representantes filmaram todo o ocorrido.

Nesta sexta, a coligação entrou em contato com a Delegacia informando que o suspeito estava na cidade e gostaria de “resolver o negócio”. “Nós acompanhamos e acabamos prendendo ele em flagrante na sede da coligação”, informou o delegado. A princípio, o suspeito deve responder pela tentativa de estelionato, mas as investigações pretendem apurar se o esquema de adulteração realmente procede.

O homem preso nesta sexta cumpria pena em regime semiaberto por roubo, mas, a partir de agora, deve voltar ao regime fechado.
 
 
  Fonte:  G1 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Arcebispo diz que casamento gay abre portas para incesto e poligamia

 

Arcebispo diz que casamento gay abre portas para incesto e poligamia



Paris, 14 set (EFE).- O casamento entre pessoas do mesmo sexo pode levar a "uma ruptura social" que abre portas para a poligamia e o incesto, afirmou nesta sexta-feira o arcebispo de Lyon na França, Philippe Barbarin, em um debate sobre a legalização das uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Depois de se reunir com o ministro do Interior francês, Manuel Valls, o clérigo afirmou em entrevista à rádio "RCF" que, uma vez adotado o casamento homossexual, "as consequências podem ser incontáveis".

"Depois vão querer formar casais de três ou quatro pessoas. Depois, um dia, a proibição do incesto vai cair", afirmou Barbarin.

O arcebispo definiu o casamento como "uma fortaleza" para proteger "o elemento mais frágil da sociedade, ou seja, a mulher que dá à luz uma criança, e permite todas as condições para que isso ocorra da melhor maneira possível".

Barbarin, que no passado afirmou que o legislativo não pode substituir "Deus Pai", disse hoje que "para os cristãos, a Bíblia, que diz em sua primeira página que o casamento une um homem a uma mulher, tem mais força e verdade para atravessar as culturas e os séculos do que as decisões circunstanciais e passageiras de um Parlamento".

O governo francês deve apresentar o projeto de lei que autoriza as uniões homossexuais no dia 28 de outubro, embora ainda não tenha definido todos os detalhes.

Concretamente, ainda não se sabe se a lei vai autorizar o direito dos casais de lésbicas a terem o reconhecimento do direito de maternidade das crianças geradas por inseminação artificial.

Fonte: UOL Notícias

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

As Urnas Brasileiras são uma Fraude e Ministro Lewandowiski que quis livrar mensaleiros, intimidou advogado que exigiu explicações na Justiça.


Você é inteligente que eu sei. Investigue os fatos...e conclua.

IMPRESSIONANTE! Eu sempre desconfiei das Urnas Eletrônicas e depois desse vídeo, tenho certeza que é uma FRAUDE DAS MAIORES. Especialmente depois de ver nele o Ministro Lewando
visk, que favoreceu os Mensaleiros, ameaçar um advogado por litigância de má fé, ao propor investigação das URNAS. Nem o Paraguai quis as 17 mil urnas que o Brasil deu de graça, na Alemanhã é INCONSTITUCIONAL, na Holanda é proibida, nos EUA é INADIMISSÍVEL, e em Portugal fazem PIADA CONOSCO!!! Enéas denunciou, MORREU; João Hermann denunciou, MORREU; Clodovil falou, MORREU; Chiarele denunciou e tem pouco tempo de vida.

Leve adiante esta grave denúncia.Observa abaixo a manipulação do Google Gay. Compare com o painel da enquete e veja a diferença dos resultados. Em tempos de internet, onde um hacker pode acessar qualquer computador do mundo, a partir de qualquer lugar, nosso sistema de votação fraudulento propicia um prato cheio para manipulações como essa.

Pastor é 'Linchado' por Gays ao afirmar: "Criem escolas gays e eduquem seus filhos", e o Brasil Cristão está com ele.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Criem escolas gays e eduquem seus filhos

Tudo na vida tem seu limite, inclusive a paciência de pais quando mexem com seus filhos. Não é porque, conforme a Palavra de Deus nos ensina, temos que amar e respeitar nossos semelhantes, independente de sexo, cor, condição social e/ou intelectual, opção sexual, etc., é que vamos ter que admitir, aceitar e compactuar passivamente com erros e aberrações. Não é para isso que fomos chamados por Deus, mas também, para quando se fizer necessário, nos revoltarmos contra absurdos e abusos que acontece na sociedade na qual estamos inseridos. Creio que esta ocasião é uma delas.

Gostaria de lembrar que revolta e ódio são palavras completamente distintas, e que uma nada tem a ver com a outra. Portanto, a palavra homofobia, não se adequa a esse texto.

Realizou-se na Comissão de Direitos Humanos e de Educação e Cultura no último dia 15/05/2012, o IX Seminário LGBT, no Congresso Nacional. Na ocasião, o Deputado Jean Wyllys, PSOL-RJ, falou sobre a discriminação que as crianças homossexuais sofrem nas escolas, esquecendo-se que as gordinhas, e tantos outros tipos de crianças, também são discriminados nas escolas, e nem por isso cria-se leis para incentivar que tais crianças se tornem mais gordas, muito pelo contrário, combate-se o problema, muitas vezes com terapias, também dolosas para a criança, procurando incentiva-las para emagreça, ou seja, procurando a orientá-las no caminho que nós pais julgamos correto.

Concordo com o nobre deputado quando ele diz que muitos foram parar nas mãos de “Psicólogos Charlatães” e “Pastores Curandeiros”. Seria imbecilidade minha negar que tais, digamos “pastores”, não existem em nosso meio e que tais pessoas não maculam, pervertem e distorcem a Verdade Bíblica, tornando-se um câncer, não apenas o meio evangélicos, mas muitas vezes para a sociedade. Mas gostaria de fazer algumas perguntas ao nobre deputado:

1º) Qual o setor, de qualquer sociedade, que não existe o joio e o trigo?

2º) Há quantos anos, nos vários setores da política brasileira, inclusive entre os deputados, temos testemunhados escândalos absurdos, na maioria deles políticos dos mais diversos escalões envolvidos em casos de apropriação indevida do dinheiro público, num português bem popular e claro, ROUBO. Fica a pergunta, ao nobre deputado... Será que todos os políticos, inclusive os deputados, são ladrões?   Será que devemos incentivar e apoiar tais pessoas com essa conduta abominável,  que silenciosa e secretamente mata milhões de brasileiro por falta de alimentos, remédios e assistência médica decente e de qualidade?  Ou será que devemos identificar o erro e corrigi-lo? Se o correto é o representante, que foi eleito democraticamente com o voto do cidadão, ser honesto e trabalhar pelo bem comum da sociedade, não seria tais atitudes um desvio de conduta? Ou seria apenas uma opção financeira? Como Vossa Excelência classificaria tais atitudes? E o mais importante..., De que lado o Senhor se encontra?

Senhor deputado... , assim como os maus políticos são um câncer para a sociedade, os falsos pastores também o são para o meio evangélico, mas nem por isso devemos afirmar que todos os políticos são ladrões, e que todos os pastores são curandeiros. Não devemos criminalizar toda uma classe ou categoria, pela falta de caráter de uma minoria, pois essas minorias sempre vão existir em qualquer setor de qualquer sociedade. Se o seu pensamento é que todos os pastores são curandeiros, então vamos fechar o Congresso Nacional, pois segundo o seu pensamento, todos os políticos são ladrões, inclusive os deputados.

Senhor deputado... , gostaria de lhe lembrar de que a Bíblia não é apenas mais uma cultura conforme o Senhor afirma na sua fala, mas é a INERRANTE, PERFEITA E SOBERANA Palavra de Deus, portanto nosso manual de regra e fé. Assim como a nossa constituição é o fundamento que sociedade brasileira deve se pautar, a Bíblia é para nós o fundamento, o alicerce, a base, razão de nosso viver.

Não creio que o vereador do Rio de Janeiro a que o Senhor se refere, esteja querendo proibir a distribuição de qualquer material que seja contra a homofobia, pois nós também somos contra qualquer tipo de violência contra qualquer pessoa, independentemente da sua opção sexual. O que ele não quer e não aceita é legalização e incentivo do homossexualismo infantil em nossa sociedade, isto sim seria uma verdadeira aberração.

A sra Tatiana Lionço, do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, defendeu o estimulo ao hossexualismo infantil, com o argumento de que quando crianças brincam sexualmente entre si não que dizer que são gays ou lésbíca, e que as crianças homossexuais são potencialmente mais inteligentes e perspicazes no enfrentamento e transformação do mundo que lhes deixamos como herança. Assim sendo, gostaria de lhe fazer algumas perguntas:

1º) Em que ela se fundamenta para afirmar, categoricamente, que crianças homossexuais são potencialmente mais inteligentes e perspicazes no enfrentamento e transformação do mundo?

2º) Qual o mundo que ela que deixar como herança para as nossas crianças?

Caso tais afirmativas não fossem trágicas e insana seria cómica.

3º) Será que essa senhora não se dá conta do ridículo que são suas afirmativas?

O nosso manual de regra e fé, a Bíblia Sagrada, que, como já mencionei, é para nós a INERRANTE, PERFEITA E SOBERANA Palavra de Deus, nos ensina, claramente; (Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele Pv 22.6). Acho muito interessante que, mesmo sem talvez ter conhecimento das Sagradas Escrituras, ou se tem não as respeita, como a Sra. a toma como base para suas afirmativas deploráveis, pois se formos negligente no ensino de nossas crianças, fatalmente eles estarão mais propensa a aquilo que para nós é uma aberração.

A Deputada Fátima Bezerra PT (RN), foi muito feliz quando disse que o projeto teria que ser bem elaborado dentro dos padrões científicos, a minha única ressalva é que este “belo projeto” tão bem cientificamente elaborado, tem que chegar não no chão da escola, conforme disse a deputada, mas abaixo do chão do cemitério.

Ao Rev. Marcio Retamero li alguns de seus artigos e entrevista, e percebi que o mesmo tem certo conhecimento Bíblico, mas vejo também, que o seu maior problema é querer usar a Palavra de Deus, não para se moldar aos PADRÕES DIVINOS, mas querer que Deus se molde as suas práticas repugnantes, que é o homossexualismo.

Para esse Reverendo, que em minha opinião faz parte dos falsos pastores que mencionei no inicio, deixo um comentário que escrevi em 2003 quando fiz o poema intitulado “Os sinais da última hora I”, além de Ap 22.18-20

Apocalipse 22
18 Eu, João, aviso solenemente aos que ouvem as palavras proféticas deste livro: se alguma pessoa acrescentar a elas alguma coisa, Deus acrescentará ao castigo dela as pragas descritas neste livro. 19E, se alguma pessoa tirar alguma coisa das palavras proféticas deste livro, Deus tirará dela as bênçãos descritas neste livro, isto é, a sua parte da fruta da árvore da vida e também a sua parte da Cidade Santa. 20 Aquele que dá testemunho de tudo isso diz: – Certamente venho logo! Amém! Vem, Senhor Jesus!

O homossexual não é, e jamais será discriminado por Deus (Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Mt 11.28; Então Pedro começou a falar: “Agora percebo verdadeiramente que Deus não trata as pessoas com parcialidade, mas de todas as nações aceita todo aquele que o teme e faz o que é justo.” At 10.34,35), mas a prática do homossexualismo é abominável a Deus (“Não se deite com um homem como que se deita com mulher; é repugnante. Lv 18.22; “Se um homem se deitar com outro homem como quem se deita com uma mulher, ambos praticaram  um ato repugnante. Terão que ser executados, pois merecem a morte. Lv 20.13; Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias a natureza. Da mesma forma os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homem com homem, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão. Rm 1.26,27).

O pior de tudo é que muitos, inclusive muitos que se dizem evangélicos, os chamam de casais, quando na verdade são meramente dois homens ou duas mulheres. Segundo a definição do Dicionário da Língua Portuguesa comentada pelo professor Pasquale, vale salientar que este dicionário é secular, casal é um par composto de macho e fêmea, de homem e mulher.

Todo o verdadeiro cristão tem o dever e a obrigação de amar e orar por todos igualmente, independente da classe social, opção sexual, raça, cor, credo, etc. O que não podemos e não devermos concordar e aceitar, é qualquer prática que vá de encontro a INERRANTE, PERFEITA E SOBERANA Palavra de Deus.

Para finalizar, tenho uma sugestão a todos que apoiam esse absurdo, inclusive ao Sr. Alexandre Bortolini, do Projeto Diversidade Sexual – UFRJ, que defende trabalhar essa aberração a partir do ensino fundamental.

Nós os casais heterossexuais, namoramos, casamos e naturalmente procriamos, e, conforme nossos valores crenças e convicções educamos nossos filhos, não queremos impor aos  filhos de ninguém que seus filhos sejam educados conforme pensamentos, atos e ações que praticamos, no máximos divulgamos e  disseminamos nossas crenças, e se tais pessoas quiserem aprender e/ou trazerem seus filhos, temos o maior prazer em compartilha-las.

Para acabar com toda essa polemica, os “casais” homossexuais deveriam  seguir o mesmo raciocínio, ou seja, namorarem,  casarem e naturalmente procriarem e educar os seus filhos, fruto natural desse amor, conforme suas convicções, valores e crenças e não esta querendo impor aos nossos filhos, aquilo que para nós é uma afronta, uma abominação ao nosso Deus.

Já que no Brasil existem escolas para os mais diversos gostos, como católicas, evangélicas, militares e tantas outras, e nós os pais, colocamos nossos filhos naquelas que achamos melhor para eles, façam o mesmo. Criem escolas gays e ponham os filhos que, naturalmente forem gerados dos seus relacionamentos homossexuais, nessas escolas e os eduquem conforme vocês desejam.

A você que concorda com essas atitudes abomináveis diante do Senhor nosso Deus, que Ele tenha misericórdia e lhes conceda mais uma chance de arrependimento.

A você que discorda, levante a sua voz, pacificamente, contra esse absurdo, pois nós também seremos cobrados por aquilo que deveríamos fazer e não fizemos.

Que Deus abençoe a todos.

José Edesio da Silva


Click neste link e assista a esse absurdo.
 
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