quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Ativistas Homossexuais Racistas ameaçam de morte Erudito Negro Inglês.

O racismo dos activistas homossexuais

O Arcebispo John Sentamu é um dos mais altos líderes da Igreja de Inglaterra. Um teólogo erudito com um doutoramento e um apaixonado defensor dos direitos humanos, ele é também negro. Quando activistas homossexuais enraivecidos decidiram atacá-lo por ele defender que o casamento é entre um homem e uma mulher isso, enviaram-lhe e-mails abusivos e ameaças de morte que incluiam insultos racistas.

Dito de outra forma, um negro deu a sua opinião sobre o que é um casamento, e os defensores da tolerância agiram de forma intolerante, enviando-lhe mensagens de ódio e preconceito. Actos como este demonstram graficamente o que é o activismo homossexual.

Alguns dos e-mails enviados eram tão maus que a polícia teve que investigá-los sob suspeitas de serem "crimes de ódio". Os activistas homossexuais qualificaram Sentamu de "cão nojento", "negro estúpido e mal cheiroso" e "gorila de batina".

Muitos dos e-mails continham palavras de ordem, exigindo que ele saísse da Grã-Bretanha ao mesmo tempo que outros diziam que ele se calasse antes que tivesse a sua cabeça esmagada. Uma das mensagens dizia que as suas qualificações não tinham qualquer tipo de valor uma vez que elas vinham do Uganda.

Lembre-se disto da próxima vez que um gayzista afirmar que a "opressão" dos homossexuais é análoga à opressão que os negros sofreram no passado.

O Dr Sentamu disse ainda:

O casamento é um relacionamento entre um homem e uma mulher. Não creio seja incumbência do Estado definir o que é o casamento uma vez que a mesma está plenamente definida na tradição e na História, e ninguém a pode mudar dum dia para o outro - por mais poderosa que se seja.  

Fontes: 
Via Homossexualismo

Google removeu e estou postando novamente: "Primeiro Mártir Cristão assassinado por Ativistas Gays."


Domingo, 24 de Fevereiro de 2013

A história dum deficiente morto por activistas homossexuais

Harry Hammond era um reformado de 69 anos que vivia em Bournemouth, a sul da costa da Inglaterra. Para além de sofrer de síndrome de Asperger, uma espécie de autismo que dificultava a sua comunicação, Harry era tímido, gentil e um excelente vizinho. Para além de fazer trabalho voluntário desde que se havia reformado, Harry era um Cristão fervoroso. 

Durante os fins de semana, ele participava em campanhas evangelísticas nas zonas mais importantes da área onde vivia - oferencendo panfletos cristãos às pessoas que passavam.

Num certo dia, um grupo de homossexuais viu o que ele fazia, e decidiu por término às suas actividades. Num Sábado de Outubro de 2011, eles organizaram um grupo de simpatizantes homossexuais que se aproximou e confrontou Harry Hammond. Por esta altura, ele encontrava-se a pregar a Palavra e a exibir um placard que dizia "Jesus dá paz, Jesus Vive, Fim à Imoralidade, Fim ao Homossexualismo, Fim ao Lesbianismo, Jesus é o Senhor".

De repente, Harry viu-se rodeado por uma turba de cerca de 30 activistas homossexuais. Não felizes em ridicularizá-lo e intimidá-lo, os activistas homossexuais rasgaram o seu sinal e atiraram-no (ao sr Harry) ao chão. Então eles mantiveram-no no chão enquanto atiravam lama e água para cima dele.

As pessoas que passavam por perto ficaram chocadas com o que viram, e como tal chamaram a polícia. Dois agentes chegaram ao local do ataque, e as pessoas que os haviam chamado pensaram que os activistas homossexuais seriam presos. O que aconteceu foi que os homossexuais exigiram que a polícia prende-se Harry Hammond por "discurso de ódio".

Depois de alguns desentendimentos, os activistas homossexuais conseguiram o que queriam e Harry foi preso (quando deveriam ter sido eles a ir para a prisão). Harry foi levado para a estação policial onde o seu autismo dificultou a sua comunicação quando ele tentava defender-se e descrever o que havia acontecido. Ele estava em choque, e havia sofrido concussões, cortes, contusões, para além de ter partido algumas costelas.

Ele foi acusado e sentenciado segundo a Public Order Act 1986. No tribunal, o Juíz determinou que ele era culpado, e multou-o com £300 mais £395 para as despesa. Harry foi então levado para o hospital, onde veio a falecer no dia seguinte devido às lesões físicas.

Os assassinos partiram livres e até hoje ninguém os acusou de nada. Nenhum dos activistas homossexuais foi alguma vez nomeado pelo tribunal.

Harry Hammond foi justificadamente qualificado de "Mártir" e sem dúvida alguma, ele foi vítima do bullying homossexual, o bullying politicamente correcto.

Fontes:    

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Uma carta Pró-Família que despertou a Russia a combater o Homossexualismo.

27 de fevereiro de 2013


A chave para a vitória pró-família — se realmente a quisermos


A chave para a vitória pró-família — se realmente a quisermos

Exclusivo: Scott Lively explica o que é necessário para inverter a maré do homossexualismo

Scott Lively
Em 25 de janeiro deste ano, a Duma do Estado russo, a qual é seu órgão legislativo máximo, votou a proibição da propaganda homossexual para crianças, seguindo a aprovação de leis similares em várias cidades russas, includindo São Petersburgo e Novosibirsk (capital da Sibéria). Avance, Rússia!
Scott Lively
Pessoalmente fico muito feliz em ver esses acontecimentos, tendo eu pedido especificamente por leis desse tipo durante minha viagem de palestras na ex-União Soviética em 2006 e 2007. Durante a viagem, que começou na cidade de Blagoveschensk, a leste da Rússia, e terminou em São Petersburgo, realizei palestras em vários lugares, incluindo muitas universidades, igrejas e salas de conferência, e encontrei vários líderes do governo em muitos níveis de influência. A viagem completa cobriu aproximadamente 50 cidades em sete países: Rússia, Polônia, Letônia, Lituânia, Estônia, Ucrânia e Bielorrússia (também passei pelo Cazaquistão, mas lá não realizei palestras).
Próximo ao fim da viagem, publiquei de São Petersburgo uma “Carta ao Povo Russo” (veja abaixo), que resume minha mensagem central que compartilhei em cerca de outras 300 palestras, pregações e entrevistas na mídia durante o ano anterior.
Minha mensagem pró-família foi calorosamente acolhida pelo povo de cada um desses países, e em níveis variados a agenda homossexual foi atrasada em muitos deles. Até onde sei, os únicos dois países do Leste Europeu que aprovaram leis específicas para restringir a propagação do homossexualismo foram Rússia e Lituânia, que, coincidentemente, são os únicos dois países para os quais escrevi uma carta aberta. Minha carta lituana pode ser vista online em www.defendthefamily.com.
Meu propósito ao escrever este editorial é contrastar os acontecimentos positivos na ex-União Soviética com recentes acontecimentos anti-família no Ocidente e promover um avanço maior. A vitória ainda é teoricamente possível para o movimento pró-família no Ocidente, se estivermos dispostos a pagar o preço.
Em 1º de fevereiro deste ano, estava na pequena Eynsham, Inglaterra, reunindo-me com um pequeno grupo de líderes pró-família, representado a herança do nosso movimento na Inglaterra, Escócia e Gales. O propósito original da minha visita àquele país era debater a “paternidade” de duplas homossexuais na Universidade de Oxford. O evento acabou para mim devido a algumas graves falhas nos detalhes do convite dirigido a mim (falhas que eu suspeito terem sido deliberadas), mas não antes de ter comprado uma passagem aérea não modificável. Deus salvou toda essa bagunça juntando esse incrível grupo em um prazo curtíssimo, e unindo muitos de nós em uma tarefa com potencial de grandes frutos. Falarei sobre isso mais para frente.
Durante nosso encontro, a principal notícia da semana em todas as manchetes era a votação pendente sobre o “casamento gay” na Câmara dos Comuns Britânica. O mesmo cenário também se desenrolava na França. E nos EUA, a última instituição não religiosa a publicamente rejeitar o homossexualismo, os Escoteiros da América, estava prestes a votar para permitir homossexuais nos Escoteiros e na liderança da organização. No fim da semana, tanto a Inglaterra quanto a França se entregaram aos gays por com margens consideráveis, e a organização dos escoteiros adiou a decisão (um resultado esperançoso, mas longe de uma verdadeira vitória pró-família).
No meu entender, os eventos da semana foram meramente uma confirmação da natureza espiritual da “guerra cultural” global, e mais uma prova das profecias bíblicas do fim dos tempos. Estou pessoalmente convencido (embora pudesse estar errado) de que chegamos à era de apostasia sobre a qual alertou a Escritura, e os eventos estão se precipitando para a grande conclusão detalhada na profecia. No entanto, essa perspectiva do fim dos tempos, cada vez mais popular nos Estados Unidos, não é amplamente compartilhada por cristãos no Reino Unido. Minha análise foi educadamente contestada por muitos dos presentes ao encontro, cuja premissa teológica e prática é a de que ainda é possível ganhar essa guerra cultural e derrotar a agenda “gay”, devolvendo a sociedade a alguma forma de consenso cultural centrado na família.
“Existe uma maneira de ganhar essa guerra”, admiti, mas é tão extraordinariamente difícil que não acredito que nosso povo esteja disposto a fazê-lo. Precisamos rejeitar completamente as pressuposições humanistas do debate sobre o homossexualismo na forma como existem agora e nos refundarmos nas pressuposições da Bíblia. Resumindo, não é possível criar, ou mesmo preservar, políticas públicas que implicitamente ou explicitamente reprovam o homossexualismo ao mesmo tempo em que cedemos à premissa antibíblica de que a discriminação contra homossexuais é moralmente e legalmente errada. Devemos ser capazes de (e estar dispostos a) construir todos os nossos argumentos sobre a premissa de que o homossexualismo em si é errado, e, portanto, o “casamento”, a “paternidade”, etc., também são errados.
A coisa mais importante que aprendi durante minha longa carreira lutando pelos valores bíblicos é que a visão de mundo dita as políticas.
No final de fevereiro de 2011, fui em uma pequena missão à Moldávia. O propósito da viagem era organizar um seminário para os líderes e principais ativistas do recém-criado movimento pró-vida do país. No entanto, providencialmente, no dia antes da minha chegada, o governo lançou uma campanha semisecreta para aprovar uma lei que proibia a discriminação com base na “orientação sexual” (a pedido da União Europeia). Em vez de organizar um seminário, meus anfitriões e eu organizamos uma campanha nacional de emergência para derrotar o projeto de lei, o que fizemos em questão de dias. O argumento que esbocei para essa campanha atinge em cheio o fator mais importante da guerra cultural: “Uma lei antidiscriminação baseada na orientação sexual é a semente que contém toda a árvore da agenda homossexual, com todos os seus frutos venenosos”. Essa é a explicação mais simples e direta de como o outro lado ganhou e nós perdemos todas as batalhas da guerra cultural na última metade de século. Se você permitir que a semente seja plantada e não focar seus esforços em desenraizá-la, com o tempo você irá perder todos os conflitos subsequentes. É uma necessidade lógica.
Em 2012, levei esse tema a Springfield, Missouri, onde o conselho da cidade havia anunciado planos de adotar leis antidiscriminação similares. Chamamos essa proposta de “Projeto Fascista Gay”, para destacar o seu objetivo último de refrear toda oposição pró-família ao homossexualismo e punir os dissidentes. Mais uma vez, ao educar as pessoas sobre a natureza fascista das leis antidiscriminação e utilizar o simples argumento de uma sentença destacada acima, reunimos um grande número de opositores e matamos o projeto (pelo menos por ora).
A chave para a vitória pró-vida é evitar que quaisquer outros “Projetos Fascistas Gays” sejam adotados, e desenraizar as sementes que já foram plantadas, tudo em direção ao objetivo abertamente declarado de desestimular toda relação sexual fora do casamento, para a saúde da nossa sociedade. Qualquer coisa menos que isso é fútil, exceto para desacelerar o processo de controle homossexual. Isso pode ser feito se tivermos vontade e disposição para pagar o preço. Coloco-me a disposição para auxiliar qualquer grupo defensor da família que esteja disposto a tentar.

Carta ao Povo Russo

Outubro de 2007
Meu nome é Dr. Scott Lively, presidente da Defend the Family International, uma organização de direitos humanos localizada em Los Angeles, Califórnia. Possuo um Juris Doctor em Direito pela Escola de Direito de Trinity, um Doutorado em Teologia pela Escola de Teologia Bíblica (School of Bible Theology) (ambas escolas da Califórnia), e um certificado de direitos humanos do Instituto Internacional de Direitos Humanos localizado em Strasbourg, França. Sou autor da Declaração de Riga pela Liberdade Religiosa, Valores Familiares e Direitos Humanos, e de vários livros, incluindo“The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” (“A Suástica Rosa: Homossexualismo no Partido Nazista”), atualmente sendo traduzido para o russo para publicação em 2008.
Recentemente concluí uma viagem de palestras pelo seu belo país, e aprendi a amar sua cultura e seu povo. Tive o privilégio de visitar várias cidades russas, de Vladivistok a Blagoveschensk na ponta leste, a várias cidades na Sibéria, além de São Petersburgo, no oeste. Fiquei impressionado com a forma como os russos e americanos se parecem de várias formas: ambos são inteligentes, engenhosos, competitivos e empreendedores. Essas semelhanças são boas e ruins. Boas porque nossas nações têm uma fundação para a amizade, mas ruins porque elas tornam a Rússia vulnerável às mesmas forças destrutivas que causaram danos aos EUA.
O propósito da minha visita foi trazer um aviso sobre o movimento político homossexual, que causou muitos danos no meu país, e que agora criou raízes na Rússia. É um câncer que está crescendo rapidamente, e que irá destruir as bases da família na nossa sociedade se não tomarmos medidas efetivas e imediatas para impedi-lo.
O homossexualismo é um distúrbio de personalidade que envolve vários vícios sexuais, muitas vezes perigosos, e impulsos agressivos e antissociais. Essa combinação de fatores faz com que homossexuais tenham uma intensa lealdade uns com os outros e o objetivo em comum de transformar qualquer sociedade na qual vivem em comunidades “gays e lésbicas”. Eles não possuem aceitação em uma sociedade que restringe o sexo ao casamento heterossexual, então eles lutam para eliminar a moralidade sexual e remover todas as limitações à conduta sexual. É importante notar que sua estratégia inicial não é promover o homossexualismo, mas espalhar a imoralidade sexual entre os heterossexuais, principalmente os jovens. Somente mais tarde, quando a cultura já se tornou sexualmente corrupta, eles avançam abertamente para tomar o poder como líderes naturais de tal sociedade.
O processo de transformação sempre começa com as instituições que moldam o pensamento e o comportamento dos jovens. Primeiro vem a promoção da promiscuidade sexual por meio da mídia de massa, depois a introdução de “gays” notórios, como Elton John e George Michael, depois o desenvolvimento de células políticas “gays” nas universidades. Depois vem a defesa de “direitos dos gays” por políticos e líderes comunitários.
Não é por acaso que Hollywood promove a imoralidade sexual. A mídia de entretenimento americana é fortemente influenciada, e em muitos casos controlada, por ativistas homossexuais profissionais que utilizam a televisão, filmes e músicas como uma ferramenta de engenharia social. A juventude russa está sendo moldada dessa forma, assim como foram os jovens americanos desde o fim da década de 50. No entanto, o movimento homossexual global, agora rico e poderoso, aperfeiçoou suas táticas e pode transformar uma sociedade rapidamente.
Algumas universidades russas, principalmente nas grandes cidades, agora têm clubes de “gays e lésbicas”. Lembre-se de que o foco deles é sempre nos jovens. Os homossexuais sabem que não podem mudar os valores dos mais velhos, mas que os jovens, principalmente os sexualmente ativos e que vivem amigados, são facilmente persuadidos a aceitar o homossexualismo como simplesmente outro estilo de vida. Aliás, muitos jovens se tornaram defensores ativos do homossexualismo, pois o movimento gay retrata os homossexuais como vítimas indefesas de sociedades que “só querem ser deixadas em paz e amar quem eles quiserem”. As universidades servem de centros de recrutamento, tanto para homossexuais quanto para seus aliados e protetores heterossexuais.
O movimento homossexual tenta ganhar simpatia pública alegando que homossexuais “nascem assim” e não podem mudar. Isso não é verdade. Existe uma grande associação de médicos e terapeutas nos Estados Unidos que ajudam homossexuais a se recuperarem (acesse www.narth.com) e muitos milhares de ex-homossexuais que agora vivem vidas normais. Mas, infelizmente, há uma rede ainda maior de ativistas homossexuais e outros aliados (apoiados por todo o poder da União Europeia, algumas agências e instituições americanas e inúmeras ONGs internacionais), que insistem que o homossexualismo é imutável e deve ser protegido pelo governo. O objetivo é aprovar leis que proíbam a discriminação contra homossexuais, o que serve como fundamento legal para o restante da sua agenda: “paradas gays” protegidas e financiadas com dinheiro público em cada cidade, casamento homossexual ou o seu equivalente, promoção do homossexualismo para crianças, aceitação total do homossexualismo em todos os setores da sociedade, e punição para todos os que discordarem.
Infelizmente, muitos russos acreditam que isso nunca poderia acontecer em seu país. Isso foi o que nós acreditamos nos Estados Unidos. Mas essa mudança já começou na Rússia. Basta conversar com estudantes universitários nas grandes cidades, ou procurar na internet por atividades “gays” onde você mora. Houve uma parada do “orgulho gay” em agosto em Omsk, os jornais de Novosibirsk agora publicam anúncios de namoros gays, há pelo menos três sites “gays” para adolescentes em Krosnoyarsk, e São Petersburgo já possui uma população de homossexuais que se encontra para fazer sexo em parques públicos. Esses exemplos podem parecer uma ameaça pequena, considerando a forte oposição ao homossexualismo em grande parte da sociedade russa, mas imploro a vocês que não ignorem esses sinais de aviso. Eles são como a fumaça de um incêndio na floresta. Se você esperar até que possa ver as chamas da sua própria casa, será tarde demais.
O que pode ser feito para proteger a Rússia do movimento gay?
Primeiro, comece imediatamente uma campanha em todas as cidades para promover os valores do casamento e da família, e para desestimular a promiscuidade sexual e o concubinato. Crianças e jovens devem receber instruções apropriadas à idade sobre por que os valores de moralidade sexual e família são importantes para seu futuro, e estudantes mais velhos deveriam aprender como se preparar para serem bons maridos e esposas. Toda cidade deve oferecer seminários e orientações sobre o casamento para ajudar a fortalecer as famílias existentes. As cidades devem celebrar a vida familiar e oferecer muitos programas e atividades pró-família.
Segundo, comece a treinar médicos, psicólogos e terapeutas nas técnicas de ajudar os homossexuais a se recuperarem, e oferecer essa terapia como um serviço público. Promova a recuperação para homossexuais com publicidade e propaganda, e alcance os jovens que sofrem da atração pelo mesmo sexo. Alcance-os cedo e poupe esses jovens de uma vida inteira de dor e sofrimento. E algo de grande importância, se as autoridades russas promovessem publicamente a recuperação de homossexuais, os gays não teriam condições de enganar o público com sua propaganda de que “nasceram assim”.
Terceiro, criminalize a defesa pública do homossexualismo. Minha filosofia é deixar os homossexuais em paz se eles deixarem seu estilo de vida em privado, sem forçá-los à terapia se eles não quiserem. No entanto, o homossexualismo é destrutivo para indivíduos e para a sociedade e nunca deveria ser publicamente promovido. A maneira mais fácil de desestimular as “paradas gays” e outras manifestações de defesa do homossexualismo é tornar tais atividades ilegais com base no interesse da saúde e moralidade do público.
Quarto, desenvolver uma mídia amiga da família como alternativa aos produtos imorais que agora são importados dos EUA e do Japão. A sociedade russa é rica de pessoas talentosas. As empresas de mídia russas deveriam competir pelos corações e mentes dos jovens, e até mesmo dar exemplos de como produzir entretenimento de boa qualidade que eleva, e não degrada, o espírito humano.
Não é segredo que a Federação Russa compete com as nações do Ocidente, mas há uma área em que a Rússia poderia rapidamente tomar a liderança global: valores familiares. Enquanto os Estados Unidos e a Europa continuam a alienar seus cidadãos dedicados à família para seguirem o caminho destrutivo da “liberdade sexual”, a Rússia poderia se tornar uma sociedade pró-família modelo. Se isso acontecer, acredito que as pessoas do Ocidente começariam a emigrar para a Rússia, da mesma forma que os russos costumavam emigrar para os EUA e Europa. A Rússia poderia até ganhar de volta a simpatia dos seus antigos estados, como Polônia, Letônia e Lituânia, que agora estão sendo perturbados pelas demandas pró-homossexualismo da União Europeia.
Concluindo, todas as civilizações bem-sucedidas se sustentam nas bases da família natural: homens e mulheres unidos no casamento, dedicados a criar e sustentar crianças moralmente saudáveis que irão substituí-los na próxima geração. Essa fundação sempre será forte em nações que desestimulam a conduta sexual fora do casamento. Mas onde quer que a filosofia gay da liberdade sexual ilimitada for aceita, a estrutura familiar se desintegra. O povo russo tem uma importante escolha diante de si: promover o casamento e valores familiares, levando-os à saúde social, ou permitir a propagação da imoralidade sexual, que os levara à desordem social. Oro para que escolham a família.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: KEY TO PRO-FAMILY VICTORY – IF WE REALLY WANT IT
Leitura recomendada:
Artigos de Scott Lively:
Artigos sobre Rússia e homossexualismo:

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Travesti cheio de cão foi desafiar Pastor cheio do Espírito e se deu mau. Conheça o lado espiritual do homossexualsimo que a mída satanista abafa.



Travesti cheio de cão foi desafiar Pastor cheio do Espírito e se deu mau. Por isso os Ativistas Gays criaram um movimento para difamá-lo, levando inclusive, acusadores dele para o programa de frente com Gaybi - Que tem um filho Homossexual - E tentou denegrir Pr. Silas e não conseguiu. Vejam o vídeo e espalhem. A sociedade precisa saber quem cria tudo isso no mundo espiritual e porque querem os Ativistas gays destruir os Homens de Deus, na verdade os demônios neles.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Petista Pró-Homossexual está por trás da remoção da Petição Pró-Silas Malafaia do site Avaaz que representa no Brasil.

20 de fevereiro de 2013

O fascismo da Avaaz contra Silas Malafaia


"O fascismo da Avaaz contra Silas Malafaia"

Os bons fascistas — O petista Pedro Abramovay, chefão da Avaaz no Brasil, considera-se juiz de um tribunal de exceção e comandante de um pelotão de fuzilamento

Reinaldo Azevedo
Corre no site Avaaz — uma organização internacional, comandada, no Brasil, pelo petista Pedro Abramovay — um abaixo-assinado em favor da cassação do registro profissional do pastor Silas Malafaia, que é formado em psicologia. Já é uma barbaridade que adversários intelectuais ou religiosos desse ou daquele resolvam recorrer a tal expediente numa matéria como essa, mas vá lá… Houve reação. Também se criou uma petição contra a cassação, que superou a outra em número. O que fez Abromovay? Simplesmente tirou do ar a petição favorável a Malafaia e manteve só aquela que o demoniza. Escrevi, então, o post. No texto, informei que o rapaz — um dos queridinhos de Márcio Thomaz Bastos e ex-secretário Nacional de Justiça do governo Lula — é muito bem relacionado naquilo que o PT chama “mídia”.
Eis que, na madrugada desta quarta-feira, às 4h da matina, dou de cara com um texto na Folha Online, que pode entrar na categoria das coisas espantosas, intitulado “Protesto virtual pode levar Silas Malafaia a perder registro de psicólogo”. Como? Eu me ajeitei aqui na cadeira. “Quer dizer, então, que um protesto virtual pode agora decidir um registro profissional? Segundo Anna Virginia Balloussier, que assina o texto, sim. Escreve ela, num estilo que parece orgulhoso de misturar alhos com bugalhos:
“O que o pastor Silas Malafaia tem em comum com Renan Calheiros, o “Veta, Dilma!” (contra o novo Código Florestal) e os índios Guarani Kaiowá?
O líder evangélico também virou tema de um abaixo-assinado na Avaaz.org, como as listadas acima. E, por conta dele, está sendo investigado pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro.
A turma da internet se voltou contra Malafaia, líder evangélico há três décadas, após sua participação no programa “De Frente com Gabi” (SBT), da jornalista Marília Gabriela.”
Notem que a “turma da Internet” virou agora um ente — e parece ter um lado só. O mais impressionante é que a repórter informa aos leitores, lá pelo fim do texto, que a petição em favor de Malafaia também foi lançada, reuniu mais assinaturas, mas foi retirada do ar pelo chefão da Avaaz, Pedro Abramovay, que foi entrevistado. E é ele quem diz:
“Mais de 77% da nossa comunidade votou para remover esta petição, e estamos muito orgulhosos dessa decisão democrática para rejeitar este tipo de lobby para continuar práticas homofóbicas”.

Chefe do pelotão de fuzilamento

Eis aí. Quando publiquei o texto de ontem à noite, alguns bananas tentaram reagir, acusando-me de estar pegando no pé do pobrezinho Abramovay. Nas poucas palavras acima, ele se revela. E ainda chama o que fez de “decisão democrática”, da qual se orgulha.
Para Abramovay, a democracia funciona assim: ele e sua turma se reúnem e decidem, por maioria, que reputação tem o direito de viver e que reputação tem de ser fuzilada. A Avaaz é, agora, um tribunal de exceção, dotado de um pelotão de fuzilamento. Vejam que graça esse rapaz: ele chama de “lobby” os que assinaram a petição em favor de Malafaia, mas não se refere nesses termos àqueles que assinaram a petição contra. Por quê? Ora, porque ele se tornou também juiz das petições.
Abramovay é só a manifestação aparentemente — e só aparentemente — mais civilizada daqueles vagabundos que impediram Yoani Sánchez de falar em Feira de Santana. Ele quer calar Malafaia. Por quê? Ora, porque não concorda com ele! Vão dizer que isso não é motivo suficiente…
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Não ao totalitarismo homossexualista que está contra Silas Malafaia

Escritor contrário a Causa Gay fará as novas séries do Superman.

20 de fevereiro de 2013

Para fúria dos ativistas gays, DC Comics contrata escritor contrário ao homossexualismo para ajudar na criação de uma nova série do Superman


"Para fúria dos ativistas gays, DC Comics contrata escritor contrário ao homossexualismo para ajudar na criação de uma nova série do Superman"

Damian Ghigliotty
Em 2013 o Superman pode ter outra aversão além de criptonita e vilões, e nem todo mundo faz questão de pagar para ver.
A DC Comics contratou Orson Scott Card, um desembaraçado escritor de ficção científica que se manifesta contra o movimento gay, para escrever um enredo em duas partes para as novas “Aventuras de Superman” em HQ digital, causando alvoroço entre os ativistas gays.
Card, que é mais conhecido no mundo da ficção científica por seu romance “O Jogo do Exterminador”, talvez seja mais conhecido fora desse universo por suas críticas diretas ao homossexualismo e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Controvérsia: Orson Scott Card, um desembaraçado escritor de ficção científica que faz oposição ao ativismo gay, foi encarregado pela DC Comics de escrever um enredo de duas partes para as novas “Averturas de Superman” em HQ digital.
Depois que correu a notícia de que Card, com 61 anos, conselheiro da Organização Nacional pelo Casamento (National Organization for Marriage), estaria entre os escritores das novas aventuras do super-herói, o grupo AllOut.org, que defende o casamento igualitário, lançou uma petição pedindo à DC Comics que o demita.
“Ao contratar Orson Scott Card, mesmo com seus iniciativas contrárias ao homossexualismo, vocês estão dando a ele uma nova plataforma e apoiando-o no seu ódio”, declara a petição, que agora tem mais de 13.000 assinaturas.
A DC Comics, divisão do conglomerado Time Warner, emitiu uma declaração na quinta-feira passada defendendo a decisão de incluir Card entre os novos escritores da série.
“Como criadores de conteúdo, dedicamo-nos à defesa da liberdade de expressão; no entanto, as posições pessoais dos indivíduos associados à DC Comics são apenas isso: visões pessoais, e não as da empresa em si”, assegura a declaração.
Escritor contrário ao homossexualismo: Card, mais conhecido por seu romance “O Jogo do Exterminador”, de 1985, é um crítico declarado do homossexualismo e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.
Da mesma forma, as lojas de revistas em quadrinhos que receberam pedidos de boicote à futura série se recusaram a fazê-lo, de acordo com a CNN, também parte do grupo Time Warner.
“Alguém nos pediu via Twitter que fizéssemos boicote à série, mas desde que abrimos as portas, comprometemo-nos a ter tudo o que pudéssemos em questão de histórias em quadrinhos”, comenta Mitch Cutler, dono da St. Mark’s Comics, que funciona no bairro de East Village, em Nova York, há quase 30 anos.
“Tenho certeza que há nessas prateleiras, neste momento, coisas com as quais posso não necessariamente concordar”, argumenta. “Então, embora entenda que Card possa ter defendido coisas que aborreçam algumas pessoas, seria bastante atípico para nós nos recusarmos a fornecer algo por essa razão”.
Card se recusou a comentar.
Phil Jimenez, escritor abertamente gay e artista de HQs que trabalhou em “Astonishing X-men” e “The Amazing Spiderman”, entre outros trabalhos, diz acreditar que a posição de Card em relação ao homossexualismo e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo inibe os direitos dos gays.
“No caso de Card, não concordo com o fato de darem dinheiro a um homem que foi agiu a favor da aprovação de leis contrárias à homossexualidade na Califórnia”, lamentou Jimenez pelo Twitter.
“Defendo que, para os que também se sentem como eu nessa questão, comprar o trabalho de Card é contra seu próprio interesse social, econômico ou mesmo legal”, acrescenta.
Oposição: “Não me parece nada super”, critica o escritor e artista de HQs declaradamente gay, Phil Jimenez, que defende um boicote ao trabalho de Card.
Em um artigo de 2004 intitulado “Homosexual ‘Marriage’ and Civilization” (“Casamento” Homossexual e Civilização), Card escreve, “O simples fato de dar uma sanção legal a uma dupla homossexual e chamar o contrato de união de ‘casamento’ não faz disso um casamento”. 
O artigo concluía que “ou as pessoas civilizadas conseguem estabelecer um governo que proteja a família, ou os bárbaros politicamente corretos terão uma vitória completa sobre a família; e, sem a forte estrutura familiar da qual depende a civilização, ela irá ruir e se dissipar”.
Em defesa de Card: “Como criadores de conteúdo, dedicamo-nos à defesa da liberdade de expressão; no entanto, as visões posições pessoais dos indivíduos associados à DC Comics são apenas isso: visões pessoais, e não as da empresa em si”, esclarece a editora.
Card, defensor da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, vive com a esposa Kristine em Greensboro, Carolina do Norte, e tem cinco filhos, todos com nomes de autores famosos.
Leitura recomendada:
Artigos sobre AllOut no Blog Julio Severo

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Site Avaaz é Pró-Homossexual Cristofógico remove petição a favor de Silas Malafaia.

Site ‘Avaaz’, de abaixo-assinados, a serviço da causa gay; ‘Que vergonha!’ Pr. Silas responde

Foi criado no site internacional Avaaz, de abaixo-assinados, uma petição de gente a favor da causa gay para cassar o meu registro de psicólogo. O nosso irmão em Cristo, Ricardo Rocha, da Igreja Nova Jerusalém, do Rio Grande do Sul, criou (também no Avaaz) uma petição pela não cassação do meu registro de psicólogo. Isto foi postado no dia 9 de fevereiro.
No domingo, dia 17, a minha petição ultrapassou a petição daqueles que queriam me cassar (Mais de 65.000 a meu favor e 55.000 contra). Nesta segunda-feira, dia 18, inexplicavelmente, a petição a meu favor saiu do site Avaaz. (Veja na imagem abaixo quantas assinaturas já tínhamos alcançado).
Leia o e-mail que o site Avaaz enviou para o irmão Ricardo Rocha, criador da petição online a meu favor. Depois eu volto!

Olá RICARDO 

Obrigado por criar uma petição no site da Petições da Comunidade da Avaaz. Como está dito nos nossos Termos de Uso, nós somos uma comunidade não lucrativa baseada em valores e 100% financiada por pequenas doações de nossos membros. Como resultado, nós somos requeridos por lei e pela nossa comunidade a apenas promover campanhas que visam a nossa missão. Para ter a certeza de que estamos fazendo isso, nós enviamos petições para nossa comunidade todos os dias para pesquisar e checar se elas são apoiadas pela comunidade ou não.

Infelizmente, a maioria dos membros da Avaaz não apoiaram sua petição e, seguindo nossos Termos de Serviço, tivemos que removê-la de nosso site. Nós sentimos muito por isso e esperamos que isso não impeça sua participação ou criação de outras campanhas.

O texto da sua petição está abaixo desta mensagem. Você pode considerar recomeçá-lo num site comercial que não possui restrições legais sobre qual tipo de campanha eles podem promover como Care2.com, petitionsonline.com ou change.org.

Nossas sinceras desculpas,

A equipe da Avaaz
(Voltei). Perguntas que não se calam e que demonstram a safadeza, parcialidade do Avaaz pela causa gay:
1) Por que só depois de 10 dias, quando o número a meu favor ultrapassou aqueles que são contra mim, é que eles resolveram retirar a petição a meu favor do ar?

2) No e-mail acima eles dizem que promovem campanhas que visam a missão deles. Aqui está a missão do Avaaz: é a comunidade de campanhas que leva a voz da sociedade civil para a política global. 65 mil pessoas que são contra a postura do movimento gay não são as vozes da sociedade? Quer dizer, então, que 55 mil que defendem a causa gay, estes sim, representam a sociedade? ISTO É UMA PIADA! COISA DE SAFADOS INESCRUPULOSOS!

3) É para o povo evangélico ver o nível de guerra que estamos travando. Em favor da causa gay pode fazer abaixo-assinado, contra não pode. E o que é mais grave: a campanha visa me denegrir quando eu não tenho nem o direito de fazer uma campanha para me defender. Vou entrar com medidas judiciais cabíveis! Peço a vocês duas coisas:

1º) Peço a você para assinar esta petição que nós mesmos estamos fazendo a fim de enviarmos a presidente do Conselho Regional de Psicologia. >>> CLIQUE AQUI! <<<

2º) Enviem e-mails com mensagens de repúdio ao site Avaaz por esta safadeza inescrupulosa. Clique Aqui.

Fonte: Verdade Gospel

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Pr. Silas responde a intolerantes Gays que querem cassar seu registro de psicólogo

15/02/13 - 03:24

Pr. Silas responde a intolerantes Gays que querem cassar seu registro de psicólogo

Em função da polêmica entrevista do pastor Silas Malafaia ao programa “De Frente Com Gabi”, exibida no dia 3 de fevereiro, foi criada uma petição pública online na tentativa de cassar seu registro de psicólogo.
A manifestação que pretende reunir cerca de 100 mil assinaturas será destinada a Vivian de Almeida Fraga, presidente do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP/RJ).

Pr. Silas Malafaia comenta:

Na entrevista com a Gabi, como também nos meus programas, eu nunca me apresento como psicólogo, e sim como pastor, e os próprios entrevistadores assim me reconhecem, é só verificar. Eu pergunto:

O que o conselho de psicologia tem a ver com isto? Estou garantido pela Constituição Federal no seu artigo 5º que me garante liberdade para expressar meus pensamentos, e não posso ser privado por convicções políticas, filosóficas, e religiosas. Os que se dizem injustiçados se tornaram os maiores intolerantes. Querem criminalizar a opinião.
Peço a sua ajuda para fazer parte de um abaixo assinado para enviar ao CFP pela não cassação do meu registro de psicólogo. Não podemos nos omitir. Eles querem calar a nossa voz. Acesse, preencha seus dados e assine. É simples e rápido : CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Meteorito explode sobre a Rússia e deixa mais de 500 de feridos


Um meteorito explodiu sobre a Rússia nesta madrugada e, de acordo com a BBC, deixou 250 pessoas feridas. Os vídeos da explosão que estamos coletando são impressionantes.

Atualizando com mais informações…
O que é mais incrível: relatos não-confirmados dizem que uma unidade de defesa aérea disparou um míssil enquanto o meteoro entrava no espaço aéreo russo em velocidades supersônicas, quebrando-o em pedaços.

Eu acho isso difícil de acreditar: duvido que a defesa aérea russa tivesse tempo para detectar e acertar um objeto que apareceu do nada, vindo do espaço. Além disso, há um só rastro no céu. Se um míssil realmente atingisse algo, haveria mais de um rastro após caírem os escombros.
Mais provavelmente, o meteoro explodiu antes de atingir o solo por causa do enorme calor gerado pela compressão do ar na frente do meteoro ou asteroide. Este fenômeno é chamado de bólido ou explosão aérea.
A recente explosão ocorreu num momento em que um asteroide com 46 metros de largura – o 2012DA14 – está prestes a passar próximo à Terra. Os efeitos reais de um impacto, caso os cálculos dos astrônomos estivessem errados, são preocupantes.
Mas segundo a Agência Espacial Europeia, seus especialistas “confirmam não há nenhuma ligação entre os incidentes de meteoros na Rússia e o sobrevoo do asteroide 2012DA14 esta noite”.
De acordo com testemunhas, celulares pararam de funcionar e janelas se estilhaçaram quando o meteoro explodiu no ar. Aparentemente, cerca de 250 pessoas ficaram feridos ao serem atingidos por fragmentos de vidro, ou por outros pequenos acidentes. Você pode ouvir janelas sendo praticamente destruídas em alguns dos vídeos.
O Ministério de Emergência da Rússia diz que há 20.000 equipes de resgate na área. Aeronaves estão sobrevoando a área à procura de pontos de impacto.
O evento foi observado nas regiões de Chelyabinsk, Tyumen e Sverdlovsk, localizadas na República da Bashkiria e no norte do Cazaquistão. Segundo a BBC, o governador da região de Chelyabinsk, Mikhail Yurevich, afirma que o meteoro caiu em um lago a 1 km de Chebarkul, cidade com uma população de 46.000 habitantes.






Fonte: Blog a Pedra.



segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O que estaria por trás da renúncia do Papa?

"Bento XVI deixará o Vaticano por causa do crime organizado que atua na Santa Sé"

(Foto: Isabella Bonotto - AP)

Homem prevenido – Apesar dos escárnios que têm marcado o cotidiano do planeta, a semana começou bombástica com a notícia da renúncia do papa Bento XVI, que deixará o comando da Igreja Católica no próximo dia 28 fevereiro, segundo informações divulgadas pela imprensa internacional. Como destacou o competente jornalista Oscar Andrades em seu blog, o alemão Joseph Ratzinger não é o primeiro a deixar o papado. “O último Sumo Pontífice a renunciar foi Gregório XII, em 1415. Bento XVI é o quarto Papa a renunciar ao cargo”, escreveu Andrades. A renúncia de um papa está prevista no Código de Direito Canônico, que estabelece, neste caso, que basta que a renúncia seja de livre e espontânea vontade para ter validade, sem a necessidade da aceitação de terceiros.

Diversos foram os motivos alegados pelos representantes do Catolicismo, mas nenhum convenceu. Bento XVI teria alegado problemas de saúde e desacordo com algumas condutas sociais, como casamento entre pessoas do mesmo sexo e a necessidade de esses casais adotarem filhos, mas a realidade é outra. O assunto é tratado aos sussurros nos corredores da Santa Sé, como acontece há décadas.

Movimento Homossexual perseguiu o Papa
Uma coisa é a religião católica, outra é o Vaticano, que é um Estado. E como tal tem suas mazelas, seus subterrâneos, suas podridões. O grande fantasma que assombra os frequentadores do Vaticano é o envolvimento com o submundo do crime. Por certo muitos católicos partirão contra este noticioso, mas não será novidade porque já tratamos do tema em diversas ocasiões e sofremos retaliações. Só não aceitamos deixar de revelar mais uma vez a verdade dos fatos, a qual o editor tem profundo conhecimento, pois acompanhou, na Itália, a chegada ao comando do Vaticano do arcebispo Albino Luciani, o papa João Paulo I, com o qual conversou longamente em Milão, antes de o religioso se tornar a máxima autoridade do Catolicismo.

Há longas décadas sob o controle da Opus Dei, facção ultradireitista do Catolicismo, o Vaticano foi alvo, no início dos anos 80, de um dos maiores e mais sórdidos escândalos de corrupção da história. O papa João Paulo I tentou, em vão, acabar com o fim da corrupção que grassava na Praça São Pedro e envolvia o Banco Ambrosiano, instituição financeira da qual o Banco do Vaticano tinha boa quantidade de ações. Luciani acabou morto 33 dias após ser escolhido papa. O serviço de comunicação do Vaticano informou que Luciano fora alvo de um infarto, mas a história da Medicina não tem qualquer registro sobre a aparência esverdeada de uma pessoa após ataque cardíaco.

Homem correto e de conduta ilibada, Luciani, que tentou acabar com a lavanderia financeira em que se transformara o Banco Ambrosiano, instituição financeira oficial da Santa Sé. Deu-se muito mal, pois lá atuava não apenas a banda podre do Catolicismo, como a máfia turca e a loja maçônica italiana P2, morreu envenenado por causa de cianureto adicionado ao regular e tradicional chá que tomava todas as tardes.
Por ocasião dos fatos, o editor do ucho.info investigou a sequência de crimes que tinha o Vaticano como pano de fundo. Além de chegar à verdade, disparou a ira dos envolvidos e enfrentou a truculência de muitos. O Colégio Romano, apêndice do Vaticano, seguia a mesma ordem dada à época para todas as comunidades católicas do planeta: silêncio obsequioso. Perseguido durante alguns anos após o episódio, o editor deixou a Itália da noite para o dia para não acabar como o cardeal Luciani, que tentou, sem sucesso, promover uma faxina na Praça São Pedro. Mesmo de volta ao Brasil, foi duramente perseguido durante muitos meses.

Luciani foi substituído no cargo pelo polonês Karol Józef Wojtyla, o papa João Paulo II, que desavisado tentou a mesma empreitada do antecessor. Liquidar as relações criminosas entre o Banco Ambrosiano, a P2 e a máfia turca. Inocente, João Paulo II foi alvejado, em plena Praça São Pedro, por tiros disparados pelo turco Mehmet Ali Agca. Na esteira do escândalo do Banco Ambrosiano, alguns dos envolvidos acabaram assassinados ou se suicidaram.

João Paulo II não apenas continuou no cargo até a morte, mas após recuperar-se dos ferimentos provocados pelo atentado visitou e perdoou o seu algoz, Ali Agca, que depois de anos de prisão voltou para a Turquia.

Joseph Ratzinger não é um ignaro. Ciente do que acontece diuturnamente nas coxias da Santa Sé, preferiu anunciar a sua saída, justificada por razões pouco convincentes, mas que se dará também à sombra do silêncio, pois meso com a idade avançada o ainda papa espera viver em paz e não acabar como Albino Luciani.

Ratzinger não chegou ao comando do Vaticano sem saber o que por lá acontecia. Por trás da Praça São Pedro – visitada e fotografada por milhões de turistas de todas as partes – funciona uma central de branqueamento de capitais e uma organização criminosa sem escrúpulos e com tentáculos em todos os cantos do planeta.

A luz vermelha no reduto de Bento XVI acendeu de vez quando, no começo de 2012, vazou o conteúdo da carta enviada pelo arcebispo Carlo Maria Viganò ao papa. Na missiva que tinha a Praça São Pedro como destino, Viganò, que foi secretário-geral do governorado do Vaticano, afirmou que na Santa Sé “trabalham as mesmas empresas, ao dobro (do custo) de outras de fora, devido ao fato de não existir transparência alguma na gestão dos contratos de construção e de engenharia”. A assessoria papal agiu de forma automática diante do episódio e afirmou, em comunicado, que as denúncias resultavam de “avaliações incorretas”.

Atual núncio da Santa Sé nos Estados Unidos, Carlo Maria Viganò destacou na carta: “Jamais teria pensado em me encontrar diante de uma situação tão desastrosa”, que apesar de ser “inimaginável, era conhecida por toda a Cúria”. Além disso, o denunciante afirma que banqueiros que integram o chamado Comitê de Finanças e Gestão se preocupam muito mais com os próprios interesses do que com os do Vaticano, lembrando que em dezembro de 2009 “queimaram US$ 2,5 milhões” em uma operação financeira.
A situação tornou-se ainda mais embaraçosa com a prisão do mordomo do papa, o italiano Paolo Gabriele, acusado de desviar cartas e documentos sigilosos de Bento XVI e seus colaboradores que acabaram publicados em livro.

A prisão de Gabriele foi anunciada pelo porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, no mesmo dia em que o presidente do Instituto das Obras da Religião (IOR), o banco do Vaticano, foi forçado pelo conselho de supervisão a demitir-se. E na mesma semana em que um livro publicado na Itália divulgava cartas e documentos sigilosos enviados ao Papa, ao seu secretário e a responsáveis do Vaticano, com o objetivo de “expulsar os vendilhões do templo”.

Por maior que fosse a proximidade de Paolo Gabrieli com o papa – ele era o primeiro e o último a ver Ratzinger todos os dias – o vazamento de documentos do Vaticano não foi uma operação solitária. Foi um plano arquitetado por um punhado de clérigos intransigentes com o banditismo religioso, mas que enfrentou a dura e criminosa resistência da quadrilha que atua no Vaticano, que é muito maior e mais poderosa do que se imagina.

Ao chegar ao posto máximo da Igreja Católica, Bento XVI encontrou uma situação de devassidão e crimes que seu raciocínio cartesiano, típico dos alemães, jamais compreenderá. Instalado no cargo, Bento XVI começou a seguir a agenda de compromissos oficiais, ao mesmo tempo em que preparava uma nova tentativa de faxina. Ao perceber que sua incursão seria fracassada, como as tentadas por seus antecessores, Ratzinzger preferiu sair de cena. Foi prudente e tomou a decisão acertada.

O crime organizado continuará atuando nos bastidores do Vaticano, pois assim funciona desde Pio XII, mas isso não invalida os fundamentos cristãos e muito menos o que pregou Jesus de Nazaré. O problema está na existência tumoral dos operadores do Catolicismo.

Fonte: Ucho.Info
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