sexta-feira, 27 de junho de 2014

Massacre de Nanking - Horrores na China perpetrados pelo Japão.

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Nanking é uma antiga cidade localizada no Sudeste da China, às margens do rio Yangtze, que já serviu de capital chinesa em mais de um momento. Edificada no século XIV, a cidade possui áreas verdes, templos, edifícios antigos e uma vasta muralha erguida ainda em sua fundação, além de uma vida urbana típica de uma grande cidade. Mas essa mesma Nanking sofreu uma tragédia que até hoje se mantém na mente daqueles que sobreviveram e que afeta as relações da China com o Japão, algo que ficou conhecido em chinês como Nanjing DatushaMassacre de Nanking.
No dia 13 de Dezembro de 1937, a então capital Nanking foi conquistada por tropas japonesas após quatro dias de confronto. Era o início dos conflitos acirrados da guerra entre China e Japão. Da data de sua tomada até meados de Fevereiro de 1938, em torno de três meses, Nanking viu mais de 200.000 de pessoas serem mortas, além de cerca de 20.000 mulheres serem estupradas (falarei dos números mais à frente).  Este é, em resumo, o chamado Massacre de Nanking. Meu intuito desse texto é apresentar um panorama geral de seus elementos, tentando mostrar quais são os principais problemas e polêmicas que atualmente envolvem este tema.
A guerra entre China e Japão
A II Guerra Sino-Japonesa ocorreu de 1931 a 1945 (a I Guerra se deu na segunda metade do século XIX pelo controle da Coreia, fundamentalmente). Iniciou-se com a tomada japonesa da Manchúria, região ao norte da China, seguida do estabelecimento do Estado-fantoche de Manchukuo. Seus motivos foram basicamente econômicos: a economia japonesa havia visto um crescimento ao longo da década de 1920, mas sofreu com o quadro internacional da Crise de 29. A invasão da Manchúria aconteceu principalmente para se conseguir mercado consumidor e matérias-primas, mas o Japão chegou a instalar fábricas nessa região.
 Apesar de tropas japonesas ficarem sobretudo alocadas em Manchukuo, os conflitos apenas se acentuaram em 1937. Em 7 de julho desse ano, um enfrentamento entre tropas chinesas e japonesas na Ponte Marco Polo, arredores de Peking, acirrou o conflito. A partir desse momento, o Japão segue para Sul rumo ao Yangtze, alcançando Xangai por terra em Outubro/Novembro (mapa abaixo). Xangai já vinha sofrendo investidas japonesas há alguns meses, muitas delas por ataques aéreos ou anfíbios, mas foi com o avanço japonês de finais de outubro e meados de novembro que as tropas chinesas recuaram e a cidade foi tomada.
“Sábado Sangrento” é o nome dessa foto que se tornou famosa, onde há um bebê chinês chorando em meio a uma estação ferroviária completamente destruída. Foi tirada por Wong Hai-Sheng em 28 de Agosto de 1937, poucas horas após um bombardeamento aéreo japonês.
Com Xangai tomada, o Japão rumou para Nanking, cidade situada a Oeste. A derrota de Xangai e a continuidade do avanço japonês fizeram que ocorresse uma fuga de Nanking tanto das pessoas que possuíssem alguma condição para isso quanto do próprio aparelho estatal-burocrático chinês existente na capital. Iris Chang, em The rape of Nanking: the forgotten holocaust of World War II, conta que, quando as tropas japonesas chegaram em Nanking, a cidade estava habitada apenas por aqueles pobres, velhos ou doentes demais para fugir, além de pessoas que moravam em pequenos vilarejos próximos e procuraram refúgio nas muralhas da capital.
A Zona de Segurança de Nanking
A conquista de Xangai também causou um importante acontecimento em Nanking: alguns dos estrangeiros que lá residiam decidiram se unir e estabelecer uma Zona de Segurança, a Oeste do centro da cidade, para proteção daqueles que desejassem se refugiar e para organização da cidade nos primeiros momentos de ocupação.

Mapa da Zona de Segurança
A Zona de Segurança de Nanking foi organizada e gerida pela Comissão Internacional da Zona de Segurança de Nanking, a qual contava com cerca de vinte estrangeiros de origem europeia ou estadunidense. A Comissão acabou exercendo importantes funções administrativas com a desorganização da cidade e a brutalidade dos soldados japoneses. Seu “cabeça-chefe” foi um empresário alemão chamado John Rabe, líder do partido Nazista em Nanking.

John Rabe (1882-1950), no centro da foto usando óculos.
Nessa Zona de Segurança organizaram-se campos de refugiados com centenas de milhares de pessoas. Os membros da Comissão se esforçavam para protegê-las das possíveis investidas japonesas e garantir-lhes a subsistência. A atuação de Rabe foi fundamental nesses aspectos; além de ter feito de sua própria casa um local para refugiados, relatos de seu diário e dos escritos dos demais membros da Comissão falam de suas saídas pela cidade e confrontos com soldados japoneses que estavam para cometer algum atentado, confrontos esses que muitas vezes (mas nem sempre) se resolviam graças à suástica nazista que Rabe portava.
A Zona englobava uma região com edificações importantes, como escolas, prédios governamentais, a Universidade de Nanking e – talvez a instalação mais destacável – o Hospital da Universidade de Nanking, o único a se manter em atuação durante o período e que contou apenas com um cirurgião estadunidense: Robert Wilson.

Robert Wilson (1904-1967)
A tomada de Nanking fez com que os demais hospitais existentes fossem fechados. Ademais, os japoneses vetaram que qualquer médico se propusesse a trabalhar no Hospital da Universidade. Sua gestão recaiu sobre Wilson, que contava com a ajuda de algumas enfermeiras e dos demais membros da Comissão.
Um terceiro membro da Comissão que me sinto na obrigatoriedade de destacar é Minnie Vautrin. Missionária norte-americana, Minnie ocupava o cargo de diretora do Colégio Ginling, que era voltado para o público feminino, durante a época do Massacre. Ela transformou o campus do Colégio em um grande campo de refugiados principalmente para mulheres, e muito atuou para evitar que elas não sofressem violências físicas dos soldados japoneses.

Wilhelmina (Minnie) Vautrin (1886-1941)
Vautrin cometeu suicídio em 1941, em seu apartamento localizado em Indianápolis, Estados Unidos. As lembranças do que ocorreu em Nanking jamais deixaram de assombrá-la.
A Comissão foi dissolvida em 18 de Fevereiro de 1938 e deu lugar ao Comitê Internacional de Assistência de Nanking, que contou com a participação municipal e japonesa para a administração da cidade. Os membros estrangeiros que organizaram e administraram a Zona não apenas conseguiram salvar um grande contingente de refugiados, como também nos deixaram diversas cartas e diários pessoais importantíssimos tanto para estudo quanto para conhecimento de pelo menos parte do que aconteceu em Nanking.
As Violências
As violências em geral começaram assim que Nanking foi tomada. Uma guarnição de soldados havia sido deixada para sua defesa, mas, como mencionei no início do texto, os japoneses a derrotaram após quatro dias de litígio. Rendidos, os soldados chineses foram capturados como prisioneiros de guerra ou desertaram e tentaram se misturar aos civis. Os prisioneiros foram todos mortos após alguns dias de cativeiro; quanto aos que desertaram, a procura por eles foi um dos motivos que levaram a grande número das violências executadas.
Pilhagens, depredações e incêndios de construções foram atitudes corriqueiras, mas os homicídios e diversas formas de violência sexual são as questões de destaque. A população civil começou a ser atacada ainda no dia 13. Parte significativa sofreu agressões dentro de suas próprias casas, pois a busca por desertores e mantimentos fez com que os soldados japoneses visitassem os domicílios. Além disso, nem aqueles que se refugiaram dentro da Zona de Segurança estavam de fato salvos dos japoneses, o que pode ser confirmado por diversos casos relatados nos escritos deixados pelos membros da Comissão.
Os assassinatos foram executados das formas mais diversas possíveis: tiros, golpes de baioneta, decapitação por espada, enterramento vivo, combustão, etc. Matava-se independentemente da idade, condição social, gênero ou estado de saúde da vítima. Enfermos, deficientes e grávidas também eram mortos.
 
Muitos dos homicídios eram feitos na forma de joguinhos ou por simples pilhéria, como pode ser visto nas imagens abaixo.
 
A cabeça desse homem chinês foi colocada em um dos limites da cidade com um pequeno cigarro na boca, como se ele estivesse apenas “admirando a paisagem”.
Nessa foto, reparem que o soldado ao centro da imagem sorri com uma katana na mão direita e uma cabeça na mão esquerda. Ao seu redor, podemos notar vários corpos.
Já nessa foto tirada momentos antes de uma execução, notem que o soldado da direita aparenta estar sorrindo com a cena.
Já as violências sexuais ocorriam principalmente na forma de estupros. Mulheres de todas as idades poderiam ser vítimas, possuíssem 8 ou 80 anos. O local de ocorrência não parecia importar. Condição física, idem. Meninas, senhoras, sacerdotisas (violar votos de celibato era um dos maiores prazeres), idosas, grávidas (recente, avançada, em pós-parto ou até em trabalho de parto).
Corpos de mulheres estupradas e mortas. Alguns são corpos de crianças.
Essa foto exemplifica uma prática que foi usual: a inserção de algum objeto, como taco de golfe ou garrafa de cerveja, nas partes íntimas da vítima de estupro, de forma a causar maiores danos internos. Nesse caso, foi utilizado, pelo que consegui distinguir, um pedaço de galho.
Outra prática também corriqueira era a ordem para incesto. Obrigava-se que as mulheres tivessem relações com seus pais, irmãos e filhos. Caso estes se recusassem, poderiam ser mortos. A morte era algo muito relacionado a tais atos de violência sexual. Não apenas as mulheres costumavam ser mortas após os estupros – algo que se fazia como forma de impedir que delatassem o ocorrido -, mas também aqueles que porventura estivessem com elas (filhos pequenos, irmãos, amigos, primos, pais, etc.) e que tentassem impedir os estupros ou importunassem os soldados japoneses. O relato seguinte é bastante exemplar desse tipo de ocorrido. O caso aconteceu no dia 13 de Dezembro de 1937, numa casa a Sudeste da cidade:
“Eles invadiram a residência assim que o proprietário abriu a porta e desferiram-lhe um tiro, matando-o. No interior da casa, assassinaram outros dois adultos, um homem e uma mulher, a tiros e golpes de baioneta. Em seguida despiram a esposa do proprietário e a estupraram no local. Após o estupro, mataram-na com um golpe de baioneta no peito. Quando pilhavam a casa, encontraram os avós e suas netas adolescentes. Os idosos foram assassinados pelos soldados a tiros de revólver. Em seguida as jovens foram abusadas sexualmente. Uma delas, de 16 anos, foi estuprada por dois soldados, e a outra, de 14 anos, por outros três.”
(Retirado de: SILVA, Altino S. O “Massacre de Nanking” e a violência de gênero contra as mulheres, China (1937-1938). Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Humanas e Naturais, 2011, 164 páginas. Pág. 116.)
Nem todas as vítimas de estupro morriam. Algumas conseguiam sobreviver apesar de feridas, e foram salvas graças aos tratamentos recebidos no Hospital da Universidade de Nanking. O caso mais marcante de uma sobrevivente foi o de Li Xouying, na época com 19 anos e grávida de 7 meses: a gravidez não a permitiu acompanhar seu marido na fuga de Nanking antes da cidade ser tomada. Sofreu 37 golpes de baioneta, mas sobreviveu para contar sua experiência até anos depois de terminada a Guerra. Em uma entrevista concedida em 1997, ela afirmou: “trinta e sete vezes os japoneses me baionetaram, trinta e sete vezes. Alguns da esquerda, outros da direita. Eu não tenho simpatia pelos japoneses. Ainda os odeio. Eles me fizeram um mal horrível, e me devem compensação.” (Retirado de: http://www.cnd.org/mirror/nanjing/nmnwe97.html. Traduzido livremente).
Estupros como uma arma de guerra
Não é necessário muito esforço retórico para dizer que os estupros em Nanking podem ter sido uma “arma de guerra” contra os chineses. Afirmar isso é dizer que foram atos, premeditados ou não, que usavam as mulheres como forma de atacar a lógica paternalista da sociedade e afetar os homens. O fato de tanto China quanto Japão serem sociedades paternalistas e dos soldados japoneses não terem sofrido represálias de seus superiores endossa tais argumentações.
Há um pesquisador brasileiro chamado Altino Silva que relativiza esse ponto.  Em sua Dissertação de Mestrado, Silva comenta que, na cultura chinesa, o estupro de uma mulher era um atentado simbólico contra sua família e seu grupo de origem, e que o Alto Comando japonês era ciente desse fato. Dessa forma, talvez os estupros em Nanking tenham sido sim uma forma de arma bélica para o Alto Comando, mas não exatamente para os soldados que os cometiam.
Para os soldados que estão em um território distante de suas casas, o ponto fundamental dos estupros é o sexo. Sexo pelo sexo. Mas isso não significa que outros elementos não interferem nos atos. Na abordagem de Silva, os estupros de Nanking foram motivados pelas ideias de superioridade japonesa, fomentada pelas recentes vitórias militares, superioridade masculina – constituinte da cultura japonesa – e um sentimento de corporativismo militar por aqueles que se encontravam atuando fora de seu país, o que impediu denúncias de um soldado contra outro. Assim, nos estupros há uma afirmação de uma identidade de homem-conquistador sobre uma identidade de mulher-conquistada.
Números e reconhecimento do Massacre
O Massacre de Nanking se tornou um dos símbolos da II Guerra entre China e Japão, além de ser um dos principais símbolos da II Guerra Mundial na Ásia. Visto que se tratou de algo marcante, o evento acaba sendo ponto de polêmica entre China e Japão, especialmente quando é utilizado para uma vitimização chinesa seguida de crítica ferrenha aos japoneses. Estes, por outro lado, defendem-se tentando amenizar ou negar a existência do Massacre.
Na introdução deste texto, mencionei que o número de vítimas mortas girou em torno de 200 mil e o de mulheres estupradas, 20 mil. Essas são as cifras oficiais do Tribunal de Tóquio, reunido entre 1946 e 1948 para julgamento das ações japonesas durante a guerra. Os números variam fortemente de pesquisador para pesquisador. Em geral, chineses costumam aumentar esses números enquanto japoneses o diminuem. Felizmente, isso não é uma regra única, havendo concordata entre muitos estudiosos desses países e de outras nacionalidades.
O trecho a seguir, extraído de um artigo e traduzido por mim, ilustra bem esse quadro de divergências:
“Katsuichi Honda, enquanto concorda com Chang [Iris Chang, escritora já mencionada neste texto, postula que foram mortos cerca de 300 mil chineses], acredita que entre 100.000 e 200.000, ao invés de 300.000, chineses foram mortos em Nanking. En-Han Lee, da Academia Sinica de Taiwan, sugere que o número de mortos é ainda maior, entre 300.000 e 350.000. Higashinakano Shudo, professor de história intelectual e revisionista extreme, clama que a história do massacre não é nada mais que a compilação de evidências de boatos. Masahiro Yamamoto é mais moderado. Ele acredita que foram mortos de 15.000 a 50.000 nas seis semanas seguintes à captura da cidade, em sua maior parte homens adultos. A grande maioria foram soldados sem seus uniformes. As perdas totais na cidade e nos arredores, ele conclui, foram entre 45.000 e 65.000, sendo que em torno de 20.000 eram civis.”
(GORDON, David M. The China – Japan War, 1931-1945. The Journal of Military History, 70, nº 1, 2006, pp. 137-182. Pág. 156.)
Mas ainda mais problemáticas são as negações de que tenha ocorrido o Massacre. Os exemplos a seguir são as falas de dois intelectuais japoneses durante um encontro de historiadores ocorrido no ano de 1995, em Tóquio. Eles estavam respondendo às indagações de historiadores americanos acerca do motivo de os japoneses serem tão relutantes em aceitar e responder pelo ocorrido em Nanking. As traduções também foram feitas por mim.
Ito Takashi: “Para mim, pedir perdão por coisas que não podem ser averiguadas como fatos é muito difícil. Como é se desculpar por coisas que não podem ser certificadas, como o Japão ter matado 300.000 ou 400.000 pessoas?”
Kojima Noboru: “Eu concordo. Deve-se admitir os crimes cometidos, mas é inapropriado se dizer para admitir os crimes não cometidos.”
(Falas retiradas de: Kojima et al., Jinrui wa senso o fusegeru ka, esp. pp. 292-94. In: YANG, Daqing. “The Chalenges of Nanking Massacre: Reflections on Historical Inquiry”. In: FOGEL, Joshua A. (ed.). The Nanking Massacre in History and Historiography. Bekerley: University of California Press, 2000. Pág. 169.)
Esses impasses ainda estão longe de serem resolvidos. Felizmente, há pessoas que buscam estudar o Massacre de Nanking de forma a fazer jus ao acontecido, não apenas tentando defender seu país. O tema tem recebido maior destaque internacional desde meados da década de 1980, atraindo estudiosos de outros lugares do mundo, principalmente dos Estados Unidos. Talvez, esse envolvimento de indivíduos de outras nacionalidades tenha influenciado para que chineses e japoneses procurassem entender o Massacre sem fazerem, de forma implícita ou explícita, uma apologia a seus países.
Falar sobre o Massacre de Nanking é uma forma de honrar aqueles que sofreram os atentados na cidade, tanto os que sobreviveram quanto os que infelizmente não tiveram essa sorte. A meu ver, não há como negar as fotos, os escritos em diários nem os relatos dados pelos sobreviventes. Não importa realmente quantos foram mortos, estuprados, roubados, atacados ou sofreram qualquer outro tipo de violência. O que importa é que tais violências aconteceram, e deixaram suas marcas diversas.
Abaixo das referências, coloquei dois bons sites com números consideráveis de fotos e documentos.
CHANG, Iris. The rape of Nanking: the forgotten holocaust of World War II. New York: Penguin, 1997.
GORDON, David M. The China – Japan War, 1931-1945. The Journal of Military History, 70, nº 1, 2006, pp. 137-182.
HEIT, Shannon. Waging Sexual Warfare: Case Studies of sexual warfare used by Japanese Imperial Army during World War II. Women’s Studies International Forum, 32, 2009, pp. 363-370.
SILVA, Altino S. O “Massacre de Nanking” e a violência de gênero contra as mulheres, China (1937-1938). Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Humanas e Naturais, 2011, 164 páginas.
YANG, Daqing. “The Chalenges of Nanking Massacre: Reflections on Historical Inquiry”. In: FOGEL, Joshua A. (Ed.). The Nanking Massacre in History and Historiography. Bekerley: University of California Press, 2000.
YOUNG, Shi; YIN, James. The Rape of Nanking: An Undeniable History in Photographs. Chicago: Innovative Publishing Group, 1997.

Revisado por Bruno Oliveira.

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