segunda-feira, 24 de junho de 2013

"Marcos Feliciano é um miserável que apoia a PEC 37"...Calma lá! Segue explicação. Afinal, moeda não só tem um lado.


Ao que tudo indica, conforme declaração do Deputado Roberto Lucena, os nomes citados na lista sobre a PEC 37 são da pauta para participar da votação e NÃO da Aprovação da mesma, leia neste link: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=601843529835823&set=a.199981263355387.45711.100000305439999&type=1&theater

- Má Fé Gayzista-Comunista como sempre -, E ainda que o fosse, merece sua atenção para está explicação que segue.

O STF – Supremo Tribunal Federal, tomou decisões recentemente, passando por cima do Congresso Nacional – Como União Estável Gay e Casamento Gay na pessoa do seu Presidente Joaquim Barbosa, o mesmo colocado por Lula e que disse não se arrepender de ter votado nele e em Dilma duas vezes – Sendo assim, Marcos Feliciano criou um projeto de PLEBICITO PARA A NAÇÃO DECIDIR SOBRE CASAMENTO GAY E ADOÇÃO HOMOSSEXUAL. 

Nada em relação a diminuir os Poderes do Ministério Público – Se bem que atualmente, muitos Promotores se acham semi-deuses, como o caso do Pr. Marcos Pereira que não teve seu direito de defesa respeitado e ainda que as várias pessoas arroladas como testemunhas de acusação, tenham lhe inocentado, o MP se recusa a investigar seus algozes diretos do Afroregae - Sendo assim, neste sentido, eu apoio a limitação do poder do STF afim de NÃO INTERFERIR no processo de criação das leis mediante do debate saudável no Congresso entre os representantes do povo. 

E se algum projeto ainda não foi aprovado, como o PLC 122, Casamento Gay e outros LGBT, NÃO O FORAM PORQUE O POVO, por meio dos seus representantes não quiseram. E isso não dá legitimidade alguma ao Judiciário de começar a criar Leis no lugar do Legislativo. Afinal, bastaria a pressão de qualquer Lobby poderoso como o da Pedofilía, por exemplo, e o Judiciário cederia aprovando seus interesses. Nada disso. 

Os Agentes LGBTs na Blogosfera, através do Genizar – O que há de pior em termos subversivos comunistas – Estão tentando manchar este lado positivo que a bancada Evangélica está fazendo, afinal, o Genizar até o PLC 122 esta defendendo aberta e descaradamente agora. Fiquemos ligados e não entremos nas ondas lideradas pela Globo e Gayzistas.


http://www.genizahvirtual.com/2013/06/deputados-evangelicos-sem-fome-e-sede.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Genizah+%28Genizah%29&utm_content=FaceBook



 Recentemente divulgamos esta nota no Facebook:

"Genizar, você conhece isso? Sabe o que significa? Pois bem, vamos lhe ajudar. O termo diz respeito a uma lixeira usada pelos escribas da lei em Israel. Muito apropriado o termo para um dos blogs que se auto-reconhece subversivo e Pró-LGBT, tendo como apoiadores todos os inimigos declarados do Pr. Silas Malafaia, Pr. Marcos Feliciano, Julio Severo, e outros Pró-Família. Conheça-os só nestes dois links que seguem.

Leia aqui eles tentando convencer aos Evangélicos que o PLC 122 não é "tão ruim assim", mesmo prometendo por na cadeia padres e pastores de 2 à 5 anos - Ah, é um subversivo liga prá isso?
"PLL 122 - Verdades, mentiras e a opinião do Sirkis"
http://www.genizahvirtual.com/2013/06/pll-122-verdades-mentiras-e-opiniao-do.html

Sendo contra a Marcha da Família em Brasília que luta contra as ameaças reais do Movimento Gay, no artigo: " Jesus e a marcha da família (ou seria da hipocrisia?)" (Não esqueçam que esse Hermes Fernandes já foi condecorado pela ONU que propôs recentemente acabar com a Polícia Militar Brasileira, além de ser uma entidade pró-aborto e Sodomita ao extremo)
http://www.genizahvirtual.com/2013/06/jesus-e-marcha-da-familia-ou-seria-da.html

E agora, estão tentando prejudicar a bancada Evangélica ligando ela à aprovação da PEC 37 que limita os poderes do Ministério Público. Sim, se isso for atrapalhar o andamento da verdadeira Justiça, deve ser repugnado e rejeitado. No entanto, se evitar que Promotores façam com os Pastores, Padres e Cristãos em geral, o que está acontecendo o o Pr. Marcos Pereira que apesar de estar sendo inocentado por todas as pessoas que o Ministério Público diz que ele estuprou, ainda continua preso, então eu apoio que tais pessoas tenha seu poder limitado. Até porque Joaquim Barbosa está a serviço da causa Gay e contra nós Cristãos. 

Portanto, abramos os olhos e não engulamos tudo que essa mídia podre a favor da causa gay nos impõe. Por causa dessa mesma mídia maldita representada pelo Genizar no meio evangélico, é que o Brasil hoje está um caos...literalmente.

Já dizia minha mãe: "Quem se junta com porcos, farelo come"

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Reinaldo Azevedo analisa aprovação do Projeto de Marco Feliciano que a Mídia Gayzista chama criminosamente de "Cura Gay".

Lá vem mais barulho na comissão presidida por Feliciano; agora, imprensa inventa que projeto autoriza “cura gay” e trata homossexualidade como doença. É mais uma mentira influente. Ou: Trecho de resolução tem mesmo de cair!

Xiii…
Lá vem confusão pela frente. E mais gritaria está garantida por uns bons dias. Até porque a imprensa, pautada pelo sindicalismo gay, já nem mais lê o que é e o que não é votado na Câmara. Reproduz o que dizem os militantes. Ademais, se os evangélicos estão de um lado, então cumpre ficar do outro. É um jeito burraldo de pensar. Não é jornalismo, mas militância. Assim, no entanto, são os dias. Até o verão passado, era proibido questionar a turma do aquecimento global. Mas aí o mundo não acabou e até esfriou… Vamos lá. O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, decidiu votar na semana que vem o Projeto de Decreto Legislativo 234/11, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), que torna sem efeito o trecho do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia. Já explico o que dizem tanto a resolução como o Projeto de Decreto Legislativo. Cumpre, antes, notar como a coisa está sendo noticiada.
Diz-se por aí: “Feliciano vai votar proposta que trata homossexualidade como doença”; “Feliciano vai votar projeto sobre cura gay”. Reportagem da Folha chega a atribuir à proposta de Campos o que nela não está. Explico daqui a pouco.
Então vamos aos documentos. A íntegra do Projeto de Decreto Legislativo está aqui, com a justificativa. Reproduzo a parte propositiva em azul.
Art. 1º Este Decreto Legislativo susta o parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999.
Art. 2º Fica sustada a aplicação do Parágrafo único do Art. 3º e o Art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.
Art. 3º Este decreto legislativo entra em vigor na data de sua publicação.
Então é preciso fazer o que virou raridade nas redações quando os lobbies “do bem” ditam a pauta; saber, afinal, que diabo dizem os trechos que seriam sustados.
“Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.
Comento
Atenção! A proposta de Decreto Legislativo não toca no caput do Artigo 3º. Ele seria mantido intocado. Como deixa claro o projeto do deputado, seriam suprimidos apenas o Parágrafo Único do Artigo 3º e o Artigo 4º. Ora, afirma a reportagem da Folha (em vermelho): “O projeto de Campos quer sustar dois artigos instituídos em 1999 pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). O primeiro impede os psicólogos de exercer ações que favoreçam ‘a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas’. O segundo afirma que os profissionais não podem emitir opiniões que reforcem ‘preconceitos sociais’ contra os homossexuais ‘como portadores de qualquer desordem psíquica’”. Como se vê, o trecho em destaque da reportagem do jornal está errado porque se refere ao caput do Artigo 3º, que permaneceria intacto.
Mistificações
Como se nota, ao suprimir esses dois trechos da Resolução 1/99, o Projeto de Decreto Legislativo não passa a tratar a homossexualidade como uma doença. É mentira! Também não autoriza a “cura gay”. É outra mentira! São distorções absurdas! Quando essa mesma proposta foi discutida na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, já foi uma baixaria infernal. Escrevi então a respeito. E algumas das considerações deste texto são daquele post.
Fato, não militância
Procederei a algumas considerações prévias, até que chegue ao cerne da questão. Avalio que a homossexualidade não tem cura pela simples razão de que não a considero uma doença. E nisso concordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) e com o Conselho Federal de Psicologia. Assim, não acredito em terapias que possam converter héteros em gays ou gays em héteros (não se tem notícia de que alguém tenha buscado tal conversão). Mais: sexualidade não é uma opção — se fosse, a esmagadora maioria escolheria o caminho da maior aceitação social, e, nessa hipótese, as escolhas poderiam até ir mudando ao longo do tempo, à medida que determinadas práticas passassem a ser mais aceitas ou menos.
Há quem só goste de um brinquedo; há quem só goste do outro; e há quem goste dos dois. Essa minha opinião não é nova — o arquivo está aí. Os espadachins da reputação alheia, como escreveu Balzac, fazem questão de ignorá-la porque gostam de inventar inimigos imaginários para posar de mártires. Muito bem. Até aqui, não haveria por que os gays — ou o que chamo “sindicalismo gay” — estrilar. Mas é evidente que não pensamos a mesma coisa. Entre outras divergências, está o tal PLC 122 que criminaliza a chamada “homofobia”. Trata-se de um delírio autoritário. Já escrevi muito a respeito e não entrarei em detalhes agora para não desviar o foco.
Vamos lá. Desde 22 de março de 1999, está em vigência a tal Resolução 1 (íntegraaqui), que cria óbices à atuação de psicólogos na relação com pacientes gays. Traz uma porção de “considerandos”, com os quais concordo (em azul), e depois as resoluções propriamente. Listo os ditos-cujos:
CONSIDERANDO que o psicólogo é um profissional da saúde;
CONSIDERANDO que na prática profissional, independentemente da área em que esteja atuando, o psicólogo é frequentemente interpelado por questões ligadas à sexualidade;
CONSIDERANDO que a forma como cada um vive sua sexualidade faz parte da identidade do sujeito, a qual deve ser compreendida na sua totalidade;
CONSIDERANDO que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão;
CONSIDERANDO que há, na sociedade, uma inquietação em torno de práticas sexuais desviantes da norma estabelecida sócio-culturalmente;
CONSIDERANDO que a Psicologia pode e deve contribuir com seu conhecimento para o esclarecimento sobre as questões da sexualidade, permitindo a superação de preconceitos e discriminações
Aí vem o conteúdo da resolução. O caput do Artigo 3º, com o qual ninguém mexe (à diferença do que diz a Folha), é correto. Reproduzo de novo:
“Art. 3° – os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.”
Está claro, então, que os psicólogos não atuarão para favorecer a patologização da homossexualidade nem efetuarão tratamentos coercitivos. E a parte que cairia? Pois é…Transcrevo outra vez (em vermelho e em destaque):
Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.
Art. 4° – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.
Têm de cair mesmo!
Qual é o principal problema desses óbices? Cria-se um “padrão” não definido na relação entre o psicólogo e a homossexualidade. Esses dois trechos são tão estupidamente subjetivos que se torna possível enquadrar um profissional — e puni-lo — com base no simples achismo, na mera opinião de um eventual adversário. Abrem-se as portas para a caça às bruxas. Digam-me cá: um psicólogo que resolvesse, sei lá, recomendar a abstinência sexual a um compulsivo (homo ou hétero) como forma de livrá-lo da infelicidade — já que as compulsões, segundo sei, tornam infelizes as pessoas —, poderia ou não ser enquadrado nesse texto? Um adversário intelectual não poderia acusá-lo de estar propondo “a cura”? Podemos ir mais longe: não se conhecem — ou o Conselho Federal já descobriu e não contou pra ninguém? — as causas da homossexualidade. Se um profissional chega a uma determinada terapia que homossexuais, voluntariamente, queiram experimentar, será o conselho a impedir? Com base em que evidência científica?
Há uma diferença entre “verdade” e “consenso da maioria influente”. Ademais, parece-me evidente que proibir um profissional de emitir uma opinião valorativa constitui uma óbvia infração constitucional. Questões ligadas a comportamento não são um teorema de Pitágoras. Quem é que tem o “a²= b²+c²” da homossexualidade? A resolução é obviamente autoritária e própria de um tempo em que se impõe a censura em nome do bem.
Ora, imaginem se um conselho de “físicos” ousaria impedir os cientistas de tentar contestar a relatividade. O que vai ali não é postura científica, mas ideologia. Se conceitos com sólida reputação de verdade, testados empiricamente, podem ser submetidos a um teste de estresse intelectual, por que não considerações que dizem respeito a valores humanos? Tenham paciência! O fato de eu não endossar determinadas hipóteses ou especulações não me dá o direito de proibir quem queira fazê-lo.
Fiz uma pesquisa antes de escrever esse texto. Não encontrei evidências de resolução parecida em nenhum lugar do mundo. O governo da Califórnia, nos EUA, proibiu a terapia forçada de “cura” da homossexualidade em adolescentes. É coisa muito diferente do que fez o conselho no Brasil. Países que prezam a liberdade de expressão e que não querem usar o discurso da liberdade para solapar a própria liberdade não se dão a desfrutes dessa natureza.
Então vamos lá. Eu não estou defendendo terapias de cura da homossexualidade. Eu não acredito que haja cura para o que não vejo como doença. Também não acho que estamos no universo das escolhas. Dito isso, parece-me uma suma arrogância que um conselho profissional interfira nessa medida na atividade clínica dos profissionais e, atenção!, dos pacientes também! Assim, no mérito, não vejo nada de despropositado na proposta do deputado João Campos. Ao contrário: acho que ela derruba o que há de obviamente autoritário e, entendo, inconstitucional na resolução porque decidiu invadir também o território da liberdade de expressão, garantido pelo Artigo V da Constituição.
É preciso saber ler.
Proponho aqui um exercício aos meus colegas jornalistas. Imaginem um Conselho Federal de Jornalismo que emitisse a seguinte resolução, com poder para cassar o seu registro profissional:
“Os jornalistas não colaborarão com eventos e serviços que proponham qualquer forma de discriminação social”.
“Os jornalistas não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos contra pobres, negros, homossexuais, índios, mulheres, portadores de necessidades especiais, idosos, movimentos sociais e trabalhadores”
O idiota profissional diria: “Ah, está muito bem para mim! Eu não faria nada disso mesmo!”. Não, bobalhão, está tudo errado! Você se entregaria a uma “corte” de juízes que definiria, por sua própria conta, o que seria e o que não seria preconceito. Entendeu ou preciso pegar na mãozinha para ajudar a fazer o desenho? O problema daquele Parágrafo Único do Artigo 3º e do Artigo 4º é o subjetivismo. Ninguém pode ser obrigado, não numa democracia, a se submeter a um tribunal que pode dar a sentença máxima com base nos… próprios preconceitos.
Nem nos seus delírios mais autoritários ocorreria a um conselho profissional nos EUA, por exemplo, interferir dessa maneira na relação do psicólogo com o seu paciente. Uma coisa é afirmar, e está correto, que a homossexualidade não é doença; outra, distinta, é querer impedir que o profissional e quem o procura estabeleçam uma relação terapêutica que pode, sei lá, disciplinar um comportamento sexual sem que isso seja, necessariamente, uma “cura”.
Os tais trechos da resolução, entendo, são mesmo autoritários e inconstitucionais. E têm de cair. E o que parece, isto sim, não ter cura é a vocação de amplos setores da imprensa para a distorção. Cada vez mais, a notícia se transforma num instrumento para privilegiar “os bons” e satanizar “os maus”. Isso é militância política, não jornalismo.
Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O que Bill Clinton tem a ver com essas Manifestações?


Prá distrair o povo Americano dos seus escândalos sexuais, Bill Clinton mandou bombardear o Sudão. A tática terrorista do PT não é diferente quando quer distrair a população das suas metas mais nocivas à sociedade. E nestes dias de perturbação social não foi diferente.

Vocês perceberam que quando o PT/PSOL queriam colocar o José Genoíno na Comissão de Constituição e Justiça, criaram todo aquele barulho em torno do Marcos Feliciano e quando conseguiram seus objetivos então silenciaram e ninguém ouve mais um pio, nem dos próprios Ativistas Gays?

Interessante é que chegando na referida comissão, eles tinha um projeto prá calar o povo, fazê-los parar de criticar suas condutas criminosas e terroristas do passado. E não é que eles conseguiram! E como alcançaram esse milagre? Eles precisariam de muito barulho prá desviar a atenção e foi o que aconteceu. Aproveitaram o caos criado pelo Ex-Ministro Petista da Educação Fernando Hadadd, atual Prefeito de São Paulo – Sim, o que propôs o Pedófilo Kit-Gay e Dilma em seguida mandou descartar por causa da pressão dos Conservadores – Que subiu o preço das passagens e como prova da lealdade dos “Idiótas úteis”, ao invés de lutarem contra ele, passaram a lutar contra o Governador que nada tem a ver, Geraldo Alckimin.

Se aproveitaram da indignação popular legítima e sequestraram a mesma indo às ruas para depredar o patrimônio público, vandalizar afim de denegrir a imagem, propósito e direção do Movimento, e fazer o que sabem de melhor, difamar e sujar a imagem dos seus eternos “algozes” que tentam derrotar na “Comissão da Verdade” (Verdade?), a Polícia Militar. E não viu as bandeiras vermelhas dos Comunistas/Gayzistas quem não quis.

Detalhe interessante, é que toda a imprensa que ignorou o Movimento da Marcha pela Família realizado por mais de 100 mil manifestantes cristãos em Brasília liderados pelo Pr. Silas Malafaia dias atrás, passaram também a repetir as orientações de como se manifestar dadas pelo Grupo Americano Anonymous Pró-LGBT, ligado a Maçonaria-Iluminati de George Soros, os Rotchild, Rockeffeller, Bildeberg, todos de orientação Socialista orientados pela ONU que por sua vez, já disse que nossa “Polícia Militar tem que acabar” (Porque ?), que demonstraram sua simpatia ao redor do mundo através dos seus Agentes pró-Globalização.

E o que tudo isso pode resultar de prático? A censura do Facebook/Web, visto que todos esses movimentos em escala Global foram criados a partir dele. A criminalização e a prisão de vários Ativistas Pró-Família, Anti-Governos Socialistas LGBTs, etc., que seriam responsabilizados pelos Ataques Terroristas de falsa bandeira praticados pelos próprios Comunistas e seus agentes infiltrados. Enfim, legitimar a restrição de nossas liberdade individuais e coletivas. A Inteligência da PM já identificou vários Punks pagos pelo PSOL para subverter a ordem social e instalar o Caos.

Só resta duas opções, ou banir as Vermelhas bandeiras Comunistas e erguer só a nossa áurea bandeira-Mãe Verde-Amarelo-Azul e Branco, tornando o movimento sério, patriótico, e Anti-Globalização ou tornar-se “Idióta útil ou inocente útil” nas mãos dos Comunistas.

Assistam a este vídeo que capturou alguns momentos dessa manifestação e entenda o que está por trás. Créditos do site Libertar.



Ricardo Ribeiro de França

Jornalista, Teólogo, Conferencista e Capelão

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Imprensa Gayzista manipula cena de foto para incriminar Polícia que reprimia Comunistas em Manifestação.

A prova da Manipulação da Imprensa Gayzista em favor da Baderna, tentando incriminar os Policiais que só estão defendendo a Lei e a Ordem, tudo o que eles odeiam. A foto monstra, segundo o site gayzista UOL, o mesmo que ocultou as 100 mil pessoas cristãs na Marcha recente em Brasília, um policial atingindo com spray a um cinegrafista. Só que esqueceram de corar a mãozinha que está atrás dele, do meliante que mereceu a sprayzada na cara por quebrar o patrimônio público. Compartilhem!

PM atinge cinegrafista com spray de pimenta em SP http://ow.ly/m11L8

Jean Wyllys e Genizar, uma parceria que deu certo.


Genizar, você conhece isso? Sabe o que significa? Pois bem, vamos lhe ajudar. O termo diz respeito a uma lixeira usada pelos escribas da lei em Israel. Muito apropriado o termo para um dos blogs que se auto-reconhece subversivo e Pró-LGBT, tendo como apoiadores todos os inimigos declarados do Pr. Silas Malafaia, Pr. Marcos Feliciano, Julio Severo, e outros Pró-Família. Conheça-os só nestes dois links que seguem.

Leia aqui eles tentando convencer aos Evangélicos que o PLC 122 não é "tão ruim assim", mesmo prometendo por na cadeia padres e pastores de 2 à 5 anos - Ah, é um subversivo liga prá isso? 

"PLL 122 - Verdades, mentiras e a opinião do Sirkis"

http://www.genizahvirtual.com/2013/06/pll-122-verdades-mentiras-e-opiniao-do.html

Sendo contra a Marcha da Família em Brasília que luta contra as ameaças reais do Movimento Gay, no artigo: " Jesus e a marcha da família (ou seria da hipocrisia?)" (Não esqueçam que esse Hermes Fernandes já foi condecorado pela ONU que propôs recentemente acabar com a Polícia Militar Brasileira, além de ser uma entidade pró-aborto e Sodomita ao extremo)
http://www.genizahvirtual.com/2013/06/jesus-e-marcha-da-familia-ou-seria-da.html

Já dizia minha mãe: "Quem se junta com porcos, farelo come"

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Famoso Jornalista da Globo é condenado a pagar R$ 30 mil ao seu Diretor e se vinga contando seus podres.






Meu advogado, Cesar Kloury, me proíbe de discutir especificidades sobre a sentença da Justiça carioca que me condenou a pagar 30 mil reais ao diretor de Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, supostamente por mover contra ele uma "campanha difamatória" em 28 posts do Viomundo, todos ligados a críticas políticas que fiz a Kamel em circunstâncias diretamente relacionadas à campanha presidencial de 2006, quando eu era repórter da Globo.

Lembro: eu não era um qualquer, na Globo, então. Era recém-chegado de ser correspondente da emissora em Nova York. Fui o repórter destacado para cobrir o candidato tucano Geraldo Alckmin durante a campanha de 2006. Ouvi, na redação de São Paulo, diretamente do então editor de economia do Jornal Nacional, Marco Aurélio Mello, que tinha sido determinado desde o Rio que as reportagens de economia deveriam ser "esquecidas"– tirar o pé, foi a frase — porque supostamente poderiam beneficiar a reeleição de Lula.

Vi colegas, como Mariana Kotscho e Cecília Negrão, reclamando que a cobertura da emissora nas eleições presidenciais não era imparcial.

Um importante repórter da emissora ligava para o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, dizendo que a Globo pretendia entregar a eleição para o tucano Geraldo Alckmin. Ouvi o telefonema. Mais tarde, instado pelo próprio ministro, confirmei o que era também minha impressão.

Pessoalmente, tive uma reportagem potencialmente danosa para o então candidato a governador de São Paulo, José Serra, censurada. A reportagem dava conta de que Serra, enquanto ministro, tinha autorizado a maior parte das doações irregulares de ambulâncias a prefeituras.

Quando uma produtora localizou no interior de Minas Gerais o ex-assessor do ministro da Saúde Serra, Platão Fischer-Puller, que poderia esclarecer aspectos obscuros sobre a gestão do ministro no governo FHC, ela foi desencorajada a perseguí-lo, enquanto todos os recursos da emissora foram destinados a denunciar o contador do PT Delúbio Soares e o ex-ministro da Saúde Humberto Costa, este posteriormente absolvido de todas as acusações.

Tive reportagem sobre Carlinhos Cachoeira — muito mais tarde revelado como fonte da revista Veja para escândalos do governo Lula — 'deslocada' de telejornal mais nobre da emissora para o Bom Dia Brasil, como pode atestar o então editor Marco Aurélio Mello.

Num episódio específico, fui perseguido na redação por um feitor munido de um rádio de comunicação com o qual falava diretamente com o Rio de Janeiro: tratava-se de obter minha assinatura para um abaixo-assinado em apoio a Ali Kamel sobre a cobertura das eleições de 2006.

Considero que isso caracteriza assédio moral, já que o beneficiado pelo abaixo-assinado era chefe e poderia promover ou prejudicar subordinados de acordo com a adesão.

Argumentei, então, que o comentarista de política da Globo, Arnaldo Jabor, havia dito em plena campanha eleitoral que Lula era comparável ao ditador da Coréia do Norte, Kim Il-Sung, e que não acreditava ser essa postura compatível com a suposta imparcialidade da emissora. Resposta do editor, que hoje ocupa importante cargo na hierarquia da Globo: Jabor era o "palhaço" da casa, não deveria ser levado a sério.
No dia do primeiro turno das eleições, alertado por colega, ouvi uma gravação entre o delegado da Polícia Federal Edmilson Bruno e um grupo de jornalistas, na qual eles combinavam como deveria ser feito o vazamento das fotos do dinheiro que teria sido usado pelo PT para comprar um dossiê contra o candidato Serra.

Achei o assunto relevante e reproduzi uma transcrição — confesso, defeituosa pela pressa – no Viomundo.
Fui advertido por telefone pelo atual chefão da Globo, Carlos Henrique Schroeder, de que não deveria ter revelado em meu blog pessoal, hospedado na Globo.com, informações levantadas durante meu trabalho como repórter da emissora.

Contestei: a gravação, em minha opinião, era jornalisticamente relevante para o entendimento de todo o contexto do vazamento, que se deu exatamente na véspera do primeiro turno.
Enojado com o que havia testemunhado ao longo de 2006, inclusive com a represália exercida contra colegas — dentre os quais Rodrigo Vianna, Marco Aurélio Mello e Carlos Dornelles — e interessado especialmente em conhecer o mundo da blogosfera — pedi antecipadamente a rescisão de meu contrato com a emissora, na qual ganhava salário de alto executivo, com mais de um ano de antecedência, assumindo o compromisso de não trabalhar para outra emissora antes do vencimento do contrato pelo qual já não recebia salário.

Ou seja, fiz isso apesar dos grandes danos para minha carreira profissional e meu sustento pessoal.
Apesar das mentiras, ilações e tentativas de assassinato de caráter, perpretradas pelo jornal O Globo* e colunistas associados de Veja, friso: sempre vivi de meu salário. Este site sempre foi mantido graças a meu próprio salário de jornalista-trabalhador.

O objetivo do Viomundo sempre foi o de defender o interesse público e os movimentos sociais, sub-representados na mídia corporativa. Declaramos oficialmente: não recebemos patrocínio de governos ou empresas públicas ou estatais, ao contrário da Folha, de O Globo ou do Estadão. Nem do governo federal, nem de governos estaduais ou municipais.

Porém, para tudo existe um limite. A ação que me foi movida pela TV Globo (nominalmente por Ali Kamel) me custou R$ 30 mil reais em honorários advocatícios.

Fora o que eventualmente terei de gastar para derrotá-la. Agora, pensem comigo: qual é o limite das Organizações Globo para gastar com advogados?

O objetivo da emissora, ainda que por vias tortas, é claro: intimidar e calar aqueles que são capazes de desvendar o que se passa nos bastidores dela, justamente por terem fontes e conhecimento das engrenagens globais.

Sou arrimo de família: sustento mãe, irmão, ajudo irmã, filhas e mantenho este site graças a dinheiro de meu próprio bolso e da valiosa colaboração gratuita de milhares de leitores.
Cheguei ao extremo de meu limite financeiro, o que obviamente não é o caso das Organizações Globo, que concentram pelo menos 50% de todas as verbas publicitárias do Brasil, com o equivalente poder político, midiático e lobístico.

Durante a ditadura militar, implantada com o apoio das Organizações Globo, da Folha e do Estadão — entre outros que teriam se beneficiado do regime de força — houve uma forte tentativa de sufocar os meios alternativos de informação, dentre os quais destaco os jornais Movimento e Pasquim.
Hoje, através da judicialização de debate político, de um confronto que leva para a Justiça uma disputa entre desiguais, estamos fadados ao sufoco lento e gradual.

E, por mais que isso me doa profundamente no coração e na alma, devo admitir que perdemos. Não no campo político, mas no financeiro. Perdi. Ali Kamel e a Globo venceram. Calaram, pelo bolso, o Viomundo.
Estou certo de que meus queridíssimos leitores e apoiadores encontrarão alternativas à altura. O certo é que as Organizações Globo, uma das maiores empresas de jornalismo do mundo, nominalmente representadas aqui por Ali Kamel, mais uma vez impuseram seu monopólio informativo ao Brasil.

Eu os vejo por aí.

PS do Viomundo: Vem aí um livro escrito por mim com Rodrigo Vianna, Marco Aurelio Mello e outras testemunhas — identificadas ou não — narrando os bastidores da cobertura da eleição presidencial de 2006 na Globo, além de retratar tudo o que vocês testemunharam pessoalmente em 2010 e 2012.
PS do Viomundo 2: *Descreverei detalhadamente, em breve, como O Globo e associados tentaram praticar comigo o tradicional assassinato de caráter da mídia corporativa brasileira.

*por Luiz Carlos Azenha

Fonte: A Direita Brasileira em Ação

General Americano culpa Militares Homossexuais por massacre na Iuguslávia.

Massacre de Srebrenica é culpa de militares homosexuais
Tropas com moral minada são razão de massacre, afirma general americano19.03.2010

 
Um violento protesto por parte da Holanda, foi a resposta a comentários feitos por um general norte-americano sobre o comportamento das tropas holandesas durante o conflito na antiga Jugoslávia, nomeadamente nos acontecimentos que levaram ao massacre de Srebrenica.

Segundo o general dos fuzileiros navais norte-americanos John Sheenan, na reserva, nos dias que antecederam o inicio do massacre, em que milhares de bósnios muçulmanos foram massacrados por soldados sérvios de religião ortodoxa, as tropas holandesas em Srebrenica, que poderiam ter impedido o massacre, não o fizeram por causa da presença de militares homossexuais nas fileiras holandesas, que minaram a moral das tropas, levando indirectamente a que as tropas holandesas permitissem aos sérvios iniciar o massacre.

Além de considerar a presença de homossexuais como uma das causas do massacre, o general também adiantou que ele foi praticamente autorizado pelos holandeses, porque estes não queriam ter que afrontar as poderosas associações sindicais militares holandesas.

A mistura de militares homossexuais, numa força onde além disso é permitida a existência de associações sindicais militares, minou profundamente a vontade de lutar das forças holandesas e em última instância levou à morte de mais de seis mil pessoas às mãos das milícias Sérvias, acrescentou o general.

Quando um dos parlamentares perguntou ao general se os holandeses lhe tinham dito que Srebrenica tinha caído, porque havia homossexuais no exército holandês, a resposta foi clara e curta: Sim !

As declarações foram proferidas pelo militar numa audiência perante uma Comissão do Senado norte-americano, que pretende estudar a possibilidade de ser autorizado o serviço militar naquele país a cidadãos abertamente homossexuais.

Entretanto, as declarações foram fortemente criticadas pelo embaixador holandês nas Nações Unidas, pelos militares holandeses e já na Sexta-feira pelo próprio ministro da defesa daquele país.
Os holandeses afirmam que possuíam em Srebrenica uma força relativamente mal equipada de 450 soldados. Essa força não estava pura e simplesmente em condições de defender a cidade, onde os muçulmanos estavam refugiados e que acreditaram que a tropa holandesa os poderia proteger.

As Nações Unidas, terão considerado que seriam necessários 34.000 militares para defender de forma eficiente o enclave de Srebrenica, que estava completamente cercada por forças Sérvias. Apenas 7.600 militares das Nações Unidas se encontravam da região, entre os quais os 450 holandeses de Srebrenica.

Também segundo fontes holandesas, não há qualquer registo que a questão da presença de militares abertamente homossexuais entre as forças holandesas tenha alguma vez sido alvo de qualquer questão entre as forças colocadas naquele teatro de operações. O exército da Holanda permite o serviço militar a pessoas abertamente homossexuais desde 1974.

Nos Estados Unidos esse tipo de serviço é proibido, estando em vigor uma politica a que os norte-americanos chamam de «Don’t ask Don’t Tell» Não pergunte, não diga. A mudança desta regra, foi uma promessa eleitoral da administração Obama.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Blog Julio Severo entrevista Capelão Ricardo Ribeiro, Vice-Presidente da UNIDEFAN.

4 de junho de 2013

Blog Julio Severo entrevista Capelão Ricardo Ribeiro


Blog Julio Severo entrevista Capelão Ricardo Ribeiro

O Capelão Ricardo Ribeiro, ligado a Assembleia de Deus, é um herói moderno. Por seu trabalho de capelania, e seu chamado espiritual, ele sempre atendeu com carinho aos excluídos da sociedade: presidiários, aidéticos, doentes praticamente abandonados em hospitais, etc.
Capelão Ricardo Ribeiro, à esquerda
Ao mesmo tempo, ele entende que carinho não significa ocultar a verdade dos excluídos e outros. Por isso, seu trabalho sempre balanceou amor e verdade. O amor o leva a cuidar dos pecadores. O mesmo amor o leva a revelar aos pecadores a Verdade necessária, que é Jesus Cristo, que veio para resgatar os homens de seus pecados e de um destino eterno no inferno.
Seu trabalho de amor e verdade tem cobrado um preço. Ativistas gays descontentes o denunciam há anos, inclusive provocando a perda de seu emprego como capelão. Tal perda, que envolvia um salário modesto, veio numa hora em que sua esposa estava grávida. Mas Deus cuidou dele e de sua esposa.
Com ou sem um salário modesto, seu trabalho prossegue, pois sua motivação é o amor e a verdade.
Se ele, como os ativistas gays, recebesse do governo federal, estadual e municipal, rios de dinheiro, qualquer leitor concluiria que ele tem outras motivações. Quem está recebendo esses rios de dinheiro são exatamente os ativistas gays, cuja agenda exige a destruição da família natural e seus defensores, inclusive o Capelão Ricardo Ribeiro.
A seguir, em entrevista exclusiva ao Blog Julio Severo, os pensamentos do capelão evangélico cujo sofrimento envolve ser vítima de umblackout da imprensa evangélica esquerdista brasileira, que enxerga como paranoia a luta dos cristãos proféticos contra a agenda homossexual que está sendo imposta em todo o Brasil pelas esquerdas seculares, com a cumplicidade direta e indireta das esquerdas evangélicas.
Julio Severo: Você já atuou como capelão? Em quais lugares?
Capelão Ricardo Ribeiro: No curso de bacharelado em teologia pela ESTEADB (Escola Teológica das Assembleias de Deus no Brasil-PE), dei curso de capelania. Mas, antes da formação acadêmica, eu já atuava como capelão leigo em hospitais desde os meus quatro anos com minha mãe, irmã Edleusa, e visitando presídio em PE também. A especialização e expansão dessa área em minha vida se deu quando fiz, em maio de 2009, o curso de capelania da UNIPAS (União Internacional de Pastores e Capelães Voluntários), cuja sede está em New Jersey, EUA. Assim, efetivamos no estado, especificamente, na cidade de Alhandra-PB, onde moro há 13 anos, os projetos tanto no presídio (onde cerca de oitenta detentos foram alcançados, dos quais a maioria permanece no Evangelho), como também no Batalhão de Polícia, na época com total apoio do Comandante Major Theógenes. Essa função segue paralela à de conferencista e outras.
Julio Severo: O que faz um capelão?
Capelão Ricardo Ribeiro: O capelão ministra auxílio espiritual a indivíduos ou grupos sociais específicos, em situações de calamidades, tragédias, mortes, luto, dor, guerras, etc. Sua função é trazer, por meio da Palavra de Deus e oração, o alívio, consolo, conforto e esperança às almas carentes em hospitais, presídios, quarteis, faculdades, empresas e onde mais for reconhecida e solicitada sua assistência. Essa função originou-se e evoluiu com o sacerdócio judaico, efetivou-se com os profetas que eram verdadeiros capelães militares como Elias e Eliseu e concretizou sua função na parábola do Bom Samaritano cuja lição maior é servir a todos os carentes em nome do amor e sem preconceito algum. Um pastor pode também ser capelão, como um capelão pode ser pastor, mas são funções distintas que se complementam. No presídio já tivemos a oportunidade de ajudar um pai-de-santo que era homossexual aidético, sem que ninguém nos obrigasse a isso, mas movidos tão somente pelo amor cristão. O seguinte vídeo mostra nosso trabalho em presídio:https://www.youtube.com/watch?v=QOpj9DW8TrA
Julio Severo: Quais foram as razões alegadas para expulsarem você da capelania?
Capelão Ricardo Ribeiro: O movimento homossexual criou uma verdadeira “caça às bruxas” para toda e qualquer pessoa que se posicione contra sua agenda nefasta. Eles resolveram rastrear todas as nossas atividades e descobriram que desde 2005 eu já tinha um CD com músicas combatendo esse mal. Houve ameaças à minha integridade física por parte de ativistas gays, por meio de comentários terroristas enviados ao meu blog na época chamado de “Somente a Verdade”. Hoje meu blog se chama UNIDEFAN. Eles prometeram acabar com minha vida. Até o líder maior do movimento gay, Luiz Mott, se manifestou com ameaças e impropérios contra a minha pessoa, por eu ter publicado uma matéria intitulada “Bactéria homofóbica mortal, pior que a Aids, está se espalhando entre Gays.” Até que finalmente um funcionário público, que era homossexual, nos informou de que a prefeitura, que apoiava nosso trabalho, estava nos desligando. Recebíamos um salário simbólico por nossos serviços, mas muito necessário, pois minha esposa estava grávida na época. Foi bem difícil a situação que passamos. Foi quando Deus — que é fiel! — nos levou para Minas Gerais e lá um casal cuidou de nós até voltarmos com nossa filhinha Ester.
Julio Severo: O que inspira você a assumir posturas fortes em defesa da família e dos valores cristãos?
Capelão Ricardo Ribeiro: A história nos prova que onde imperou o homossexualismo, a civilização veio à ruina. É significativo notar que o ex-agente da KGB Yuri Bezmenov, em uma palestra dada em Los Angeles nos idos de 80, afirmou que os comunistas usavam o homossexualismo como fator subversivo nos países inimigos, por meio do qual se instalaria uma crise. E já é o que vemos ocorrer na França e nos próprios EUA. Não podemos aceitar tudo isso passivamente, sabendo onde irão chegar.
Julio Severo: Seu perfil de Facebook foi bloqueado várias vezes. Como você vê esses bloqueios, considerando que o Facebook tem também sido um canal mais ou menos livre para atividades de pedófilos e militantes gays sem pudor?
Capelão Ricardo Ribeiro: Meu perfil já foi bloqueado 9 vezes. Cada bloqueio durou na maioria das vezes de 30 dias.
Mark Zuckerberg é apresentado como “dono” do Facebook pela mídia "oficial" comprometida com a causa gayzista. Mas entendo ser ele apenas um fantoche para não chocar. Os que determinam as regras são Chris Hughes e o namorado Sean Eldridge. Matéria em site LGBT os apresenta como: “Dono do Facebook e seu namorado são os maiores líderes LGBT do mundo.” Sendo assim, não precisamos ir longe para entender por que os cristãos são prejudicados e perseguidos, ao passo que os pedófilos têm liberdade de atuação nesse grande Big Brother, juntamente com o ativismo LGBT. Preciso destacar que o Facebook já foi multado por prejudicar investigação a pedófilos, conforme esta reportagem: “Facebook pagará multa de R$ 750 mil por demora em cooperar com investigação sobre pedofilia, diz MPF.”
Julio Severo: Você já foi ameaçado? Poderia nos contar os tipos de ameaças?
Capelão Ricardo Ribeiro: Sim. Desde ameaças de processos até ameaças de morte. Ameaçaram inclusive nossa família. Mas nada tem nos retirado da posição firme de combate. Eles não nos intimidam. Recentemente, um deles ameaçou juntar um grupo e tocar fogo em tudo que vissem pela frente, caso tocássemos em seus “direitos.”
Julio Severo: Quais são suas principais bandeiras de luta hoje?
Capelão Ricardo Ribeiro: Defesa da família natural. Defendemos também a “educação doméstica,” que nos será muito útil caso aprovem o kit-gay tão ditatorialmente quanto o fizeram com o “casamento gay.”
Combate total à agenda gay e seus agentes subversivos, especialmente os esquerdistas da blogosfera liderados pelo Genizah.
Apoiar os pastores, políticos e cantores que se posicionarem contra todas essas ameaças e denunciar pessoas como Pr. José Wellingtom, presidente da CGADB, que traiu a Igreja por antecipação ao anunciar apoio à reeleição de Dilma e ser contra o Dep. Marcos Feliciano como candidato à presidência em 2014. Ele articulou a colocação de seu filho Paulo Freire como presidente da bancada evangélica. Na minha opinião, Freire trabalhará não pelo povo de Deus, mas pela reeleição da ex-terrorista e, consequentemente, a continuidade da sodomização e pedofilização de nosso país.
Criamos a página “Marcos Feliciano e Bolsonaro, Esperança Conservadora,” que tem impactado o Facebook com uma equipe de peso e coragem. Como era de se esperar, já começaram a bloquear nossos compartilhamos. Mas não iremos parar.
Temos nosso blog da UNIDEFAN (União Internacional de Defesa da Família Natural), cujo presidente é o advogado Matheus Sathler, que trabalhou para a Frente Parlamentar Evangélica, e lhe auxilio como vice. Já estamos articulando contatos com autoridades russas a fim de criarmos vínculos com o país que tem sido, surpreendentemente, um exemplo para o mundo em renunciar ao comunismo, bem como na defesa da família natural, ao proibir por 100 anos as paradas gays e multar as propagandas homossexuais.
Julio Severo: Você recebeu apoio de igrejas e entidades para reassumir seu posto de capelão?
Capelão Ricardo Ribeiro: Parafraseando e contextualizado o meu caso, uso as palavras de Jesus: “Eu sozinho pisei no lagar, e dos povos ninguém houve comigo.” Muitos pastores têm coragem para defender seus “candidatos,” muitos deles esquerdistas. Mas jamais suas ovelhas. A diretoria da UNIPAS mudou no estado, o que me deixou muito feliz, pois havia um travamento. E a UNIPAS tem nos dado todo apoio atualmente. Mas como a cidade hoje está sob forte influência do PT, ainda estou em aperto. Já deixaram claro que só vão me ajudar se eu parar as denúncias. E como não aceito isso, preferi pedir ajuda aos amigos internautas para eventuais carências até que Deus mude o quadro. Não me dobrarei perante eles. Não me calarei.
Julio Severo: Qual o seu conselho para os capelães do Brasil?
Capelão Ricardo Ribeiro: Sabendo que os EUA já estão proibindo a capelães evangélicos de atuarem nas Forças Armadas, e aqui no Brasil já estão querendo prejudicar também o trabalho gracioso que vem sendo desenvolvido há décadas pela capelã Elenir Vassão e outras capelanias, resta-nos apelar para as diversas entidades e organismos capelânicos que superem as divergências administrativas e se unam pela sua própria sobrevivência. Reajam e apoiem os políticos comprometidos com a agenda pró-família e repudiem todo movimento LGBT que está em oposição. Aproveito para parabenizar o Pr. Kepler Arruda, que levará uma Caravana de Capelães à Brasília a fim de somar esforços com Pr. Silas Malafaia na Marcha pela Família com Deus que acontecerá próxima quarta-feira.
Julio Severo: Qual seu conselho para os líderes evangélicos do Brasil?
Capelão Ricardo Ribeiro: Gostaria que dessem atenção para a maior descrição escatológica da Bíblia para nossos tempos: Gênesis 19. Em síntese, após verem os anjos em aparência antropomórfica, como lhes era peculiar se apresentar aos homens, homossexuais foram até a casa de Ló e exigiram que ele trouxesse os anjos que haviam entrado em sua casa. Como Ló lhes ofereceu, inutilmente, suas filhas em troca, eles agiram da mesma maneira que o fazem hoje: “Chegastes um dia destes aqui e já queres ser juiz sobre nos, mais mal faremos a ti, do que a eles.”
A intenção de estuprar os anjos voltara-se agora contra Ló. Contudo, os anjos interviram e cegaram a todos, procedendo em seguida para exercer o juízo destruidor. As lições extraídas são: 1. A pedofilia estava presente quando se afirma: “Desde os mais velhos aos mais jovens vieram de todos os bairros,” pois eram um governo sodomita…; 2. Os genros de Ló não creram em sua argumentação de juízo e na iminência da destruição, tal qual muitos crentes hoje, que já se acostumaram com tudo, a tal ponto que sempre dizem: “Deixem os coitadinhos…”; 3. Ló, finalmente, representa a Igreja Pró-Família Militante, que, apesar das falhas, não sucumbiu e permanece viva em sua fé.
Portanto, a lição maior é RESISTÊNCIA. Quando não mais pudermos RESISTIR, o sobrenatural de Deus virá em nosso socorro.
Pastores e cristãos em geral, resistamos e entreguemos à próxima geração o conceito de família e civilização tal qual conhecemos. Eles nos terão por heróis e não covardes traidores.
 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Juíza condena ação da Polícia no caso do Pr. Marcos Pereira.

SR. PAULO RAMOS – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, imaginei que não retornaria ao tema que vou abordar, considerando a grande dificuldade para encontrar na mídia uma repercussão compatível com a verdade. Não imaginei que voltaria a esta tribuna para tratar do caso que envolve o Pastor Marcos Pereira. Não imaginei.

Recebi, Sr. Presidente, a decisão da Dra. Cláudia Pomarico Ribeiro, Juíza de Direito da 40ª Vara Criminal, tendo em vista a solicitação que recebeu para quebra do sigilo telefônico de várias pessoas que estariam fazendo parte de uma suposta organização criminosa chefiada pelo Pastor Marcos Pereira.

Sr. Presidente, tenho aqui toda a documentação e constato o seguinte, para rememoração:

(Lendo)

“O presente inquérito foi aberto no dia 1º de março de 2012, para apurar os fatos noticiados pelo jornal Extra, sendo comunicante o nacional José Pereira de Oliveira Junior, José Junior do AfroReggae, para apurar os atos praticados, ou supostamente praticados, pelo Pastor Marcos Pereira.”

Várias pessoas foram ouvidas. Dentre elas, a principal é o próprio José Júnior.

Sr. Presidente, no depoimento que ele presta na Delegacia é dito o seguinte: “José Júnior afirmou que soube, através de chefes do narcotráfico e líderes comunitários por ele conhecidos”. Somente esta afirmação já deveria ter feito com que a autoridade policial desse voz de prisão ao Sr. José Júnior. Como é que ele confessa uma relação íntima com chefes do narcotráfico, sem que pelo menos tenha sofrido a represália legal consequente?

Vem o segundo denunciante, também Pastor que rompera, à época, a sua relação com o acusado ou denunciado. É o Pastor Rogério Ribeiro de Menezes. Ele diz – e está aqui registrado – no depoimento que prestou à autoridade policial: “Que era produtor de eventos nas favelas, recebendo pagamento dos traficantes que variavam de cinco a vinte mil reais.” Como é que alguém chega a uma delegacia para prestar depoimento e diz que organizava eventos nas favelas e recebia o pagamento dos traficantes? Essa confissão deveria ter merecido imediata voz de prisão. Não! Nada foi feito.

Essas investigações estavam sendo levadas a efeito por uma Delegada de Polícia, Dra. Valéria Aragão. Vários outros depoimentos foram colhidos, sempre com o depoente, ou o denunciante, confessando a prática de crimes ou seus vínculos com o José Júnior, do Afroreggae.

Passados vários meses, já em 2013 – o inquérito foi aberto em março de 2012 -, fevereiro, março ou abril, não sei, assume a Decod, Delegacia de Combate às Drogas, o Delegado Marcelo Mendonça, e pede a quebra do sigilo telefônico, no que é acompanhado pelo Promotor de Justiça, Dr. Alexandre Murilo Graça, que imediatamente entende que as denúncias feitas por denunciantes que confessam a prática de crimes justificavam a quebra do sigilo. Isso, em 28 de abril de 2013.

A Juíza da 43ª Vara Criminal, ao negar o pedido – olha que é a Juíza, Dra. Cláudia Pomarico Ribeiro – diz o seguinte: “No caso em tela, em que pese a gravidade dos fatos narrada, não teve a investigação policial o seu curso regular. Ao invés disso, constatamos que o inquérito policial foi e retornou ao Ministério Público diversas vezes, com a solicitação de prazo para a continuidade das investigações, sem que nenhuma diligência tenha sido realizada. Veja bem que uma juíza de Direito reconhece que, mesmo tendo os prazos prorrogados pelo Ministério Público, para dar continuidade das investigações, a Delegada Valéria Aragão não tomou nenhuma providência. Aliás, eu soube, e denuncio aqui, que a Delegada não se submeteu às pressões de seus superiores, ou da Chefe de Polícia, para conduzir a investigação de forma tendenciosa. Mas, diz ainda a juíza: “…da mesma forma, verifica-se que a informação do policial sugerindo à autoridade representação por interceptação telefônica, data de 24 de julho de 2012, enquanto a representação somente foi formulada em 11 de abril de 2013, ou seja, quase nove meses depois, por outro delegado, aí sim, cumprindo as ordens superiores.

Assim, não há como ser deferida a medida pleiteada, eis que baseada em fatos já há muito distantes, depoimentos prestados há meses, não se sabendo sequer se os telefones correspondem às pessoas indicadas, a demonstrar a qualidade da investigação.”
Por último, conclui a Dra. Cláudia Pomarico, Juíza de Direito da 43ª Vara Criminal, “apenas exemplificativamente foi solicitada a interceptação telefônica em relação ao Sr. Luís Carlos Duarte Batista, conhecido como Carlinhos da Tinguá, pessoa já morta, conforme consta dos depoimentos”.

Então, eu, que não tenho vinculações com o campo chamado evangélico, eu, que nem conhecia o Pastor Marcos Pereira, já no ano passado, quando percebi a orquestração, mas conhecendo o Sr. José Júnior, me posicionei entendendo e cobrando uma investigação séria e isenta, porque qualquer cidadão tem que responder pelos seus atos, mas fui constatando que não havia uma investigação séria, mas uma perseguição, um linchamento, uma orquestração, com bases em interesses que, hoje, consigo identificar, inclusive, com o patrocínio do Sistema Globo, aliado do AfroReggae, que tanto mama nas tetas do Governo, aliás, como a Fundação Roberto Marinho também manda com o Telecurso e outros programas. Como são vários inquéritos, desmembrados ardilosamente, um inquérito caiu na mão de um juiz, que deferiu a queda do sigilo telefônico. É razoável, é óbvio que a quebra do sigilo telefônico, que tem proteção constitucional, deve tratar exclusivamente daquilo que interessa a investigação, não pode ser numa invasão de privacidade.

Li nos jornais, vi na televisão, diálogos atribuídos ao Pastor Marcos Pereira, com pessoas da igreja, diálogos – vou usar a expressão – obscenos. Ali, que ele responda eticamente junto ao campo religioso, mas diálogo obsceno não significa crime. Que ele responda, mas mesmo assim os diálogos obscenos não poderiam ter sido objeto da quebra do sigilo. Que o delegado, que o representante do Ministério Público, que eles tomassem conhecimento, mas eles não poderiam dar publicidade. A publicidade é crime! Não poderiam.

A Carolina Dieckmann teve suas fotografias, que ela própria disponibilizou na rede social, mas com os cuidados para quem estava remetendo, ela teve uma invasão de privacidade que se transformou em objeto de uma lei, porque alguém invadiu sua privacidade. Como uma autoridade policial, com o apoio do Ministério Público, do representante do Ministério Público, divulga, pela quebra do sigilo telefônico? E divulgou imagens também de diálogos privativos, que nada interessavam à investigação. Para alcançar o quê? Um convencimento em relação a outros procedimentos que ainda não estão comprovados.

Sr. Presidente, eu trago aqui esse documento e li para evitar, inclusive, que haja qualquer confusão. Não pode um cidadão ser submetido a um linchamento, através de uma investigação que não tem sustentação, luta por interesses diversos, ser acusado, ser massacrado e não estar sendo submetido a uma investigação isenta. Isto é uma orquestração que aniquila qualquer cidadão. Defendo o estado democrático de direito, os direitos e garantias individuais, o direito à privacidade, porque é claro que, assim como fazem e estão fazendo com o Pastor Marcos Pereira, fazem com qualquer cidadão, e isto já aconteceu no nosso País, isto tem acontecido no nosso dia a dia.

Sr. Presidente, quando alguém me procura e diz: “Mas você está defendendo?” Eu estou defendendo uma investigação isenta e trago aqui, portanto, a manifestação num processo da Dra. Claúdia Pomarico Ribeiro, Juíza de Direito da 43ª Vara Criminal, quando ela nega a quebra do sigilo telefônico de várias pessoas que gravitam ou gravitavam em torno do Pastor Marcos Pereira. Ela diz claramente que a investigação não seguiu seu curso normal. Ao invés disto constatamos que o inquérito policial – e tenho que reiterar isso – foi e retornou ao Ministério Público diversas vezes, com solicitação de prazo para a continuidade das investigações, sem que nenhuma diligência tenha sido realizada.

Quem estava conduzindo o inquérito, que envolvia, inclusive, estupro, era uma delegada, mulher. E a juíza que indefere, é uma juíza, mulher. Ao mesmo tempo, tenho que denunciar que o delegado que substituiu, Dr. Marcelo Mendonça, o delegado substituiu a Dra. Valéria, porque a Dra. Valéria não se submeteu aos constrangimentos profissionais, às ordens recebidas para conduzir de forma deturpada as investigações. E o delegado substituto, carreirista como deve ser, assumiu essa responsabilidade e agora pelo menos foi rechaçado, mesmo tendo o apoio do Ministério Público, pela Juíza da 43ª Vara Criminal.

Que pelo menos, Sr. Presidente, qualquer cidadão possa ter confiança nas investigações levadas a efeito pelas autoridades policiais. Nesse caso específico, o Decod, por quem está sendo dirigido tem demonstrado que não tem isenção e é capaz de tudo para promover o titular da delegacia, que deve estar buscando algum tipo de premiação.

Muito obrigado.
Fonte: Site da Alerj via Site do Deputado Paulo Ramos
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