terça-feira, 30 de abril de 2013

Rússia não quer que crianças russas sejam entregues em adoção para duplas gays da França

30 de abril de 2013

Rússia não quer que crianças russas sejam entregues em adoção para duplas gays da França


Rússia não quer que crianças russas sejam entregues em adoção para duplas gays da França

Julio Severo
Com a ação radical do governo socialista da França de passar por cima da vontade de seu povo e dar legitimidade de “casamento” para as uniões homossexuais, inclusive forçando a entrega de crianças em adoção para duplas gays, a Rússia é o primeiro país do mundo a dar um tabefe no governo francês.
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que a Rússia buscará efetuar mudanças no acordo sobre adoções de crianças russas por pais franceses, declarando que a união entre duplas homossexuais viola princípios e valores morais da Rússia.
“Precisamos reagir ao que está acontecendo ao nosso redor. Respeitamos os nossos parceiros, mas pedimos que respeitem as nossas tradições culturais e as normas éticas, legislativas e morais da Rússia,” declarou Putin.
Uma pesquisa nacional de opinião pública conduzida pelo instituto estatal de opinião pública VTsIOM em 2012 mostrou que 86 por cento dos 1.600 entrevistados na Rússia disseram que apoiam leis proibindo a promoção de relações homossexuais. Uma pesquisa de opinião pública de 2010 revelou que 74 por cento dos russos disseram que os homossexuais são “moralmente depravados ou aleijados” e acreditam que a homossexualidade é “uma perversão mental amoral”.
A medida de Putin de modificar o acordo de seu país com a França sobre adoção de crianças não é a primeira vez que a Rússia age para proteger suas crianças.
Em 2010, a Rússia já havia alterado seu acordo sobre adoções de crianças com os Estados Unidos. No novo acordo, duplas homossexuais americanas não têm permissão de adotar crianças russas.
A atitude da Rússia, de colocar normas éticas acima da ideologia homossexual, é um total contraste com o governo dos Estados Unidos, que vem exercendo um imperialismo cultural cada vez maior para homossexualizar seus próprios cidadãos e o restante do mundo.
Com informações do site homossexual A Capa.
Leitura recomendada:

domingo, 28 de abril de 2013

Pr. Silas Malafaia convoca Todo Povo de Deus para grande Manifestação em Brasília dia 5 de Maio, às 3 hs da tarde.


Lésbica inventa estupro para esconder encontro com amante, e faz Policiais Civis de "Palhaços".

Título original: "Estudante 'criou' estupro coletivo na Paraíba para esconder homossexualidade da família, conclui Polícia"



A garota chegou a ser submetida a exames periciais onde foram coletados materiais genéticos para prender os supostos estupradores
 Por Hyldo Pereira do Portal Correio
Foto: 190PB
Delegado Pedro Ivo
Um desfecho surpreendente para as investigações. A Polícia Civil da Paraíba concluiu neste sábado (27), o inquérito policial sobre o suposto estupro coletivo envolvendo uma adolescente de 14 anos, na cidade de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa, no dia 10 de abril deste ano. De acordo com o delegado Pedro Ivo, que presidiu as investigações, ficou comprovado que a estudante criou a história para esconder a homossexualidade.
“Não ocorreu o crime. A estudante confirmou durante depoimento que não foi sequestrada na frente da escola, não foi colocada em van e nem foi estuprada por cinco homens. Ela criou a história para esconder da família que é lésbica. Ela estava em Campina Grande onde foi encontrar com uma ‘namorada’, após marcar um encontro no Facebook. Como demorou para retornar para cassa e temendo reprimenda da família, a garota disse que tinha sido estuprada”, revelou o delegado de Homicídios, Pedro Ivo.
O delegado revelou que após o crime ser noticiado todo o efetivo investigatório da Secretaria de Segurança Pública da Paraíba foi mobilizado para elucidar e, possivelmente, prender os supostos envolvidos.
“Durante semanas, a gente se debruçou no caso e a medida que as investigações iam se aprofundando, o desfecho nos levava para um caso inusitado. Ouvimos 12 pessoas entre famílias, amigos da estudante e comerciantes, onde a vítima disse que foi levada, e coletamos muitas provas”.
De acordo com o delegado, a estudante foi submetida a exames periciais onde foram coletados materiais genéticos para prender os supostos estupradores. “A adolescente passou por exames, mas o resultado não ficou pronto. Como ela percebeu que a gente estava perto de descobrir o caso, a estudante abriu o jogo e disse que não foi estuprada”.
Segundo Pedro Ivo, como não houve crime, o caso foi encerrado. “Foi um ato de irresponsabilidade da menor inventar um estupro que não aconteceu. O caso ganhou proporção nacional”.
No dia 10 de abril, a estudante procurou a Polícia Militar informando que foi estuprada por cinco homens quando ela saía do Colégio Carlos Chagas, no bairro do Tibiri II, em Santa Rita. Segundo a PM, a menor disse que estava nas proximidades da escola quando foi abordada por dois homens que a obrigaram a entrar em uma van onde mais três rapazes a esperavam. Em contato os policiais, a adolescente relatou que os acusados colocaram um pano no rosto dela e a doparam.
À época, o pai da garota confirmou que ela teria sido levada para um matagal e supostamente estuprada pelos criminosos. Após 'a consumação do estupro', os acusados teriam deixado a adolescente na avenida Campina Grande, três horas depois, no mesmo bairro onde teria sido raptada.
O fato foi noticiado na Paraíba dias depois da repercussão nacional de um estupro coletivo de uma turista no Rio de Janeiro. O depoimento do namorado da turista americana à Polícia carioca ocorreu no dia 9 de abril. Um dia depois, teria ocorrido um caso parecido com a estudante paraibana, que, agora, foi desmascarado.
Nota: A característica maior dos LGBTs é a desonestidade para consigo mesmo, para com sua família, para com a sociedade, para com as autoridades e finalmente, para com Deus, a quem odeiam. Não dá prá confiar.

Ministra da França adverte Presidente que impôs "Casamento Gay" à nação: "Quem planta vento, colhe tempestade."

lemanifEssa lei será uma fábrica de órfãos. Toda criança de um casal gay ver-se-á privada de uma parte de sua realidade humana, de suas origens, de sua verdadeira filiação.
 Quais serão as consequências de semelhante perturbação da civilização humana?


A Assembléia Nacional francesa adotou nesta terça-feira o projeto de lei que desnaturaliza o casamento e instaura o polêmico “direito à criança” (não confundir com os direitos da criança). Houve 331 votos a favor e 225 contra. Entretanto, 138 membros da oposição conservadora e de centro, do Senado e da Assembléia Nacional, anunciaram que entrarão com uma demanda contra esse texto ante o Conselho Constitucional, o qual deverá se pronunciar nos próximos meses. Antes disso a lei não entrará em vigor.

Brutal e sectário, o socialista Claude Bartolone fez expulsar o público que protestava na tribuna do parlamento dizendo que eram “inimigos da democracia” e que não tinham “nada que fazer no hemiciclo”. Tal crispação inadmissível reflete o estado de ânimo do partido do governo o qual viu cair em picada o índice de François Hollande. Segundo uma sondagem de IFOP, o presidente da República perdeu seis pontos desde março e agora só conta com 25% de pessoas satisfeitas com seu desempenho, o que é um nível inferior ao mais baixo registrado por Nicolas Sarkozy durante seu mandato.

Após o escândalo estourado pelo ministro socialista da Fazenda, Cahuzac, que dizia lutar contra a fraude fiscal enquanto ocultava e negava ter uma conta bancária na Suíça com dinheiro escamoteado do fisco, os problemas de Hollande, inimigo “dos ricos”, cresceram. Desde 1968 o Partido Socialista não faz senão lançar manifestações contra os governos “de direita”. Agora se vê prisioneiro de seu próprio invento: as manifestações cada vez mais massivas contra sua política, e em particular contra o “matrimônio gay”, estão desmantelando o pouco que lhes resta de legitimidade.

Nesse contexto, a luta contra o “matrimônio” homossexual continuará, apesar do que foi votado pelo parlamento. Duas novas manifestações foram programadas para 5 e 26 de maio de 2013, em Paris e outras cidades, por La Manif Pour Tous, a principal frente de organizações que desde há nove meses luta contra esse projeto de lei. Em 21 de abril, uma manifestação convocada por eles mobilizou 270 mil pessoas de Paris e sua periferia. À manifestação nacional de 24 de março em Paris acudiram mais de um milhão de pessoas. La Manif Pour Tous, que aglutina 36 associações, se define como “um movimento espontâneo, popular e pacífico que além das sensibilidades religiosas, políticas e sexuais, supera todas as diversidades para preservar a unidade paritária da filiação humana, garantida pelo direito francês no matrimônio civil”

A decisão do governo de encurtar o debate parlamentar e acelerar a votação dessa lei extravagante criou uma grande tensão. Desde então, os opositores optaram por realizar multitudinários atos de protesto cada dia dentro e fora da Câmara, alguns dos quais foram atacados pela polícia. Ontem, após a votação, Frigide Barjot, a porta-voz de La Manif Pour Tous, foi agredida por homossexuais.

Hollande se recusa a retirar essa lei e rechaça sequer conceder o referendo sobre esse tema que os opositores lhe pedem. Ele se equivoca ao ver o matrimônio gay como uma simples reformazinha, quando sua própria ministra da Justiça, Christiane Taubira, comenta que Hollande “não mediu a violência simbólica que impõe a uma sociedade que não quer continuar sofrendo os caprichos e ditados de todas as minorias desde há 40 anos”. E lhe adverte: “Esta violência simbólica é a causa e mãe de todas as outras violências. Quem semeia ventos colhe tempestades”.

As razões invocadas pelos demandantes contra a lei votada ontem, são: 1. Insuficiência evidente de trabalhos preparatórios; 2. Conflito dessa lei com as regras em vigor de direito público internacional; 3. A definição do matrimônio, princípio fundamental reconhecido pelas leis francesas, não pode ser modificada por uma simples lei; 4. As disposições relativas à filiação adotiva violam o princípio do direito ao respeito à vida privada da família, o princípio da dignidade da pessoa e o da igualdade das pessoas ante a lei, princípios fundamentais reconhecidos pelas leis da República francesa; 5. As regras sobre a devolução do sobrenome da família são modificadas pela nova lei para tratar de encontrar uma solução à imposição de uma filiação artificial.

Para milhões de franceses, a lei Taubira abre a porta à procriação “científica para todos”, um sistema considerado como ilegal hoje na França e que consiste em que as crianças poderão ser fabricadas mediante a procriação assistida, para as mulheres, ou mediante a chamada “gestação para outro”, ou “ventre portador”, para os homens. Abre pois a porta à comercialização do corpo humano, sobretudo da mãe portadora.
Essa lei será, além disso, uma fábrica de órfãos. Toda criança de um casal gay ver-se-á privada de uma parte de sua realidade humana, de suas origens, de sua verdadeira filiação. Ela nunca saberá quem foi sua mãe ou seu pai biológico. Essa lei porá em questão o fundamento de sua identidade humana e instaurará, assim, uma desigualdade entre os seres humanos.

Essa lei viola o direito da criança a ter um pai e uma mãe. Essa criança terá direito unicamente a ter uma “mãe um,” e uma “mãe dois”, ou um “pai um” e um “pai dois”.
As perguntas que alguns pediatras formulam são importantes.

“Como as crianças vão viver esse fato entre uma maioria de crianças que têm um pai e uma mãe, enquanto eles têm dois pais ou duas mães?

Como se comportarão as outras crianças? E seus pais?

Os livros, as novelas, os textos de história, são todos heterossexuais. Como a criança poderia construir sua identidade em meio de uma cultura que não lembra em nada a imagem de sua família?”.
Os questionamentos que muitos nos fazemos são fundamentais. Ninguém tem ainda uma resposta, mas as perspectivas não são lisonjeiras: quais serão as consequências de semelhante perturbação da civilização humana?

Que impacto terá a decisão de impor uma nova ordem antropológica? 


Tradução: Graça Salgueiro

sábado, 27 de abril de 2013

Mulher criada por homossexuais pede que governo proteja verdadeiro matrimônio após traumas na infância.

sábado, 27 de abril de 2013

Mulher criada por homossexuais pede que governo proteja verdadeiro matrimônio

 

Uma mulher canadense que foi criada em família homossexual se dedica agora a auxiliar outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher.

Segundo informa ForumLibertas.ogr, Dawn Stefanowicz vive em Ontario, Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, aos que educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial desde o sítio web (em inglês) http:/www.dawnstefanowicz.com/:

Brinda ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai homossexual e foram expostas a este estilo de vida.

Stefanowicz explica no sítio web “como em sua infância esteve exposta a intercâmbios de parelhas gays, jogos nudistas e falta de afirmação em sua feminindade, como lhe feriu o estilo de vida em que cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em torno da 'família' gay, um estilo de 'família' que ela não deseja a ninguém e que crê que as leis não deveriam apoiar”.

Seu testemunho:

Em seu relato, Stefanowicz explica que devido a uma enfermidade grave de sua mãe teve de ficar ao cuidado de seu pai homossexual quando ainda era uma criança. “Estive exposta um alto risco de enfermidades de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de alto risco de meu pai e a numerosas parelhas”, relata.

“Incluso quando meu pai estava no que pareciam relações monogâmicas, continuava fazendo 'cruising' buscando sexo anônimo. Cheguei a me preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão meu pai. Compartilhava comigo o que lamentava da vida. Infelizmente, quando crianças uns adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Devido a isto, vivei com depressão, problemas de controle, estalidos de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Tentava satisfazes sua necessidade pelo afeto de seu pai, por sua afirmação e atenção, com relações promíscuas e transitórias. As (ex) parelhas de meu pai, com os que tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas vidas drasticamente encurtadas pela AIDS e pelo suicídio. Tristemente, meu pai morreu de AIDS em 1991”, recorda.

Segundo Stefanowicz, as “experiências pessoais, profissionais e sociais com meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, pela autoridade, pelo matrimônio e pelo amor paterno. Me sentia temerosamente silenciada porque meu pai não me permitia falar dele, seus companheiros de casa, seu estilo de vida e seus encontros nessa subcultura. Enquanto vivi em casa, tive que viver segundo suas regras”.

“Sim, amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu pai me deixava sozinha para ficar vários dias com seus parceiros. Suas parelhas realmente não se interessavam por mim. Fui machucada por maltrato doméstico homossexual, as tentativas sexuais com menores e a perdida de parelhas sexuais como se as pessoas fossem só coisas para se usar. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em diversos namorados a partir dos 12 anos”, sustenta.

Stefanowicz recorda que “desde cedo, me expôs a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando crianças. Me expus a manifestações de sexualidade de todo tipo inclusive sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo. Se aludi ao sadomasoquismo e se mostravam alguns aspectos. As drogas e o álcool contribuiam a baixar as inibições nas relações de meu pai”.

“Meu pai apreciava o vestir unisex, os aspectos de gênero neutro, e o intercâmbio de roupas quando tive 8 anos. Eu não via o valor das diferenças biologicamente complementárias entre homem e mulher. Nem pensava acerca do matrimônio. Fiz votos de não ter nunca filhos, porque não cresci em um ambiente seguro, sacrificial, centrado nas crianças”, assinala.

As consequências:

“Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes me causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa autoestima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danificadas. Fui testemunha de que todos os outros membros da família também sofriam”, sustenta Stefanowicz.

Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida, começou a dar-se conta de como a tinha afetado crescer neste ambiente.
“Minha cura implicou em mirar de frente a realidade, aceitar as consequências a longo prazo e oferecer perdão. Podem imaginar ser forçados a aceitar relações instáveis e práticas sexuais diversas desde muito pequena e como afetou meu desenvolvimento? Infelizmente, até que meu pai, suas parelhas sexuais e minha mãe morreram, não pude falar publicamente de minhas experiências”, explica.

“Afinal, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do matrimônio legal do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer a crianças inocentes sem voz? Governos e juizes devem defender o matrimônio entre homem e mulher e excluir todos os outros, pelo bem de nossas crianças”, conlui.

A Inconstitucionalidade do PLC 122 imposta à sociedade brasileira pelos LGBTS.

André TisiLimitar a pregação de religiosos aos seus respectivos templos seria limitar o núcleo essencial do direito à liberdade de crença religiosa.


Advogado sócio do escritório Tetto, D’Macedo & Mees Advogados, em Curitiba-PR, pós-graduado em Direito Aplicado pela Escola da Magistratura do Paraná e pós-graduado em Direito Administrativo pelo Instituto de Direito Romeu Felipe Bacellar.

Muito tem se falado a respeito do Projeto de Lei Complementar nº 122, o qual visa alterar a Lei 7.716/89, que "define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor" (Ementa da Lei), além do parágrafo 3º, do artigo 140, do Código Penal.

Atualmente, a questão voltou à tona em razão da famigerada entrevista concedida pelo Rev. Silas Malafaia à jornalista Marília Gabriela, somada à eminente eleição para a Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, dividindo opiniões e reacendendo a discussão em todo o país.

Pois bem, como advogado e, sobretudo, como cidadão, resolvi ler o referido Projeto e tomo a liberdade - já que essa ainda me é garantida pela Constituição da República - para tecer breves comentários, sem a intenção de esgotar o tema.

Devo destacar, por oportuno, que sou totalmente contrário a qualquer espécie de preconceito ou discriminação, independentemente de sua natureza, pois, além dos princípios que carrego, acredito que o pluralismo constitui uma das maiores riquezas de nossa nação, tornando-a única e notável ao redor do mundo.

Voltando-se ao objeto deste ensaio, vislumbra-se que a discussão cinge-se na dita criminalização da homofobia. No entanto, vê-se que, na verdade, o embate ganhou grandes proporções a partir do momento em que o segmento cristão da sociedade insurgiu-se contra a sua aprovação no Congresso Nacional.

Em resposta aos indigitados protestos, a Senadora Marta Suplicy sugeriu a seguinte emenda[1] ao Projeto de Lei Complementar nº 122, qual seja:


“O disposto no caput deste artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente de atos de fé, fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal.” (NR)

Ora, até aí tudo bem. Com o perdão da palavra, “choveu no molhado” a senadora. Ocorre que, conforme exposto no site criado para apoiar e divulgar o PLC122 (www.plc122.com.br), constata-se que seus mantenedores adicionam o seguinte comentário à proposta da Senadora: “Segundo Marta, isso asseguraria o direito de religiosos pregarem o que acreditam DENTRO de seus templos” (grifo nosso).

Respeitosamente, nada mais equivocado!

Primeiramente, a Constituição da República não assegura a liberdade de crença religiosa tão somente dentro dos templos. Conforme nos ensina o constitucionalista Alexandre de Moraes, “a Constituição Federal, ao consagrar a inviolabilidade de crença religiosa, está também assegurando plena proteção à liberdade de culto e a suas liturgias.” (in Direito Constitucional, 2010, p. 46). Assim, limitar a pregação de religiosos aos seus respectivos templos, seria limitar o núcleo essencial do direito à liberdade de crença religiosa. É dizer, se a doutrina cristã, por exemplo, cinge-se na máxima “Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura” (Evangelho de Marcos, Capítulo 16, versículo 15), limitar a pregação aos seus templos seria, em última análise, limitar a sua doutrina.

Nada obstante, independentemente da insurgência dos cristãos, a qual estaria fundamentada, como visto, na liberdade de crença religiosa (art. 5º, inciso VI, da Constituição da República), olvidam os defensores do Projeto que A LIVRE MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO é também direito fundamental constante do rol das cláusulas pétreas (art. 5º, inciso IV).

Desta feita, se a intenção dos defensores do citado Projeto é “frear o ímpeto cristão”, ou de qualquer outra crença ou manifestação de pensamento que sejam contrárias ao homossexualismo (e, ressalte-se, não contrários aos homossexuais), sua pretensão esbarra em cláusulas pétreas, alteráveis somente através do Poder Constituinte originário, tornando o Projeto de Lei Complementar nº 122, ao menos parcialmente, inconstitucional.

É claro que, a despeito da discussão vertida, o Poder Judiciário se faz presente para, utilizando-se do Princípio da Proporcionalidade e de todo o arcabouço de nosso ordenamento, julgar caso a caso eventuais excessos. Contudo, tentar engessar referidos princípios revela-se sobremaneira temerário e, como dito, inconstitucional.

Portanto, há de se estabelecer o debate democrático, mas sem limitar as liberdades garantidas.
Nota

[1] Embora esta proposta da Senadora Marta Suplicy não tenha sido levada adiante, a discussão torna-se válida em razão das consequências que eventualmente decorrerão da possível aprovação do projeto e sua definitiva transformação em lei.



Fonte: Jus.comhttp://jus.com.br/revista/texto/24281/sobre-o-plc-122-criminalizacao-da-homofobia-e-liberdade-religiosa

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Chantagem LGBT: "Assuma que é Homossexual, e realizaremos seus sonhos, do contrário, seremos seu pior Pesadelo"

 Fizemos esta montagem ontem assim que saiu na revistas Veja a matéria a respeito. A indignação foi tanta, que hoje já estava com 4.362 compartilhamentos até o momento. O que mais chocou ao público, foi o comentário do Professor indignado.

 Segue o post na mesma linha extraído do Blog A Direita Brasileira:

sexta-feira, 26 de abril de 2013

"Ser homo está dando prestígio e grana!"

São Paulo terá um conselho estadual dos direitos da população LGBT. Os dez integrantes do órgão serão eleitos em votação direta, em junho, em oito cidades. Eles devem ter mais de 18 anos e se declararem lésbica, gay, bissexual, travesti ou transexual. As inscrições podem ser feitas na Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual, na Secretaria da Justiça.
Já Daniela Mercury, saindo do ostracismo, vai captar R$ 1,5 milhão do Ministério da Cultura para turnê com versão acústica de suas músicas. Dez cidades devem ser visitadas em SP, Rio, Minas, Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco, DF, Paraná e Santa Catarina.
* Por Ricardo Froes 

Donos Homossexuais do Facebook removem Livro que os denuncia mas, permitem vídeo brutal de Decapitação de mulher.

Postado em: 26 abr 2013 às 17:54

Facebook mostra vídeo de mulher sendo decapitada e não o retira do ar. Rede social alega que usuários compartilham imagens para condená-las

Um vídeo de uma mulher sendo decapitada no Facebook tem causado polêmica na rede social. Embora a imagem publicada por um usuário seja explícita, o site afirma que não pode retirar o conteúdo do ar porque ele “não viola os padrões de comunidade do Facebook”.
Facebook mostra vídeo de mulher sendo decapitada e não o retira do ar (Foto: Reprodução)
De acordo com o Facebook, as pessoas que comentam e compartilham o vídeo o estão fazendo “para condená-lo” e que, por isso, não pode removê-lo. “Da mesma forma como programas jornalísticos na televisão usam imagens inquietantes mostrando atrocidades, as pessoas podem compartilhar vídeos inquietantes no Facebook com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre ações ou causas”, diz a empresa.
mulher decapitada facebook“Embora o vídeo seja chocante, nossa postura está fundamentada na preservação dos direitos das pessoas de descrever, representar e comentar sobre o mundo em que vivem”.
O vídeo publicado por um usuário da rede social, aparentemente mexicano, mostra uma mulher sendo decapitada por supostos integrantes de uma gangue mexicana. Até a publicação da reportagem, o conteúdo foi compartilhado por mais de 5,6 mil usuários do Facebook, teve quase 3,9 mil comentários e mais de 1,4 mil “Curtir”.

O que pode e o que não pode

Segundo os termos de direito e responsabilidades do Facebook, a rede social está autorizada a remover qualquer conteúdo que infrinja os direitos autorais de alguém. Os usuários estão proibidos ainda de publicar conteúdo que “contenha discurso de ódio, seja ameaçador ou pornográfico; incite violência; ou contenha nudez ou violência gráfica ou desnecessária“.
Leia também
É vedado também aos usuários publicarem conteúdo que “infrinja ou viole os direitos alheios ou a lei”, informações financeiras confidenciais de ninguém no Facebook e que contenham quaisquer atos ilegais, equivocados, maliciosos ou discriminatórios.

Leia a seguir a íntegra da nota eviada pelo Facebook

As pessoas estão compartilhando este vídeo para condená-lo. Da mesma forma como programas jornalísticos na televisão usam imagens inquietantes mostrando atrocidades, as pessoas podem compartilhar vídeos inquietantes no Facebook com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre ações ou causas. Embora o vídeo seja chocante, nossa postura está fundamentada na preservação dos direitos das pessoas de descrever, representar e comentar sobre o mundo em que vivem“.
PS de Pragmatismo Politico: Estranha a política de uso do Facebook. Enquanto mulheres que divulgam fotos amamentando têm seus perfis bloqueados, páginas com conteúdo claramente discriminatórios e um vídeo que revela a decapitação de uma mulher são mantidos no ar.

Fonte: Pragmatismo Político

Rússia ameaça mudar acordos de adoção com países que aceitam casamento gay

Rússia ameaça mudar acordos de adoção com países que aceitam casamento gay

Agência Brasil

O presidente russo alertou hoje (26) que Moscou pode modificar os acordos de adoção de crianças firmados com países que autorizem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, três dias após a França ter seguido esse caminho.

"Considero correto fazer modificações aos tais documentos. É uma questão atual e temos de pensarsobre isso", disse o presidente russo durante uma reunião com deputados.

O alerta de Vladimir Putin surge três dias depois de o Parlamento francês ter autorizado o casamento e a adoção por casais do mesmo sexo.

"Devemos reagir ao que está acontecendo a nossa volta. Respeitamos os nossos parceiros, mas também pedimos que respeitem as tradições culturais e normas éticas, legais e morais da Rússia", acrescentou, citado pela agência francesa de notícias AFP.

O comentário de Putin, segundo a rádio francesa RFI, surgiu em resposta à deputada Marina Orgueeva, que, evocando o caso francês, sugeriu que fossem feitas alterações nos acordos franco-russos de adoção de crianças.

A deputada russa mostrou-se preocupada com a possibilidade de crianças russas poderem ser adotadas por casais homossexuais, acrescenta a mesma fonte.

O presidente russo não especificou, contudo, quais as alterações que podem ser feitas nesses acordos.

Em diversas ocasiões, as autoridades russas já tinham afirmado que o reconhecimento do casamento homosexual reduziria as possibilidades de esses países poderem adotar crianças russas.

Na terça-feira (23), a França passou a ser o 14º país a aprovar a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, juntando-se assim ao grupo de oito países europeus com a mesma legislação: Portugal, Holanda, Bélgica, Espanha, Noruega, Suécia, Islândia e Dinamarca.

No final do ano passado, o Parlamento russo adotou um decreto-lei, assinado por Vladimir Putin, que proibiu a adoção de órfãos russos por famílias norte-americanas.

A lei, que entrou em vigor em janeiro, foi vista como uma retaliação de Moscou à decisão dos Estados Unidos de impor sanções a oficiais russos acusados de violar direitos humanos.

A Rússia descriminalizou a homossexualidade em 1993, mas a homofobia ainda é bastante generalizada no país.

Mestre em Direito, Dra Damares Alves, denuncia sujeiras políticas LGBT pró-Pedofilía.


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Tio Pedófilo violenta sobrinho de três anos em praça pública.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Criança de três anos é violentada em praça pública, durante o dia, pelo tio


Inocência violada. Autor confessa tudo, diz polícia.

O motorista Weverson Ferreira Nunes foi preso, ontem, pela Polícia Civil de Quirinópolis após abusar sexualmente de um criança de três anos, em plena luz do dia, em um praça pública da cidade. O garotinho é sobrinho de consideração do autor, já que o menino era filho de sua cunhada. O crime foi flagrado por uma moradora vizinha à praça em 9 de março, por volta das 17 h, mas o suspeito só foi preso ontem pela manhã, em sua casa.

“No momento da prisão, quando informado do vídeo, o autor confessou o crime e afirmou que só fazia isso com o sobrinho, embora seu filho de dois anos tenha presenciado o momento do estupro na praça”, informou o escrivão da Polícia Civil Tadeu dos Santos Mariano.

'PEDOFILIA NÃO É CRIME', diz Cardeal que participou do conclave do novo papa

No dia do crime, quando fez o vídeo, a vizinha que fez as imagens do abuso, chamou a Polícia Militar (PM), que ao chegar na praça só encontrou Weverson. Como a criança abusada não estava no local e a mulher que fez o vídeo não se apresentou, o autor negou qualquer tipo de crime e falou aos políciais que a criança que estava ali antes era seu filho. Sem provar o crime, a PM o liberou. Após isso, a pessoa que fez as filmagens encaminhou o vídeo para o Conselho Tutelar do município, que, em seguida, encaminhou o material para a Polícia Civil.

“O vídeo que comprova o abuso tem cerca de dois minutos, mas o crime, segundo a pessoa que fez as imagens, deve ter durado aproximadamente 10 minutos. A praça estava vazia e talvez, por isso, ele se sentiu livre para fazer o ato. No local só havia o Weverson, o garotinho abusado, além do filho de dois anos do suspeito, que pode ser visto em alguns momentos da filmagem”, explicou Tadeu.



Segundo Tadeu, o crime chegou ao conhecimento da Polícia Civil na última segunda-feira (11), quando a delegacia de Quirinópolis começou a investigação para encontrar o autor. Weverson foi localizado na manhã de ontem em sua casa, há algumas quadras da Praça da Bíblia, no Bairro Pedro Cardoso, onde ocorreu o crime.

“Ele não falou muito até agora, mas confessou o crime e disse que molestou outra vezes o menino e que foi somente esta criança”, afirmou o escrivão. Apesar disso, a polícia vai investigar se o filho do suspeito, bem como outras crianças, possam ter sofrido abuso semelhante. O suspeito também não esclareceu porque cometia o crime e nem porque o praticou em um local público, à luz do dia, informou Tadeu Mariano à reportagem do DM .

Ontem, o garotinho abusado foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Quirinópolis, onde realizou exame de corpo de delito que poderá confirmar o estupro ou não. Segundo o órgão, o resultado do exame deve sair em até dez dias e, por enquanto, é prematuro falar se houve ou não o ato libidinoso.

O menino abusado tinha convivência diária com o suspeito, já que moravam na mesma casa. “Weverson era casado e morava na casa da sogra com a sua mulher, seu filho de dois anos, mais a sua cunhada e a criança de três anos, que era sobrinho por consideração do suspeito”, explicou o escrivão Tadeu Mariano. Ainda conforme ele, a mãe do garotinho não prestou depoimento na delegacia, mas, ao saber do crime, ficou muito abalada.

Se confirmado o abuso sexual, Weverson Ferreira Nunes irá responder pelo crime de estupro de vulnerável, que é ter conjunção carnal ou praticar ato libidinoso com menor de 14 anos. A pena para esse tipo de crime varia entre oito a 15 anos de detenção.


Praça em Quirinópolis, onde segundo a polícia, teria acontecido a violência contra o garoto. Foto: Divulgação
Praça em Quirinópolis, onde segundo a polícia, teria acontecido a violência contra o garoto. Foto: Divulgação

De: Diário da Manhã
via Apocalipse Universal

Símbolos da Pedofilía - Se vê-los, denunciem a Polícia Federal.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Símbolos de pedofilia


Este boletim aborda Crimes contra Crianças.

  A fim de se distinguir aqueles que abusam sexualmente das crianças, bem como aqueles que produzem, distribuem e comercializam pornografia infantil, estão a utilizar vários tipos de identificação logotipos ou símbolos para reconhecer e distinguir uma ou outra de suas tendências sexuais. 

  Para indicar especificamente a preferência sexual do pedófilo, membros de organizações pedofílicas incentivam a utilização de designações como "boylover", "girllover", e "childlover." Estes símbolos foram gravadas em anéis e feitos em pingentes, e também foram encontrados impressos em moedas.



  BoyLover (Amante de menino) O logotipo (BLogo) é uma pequena espiral azul em forma de triângulo cercado por um triangulo maior ,em que o pequeno triângulo representa um menino pequeno e o maior representa um homem adulto .



  Uma variação do BLogo é a Little Boy Lover (Amante de menino pequeno) o logotipo (LBLogo), que também consubstancia uma pequena espiral em forma de triângulo dentro de um triângulo maior, nesse caso porém os cantos do LBLogo são arredondados (ou mais finos e garranchudos) para assemelhar-se a um desenho feito por um criança pequena.

Esta imagem foi encontrada em álbum de um Little Boylover

  Logotipo (GLogo) – Girl Lover (Amante de Menina) retratado abaixo é um pequeno coração cercado por um coração maior, que simboliza uma relação entre um adulto do sexo masculino ou feminino e uma menina.


  O logotipo ChildLover (CLogo) –"Amante de Criança", conforme mostrado abaixo representa um gênero de abusadores infantis sem preferências específicas por meninos ou meninas.

  O (Clomal) também representado abaixo, é o logotipo da mídia online pelo ativismo da pedofilia é um logotipo com propósitos gerais, usados por pessoas que utilizam mídia online como blogs e webcasts.


  Investigações do FBI em diversas cidades, descobriu diversos símbolos usados por pedófilos para ploclamar sua atração por crianças.

  Após a apreensão de um computador do sujeito em conexão com o caso de imagens inocentes na Divisão de Jacksonville, um time examinador forense responsável por analises de Computadores teve acesso a um símbolo familiar que estava integrado em um Web site chamado ATBOYS.COM, onde o "A" em "ATBOYS" era o símbolo BoyLover (BLogo) e escrito da seguinte forma: 
     
     
  Foi ainda determinado que "ATBOYS" é um acrônimo para atraídos por meninos.

  Estes símbolos também aparecem nos Web sites como um dos banners de publicidade de um site de pedofilia (por motivos éticos não reproduzimos aqui o link informado pelo FBI), mostrado abaixo:

     
  Em outro incidente, em Sacramento o FBI foi alertado pelo Ministério de justiça da Califórnia sobre uma invulgar marcação sobre uma moeda. A investigação da marca concluiu que o logotipo BoyLover (BLogo) foi impresso na parte da frente da moeda, e a frase "Kids Love Pedos" foi gravada na parte de trás da moeda.

(Moedas alusivas ao BLogo estão representadas acima) O aparecimento do BLogo em moedas é outro método utilizado pelos pedófilos para anunciar as suas preferências sexuais.

  Símbolos de pedofilia usados em jóias, moedas, Web sites e outros efeitos são métodos indicativos de Anúncio utilizados por predadores sexuais de crianças para promover sua causa.

  Ativistas pedófilos advogam para a aceitação social das relações sexuais entre adultos e crianças. Estas organizações procuram decriminalizar as relações sexuais entre adultos e crianças e legalizar a pornografia infantil com base em sua crença de que as crianças têm a capacidade de consentir em atos sexuais.

  Símbolos e jóias idênticos ou semelhantes aos descritos nesse boletim da Inteligência devem levantar suspeita de possivel atividade de pedofilia quando encontrado durante as buscas.

  Os pesquisadores devem também estar atentos aos símbolos de pedofilia publicados em Web sites. Durante exames de arquivos do computador, os investigadores devem estar conscientes dos indivíduos que tentam dissimular a pornografia infantil pela marcação deles com símbolos em vez dos típicos e sugestivos nomes explícitos. 

ESSE BOLETIM DA INTELIGÊNCIA FOI PREPARADO PELA DIVISÃO DE INTERNET DO FBI (UNIDADE DE IMAGENS INOCENTES)
 
Fonte: Antiboylover
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